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segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Dia Internacional do Lixo Eletrônico: conheça as iniciativas da Samsung para reduzir o impacto ambiental



Apenas neste ano, a empresa aumentou a meta de coleta de resíduos eletrônicos em 25% e expandiu seu programa de coleta para mais três países latinos

 

Neste Dia Internacional do Lixo Eletrônico - ou E-Waste Day -, a Samsung destaca as ações que vão ao encontro da data, desde o aprimoramento da circularidade de recursos em todo o ciclo de vida de seus produtos, até a reciclagem e o descarte ambientalmente adequado. Este ano, por exemplo, a meta da empresa é recolher, no mínimo, 14.183 toneladas de resíduos eletrônicos na América Latina. O volume previsto representa aumento de 25,7% em relação a 2023, quando a Samsung conseguiu recolher 11.280 toneladas.
 

Além disso, a empresa ampliou seus programas de coleta de 10 para 13 países latinos. Assim, além de Brasil, México, Costa Rica, Panamá, Equador, Guatemala, Colômbia, Chile, Argentina e Peru, países como Paraguai, Bolívia e República Dominicana também passaram a contar com sistema de coleta e destinação adequada de lixo eletrônico.
 

Para fazer parte deste movimento, a Samsung te convida a conhecer os programas voltados para o gerenciamento do descarte correto dos resíduos, reciclagem de materiais e promoção da economia circular. Confira:
 

Samsung Recicla 

O principal catalisador dos resultados é o Samsung Recicla. Por meio deste programa, produtos eletrônicos de pequeno e médio porte de qualquer marca podem ser descartados nas urnas de coleta das lojas Samsung e na rede de Assistências Técnicas Autorizadas Samsung, com mais de 300 pontos espalhados por todo o país. No Brasil e México, produtos de grande porte da Samsung, tais como refrigeradores e máquinas de lavar, são coletados pela empresa no endereço do cliente. Saiba mais clicando aqui.
 

Programas de Trade-In 

Além de descartar corretamente, também é possível trocar produtos quebrados ou sem uso por descontos na aquisição de um novo dispositivo Samsung. Deixando seus eletrônicos antigos – de qualquer marca e em qualquer estado –, o consumidor ganha descontos na compra de um novo produto Samsung. Clique aqui para saber mais.
 

Samsung Repara Contigo 

No intuito de democratizar o acesso aos programas de sustentabilidade, este ano, a Samsung expandiu para toda América Latina seu programa Repara Contigo. Com o kit de manutenção fornecido pela iniciativa, a Samsung disponibiliza mais uma opção de reparo aos smartphones, estendendo a vida útil dos dispositivos Galaxy, ao permitir que os próprios usuários realizem pequenos reparos sem sair de casa. E para garantir um processo ainda mais sustentável, as peças antigas podem ser levadas aos pontos de coleta da Samsung para descarte adequado. Para mais informações, acesse o site oficial.
 

Materiais reciclados nos produtos 

Além das iniciativas voltadas para a coleta e descarte correto de eletrônicos, a Samsung também investe no uso de materiais reciclados em seus produtos, reforçando ainda mais seu compromisso com a sustentabilidade. A empresa incorpora plásticos provenientes de redes de pesca descartadas em dispositivos Galaxy, plásticos reciclados em suas TVs e alumínio reciclado em refrigeradores Bespoke, garantindo que a economia circular se faça presente em diversas etapas da produção.

Em 2024, o lançamento das novas linhas Galaxy S24, Z Flip6 e Z Fold6 reforça esse compromisso, incorporando minerais reciclados, por exemplo. Da mesma forma, o Galaxy S24 conta com elementos como cobalto pela primeira vez em um dispositivo Galaxy. Já os Galaxy Z Fold6 e o Z Flip6, além de serem a série Z mais duradoura, apresentam uma ampla variedade de materiais reciclados, incluindo vidro, alumínio, plástico e cobalto reciclados, e caixa da embalagem em papel 100% reciclado. 

Outro exemplo são os controles remotos da Samsung, fabricados com 24% de plástico reciclado. Isso representa mais de 55 toneladas de resíduos são recicladas para a produção anual de 10 milhões de controle remoto SolarCell, o que equivale à redução de até 18% nas emissões de carbono baseado em pesquisas internas. O mesmo controle SolarCell ainda é recarregado por luz solar ou ambiente, sendo projetado para funcionar com 10% da energia utilizada em modelos convencionais, o que diminui o descarte de milhões de pilhas no planeta.
 

