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quarta-feira, 12 de março de 2025

Recém-nascido engasgado é salvo por socorristas em base operacional

Equipe de socorristas da Arteris ViaPaulista salvou recém-nascido engasgado
 (Divulgação/ViaPaulista)

A família, que mora nas proximidades da unidade em Patrocínio Paulista, buscou ajuda da equipe da ViaPaulista após perceber os sinais de engasgo

 

Estrategicamente localizadas ao longo da malha viária, as bases operacionais das concessionárias oferecem suporte completo aos usuários durante a viagem, acomodando equipes e viaturas especializadas. Em casos de urgência ou emergência, essas estruturas fornecem serviços essenciais, incluindo socorro mecânico e atendimento pré-hospitalar.

 

Foi o que aconteceu com o pequeno Ravi Lucca no dia 20 de fevereiro, que se engasgou com o leite materno. Rapidamente, a família percebeu os sinais de engasgamento e buscou ajuda na base operacional do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), localizada na Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345), em Patrocínio Paulista. A equipe de socorristas da ViaPaulista agiu com rapidez e eficiência, salvando a vida do recém-nascido.

 

“Fiz a manobra de Heimlich, procedimento padrão para casos de engasgo, por três vezes, até que ele expeliu a fórmula do leite e voltou a respirar normalmente. Depois, o encaminhamos à Santa Casa de Patrocínio Paulista, onde recebeu acompanhamento médico e teve o quadro clínico estabilizado. Foi um grande alívio verificar que estava tudo bem”, relata a técnica de enfermagem Jane Ester Geraldo, que já havia socorrido Ravi no dia 26 de janeiro após se engasgar durante a alimentação. 

Equipe que atuou no atendimento do Ravi Lucca
 (Divulgação/ViaPaulista)

  

Passado o susto, a família destaca a importância do suporte prestado pela equipe de socorristas. “Tivemos a sorte de encontrar os profissionais na base, prontos para nos atender. No hospital, recebi orientações e, agora, seguimos acompanhando a saúde dele. Meu filho está bem”, afirma Lilian Aparecida Seixas Santos, que também é mãe da irmã gêmea de Ravi. 

 

Outras ocorrências nas rodovias concedidas

Também no mês de janeiro deste ano, as equipes da concessionária Rota das Bandeiras atuaram em dois partos. O primeiro ocorreu no dia 16, por volta das 23h30, quando a gestante Jhúlia, de 16 anos, estava a caminho da Maternidade de Campinas, mas o pequeno Thomaz não quis ‘esperar’ e o atendimento aconteceu no acostamento da Rodovia Prof. Zeferino Vaz (SP-332), em Paulínia, dentro do próprio automóvel.

 

No dia 19, às 17h30, o segundo procedimento ocorreu no Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) de Atibaia, no km 75 da Rodovia Dom Pedro I. A situação foi ainda mais inusitada, uma vez que o socorrista Guilherme José Silva de Freitas retornava de licença-paternidade justamente no dia do parto. Ele estava com o condutor-socorrista Paulo Alexandre Francisco na área de descanso da base quando chegou um carro buzinando, com os ocupantes pedindo ajuda. Logo perceberam que a jovem estava em trabalho de parto avançado e o procedimento foi realizado no banco traseiro.


Anquiloglossia: Compreendendo a Condição e Seus Impactos na Infância


A anquiloglossia, popularmente conhecida como "língua presa", é uma condição que pode afetar significativamente o desenvolvimento infantil, desde a amamentação até a fala e a socialização. Embora seja um problema comum, ainda existem muitas dúvidas e desinformações em torno do tema. Dra Ligia Conte, fisioterapeuta especializada em pediatria e CEO da Desenvolve Criança, esclarece os principais aspectos da anquiloglossia, desmistificando crenças e orientando sobre diagnóstico e tratamento adequado.

 

O que é a anquiloglossia?

