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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Relatório aponta que América Latina e Caribe vivem epidemia de obesidade, problema enfrentado há anos por organização brasileira






Há tempos, o nosso Instituto Melhores Dias acompanha, por meio de seus programas e exames realizados, o crescimento paulatino e cruel da obesidade da população, como se fosse de uma doença silenciosa e implacável acometendo o Brasil.
Nossa preocupação foi agora novamente constatada por um documento feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e pela FAO (Organização para a Alimentação e a Agricultura), publicado no dia 8 de julho, que mostra que, na América Latina e no Caribe, 25% da população sofre de obesidade e 60% têm sobrepeso.

"Perspectivas agrícolas 2019-2028" é o nome do relatório. Nele, há trechos que parecem ter sido retirados de documentos que redigimos nos últimos anos com foco no Brasil como, por exemplo, a existência do "triplo ônus da má nutrição": subalimentação, obesidade e falta de micronutrientes, responsáveis por um problema de saúde pública cada vez mais grave nas crianças.

Especialistas da FAO e da OCDE descobriram o que os programas do Instituto Melhores Dias têm enfrentado nas últimas décadas: a obesidade atinge principalmente os setores mais pobres da população, as mulheres, as pessoas de ascendência africana e as crianças. As taxas de sobrepeso e de obesidade estão acima do nível médio mundial existente há mais de 40 anos. Infelizmente, estamos atrás apenas dos Estados Unidos, que é o país mais obeso do mundo.

O documento alerta ainda para o fato de que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar aumentou pelo terceiro ano consecutivo. Trata-se de um cenário complexo ao analisarmos que isso ocorre justamente onde há produção agrícola abundante e com forte exportação. Mas o custo destes produtos para os consumidores pobres é alto, tornando-os inacessíveis para populações carentes.

Outro fato que vale ganhar destaque é o aumento do consumo de proteínas de origem animal, em uma região onde a dieta costumava ser rica em cereais, raízes, tubérculos e legumes. A Organização Mundial da Saúde (OMS), outra agência da ONU, recomenda que a proporção de açúcares e gorduras não supere 10% e 30%, respectivamente, das calorias totais diárias consumidas.

Como nos programas e ações do Instituto Melhores Dias, o documento reforça a necessidade de políticas públicas para contenção desse mal insidioso. O relatório destaca a lei sobre alimentação nas escolas no Brasil, que inclui, desde 2018, o assunto Educação Alimentar no currículo, tema que veio ao encontro da nossa atuação de 26 anos na educação pública brasileira.

Nosso instituto, respaldado pela preocupação deste documento internacional, tem a sua atuação fundamentada, mas ainda estamos longe da conscientização necessária para obtermos todos os recursos essenciais para nossos programas e iniciativas.






Joyce Capelli - Diretora Executiva e Presidente do Instituto Melhores Dias


O caminho do Brasil passa pela sala de aula


A autoestima de nossa nação já esteve melhor. Não é necessário listar os problemas que o Brasil acumula e tampouco se quer fazer deste texto um lamento. Melhor olhar para além de reformas legislativas e das contas no vermelho. Busca-se aqui falar das raízes desse cenário angustiante e do que está sendo feito para mudá-lo no longo prazo.

Comecemos pela origem. A percepção dos brasileiros é de que convivem com graus elevados de corrupção. Fala-se em percepção porque não há formas de se mensurar os atos e as transações ilícitas em si, por terem caráter oculto e pulverizado. Pode-se dizer que o desalento com a própria nação vai para além dos escândalos bilionários que alimentam a imprensa.

No fundo, cada um de nós lamenta também o fato de a nossa sociedade não conseguir respeitar regras básicas de convívio, seja ao utilizar indevidamente uma vaga reservada no estacionamento, ao não devolver o troco recebido a mais no caixa da padaria ou ao ignorar sistematicamente normas éticas e morais em benefício próprio. Fato é que a corrupção não é um fenômeno natural e inevitável. Passa pelo por escolhas individuais que, ao fim, consolidam práticas renitentes em nossas organizações.

O que nos falta? Acadêmicos das ciências sociais diriam que o Brasil tem um baixo grau de “capital cívico”. Isso quer dizer que é pouca a confiança mútua entre nós. As pessoas não são estimuladas a fazer o certo, já que elas acreditam que é pequena a probabilidade de os demais também fazerem o certo. Os efeitos são perversos e gigantescos. Deixamos de nos desenvolver e de enriquecer como sociedade porque não confiamos nas condutas de nossos compatriotas, minando o espírito colaborativo, que permitiria a união de forças para a solução dos problemas nacionais.

Esse diagnóstico não nos sentencia ao eterno subdesenvolvimento. O crescimento do capital cívico de uma nação, porém, requer muito mais que decretos ou projetos de lei. A mudança depende menos de governantes e mais da própria sociedade, que pode converter o inconformismo em ação. É isso o que vem sendo feito pelo projeto “OAB Vai à Escola”, criado no Estado de São Paulo há 20 anos para fomentar, na prática, a formação de consciência e senso de responsabilidade dos cidadãos.