As TVs também levam plástico reciclado em sua composição, assim como os refrigeradores da linha Bespoke que são produzidos com alumínio.
 

Para saber mais, visite o site oficial da Samsung e a Samsung Newsroom Brasil.
 

 


Samsung Electronics Co., Ltd.
Para acompanhar as últimas notícias, visite a Samsung Newsroom em Link.


domingo, 13 de outubro de 2024

Newton traz campanha Outubro Rosa pet com atendimento gratuito

Freepik
No dia 19 de outubro, o Centro Universitário abrirá as portas da sua clínica veterinária para conscientizar e atender tutores de pets em BH


Em outubro, mês dedicado à conscientização sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama, tanto em humanos quanto em animais de estimação, o Centro Universitário Newton Paiva se engaja mais uma vez nessa causa. Pelo quarto ano consecutivo, a instituição integra a Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Mama em Animais de Companhia. 

Em parceria com outras organizações, no sábado, 19 de outubro, das 9h às 14h, tutores de cães e gatos poderão levar seus pets à clínica do centro universitário para atendimentos e orientações gratuitas. A ação contará com a participação de professores e alunos do curso de Medicina Veterinária, que estarão à disposição para realizar exames clínicos e fornecer informações sobre a prevenção da doença. 

"A Campanha Outubro Rosa Pet foi idealizada por outra instituição e, desde então, acontece em todo o país com a colaboração de diversas entidades. Durante a ação, é realizada a avaliação das mamas de gatas e cadelas para a detecção precoce do câncer de mama nesses animais, além de ensinarmos os tutores a fazerem exames regulares em casa", destaca Myrian Iser, organizadora do evento e professora de medicina veterinária do Centro Universitário Newton Paiva. 

Além dos atendimentos gratuitos, a campanha também busca sensibilizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos com a saúde dos animais. O câncer de mama em pets, assim como em humanos, pode ser tratado com mais eficácia quando diagnosticado precocemente, o que reforça a importância de iniciativas como essa para garantir o bem-estar e a qualidade de vida dos animais de estimação.

 

Serviço 

Orientação Outubro Rosa Pet Newton Paiva

Data: 19/10/2023 (sábado)

Horário: 9h às 14h

Endereço: Centro Universitário Newton Paiva - Rua Marechal Foch, 15 – Grajaú, Belo Horizonte (Complexo do Campus Silva Lobo)

 

Outubro Rosa ganha campanha de conscientização para câncer em cães e gatos



Iniciativa do AmarVet's Hospital Veterinário aponta a eficácia da Oncologia Tradicional e também da Integrativa no tratamento de animais com câncer.

 

O Outubro Rosa, movimento de conscientização sobre o câncer de mama, é hoje um grande exemplo de campanha muito bem difundida nacional e internacionalmente. No entanto, também é preciso lembrar que tanto essa doença quanto outros diferentes tipos de tumores também afetam pacientes de quatro patas.

O câncer é hoje uma das principais causas de morte de cães e gatos. Os tumores mais comuns são mastocitoma, no caso dos pacientes caninos, leucemia no caso dos felinos, e os linfomas, que afetam ambas as espécies. 

Com o objetivo de alertar os tutores, o AmarVet’s Hospital Veterinário decidiu utilizar o mês de outubro para disseminar para a sua rede de pacientes e familiares informações sobre os tratamentos oncológicos tradicionais e também integrativos complementares. No texto a seguir, apresentamos os pontos de atenção para os cuidados de um animal com câncer e também os principais tipos de tratamentos disponíveis nos dois modelos de medicina veterinária.


Primeiros sinais
É importante alertar que os primeiros sinais que costumam aparecer nos animais com câncer são emagrecimento progressivo, diminuição de apetite, vômito, diarreia, aparecimento de lesões e nódulos cutâneos, sangramento nasal, entre outros. Segundo a Dra. Vanessa Perrotta, especializada em Oncologia Veterinária do AmarVet’s Hospital Veterinário, os tutores precisam estar atentos a esses sinais para que a avaliação veterinária siga com exames básicos de triagem oncológica.