A anquiloglossia é definida como a permanência de um tecido remanescente da fase embrionária sob a língua. "Todos nós temos o freio lingual, mas, em algumas pessoas, ocorre uma alteração genética que faz com que esse tecido permaneça em excesso, limitando os movimentos da língua", explica Ligia Conte. Por ser um gene autossômico dominante, a condição pode ser herdada diretamente dos pais. Embora a anquiloglossia nem sempre provoque dificuldades evidentes, em muitos casos, ela pode afetar funções básicas como a amamentação, a mastigação e a articulação e produção da fala.


 

Qual conduta tomar?


A frenectomia (ou frenulectomia) é o procedimento cirúrgico mais indicado para corrigir a anquiloglossia. "A grande dificuldade está em obter um diagnóstico correto. Muitas línguas presas passam despercebidas, e, quando o diagnóstico é feito adequadamente, a frenectomia é o início do tratamento indicado", afirma Dra Ligia.

 


Mitos e Verdades Sobre a Anquiloglossia


Um dos principais mitos em torno da anquiloglossia é a ideia de que ela sempre causa dificuldades na fala. Segundo Dra Ligia Conte, isso não é uma regra: "Em alguns padrões de freio alterado, especialmente no caso do freio posterior, não há prejuízo evidente na articulação da fala".


Outro ponto relevante é a relação entre a língua presa e a amamentação. "A língua presa interfere na função de sugar o leite materno de forma eficaz, o que pode causar cólicas, fissuras mamárias, mastite e dificuldade para ganhar peso. Muitas vezes, os bebês conseguem mamar, mas o fazem com compensações que prejudicam tanto a mãe quanto a criança", alerta.


Sobre a segurança do procedimento cirúrgico, Dra Ligia reforça: "A frenectomia é um procedimento simples, mas precisa ser realizado por um profissional especializado, como um odontopediatra com formação em cirurgia a laser. Apesar de ser invasiva, é uma intervenção segura quando conduzida corretamente, além disso, sua indicação deve ser sempre feita por uma Fonoaudióloga especializada”


 

Diagnóstico Precoce Faz a Diferença


Identificar a anquiloglossia logo nos primeiros meses de vida é essencial para prevenir complicações futuras. Dra Ligia destaca alguns sinais que os pais devem observar em bebês: "Estalos durante a amamentação, choro com a língua baixa, engasgos frequentes, refluxo, cólicas excessivas e dificuldade de sucção são indícios importantes".


O diagnóstico deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar. "A fonoaudióloga especializada é a profissional indicada para avaliar e confirmar a anquiloglossia. O tratamento, quando necessário, envolve a atuação conjunta de odontopediatras, fonoaudiólogos e fisioterapeutas", reforça Ligia.


 

Impactos da Anquiloglossia Não Tratada


Quando não diagnosticada e tratada, a anquiloglossia pode gerar consequências duradouras. Além das dificuldades alimentares e de fala, os impactos emocionais e sociais são expressivos. "Vemos muitos adultos com histórias de baixa autoestima, dificuldades de relacionamento e problemas de comunicação que remontam à infância não tratada", destaca a especialista.

 

Dra Ligia ainda alerta para as consequências em longo prazo: "Estudos demonstram que disfunções orais como a anquiloglossia podem estar relacionadas a distúrbios do sono, como a apneia obstrutiva, que afeta significativamente a qualidade de vida e está associada a problemas cardíacos e metabólicos em adultos". 

Para a fisioterapeuta, a conscientização é essencial: "A anquiloglossia é um problema real e, quando ignorado, pode ter desdobramentos sérios. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para garantir uma infância mais saudável e um desenvolvimento pleno". conclui Ligia Conte, CEO da Desenvolve Criança.


Segundo pesquisa, acompanhamento médico previne doenças e aumenta a expectativa de vida

Para o médico à frente da Cia do Médico, o acompanhamento tem a proposta de melhorar a gestão de uma doença de forma proativa e com foco na atenção primária à saúde
 

Manter uma rotina de acompanhamento médico regular é fundamental para garantir a saúde a longo prazo, prevenindo o desenvolvimento de doenças e promovendo um envelhecimento saudável. Porém, a grande maioria das pessoas ainda mantém a prática de consultas esporádicas. 