Tivemos a oportunidade de participar dessa iniciativa no município de Taquaritinga e compreendemos seu potencial. Advogados voluntários se encontram com estudantes da rede pública e privada para conversar sobre os fundamentos da democracia, direitos e deveres básicos do cidadão e problemas sociais mais comuns na localidade. Ciente de sua missão ampliada, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo aceitou o convite para se aliar ao projeto. A instituição cedeu exemplares de um gibi da Turma da Mônica feito pelo Instituto Cultural Mauricio de Sousa a pedido do TCE-SP especificamente para fomentar o controle social entre crianças e adolescentes a partir de atividades realizadas em escolas públicas desde 2016.

É como o plantio de árvores. Ao dialogar com alunos sobre valores éticos e formação política, não mudaremos o Brasil no ano seguinte. No entanto, estamos combatendo um círculo vicioso que hoje corrói nossa capacidade de transformar o país. Queremos contribuir com os professores, nem sempre valorizados como merecerem, na nobre missão de mostrar aos jovens que vale a pena fazer o certo porque seus colegas, amigos e familiares esperam isso deles e agirão da mesma forma. Sempre ouvimos que “a educação é a base de tudo”, mas esse lugar-comum continuará um lema vazio enquanto não utilizarmos a sala de aula como ambiente de fomento da cidadania, visando uma sociedade mais justa e participativa. Não é fácil. Indivíduos, instituições públicas, terceiro setor e capital privado têm de abraçar a causa e dar as mãos com a escola.






Dimas Ramalho - Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP)



Mariana Mársico Azadinho - advogada e professora universitária.


Algumas dicas podem ajudar na hora de manter a casa em ordem mesmo com as crianças de férias


"Aproveitar a programação de Julho em shoppings, parques e museus é uma boa dica para tirar a criançada de casa por um período"


Julho chegou e com ele também vieram as férias escolares! Para quem consegue conciliar a agenda profissional com a dos filhos é possível viajar pelo menos por uns dias. Mas, quem não tem essa oportunidade, o momento que deveria ser prazeroso vira um verdadeiro caos, afinal, a energia que as crianças costumam gastar na escola fica acumulada, gerando bagunça, e se a brincadeira do dia for acompanhada pelos coleguinhas, a desordem tende a ser maior ainda.

Com isso, além da imaginação para o entretenimento, também é preciso muita paciência para deixar a casa arrumada. Não é tão simples, mas algumas dicas podem ajudar a passar pelo período sem ficar com os cabelos em pé.

É bom salientar que mesmo na temporada de pausa nos estudos, manter a disciplina para que as crianças conservem o equilíbrio é importantíssimo. A rotina é mais relaxada com horários e até mesmo com a alimentação, mas impor regras é um grande passo.

A diretora da Limpezas Amelia separou algumas dicas que podem auxiliar na hora de organizar a bagunça e até mesmo o dia a dia. “Colocar limite é essencial, e pedir ajuda é fundamental”, afirma Luara Milaina.

As dicas servem tanto para os papais e mamães que ficam em casa, quanto para as babás, avós, etc, que ficarão responsáveis pela criança durante as férias. Afinal, reduzir a bagunça sempre é bom, assim, sobra mais tempo para descansar e curtir os momentos sem stress.

Para começar é preciso delimitar espaços, assim a brincadeira tende a se concentrar em apenas um cômodo. E, se a criança quiser ir para outro espaço, é só colocar uma regrinha: tem que arrumar os brinquedos antes de mudar de local. “Caixas organizadoras são úteis para as crianças terem um fácil acesso, dessa forma, conseguem recolher tudo rapidinho”, ensina Luara.

Na hora das refeições, usar jogos americanos de plástico no lugar toalhas também é uma boa opção, já que depois de comer é só lavá-los na pia ou passar um pano úmido.

Outro ponto que merece destaque é manter a casa limpa, afinal, é essencial para a saúde dos moradores, por isso, nada de se descuidar com a rotina de limpeza. Contar com ajuda na hora de fazer aquele faxinão pode aliviar as tarefas. A Limpezas Amelia fornece diaristas de confiança, as diárias são de 8h, com alimentação e vale transporte inclusos. Ou seja, dá para aproveitar um programa em família e deixar a arrumação por conta da Amelia. E o melhor é que o agendamento pode ser feito de acordo com a preferência do cliente.

“É importante não pirar. Não adianta, durante esse período é preciso relaxar e se conformar que vai ter slime, massinha, papel picado e peças de brinquedos pela casa. Mas, pedir ajuda e ensinar a criança a organizar depois que termina é de grande valia. E, contar com uma diarista 1 vez por semana, por exemplo, é um alívio, ela ficará responsável por deixar limpinho e organizado. Não sobra tempo para tudo, então, não adianta querer abraçar o mundo. O melhor é aproveitar as férias com a criançada e deixar a limpeza pesada com profissionais”, finaliza Luara.

Para deixar a casa arrumadinha mais tempo a dica é inovar e fazer atividades fora, como piqueniques, shoppings, passeios em parques e praças. Assim, a criança gasta a energia na rua.

As férias precisam ser aproveitadas da melhor maneira, as crianças precisam desse ‘gás’. Por isso, usar esse período para aproveitar a família, brincar e fazer descobertas é essencial. Dividir as tarefas e o gasto de energia significa sobrar mais tempo para curtir uns aos outros. Não hesite em chamar um profissional para deixar a casa limpinha enquanto você se diverte e cria momentos que ficarão para sempre na memória dos seus filhos.




Limpezas Amelia
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