Os exames básicos de triagem oncológica consistem na realização de hemograma, perfil bioquímico e exames de imagem, como raio-X de tórax e ultrassom de abdômen. "Em alguns casos, a tomografia ou ressonância são necessárias para melhor elucidação do caso”, explica a Dra. Vanessa.


Tratamentos tradicionais
As modalidades terapêuticas variam de acordo com o tipo do tumor e espécie do animal, mas , dentre elas, podem ser citadas: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, eletroquimioterapia, entre outros. 


Efeitos colaterais
A quimioterapia é um tratamento que pode intimidar os tutores só pelo nome. A Dra. Vanessa enfatiza que a quimioterapia não é um tratamento exclusivo para as células tumorais; por isso, eventuais efeitos colaterais podem aparecer nos cães e nos gatos. 

No entanto, se comparadas aos efeitos causados em seres humanos, as sequelas da quimioterapia deixadas nos animais são mais brandas e não interferem na qualidade de vida dos pacientes. “Quadros de náusea, vômito, diarreia, perda de apetite e baixa de imunidade podem aparecer, mas tudo isso pode ser tratado e prevenido ao longo do tratamento”, acrescenta a veterinária.


Recuperação
A taxa de sucesso no tratamento oncológico varia de acordo com o tipo de tumor e estágio da doença, e que o diagnóstico e tratamento precoce oferece melhor eficiência. “Após uma cirurgia oncológica, o paciente entra em um processo de recuperação, com uso de analgésicos, antibióticos e anti inflamatórios, além de visitas para troca de curativos e acompanhamento da cicatrização”, detalha a médica veterinária Vanessa.

Dentre as inovações dos tratamentos de combate ao câncer, destacam-se hoje aqueles baseados em imunoterapia e terapia alvo-molecular, pois trazem boas perspectivas para o controle da doença. “A qualidade de vida dos pacientes oncológicos depende de uma série de fatores que envolvem as terapias estabelecidas pelo oncologista, um bom aporte nutricional, controle da evolução do tratamento através de exames rotineiros e também o amor e o cuidado dos tutores”, finaliza a Dra. Perrotta.


Tratamentos integrativos complementares
Uma abordagem complementar, que pode contribuir no bem-estar e no tratamento dos pacientes de quatro patas é a Oncologia Veterinária Integrativa. Ela associa cuidados menos convencionais aos métodos já tradicionais, potencializando a resposta aos tratamentos.

“Os tratamentos naturais têm uma grande afinidade biológica com as células do corpo, e, por isso, menor chance de efeitos colaterais”, explica a Dra. Caroline Preyer, especialista em Medicina Integrativa e da Longevidade do AmarVet’s Hospital Veterinário. Ela ainda ressalta que, se fizer sentido para o tutor, o uso de elementos da natureza como mais uma ferramenta de cura física, mental e emocional para toda a família pode ser perfeitamente inserido na rotina do pet.


Terapias personalizadas
Da famosa acupuntura ao uso de ervas medicinais, as terapias integrativas indicadas no tratamento de animais com câncer auxiliam no controle da dor, melhoram a imunidade e aliviam sintomas que podem aparecer no pós-operatório ou decorrente ao uso de medicamentos usados no tratamento. O uso de nutracêuticos, viscum album, que funciona como um quimioterápico natural,  e aromaterapia são alguns dos métodos que oferecem ações contra o câncer e ajudam a controlar possíveis reações adversas que possam surgir.

As terapias integrativas ainda vão além, podendo englobar o manejo alimentar para garantir uma dieta equilibrada que melhore o dia a dia do pet, e também terapias quânticas, que podem tanto diagnosticar quanto tratar tumores através da utilização de frequências. “Vale lembrar que o câncer é uma doença multifatorial, ou seja, é necessário utilizar uma combinação de estratégias para ajudar o paciente”, acrescenta a Dra. Caroline.

Felizmente, os procedimentos podem ser ajustados de acordo com o quadro clínico e as necessidades de cada paciente. Ou seja, as terapias integrativas são individualizadas, pensadas de acordo com o quadro de cada animal.