De acordo com a pesquisa feita pelo Grupo Bradesco Seguros, em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva, 50% dos entrevistados buscam atendimento médico somente quando apresentam algum incômodo ou problema grave de saúde. O estudo também revelou que apenas 43% dos entrevistados realizam algum tipo de acompanhamento médico preventivo. 

“O acompanhamento médico contínuo permite ao profissional de saúde monitorar as condições do paciente de maneira mais precisa, identificar fatores de risco e recomendar intervenções preventivas. Com um histórico médico bem documentado, o médico consegue compreender o quadro geral de saúde do paciente e ajustar tratamentos ou até mesmo prevenir o surgimento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, que podem ser silenciosas por anos”, comenta Antônio Carlos Junior, médico e sócio fundador da franquia Cia do Médico. 

De acordo com Antônio, um dos grandes benefícios de consultas regulares é a detecção precoce de condições graves. “Por exemplo, exames periódicos de rotina podem identificar alterações nos níveis de colesterol, pressão arterial ou até mesmo sinais de câncer em estágios iniciais, quando as chances de cura são significativamente maiores.” 

Dentro disso, a Cia do Médico, rede de clínicas médicas que tem em seu core business um modelo de programa de acompanhamento médico acessível, chamado “companhia do médico”, é uma das únicas franquias que oferece um programa de acompanhamento anual acessível (a partir de R$ 90,00/mês), com médicos de referência em 5 especialidades principais sem custo adicional. 

“Se você precisar de uma das mais de 30 especialidades disponíveis na rede, o médico de referência será o seu guia. A proposta é melhorar a gestão de uma doença de forma proativa e com foco na atenção primária à saúde (APS), a verdadeira e única porta de entrada para a jornada de qualquer paciente. Doenças precisam de gestão. Essa estratégia tem atraído um público fiel na cidade do Rio, onde a franquia já possui quatro unidades”, comenta Antônio Carlos Junior, médico e sócio fundador da franquia. 

Alguns dados destacam a importância de priorizar o acompanhamento médico regular:
 

Detecção precoce de doenças:

Câncer: a detecção precoce pode aumentar significativamente as chances de cura. Por exemplo, o screening para câncer de mama (mamografia) pode reduzir a mortalidade em até 40% entre mulheres de 50 a 69 anos, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
 

Redução de custos com saúde:

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o investimento em prevenção e cuidados médicos regulares pode reduzir os custos com tratamentos emergenciais e doenças avançadas em até 30% a longo prazo.
 

Aumento da expectativa de vida:

A pesquisa da Harvard Medical School aponta que pessoas que seguem um plano de cuidados médicos preventivos têm uma expectativa de vida de 5 a 10 anos maior do que aquelas que não priorizam o acompanhamento regular.

 

Março Vermelho: hidratação e hábitos saudáveis ajudam a prevenir o câncer renal

Ingestão de água ajuda a prevenir câncer renal
 Freepik
Doença atinge mais de 430 mil pessoas todos os anos; nutricionista explica as razões de beber água mesmo sem sede e traz dicas para manter a saúde dos rins

 

Agência Internacional de Pesquisa em Câncer – que é vinculada à Organização Mundial de Saúde – estima que mais de 430 mil pessoas são diagnosticadas com câncer renal, todos os anos no mundo. Desse total, quase 180 mil pessoas morrem anualmente em decorrência da doença. No Brasil, cerca de 10 mil pacientes perderam a vida entre 2019 e 2021, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia. 

Considerada uma “doença silenciosa”, o câncer renal muitas vezes é descoberto em estágio mais avançado, quando a saúde já está prejudicada. Para alertar a população, a campanha Março Vermelho traz informações sobre esses tumores, explica os fatores de risco, diagnóstico precoce e cuidados que podem ser incluídos na rotina para evitar essa patologia.

