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quarta-feira, 12 de março de 2025

Climatério: A fase de transformação que ninguém te preparou para enfrentar

Vanessa Costa, nutricionista e empreendedora, compartilha sua trajetória e revela dicas essenciais para enfrentar a menopausa com saúde e equilíbrio 

 

A menopausa precoce é um tema que ainda traz inseguranças, mas que precisa ser falado. Cerca de 1% das mulheres entram no climatério antes dos 40 anos, enfrentando mudanças físicas e emocionais que muitas vezes são silenciosas e difíceis de lidar. Foi a partir dessa realidade que Vanessa Costa, nutricionista e empreendedora, decidiu dedicar sua carreira para ajudar essas mulheres através da nutrição e de sua marca Nutralive.

A transição para o climatério é um período repleto de mudanças físicas, emocionais e hormonais que afetam milhões de mulheres no Brasil. Esse processo natural pode começar a partir dos 35 anos e se estender até depois dos 60, marcando o fim da vida reprodutiva e exigindo adaptações para manter a qualidade de vida. Durante essa fase, os ovários reduzem gradativamente a produção de hormônios como estrogênio e progesterona, o que pode impactar diretamente o metabolismo, o humor, o sono e a saúde óssea e muscular.

Passar pela menopausa precoce foi um dos maiores desafios que já enfrentei. A fadiga constante, a falta de energia e as oscilações de humor eram incontroláveis. Mas foi justamente nesse momento difícil que percebi que podia fazer mais pelas mulheres que enfrentam o mesmo. Nutralive nasceu disso: uma forma de ajudar todas as mulheres a se sentirem bem, equilibradas e vivas novamente”, relata Vanessa.

Além dos impactos físicos, a menopausa precoce também traz profundas consequências emocionais. As flutuações hormonais podem provocar ansiedade, tristeza e até depressão, com cerca de 80% de mulheres podendo desenvolver problemas mentais durante o climatério, segundo estudos. A perda de massa muscular e a redução da força física são comuns, tornando as atividades cotidianas mais difíceis e exigindo cuidados especiais.


Alimentação e climatério. Afinal, o que realmente faz a diferença?

Apesar das mudanças, o climatério não precisa ser um período de sofrimento. Com o cuidado certo, essa fase pode ser uma oportunidade de se reconectar com o próprio corpo e desenvolver novos hábitos que garantam mais disposição, força e bem-estar.


Adote uma Alimentação Anti-inflamatória

Priorize proteínas, fibras, gorduras saudáveis e alimentos ricos em fitoestrógenos, como soja, linhaça e tofu, para ajudar a minimizar os sintomas da menopausa precoce. Inclua frutas vermelhas, nozes e vegetais verdes escuros na dieta para combater a inflamação e promover a saúde geral.


Movimente-se!

Atividades físicas regulares, como musculação, corrida, ioga e pilates, são essenciais para preservar a massa muscular, fortalecer os ossos e melhorar o humor. O exercício ajuda a combater a fadiga e aumentar a energia.

Priorize o Sono

Crie uma rotina noturna de relaxamento, evitando eletrônicos antes de dormir e mantendo um ambiente tranquilo. Suplementos como melatonina ou triptofano com magnésio podem ser benéficos para um descanso reparador, garantindo noites de sono profundas e revitalizantes.


Invista no Autocuidado

Práticas como meditação, massagens, aromaterapia e skincare ajudam a aliviar o estresse e fortalecer a autoestima. Reserve um tempo diariamente para cuidar de si mesma e relaxar.


Suplementação Inteligente e Nutralive

O uso de compostos específicos pode contribuir significativamente para minimizar os impactos do climatério e melhorar a qualidade de vida das mulheres. “Pensando nessas necessidades, a Nutralive inova ao lançar o primeiro suplemento do Brasil formulado especialmente para essa fase, reunindo ativos essenciais como creatina, extrato de cranberry, cálcio, vitamina D, ácido ortossilícico, triptofano e beta-glucana, que promovem mais qualidade de vida”, revela Vanessa.

Embora a creatina seja um dos principais componentes, o grande diferencial da Nutralive está na sinergia dos seus ingredientes. O extrato de cranberry auxilia na saúde urinária e oferece antioxidantes poderosos, enquanto o cálcio e a vitamina D são fundamentais para a saúde óssea e a prevenção da osteoporose. estimula a produção de colágeno contribuindo para a firmeza da pele e o fortalecimento de unhas e cabelos dentre seus inúmeros benefícios, enquanto o triptofano favorece o equilíbrio emocional e melhora a qualidade do sono. Já a beta-glucana reforça o sistema imunológico e combate processos inflamatórios.