 

Beber água é fundamental

Segundo a coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Janaiara Moreira Sebold Berbel, a ingestão de água é fundamental para ajudar na prevenção. 

“Beber água ajuda a diluir toxinas na urina, promove a eliminação e reduz o tempo de contato dessas substâncias com o revestimento do trato urinário. Isso tende a diminuir o risco de danos celulares que podem levar ao desenvolvimento de câncer renal”, explica. 

A nutricionista destaca que a quantidade de água que uma pessoa deve consumir diariamente varia de acordo com fatores como a idade, o peso, o nível de atividade física, o clima e as condições de saúde individuais.

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Necessidade hídrica individual

As recomendações gerais sugerem a ingestão de dois a três litros de água por dia, para adultos saudáveis. No entanto, é possível ser mais específico e utilizar um cálculo simples: basta multiplicar 35 (que seria a quantidade de ml) pelo peso do indivíduo e depois dividir por mil. Para uma pessoa com 80 quilos, por exemplo, o indicado seria 2,8 litros de água por dia (80 kg x 35 ml = 2.800 / 1.000 = 2,8). 

Janaiara lembra que vários fatores influenciam a necessidade hídrica. Por isso, é necessário buscar ajuda de profissional de saúde para ter a orientação mais correta. “Uma criança e um idoso necessitam de hidratações diferentes, em virtude da situação fisiológica em que cada um está”, comenta. 

A coordenadora do curso de Nutrição do Integrado reforça que beber água, mesmo sem ter sede, é essencial. “A sede é um sinal de que o corpo já está começando a ficar desidratado. Isso pode comprometer o equilíbrio hídrico, necessário para as funções vitais”, salienta. 

A ingestão constante de água também ajuda a regular a temperatura corporal, mantém a circulação sanguínea, melhora a digestão, fortalece a pele e os órgãos. “Por isso, manter uma rotina de hidratação ao longo do dia é fundamental para a saúde”, enfatiza Janaiara Moreira Sebold Berbel.

 

Fatores de risco

Homens a partir dos 50 anos são os que têm maior predisposição à doença. Mas outros fatores podem contribuir para o desenvolvimento do câncer renal, seja em indivíduos do sexo masculino ou feminino. O tabagismo é o primeiro deles. As substâncias tóxicas do cigarro aumentam o risco de mutações nas células dos rins. 

A obesidade também é preocupante, já que o excesso de peso pode alterar o funcionamento hormonal e prejudicar a saúde renal. A hipertensão é outro agravante, pois ao danificar os vasos sanguíneos, favorece o surgimento da doença. 

Quem tem histórico familiar de câncer renal ou outras doenças crônicas nos rins também fica mais suscetível à enfermidade.

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Principais sintomas

Os principais sintomas geralmente não aparecem na fase inicial da doença, o que torna o diagnóstico precoce ainda mais difícil. De todo modo, é importante ficar atento se há sangue na urina (hematúria) e dor na região lombar - abaixo das costelas - especialmente persistente ou sem causa aparente. Outros sinais incluem cansaço extremo, falta de apetite, perda de peso, febre sem explicação, inchaço nas pernas ou tornozelos.

 

Dicas para prevenir o câncer renal

Para ajudar na prevenção do câncer renal, a coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Integrado, Janaiara Moreira Sebold Berbel, repassa algumas dicas. Confira! 

1) Consuma frutas e vegetais diariamente

Frutas e vegetais são ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais que ajudam a proteger as células dos danos oxidativos, diminuindo o risco de câncer e doenças renais. 

2) Prefira grãos integrais

Arroz integral, quinoa e aveia, por exemplo, são ricos em fibras, ajudam a manter a saúde geral e a reduzir a inflamação. 

3) Evite consumir alimentos ultraprocessados

Esses produtos são ricos em sódio, açúcares e gorduras trans, que podem sobrecarregar os rins e aumentar o risco de doenças. 

4) Reduza o sal

O excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial e sobrecarregar os rins. É importante optar por temperos naturais, como ervas e especiarias. Evite alimentos industrializados ricos em sal. Limite ainda o consumo de enlatados e conservas, que geralmente contêm altos níveis de sódio. 

5) Opte por utilizar gorduras insaturadas

Azeite de oliva, abacate, nozes e peixes gordurosos (salmão, sardinha) são benéficos para a saúde cardiovascular e renal.

 

Centro Universitário Integrado

 

Garrafas de água: especialista alerta para cuidados na higienização e desmistifica perigos

Luiza Camila da Silva, docente de Biomedicina do Centro Universitário Facens, recomenda limpeza diária
 

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, hidratar-se virou regra e é difícil encontrar alguém que não esteja com uma garrafa de água no trabalho, na academia ou em passeios ao ar livre. A praticidade de ter água fresca sempre à mão é inegável, mas é preciso estar atento aos cuidados com a higiene desses recipientes, que podem se tornar um ambiente propício para a proliferação de microrganismos invisíveis a olho nu.

De acordo com a professora Luiza Camila da Silva, especialista em microbiologia e docente de Biomedicina do Centro Universitário Facens, a higienização adequada desses recipientes é essencial. "São diversos os microrganismos que podem se proliferar em garrafas mal higienizadas, incluindo bactérias, fungos, algas e até protozoários", explica. "Esses microrganismos são provenientes da boca, mãos, da fonte da água e do meio externo", diz. 

Apesar da variedade de microrganismos e de casos recentes que viralizaram com histórias de pessoas que quase morreram por não higienizar sua garrafa de água, a professora tranquiliza a população. "Os riscos à saúde, de modo geral, são baixos e dependem do estado de saúde da pessoa e do tipo de microrganismo presente. Os maiores riscos, na verdade, são os maus hábitos. Casos de 'quase morte' são bastante sensacionalistas. Os microrganismos mais comuns são fungos que podem causar alergias e inflamações em pessoas mais sensíveis e coliformes fecais que podem causar intoxicação alimentar", explica. 

A docente destaca que qualquer tipo de garrafa, seja de plástico, metal ou vidro, pode ser segura se bem higienizada. "O importante é evitar garrafas com canudos e bocais fixos ou partes difíceis de limpar, pois os microrganismos se alojam nos cantinhos e reentrâncias", aconselha. A melhor forma de higienizar as garrafas, segundo a especialista, é com água e sabão, esfregando com uma buchinha macia ou escova adequada. "Não arrisque usar produtos químicos e lembre-se que só chacoalhar a água dentro da garrafa não é suficiente. Além disso, a higienização deve ser feita pelo menos uma vez por dia; após a lavagem a garrafa deve ser seca completamente, com o bocal para baixo, para evitar a formação de um ambiente úmido propício para microrganismos", comenta. 

Sobre a reutilização de garrafas descartáveis, Luiza afirma que é seguro, desde que a garrafa também seja higienizada corretamente. A contaminação geralmente é imperceptível a olho nu. "Não espere ver sujeira para higienizar. Se perceber qualquer sedimento, gosma, coloração ou cheiro diferente, já passou do limite", adverte. 


Centro Universitário Facens


Universidade Brasil e Uniesp apoiam o transporte aéreo de órgãos pelo programa TransplantAR Aviação Solidária, do Governo de SP

Alunos de medicina da Uniesp de Guarulhos
 e de Presidente Prudente
 Aeronaves cedidas pelas instituições possibilitaram dois transplantes de coração no mês de fevereiro

 

Pelo segundo ano cra. No final de fevereiro, a Universidade Brasil (UB) e a Uniesp apoiaram o transporte gratuito de um coração de Presidente Prudente para São Paulo, possibilitando a realização de mais um transplante. Esse é o sexto voo do Projeto TransplantAR Aviação Solidária, iniciativa do Governo de SP em parceria com o Instituto Brasileiro de Aviação (IBA), que conta com a contribuição da UB, instituição comprometida com a excelência acadêmica há mais de cinco décadas. 