Sobre: Uma solução de bem-estar e performance que acompanha a mulher em movimento, e movimenta a mulher que nos acompanha. Criada pela nutricionista Vanessa Costa, especialista em Nutrição Estética e Saúde da Mulher, a marca apresenta o primeiro suplemento do Brasil feito com creatina, extrato de cranberry, vitamina D, beta-glucana e outros ativos essenciais, para mulheres acima de 35 anos que estão ou passarão pelo climatério e menopausa.

 

Dia Mundial do Sono: Dicas para ter boas noites de descanso

 

Stock Images

Médica entrega dicas que fazem a diferença na qualidade do seu descanso e no seu bem-estar

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% das pessoas no mundo têm algum tipo de dificuldade para dormir. No Brasil, a situação é ainda mais preocupante: aproximadamente 72% dos brasileiros sofrem de distúrbios do sono, causando diversos impactos no bem-estar físico e mental. 

“As noites mal dormidas resultam em falta de atenção, baixa produtividade e dificuldades de aprendizagem, impactando a qualidade de vida e as relações pessoais”, coloca a médica especialista em nutrição clínica e obesidade Rocio Medina Badiano, Copresidente e Membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife. 

Mas não é só. Estudos, como o publicado no Sleep Medicine, mostram que a privação do sono está ligada à obesidade e ao aumento de casos de diabetes. Outros trabalhos também relacionam a falta de descanso com o desenvolvimento de hipertensão. Além disso, análises, como a do World Journal Gastroenterol, associam o sono insuficiente a doenças inflamatórias intestinais e hepáticas, que também geram processos inflamatórios e desregulam a imunidade. 

“Durante o sono, o organismo regula todos os seus sistemas, incluindo o endocrinológico, podendo fazer com que a pessoa sinta mais fome e tenha maior vontade de consumir carboidratos durante o dia, por exemplo. Sem contar que a pessoa que não descansa bem costuma apresentar mau humor”, explica Medina. 

Daí a importância de buscar maneiras de ter um sono de qualidade. Para te ajudar nessa missão de bem-estar e em celebração ao Dia Mundial do Sono, 14 de março, confira a seguir dicas da médica para ter um sono reparador:

 

1. Mantenha uma rotina de sono regular

Procure ir para a cama e acordar no mesmo horário todos os dias, mesmo aos finais de semana. Manter uma rotina ajuda a adormecer mais facilmente, uma vez que o corpo se acostuma a ela.
 

2. Durma o tempo necessário

Reserve pelo menos 7 horas de descanso por noite para garantir que o corpo realize seus processos de reparo para seu bem-estar no dia a dia. Esse é o período recomendado para adultos entre 18 e 60 anos pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), a principal agência de saúde dos Estados Unidos.

 

3. Evite o consumo de cafeína à tarde

“Em geral, recomenda-se consumir a última xícara de café às 16h horas, no entanto, pessoas mais sensíveis à substância podem precisar interromper o consumo mais cedo”, orienta Medina. Por isso, identifique qual é o seu caso e lembre-se que a cafeína também pode estar presente em outros alimentos que você inclui no dia, como chás e refrigerantes.

 

4. Crie um ambiente adequado

Garanta que seu quarto seja um local calmo, escuro, confortável e sem barulho. Use cortinas blackout e evite ter aparelhos eletrônicos no ambiente. Também deixe a temperatura do quarto mais fresca e o ambiente arejado para incentivar o sono profundo, conforme sugere o estudo publicado na Science and Technology for the Built Environment.

 

5. Pratique a higiene do sono

Evite telas brilhantes, como as de celulares e tablets, pelo menos uma hora antes de dormir. A luz emitida pelos dispositivos interfere na produção de melatonina, hormônio que induz ao sono. “Mesmo as pequenas luzes vermelhas emitidas pelos equipamentos desligados atrapalham esse processo”, orienta a médica.

 

6. Não coma perto da hora de se deitar

Evite se alimentar próximo ao horário de ir para a cama, uma vez que todos os sistemas do corpo estarão mais lentos nesse momento. “O ideal é que a última refeição aconteça até duas horas antes de dormir, desde que inclua opções leves, como saladas, legumes e carnes com pouca gordura (peixe e frango)”, ensina Medina.

 

7. Exercite-se durante o dia

De acordo com uma revisão de estudos publicada no periódico Cureus, atividades físicas regulares contribuem para um sono de melhor qualidade, demonstrando inclusive uma ação potencial na gestão de distúrbios do sono, como a insônia, além de diminuir o tempo que se leva para dormir. No entanto, atividades físicas regulares de intensidade moderada são as mais eficazes, enquanto atividades físicas de alta intensidade, especialmente à noite ou perto da hora de dormir, podem causar dificuldade para pegar no sono.
 