O TransplantAR atende pacientes prioritários da fila do Sistema Estadual de Transplantes de São Paulo e, desde o primeiro voo em parceria com a iniciativa privada, já salvou mais de 8 vidas, de acordo com Francisco Lyra, presidente do IBA. 

Ações como essa evidenciam a necessidade de uma logística eficiente para a realização de transplantes em tempo hábil. “A aviação se torna fundamental para salvar vidas e evitar o desperdício de órgãos doados no Brasil, que pode chegar a 30% por falta de transporte adequado”, afirma Francisco. 

Essa é uma experiência marcante para alunos de medicina que têm a oportunidade de acompanhar o programa, como Robson Leandro Silva, estudante do segundo semestre de medicina da Uniesp, que relata como transformador o acompanhamento da retirada, transporte e transplante do órgão doado. “Cada batida daquele coração do doador era um lembrete da urgência e da esperança que foi dada ao receptor do órgão. Ver tantas mãos unidas para salvar uma vida mostrou o quão preciosa é a dedicação à medicina, despertando uma vontade imensa de me dedicar ainda mais a cada dia”, afirma Robson. 

Para Bárbara Costa, reitora da Universidade Brasil, o apoio ao programa é uma oportunidade para a instituição demonstrar seu compromisso com iniciativas que geram impacto positivo para a sociedade. “Formamos profissionais em diversas áreas da saúde e sabemos a importância de incentivar a doação de órgãos no Brasil para salvar vidas e formar profissionais cada vez mais conscientes e preparados”, afirma Bárbara. 

A estudante do primeiro semestre de medicina da Uniesp, Maíra Fernanda Pereira Leitole, também acompanhou o transporte e o transplante do coração e afirma que “vivenciar na prática o impacto da medicina na vida real é transformador. Momentos como esse nos ensinam sobre empatia, comprometimento e a importância de cada profissional dentro de um processo tão complexo”. Iniciativas como essa transportam órgãos e oportunidades de recomeços para os futuros transplantados, além de trazer mais conscientização para a doação de órgãos no país e a necessidade de garantir uma logística adequada para um transporte rápido e seguro.
 

Medicina na prática e oportunidades de recomeços

Equipe de especialistas e estudantes que acompanhou
 o transporte de um coração no início de fevereiro

A doação de órgãos é um gesto de solidariedade que transforma a dor da perda em uma oportunidade de recomeço e renovação, proporcionando uma nova chance para os pacientes transplantados. 

Amanda Piazza e Maria Luiza Ferreira e Silva, alunas de medicina da Universidade Brasil, tiveram a oportunidade de acompanhar um dos voos apoiados pela UB, no início de fevereiro, e relatam como foi essa experiência. Amanda explica que “nosso primeiro contato foi com o doador e essa vivência reforçou a grandiosidade do ato da doação e a responsabilidade compartilhada por todos os envolvidos. Testemunhar a coordenação impecável de toda a equipe e a logística do transplante me fez enxergar, na prática, a magnitude da medicina”. 

Para Maria Luiza, essa foi a experiência mais enriquecedora que já viveu na área. “Partimos de helicóptero para o hospital onde o receptor aguardava o novo coração e em menos de 1 hora estávamos no centro cirúrgico acompanhando o transplante, com a retirada do coração antigo e a colocação do órgão doado”, afirma Maria. 

Para mais informações sobre o projeto TransplantAR Aviação Solidária, visite: www.transplantar.institutoaviacao.org.


Março Azul contra o câncer colorretal

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o terceiro tipo de câncer mais comum entre os homens e o segundo entre as mulheres, mas diagnóstico precoce pode atingir até 95% de chances de cura

 

O cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa, da capital paulista, explica que o câncer colorretal (CCR), atinge o intestino grosso ou o reto, e apresenta maior risco são as que têm familiares com a doença, as que possuem hábitos de vida pouco saudáveis e homens e mulheres acima de 45 anos. 

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino grosso/colón e de reto, mata 900 mil pessoas por ano e, fica atrás somente do câncer de pulmão. Esta neoplasia é, no Brasil, a segunda mais comum entre homens e mulheres, totalizando 45.630 novos casos por ano. 

De acordo com levantamento do Globocan, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer colorretal representa 10% de todos os tipos de câncer, com 1,9 milhão de novos casos anuais e 935 mil mortes. Este tipo de tumor foi o que vitimou o Rei Pelé. 

Para manter esse tipo de tumor bem longe, o médico recomenda evitar o tabagismo e o uso de bebidas alcoólicas, praticar atividade física, se alimentar de fibras e evitar alimentos ultraprocessados e açúcares e fazer o rastreamento da doença, mesmo sem sintomas. “Para quem perceber sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal com diarreia, intestino preso ou alternância entre diarreia e intestino preso além de dor abdominal, cólica e emagrecimento sem uma causa conhecida, daí a busca pelo médico deve ser imediata”, alerta.

As chances de cura chegam até 95%, mas para isso, o médico avisa que o diagnóstico precoce precisa acontecer. 



Dr Rodrigo Barbosa - Cirurgião Digestivo sub-especializado em Cirurgia Bariátrica e Coloproctologia do corpo clínico dos hospitais Sírio Libanês e Nove de Julho. CEO do Instituto Medicina em Foco e coordenador do Canal ‘Medicina em Foco’ no Youtube Link


10 livros para fortalecer a saúde mental feminina neste Mês da Mulher

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Estas leituras poderosas vão além da promoção do bem-estar emocional e encorajam a autonomia em todas as fases da vida

 

No Mês da Mulher, o bem-estar físico e emocional feminino é uma das muitas pautas importantes a serem discutidas. 

E, para contribuir com o debate, nada melhor do que leituras que ajudem mulheres a lidarem com desafios e a cultivarem o equilíbrio interior.

Por isso, abaixo você encontra uma lista de livros que abordam autoestima, resiliência e empoderamento, além de oferecer reflexões valiosas para enfrentar obstáculos com mais leveza. Confira: 

 

A Síndrome da Gueixa

 

Um comportamento comum entre as pessoas, sobretudo mulheres, foi percebido pela psicóloga Luciana Leon após anos de estudo e atendimento em clínica: o de abdicar as próprias vontades e sonhos para priorizar o próximo. Ela, então, publicou A Síndrome da Gueixa para incentivar o desenvolvimento pessoal e o contato com as verdadeiras motivações desse comportamento, principalmente através dos ensinamentos do Yoga e do Ayurveda.

(Autora: Luciana Leon | Onde encontrar: Amazon)

 

  

Trabalho, gênero e saúde mental - Contribuições a profissionalização do cuidado feminino 

Neste livro, Rachel Gouveia Passos analisa a divisão sexual do trabalho e a sobrecarga emocional e física enfrentada por mulheres que atuam como cuidadoras, em sua maioria negras e de baixa renda. A partir de uma pesquisa com cuidadoras no Rio de Janeiro, a obra evidencia a relação entre a ausência de regulamentação da profissão e o desgaste psíquico dessas trabalhadoras, defendendo a necessidade de políticas que garantam melhores condições laborais e reconhecimento social.

(Autora: Rachel Gouveia Passos | Editora: Cortez Editora | Onde encontrar: Amazon)

 

  

Depois do Depois

 

O fim pode ser apenas o começo. Somos ensinados que o amor é eterno, mas, e quando a união não dá certo? Podemos ser desacreditados ou julgados por causa disso? O que fazer para sair da zona de conforto e voltar a sonhar? Neste livro, a autora Mariah Morais explora a trajetória de uma mulher que, ao enfrentar o divórcio, embarca em um processo de reconstrução e resiliência.