8. Gerencie o estresse

Momentos de ansiedade e nervosismo aumentam os níveis de cortisol, hormônio que atrapalha o sono. Por isso, teste praticar técnicas de relaxamento, como meditação ou respiração profunda, para reduzir esse hormônio. 

“Se mesmo com essas orientações os problemas relacionados ao sono persistirem, procure ajuda médica para identificar outras possíveis causas”, orienta a médica Rocio Medina Badiano.

 


Herbalife Ltd
www.Herbalife.com


Brasil lidera ranking de dor crônica: automedicação e demora no tratamento agravam cenário

 Dados apontam que o país possui uma taxa mais elevada de indivíduos convivendo com o problema  em relação à média global, tornando essencial discutir estratégias de prevenção e tratamento adequado 

 

O dia 7 de abril, data mundial da saúde, é muito mais do que um lembrete comemorativo no calendário. Trata-se de um verdadeiro alerta para o Brasil. De acordo com um estudo publicado no Brazilian Journal of Pain em 2021, aproximadamente 45,59% dos brasileiros sofrem de dor crônica, com maior incidência entre mulheres. O problema é uma das principais causas de incapacidade no país e no mundo, afetando milhões de pessoas e comprometendo tanto a mobilidade quanto a saúde mental e emocional.

A região Centro-Oeste apresentou a maior prevalência, com 56,25%, enquanto a região Sudeste teve 42,2%. Em comparação, a prevalência de dor crônica na população mundial é estimada em aproximadamente 20,5%. 

Pesquisas mais recentes, divulgadas em dezembro de 2023 pelo Ministério da Saúde, revelam que 36,9% dos brasileiros acima de 50 anos convivem com dores crônicas, e cerca de 30% recorrem ao uso de opióides para alívio, levantando preocupações quanto aos riscos do uso prolongado desses medicamentos. 


A demora na busca por tratamento e os riscos da automedicação

Apesar da alta prevalência da dor crônica, muitos pacientes demoram para buscar tratamento adequado. A automedicação ou a utilização de métodos caseiros são práticas comuns no país, com 89% dos brasileiros consumindo medicamentos por conta própria, segundo o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ). Essa abordagem pode mascarar sintomas, retardar diagnósticos e levar ao uso inadequado de substâncias, aumentando o risco de dependência e efeitos colaterais graves.

O ortopedista e especialista em medicina intervencionista da dor, Dr. Brasil Sales, reforça que a dor não tratada pode levar a isolamento social, depressão e incapacidade laboral. “Muitas pessoas convivem com esse sofrimento por anos sem encontrar uma solução eficaz. O tratamento precoce é essencial para evitar a cronificação da dor e suas consequências socioeconômicas”, explica o especialista.


Tratamentos inovadores minimizam os impactos da dor crônica

Nos últimos anos, avanços tecnológicos têm proporcionado alternativas eficazes para pacientes que desejam evitar o uso prolongado de medicamentos ou cirurgias invasivas. Entre as opções minimamente invasivas estão ondas de choque, infiltrações articulares e laser de alta potência.

As ondas de choque utilizam pulsos sonoros de alta energia para estimular a cicatrização e reduzir a inflamação. “Esse método é especialmente eficaz em casos de tendinites e fasceíte plantar, promovendo alívio significativo da dor já nas primeiras sessões”, explica o Dr. Brasil Sales.

A infiltração articular, por sua vez, consiste na aplicação de substâncias como corticoides ou ácido hialurônico diretamente na articulação afetada. Essa técnica é amplamente utilizada para tratar a artrose, melhorando a mobilidade e reduzindo a inflamação sem necessidade de cirurgia.

Já o laser de alta potência tem se consolidado como uma opção eficaz para acelerar a regeneração dos tecidos e aliviar dores musculoesqueléticas. “O laser atua diretamente na célula, estimulando a produção de ATP e promovendo uma recuperação mais rápida e eficiente, sem efeitos colaterais”, destaca o especialista.

A dor crônica também tem um impacto econômico significativo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças musculoesqueléticas estão entre as principais causas de absenteísmo no trabalho e aposentadorias precoces, gerando custos elevados para empresas e governos. “Investir em terapias modernas e acessíveis é essencial para evitar que a dor se torne incapacitante. Precisamos disseminar informações sobre essas novas abordagens para que mais pessoas tenham acesso a tratamentos eficazes”, reforça Dr. Brasil Sales.

A ampliação do acesso a tratamentos eficazes e a conscientização sobre os riscos da automedicação são fundamentais para mudar a realidade da dor crônica no Brasil. Para os especialistas, a combinação de novas tecnologias, mudanças de hábitos e acompanhamento médico adequado pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

“Precisamos mudar a cultura da dor como algo inevitável. Hoje, há tratamentos acessíveis e minimamente invasivos que podem transformar a vida dos pacientes. O primeiro passo é buscar ajuda médica e não normalizar o sofrimento”, conclui Dr. Brasil Sales.

 


Dr. Brasil Sales - ortopedista, acupunturista e especialista em medicina intervencionista da dor, com formação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Realizou residência em Ortopedia e Traumatologia no Núcleo Hospitalar Universitário (UFMS) e especialização em Cirurgia de Joelho na Clínica Ortopédica Cidade Jardim, em São Paulo. É membro de diversas sociedades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e o Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA). Atua em várias cidades do Mato Grosso, oferecendo tratamentos como viscosuplementação, infiltração de pontos-gatilho, mesoterapia, acupuntura, eletroestimulação e terapia por ondas de choque. Seu compromisso é proporcionar cuidados de saúde especializados e acessíveis, visando o alívio da dor e a melhoria da qualidade de vida de seus pacientes.
https://www.instagram.com/dr.brasilsales/


Dia Mundial do Sono

A recuperação do horário de verão pode levar mais de três semanas, e os mais jovens são os mais afetados 

Atualizações do aplicativo Samsung Health ajudam a otimizar o ambiente de sono, oferecendo insights holísticos sobre saúde para uma rotina mais equilibrada, incluindo os países que possuem horário de verão

 

Você se sente mais cansado quando os relógios adiantam para o horário de verão? Bom, você não está sozinho nessa. Embora a perda de uma hora na noite do horário de verão possa parecer insignificante, o exame dos padrões de sono dos usuários globais do Samsung Health1 dos Estados Unidos, Canadá e 40 países europeus afetados pelo horário de verão revela um efeito cascata que causa interrupções de semanas nos padrões de sono, atingindo mais as faixas etárias mais jovens.

 

O horário de verão afeta o sono, e as gerações mais jovens são as mais prejudicadas 

Ao analisar o impacto que o horário de verão tem sobre as pessoas na manhã seguinte, uma coisa é certa: os padrões de sono de todos são alterados. De fato, as pessoas passaram um tempo excessivo contando carneirinhos na noite da mudança de horário, adormecendo 33 minutos mais tarde do que na noite anterior e acordando 19 minutos mais cedo. Embora perder o sono não seja fácil em nenhuma idade, as pessoas na faixa dos 20 anos provavelmente foram as que mais sentiram isso, perdendo meia hora a mais do que todos os outros, graças a uma hora de dormir extremamente tardia e a uma aparente incapacidade de dormir até mais tarde.

 

Infográfico: "Qual o impacto do horário de verão na hora de dormir e acordar? Durante o período de horário de verão em 2024, as pessoas foram para a cama cerca de 33 minutos mais tarde e acordaram 19 minutos antes do que estão habituadas. Mais especificamente, aqueles na faixa dos 20 anos adormeceram com atraso, por volta da 1h28 da manhã". Imagem meramente ilustrativa

 

Além disso, da Pontuação do Sono — calculado com base em uma avaliação do tempo total de sono, do tempo acordado, do ciclo de sono, além da recuperação física e mental — permaneceu no pior nível por semanas depois do horário de verão. Novamente, as pessoas na faixa dos 20 anos pareceram ser as mais afetadas. Ao analisar a média da Pontuação do Sono em um período de sete dias, o grupo de 20 anos apresentou a recuperação mais lenta, enquanto as faixas etárias mais velhas se adaptaram muito mais rapidamente. Na terceira semana, a Pontuação do Sono de todos os grupos etários ainda não havia se estabilizado, apresentando oscilações na qualidade de uma boa noite de descanso.

Infográfico: "Qual o impacto do horário de verão em grupos de diferentes idades? Pessoas na faixa dos 20 anos têm mais dificuldade em se ajustar. Elas demonstraram a menor taxa de recuperação quando comparadas a grupos de outras idades". Imagem meramente ilustrativa

 

Dicas úteis para ajudá-lo a se recuperar e ter uma boa noite de sono 

A transição para o horário de verão afeta claramente os padrões de sono de todas as faixas etárias muito depois da mudança dos relógios, mas para as gerações mais jovens, priorizar o gerenciamento do sono durante esse período não poderia ser mais importante. Em reconhecimento ao Dia Mundial do Sono, no próximo dia 14 de março, a Samsung está compartilhando dicas úteis que tornam o entendimento dos seus padrões e hábitos de sono o mais simples e fácil possível para uma melhor noite de descanso. 