(Autora: Mariah Morais | Editora: Trend Editora | Onde encontrar: Amazon)

 

  

A Saideira

 

Em A Saideira, a jornalista Barbara Gancia compartilha sua jornada de luta contra o alcoolismo e os desafios da saúde mental. Com coragem e humor, ela expõe suas batalhas internas, refletindo sobre autoconhecimento, transformação e aceitação. A obra abre espaço para um debate necessário sobre bem-estar emocional e as complexidades das relações humanas. Um relato sincero que inspira a enfrentar a vida com mais autenticidade e autocuidado.

(Autora: Barbara Gancia | Editora: Matrix Editora | Onde encontrar: Amazon)

  

Feito para Mulheres 

Neste livro, a terapeuta e palestrante Cibele Brito convida as mulheres a refletirem sobre os desafios da vida moderna e a buscarem a verdadeira felicidade. A obra percorre diferentes facetas do universo feminino, explorando arquétipos como a guerreira, a desbravadora e a equilibrada, além de oferecer insights valiosos para quem deseja se reconectar consigo mesma.

(Autora: Cibele Brito | Onde encontrar: Amazon)

 

  

Se amar, amar e ser amado

 

Este livro é um convite para refletir sobre o amor em suas múltiplas formas – por si mesmo, pelos outros e pelas relações que construímos. A psicóloga Pamela Magalhães compartilha histórias, aprendizados e insights que a auxiliam no autoconhecimento e no equilíbrio emocional. Com abordagem sensível e prática, o livro ajuda a fortalecer a autoestima, superar desafios e cultivar conexões saudáveis. Leitura essencial para quem busca bem-estar e relações mais verdadeiras.

(Autora: Pamela Magalhães | Editora: Matrix Editora | Onde encontrar: Amazon) 

  

Em busca do bem-estar emocional 

E se saúde mental fosse vista como aliada da espiritualidade? Neste livro, a psicóloga Esther Carrenho une ciência, fé e relatos bíblicos para mostrar que é possível integrar emoções e espiritualidade. A obra desmistifica tabus, destaca o papel das Escrituras na vida emocional e ensina como cultivar equilíbrio psicológico, essencial para enfrentar desafios com resiliência e qualidade de vida.

(Autora: Esther Carrenho – Editora: Mundo Cristão - Onde encontrar: Amazon)

  

A culpa não é sua

Ciclos abusivos, manipulação, culpa, vícios e isolamento são repetições comuns na fase adulta, muitas vezes originadas na infância. Neste livro, a autora canadense e especialista em impactos causados por traumas, Laura K. Connell, combina a experiência pessoal com pesquisas científicas para auxiliar as leitoras a identificar pessoas tóxicas e saber como impor limites em diferentes situações do cotidiano – associadas a amizades, relacionamentos amorosos, trabalho e família.

(Autora: Laura K. Connell | Onde encontrar: Amazon)

  

Aprovada 

A dor não precisa ser o destino, mas um ponto de partida para a reconstrução de uma identidade fundamentada na fé. É o que afirma a pastora Bianca Franco neste lançamento. A fim de ajudar outras mulheres a se libertarem das cicatrizes do passado, ela revela como descobriu o caminho da cura por meio da compaixão e da intervenção divina. Este livro é um convite a todas que carregam os traumas da rejeição a se aproximarem de Jesus para encontrar a verdadeira aceitação e fortalecer a saúde mental.

(Autora: Bianca Franco | Onde encontrar: Amazon)

  

Educar com Mindfulness 

Mikaela Övén apresenta uma abordagem única para pais e educadores que buscam uma conexão mais profunda com as crianças e com eles mesmos. Este livro oferece ferramentas práticas e reflexões poderosas para cultivar relações baseadas em respeito, empatia e autenticidade. Com histórias reais, exercícios de mindfulness e estratégias transformadoras, você descobrirá como lidar com os desafios do dia a dia e promover o crescimento emocional saudável das crianças – e o seu próprio.

(Autora: Mikaela Övén | Onde encontrar: Amazon)

 

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