  • Criar um ambiente ideal para dormir é fundamental para uma boa noite de sono. Ainda neste mês, a atualização2 do aplicativo Samsung Health tornará isso possível ao fornecer orientação e análise sobre os principais fatores que influenciam a qualidade do sono, incluindo temperatura, umidade, CO e iluminação por meio de um Relatório do Ambiente de Sono3 — aproveitando o SmartThings4 e o poder do extenso ecossistema de dispositivos da Samsung. Com uma melhor compreensão de como o ambiente afeta o seu sono, você poderá otimizar facilmente as condições do quarto para uma noite de descanso ainda melhor.
  • Além de aperfeiçoar seu ambiente de sono, é fundamental entender como os níveis de atividade podem afetar a qualidade do sono. As atualizações do Samsung Health também trazem melhorias para o Pontuação de Energia5, que fornece um indicador de quanta energia as pessoas podem gastar ao longo do dia. Além do sono e da frequência cardíaca, um novo fator detalhado sobre atividade - Balanço de atividade - ajudará a entender as condições gerais com mais detalhes, avaliando a consistência dos níveis de atividade com base em dados recentes das últimas quatro semanas.
  • Também é importante entender como você está dormindo e fazer os ajustes necessários por meio do treinamento do sono. O Treinamento do Sono simplifica esse processo, monitorando perfeitamente seus padrões de sono durante 7 dias e atribuindo um animal do sono com base nos resultados. Com um programa de treinamento personalizado, desenvolva hábitos e rotinas saudáveis que o coloquem em um caminho positivo para atingir suas metas de sono. 

Como o sono ajuda a construir a base do bem-estar geral, é importante entender como as interrupções, como o horário de verão, afetam o sono e saber como colocar o corpo de volta nos trilhos é fundamental. E o Dia Mundial do Sono serve como um lembrete importante para prestarmos mais atenção em como estamos dormindo. Aproveitando as últimas atualizações do Samsung Health, as pessoas podem facilmente treinar e otimizar seu sono para uma vida mais saudável e equilibrada.

 


Samsung Newsroom
Link

 


1 Alguns recursos podem variar conforme o mercado, operadora ou dispositivo pareado.

2 As conclusões analisaram dados de sono de usuários do Samsung Health por meio da série Galaxy Watch durante o horário de verão na primavera de 2024.

3 O recurso Relatório do Ambiente de Sono estará disponível em smartphones com One UI 7 e versão 6.29.5 ou superior do aplicativo Samsung Health, e quando o dispositivo estiver conectado ao SmartThings.

4 Equipamentos compatíveis com o aplicativo Smarthings podem variar de acordo com a região. O app SmartThings está disponível para Android e IOS.

5 Os recursos de AI da linha Galaxy monitoram dados e exigem um smartphone Samsung Galaxy compatível, o aplicativo Samsung Health e uma conta Samsung.


12 de março - Dia Mundial do Glaucoma

Doença silenciosa afeta milhões de brasileiros e estudos mostram forte impacto na saúde mental 

 

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira no mundo, afetando mais de 1,7 milhão de brasileiros, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). A doença, que pode ser assintomática nos estágios iniciais, tem incidência de 1% a 2% na população geral, aumentando para mais de 6% após os 70 anos. Indivíduos negros apresentam maior predisposição, assim como pessoas com histórico familiar, miopia e pressão intraocular elevada.

A oftalmologista e pesquisadora Dra. Regina Cele Silveira Seixas, membro da prestigiada sociedade científica Sigma Xi, destaca a importância do diagnóstico precoce para evitar danos irreversíveis à visão. “O glaucoma afeta a visão periférica de forma gradual e, sem tratamento, pode levar à cegueira total. Consultas oftalmológicas regulares são essenciais para a detecção precoce e o controle da doença”, alerta.

 

Glaucoma e saúde mental: estudo aponta índices alarmantes

Uma pesquisa publicada na revista científica Frontiers in Psychology, conduzida pela Dra. Regina Cele, revelou uma forte relação entre o glaucoma e transtornos psicológicos. O estudo analisou 210 pacientes em centros oftalmológicos de São Paulo e Curitiba, constatando que 26,9% apresentaram depressão e 25,7% relataram ansiedade, índices muito superiores à média nacional de 5,8% e 9,8%, respectivamente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Nos estágios avançados da doença, a depressão é mais frequente, enquanto nos estágios iniciais, a ansiedade predomina. O impacto do glaucoma vai além da perda visual, afetando diretamente a qualidade de vida dos pacientes”, explica a especialista.

 

Tratamento e acesso pelo SUS

Entre 2019 e 2023, aproximadamente 300 mil brasileiros tiveram acesso gratuito a tratamentos medicamentosos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reduzindo o risco de progressão da doença. O Nordeste foi a região com maior número de procedimentos, seguido pelo Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste. A maioria dos pacientes tratados tem mais de 40 anos e 70% das entregas de medicamentos foram destinadas a mulheres.

 

Mutirões da Saúde levam atendimento gratuito para comunidades de Campinas e Hortolândia

 

As ações acontecem aos sábados das 8h às 12h

 

A partir do dia 15 de março, voluntários do Hospital PUC-Campinas e da Escola de Ciências da Vida (ECV) da Universidade realizarão uma série de "Mutirões da Saúde" em paróquias localizadas nas periferias geográficas e existenciais da Arquidiocese de Campinas. O objetivo da iniciativa é levar atendimento de saúde gratuito e de qualidade à população que enfrenta dificuldades no acesso a serviços essenciais. 

Para o Decano da Escola de Ciências da Vida, Prof. Dr. José Gonzaga Teixeira de Camargo, a relevância da iniciativa está na abrangência dos seus impactos positivos. “É uma atividade muito importante em diferentes aspectos. Os alunos entram em contato com a realidade in loco, em bairros mais humildes, dentro de comunidades. Ao mesmo tempo, há o fortalecimento da identidade católica e a integração entre o Hospital, a Universidade e a Pastoral, fortalecendo nossas ações e trazendo a missão da Instituição à tona”. 

Os mutirões acontecerão sempre das 08h às 12h e oferecerão diversos serviços, como aferição de pressão arterial, testes de glicemia, orientações sobre saúde bucal, informações sobre prevenção de doenças e outros atendimentos básicos. A equipe de voluntários é multidisciplinar e composta por diferentes áreas da saúde, com foco na promoção do bem-estar da comunidade.

 

Programação do Primeiro Semestre

15/03: Paróquia São Marcos O Evangelista

R. Adélino de Abreu, 166 - Jardim São Marcos, Campinas - SP

 

12/04: Paróquia Santo Afonso de Ligório

R. Manoel Machado Pereira, 960 - Parque Valença, Campinas - SP

 

17/05: Paróquia N. S. Auxilio da Humanidade

R. Maria Benedicta Transfereti, 275 - Jd. América, Campinas

 

14/06: Paróquia Nossa Senhora do Amparo

Rua Senhora, R. Senhorinha Matilde da Silva, 156 - Lot. Remanso Campineiro, Hortolândia - SP 

A organização convida a população a participar e aproveitar os serviços oferecidos. A iniciativa é uma oportunidade valiosa para cuidar da saúde e receber orientações importantes para uma vida mais saudável.


Jogar tênis pode aumentar sua expectativa de vida e contribuir na longevidade

Renata Romão
Jogar tênis é uma prática que vai muito além de um passatempo, é um exercício físico que beneficia a saúde de modo geral e contribui para uma vida mais longa e plena. Segundo estudo realizado pela Copenhagen City Heart Study, os ganhos de expectativa de vida para praticantes do esporte é de 9 anos. À medida que o corpo envelhece, a importância do exercício físico para a saúde torna-se cada vez mais necessária. De acordo com o Guia de Atividade Física do Ministério da Saúde, são recomendados 150 minutos semanais de exercício para adultos. Isso auxilia diretamente na diminuição da mortalidade por doenças cardiovasculares e na existência de hipertensão, por exemplo. Um esporte atualmente muito escolhido é o tênis, que é uma atividade física ideal para quem deseja movimentar-se de maneira leve e ao mesmo tempo aderir um exercício como parte integrante de um estilo de vida ativo. 

Paolo Sciavicco, médico e franqueado da Fast Tennis, rede de academias de tênis que traz uma proposta inovadora e se dedica a transformar a prática da modalidade em uma experiência única e divertida, elencou os principais benefícios do esporte na contribuição para a longevidade.


Fortalecimento muscular

Os movimentos feitos durante as partidas trabalham diversos grupos musculares, incluindo pernas, braços, costas e abdômen. “A combinação de força, resistência e flexibilidade faz do tênis um exercício completo para o corpo. O esporte também ajuda a aumentar a densidade óssea, prevenindo condições como osteoporose, especialmente em idosos”, explica o médico.


Estimula a saúde mental

Por exigir concentração, estratégia e tomadas de decisões rápidas, o esporte é excelente para a saúde mental. “Por estimular a função cognitiva, essa modalidade também ajuda na prevenção de doenças degenerativas,  como o Alzheimer. Outro ponto positivo é a liberação de endorfina, que promove sensação de bem-estar e reduz a ansiedade e estresse”, afirma. 


Interação social

Por ser praticado em dupla, o tênis contribui diretamente nas relações de convívio e isso favorece na socialização e criação de laços afetivos. “As conexões sociais são importantíssimas para o bem-estar do ser humano. Com o passar dos anos, algumas pessoas apresentam muito sentimento de solidão e depressão, principalmente em idades mais avançadas. Por isso, ter essa interação com mais pessoas também torna o exercício mais prazeroso”, destaca Paolo. 


Melhora na saúde cardiovascular

A atividade promove a circulação sanguínea e fortalece o sistema cardiovascular, reduzindo o risco de doenças cardíacas. “O exercício fortalece o sistema circulatório e auxilia na prevenção de doenças vasculares, graças ao aumento da circulação sanguínea e fortalecimento muscular proporcionado pelo jogo”, completa.

 

Fast Tennis

 

Pré-Diabetes: como melhorar sua saúde e evitar a evolução para o Diabetes Tipo 2

Especialista explica os principais riscos do pré-diabetes e como prevenir


No Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas convivem com diabetes tipo 2¹ e dessas, quase cinco milhões ainda não foram diagnosticadas. Enquanto isso, estima-se que outros 40 milhões de brasileiros possuem pré-diabetes2, um quadro em que já há uma doença caracterizada, mas que ainda é possível evitar sua evolução. 

“Embora no pré-diabetes já tenhamos danos importantes como, por exemplo, perda de aproximadamente 30% da função do pâncreas3, a boa notícia é que este quadro é reversível com diagnóstico e tratamento na maioria dos casos, que inclui intervenções no estilo de vida,” afirma a Dra. Maria Augusta Bernardini, diretora da área médica da Merck para o Brasil e América Latina. “Precisamos levar as pessoas à ação, na busca por um futuro mais saudável. E não tem segredo: é consultar um médico e manter os exames mais básicos em dia, como a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada”, explica.
 

Quem deve ficar atento?

O pré-diabetes e o diabetes tipo 2 possuem fatores de risco bem definidos4. A Dra. Bernardini lista os principais:

  • Sobrepeso e obesidade: são dois fatores predominantes nos pacientes;
  • Histórico familiar: parentes de primeiro grau com diabetes aumentam a chance de desenvolvimento da condição;
  • Sedentarismo: a falta de atividade física regular está diretamente ligada ao aumento do risco;
  • Hipertensão e doenças cardíacas: são condições que agravam as chances;
  • Mulheres com histórico de diabetes gestacional ou síndrome dos ovários policísticos: estão entre os grupos com maior vulnerabilidade.


E como reverter o pré-diabetes? 

A reversão do pré-diabetes exige disciplina e mudanças de hábitos e estilo de vida e, em cerca de 80% dos casos, tratamento medicamentoso.5 “Com alimentação balanceada, prática de atividade física regular, controle do peso e acompanhamento médico, é possível impedir que o pré-diabetes evolua para o diabetes tipo 2,” reforça a médica. 

A combinação de prevenção e informação é essencial para que os pacientes possam assumir o controle de sua saúde. O Brasil ocupa o sexto lugar entre os países com mais casos de diabetes no mundo4. “O pré-diabetes e o diabetes frequentemente não apresentam sinais ou sintomas, o que reforça a importância de realizar exames regulares. No Brasil, infelizmente, cerca de 70% dos pacientes só descobrem a doença quando já enfrentam complicações, algo que poderia ser evitado com diagnósticos precoces por meio de exames periódicos”, explica a Dra. Bernardini. 

Para mudar esse cenário, visite o site www.quemprocurasecuida.com.br e realize o teste de risco gratuito. As informações disponibilizadas são de caráter educativo e informativo. No entanto, a consulta médica é indispensável para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, considerando a individualidade de cada caso. O tratamento deve ser seguido conforme orientação médica, e nenhuma medicação deve ser alterada ou interrompida sem consulta prévia com um profissional de saúde. 

Lembre-se: cuidar da sua saúde é o primeiro passo para uma vida longa e plena.

 


Merck
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Referências

  1. Pré-diabetes pode ser revertido se diagnosticado precocemente. Data do último acesso fev/2025.
  2. Iser BPM, Pinheiro PC, Malta DC, Duncan BB, Schmidt MI. Prevalência de pré-diabetes e hiperglicemia intermediária em adultos e fatores associados, Pesquisa Nacional de Saúde. Cien Saude Colet. 2021;26(2):531540
  3. Holman RR. Diabetes Res Clin Pract 1998; 40 (Suppl.):S21–S24. SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diabetes: números no Brasil. Disponível em: Link. Acesso em: jan. 2025.

5. NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH. Insulin, Medicines, & Other Diabetes Treatments. National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases, [s.d.]. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/diabetes/overview/insulin-medicines-treatments#medicines. Acesso em: janeiro/2025



Outono e Inverno - Como prevenir rinite e asma?

    Influenza também é comum neste período – veja as orinetações

   Asma acomete cerca de 10% da população

   Cerca de 26% das crianças têm rinite 

 

A redução da umidade do ar durante as estações de outono e inverno, que geralmente fica abaixo dos 30% nessa época do ano, aliada a condições de menor dispersão atmosférica de gases e de materiais particulados, podem levar uma maior propagação de partículas virais e bactérias, irritando vias aéreas, predispondo a quadros infecciosos.

 

No Brasil, o padrão de sazonalidade varia entre as regiões, sendo mais marcado naquelas com estações climáticas mais bem definidas, como no Sul, Sudeste e Centro Oeste.

 

Os especialistas da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) detalham as doenças mais recorrentes nessa época do ano, os tratamentos disponíveis e como prevenir as alergias mais frequentes durante o outono e inverno.

 

Quais doenças respiratórias alérgicas são mais comuns nessa época do ano?

 

A rinite e a asma. A rinite alérgica é mais comum após os 2 anos de idade e atinge cerca de 26% das crianças brasileiras. Em adolescentes, esse percentual vai a 30%, de acordo com dados do ISAAC (Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância), aplicados em vários estados brasileiros.

 

Os sintomas da rinite são caracterizados por coceira frequente no nariz e/ou nos olhos, espirros seguidos, principalmente pela manhã e à noite, coriza (nariz escorrendo) frequente e obstrução nasal, mesmo na ausência de resfriados.

 

A asma acomete cerca de 10% da população brasileira e é a causa de morte de aproximadamente duas mil pessoas por ano. É uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias que pode ser causada ou intensificada por diversos fatores como ácaros da poeira, mofo, polens, infecção respiratória por vírus, excesso de peso, rinite, refluxo gastroesofágico, medicamentos e predisposição genética. Da criança até o adulto jovem, as alergias são fatores importantes como causadores de crises de asma.

 

Além de asma e rinite, qual outra doença é recorrente nesses períodos?

 

A gripe é o exemplo típico da maior transmissibilidade nos meses de outono e inverno. Por isso, as campanhas de vacinação se iniciam nessa época. Além do vírus influenza, todos os outros vírus de transmissão respiratórias incluem-se neste contexto, como os rinovírus, adenovírus, coronavírus, bocavírus, metapneumovirus e outros.

 

Qual a faixa etária mais suscetível a essas doenças?

 

São os as crianças e os idosos. Na criança há uma imaturidade imunológica proporcional à faixa etária e no idoso as respostas tendem a ser mais lentas e, muitas vezes, insuficientes. Isso tem se aplicado à maioria dos agentes infecciosos virais e bacterianos com exceção do novo coronavírus, onde se observou um menor número de agravos em crianças saudáveis. A explicação advém do fato de que a criança apresenta uma boa resposta imunológica inata (que já está pronta desde o nascimento), importante na defesa ao coronavírus.  Quanto aos imunodeficientes (primários ou secundários a tratamentos), trata-se de um grupo extremamente vulnerável a complicações clínicas quando infectados, por falta de defesas imunológicas.

 

 

É possível prevenir essas doenças respiratórias de Inverno?

 

A forma mais eficaz de prevenção é estar com a carteira vacinal atualizada. Também podemos prevenir das infecções tentando evitar ambientes mal ventilados e com muitas pessoas.

 

Uma orientação importante é o controle de doenças crônicas, respiratórias ou não. Como exemplo a asma e a rinite, que tendem a apresentar maior agravo nas épocas frias do ano e se não estiverem sob controle, os vírus e bactérias certamente causarão um maior processo inflamatório, levando, muitas vezes, a quadros respiratórios graves.

 

Outras doenças crônicas como a hipertensão arterial e o diabetes também devem estar controladas para evitar o agravamento dos processos infecciosos respiratórios.

 



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