Bem-estar em primeiro lugar
A Dra. Caroline também ressalta que o que antes era chamado de Medicina Alternativa hoje deu lugar à Medicina Integrativa e Complementar. “Essas técnicas têm como objetivo principal trazer conforto, equilíbrio e bem-estar geral ao paciente, podendo sim serem combinadas com os métodos tradicionais de tratamento. Mesmo quando lidamos com condições classificadas como ‘incuráveis’, nosso objetivo é que essa família tenha a melhor qualidade de vida possível, até o último dia”, pontua a especialista.

Vale lembrar que o AmarVet’s Hospital Veterinário dispõe tanto de tratamentos de Oncologia Integrativa quanto de Oncologia Tradicional em sua unidade, além de uma equipe altamente especializada para garantir a recuperação e o bem-estar de seus pacientes.


AmarVet’s Hospital Veterinário
Endereço: Av. Indianópolis, 962 - Moema, São Paulo - SP, 04062-001
Telefone: (11) 5108-0092


 

O papel dos cães no combate ao câncer de mama

Divulgação
ROYAL CANIN
®


Royal Canin apoia iniciativa que revela o potencial dos pets na identificação precoce da doença 

 

Em meio às campanhas de conscientização do Outubro Rosa, uma abordagem inovadora se destaca na luta contra o câncer de mama: o uso de cães treinados para detectar a presença de células cancerígenas em estágio inicial. Com seu olfato apurado, esses pets têm se mostrado verdadeiros aliados no diagnóstico precoce da doença.

 

O Projeto KDOG Brasil, lançado em 2018 em parceria com a Sociedade Franco-Brasileira de Oncologia (SFBO) e com o apoio da Royal Canin Brasil, é baseado em pesquisas e metodologias desenvolvidas e iniciadas na França. A iniciativa oferece uma alternativa não tecnológica e não invasiva para o diagnóstico do câncer de mama, a partir de odores específicos emitidos pelo corpo humano, mas não envolvendo contato direto entre o animal e o paciente.

 

Com cães das raças Pastor Holandês, Braco Alemão e Pastor Alemão, dentre outras, inclusive cães sem raça definida, o projeto utiliza a odorologia canina, técnica na qual os animais são treinados para identificar odores específicos associados às células cancerígenas em lenços de suor. O método é capaz de detectar mais de 40 tipos de câncer de mama, além da diabetes e o vírus da Covid 19, demonstrando o poder transformador da colaboração entre seres humanos e animais.

“A parceria com o Projeto KDOG Brasil reflete nosso compromisso com a promoção da saúde e dos reais benefícios da interação humano-animal. A iniciativa demonstra a importância dos pets em nossas vidas e em prol da saúde humana, neste caso para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Graças ao apurado olfato de cães treinados, é possível acelerar o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento”, afirma Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil.

O treinamento é conduzido por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, oncologistas e Médicos-Veterinários. Por meio de um rigoroso processo de memorização olfativa, os animais detectam alterações imperceptíveis no odor dos pacientes, mesmo antes dos tumores serem identificados por métodos tradicionais. Essa abordagem oferece uma solução complementar aos diagnósticos convencionais, especialmente em locais com infraestrutura médica limitada.

“Com o treinamento adequado, os cães conseguem identificar mudanças mínimas no odor que indicam a presença de células cancerígenas, antes mesmo dos exames tradicionais detectarem o tumor. O trabalho de biodetecção tem uma acertabilidade média de 98%, comprovada cientificamente e seguindo parâmetros do KDOG França, destaca Leandro Lopes, Cinotécnico Responsável pelo Projeto KDOG Brasil.

O projeto tem como objetivo treinar mais animais e ampliar o suporte ao Sistema Único de Saúde (SUS), com a expectativa de beneficiar cada vez mais pacientes em todo o país.

Para conhecer mais as iniciativas da Royal Canin, acesse o site.

 



ROYAL CANIN
Para saber mais visite o site.


Especialista explica 5 curiosidades sobre os cachorros

divulgação 
Professora de Medicina Veterinária da Anhanguera aponta características curiosas sobre esses animais 


Pelos longos ou pelos curtos, pequenos ou de raças maiores, há aqueles com pedigree e ainda os simpáticos vira-latas. Até o ser humano mais ranzinza tem o coração derretido quando vê um cachorro fazendo graça, especialmente se for um filhotinho desengonçado. 
 
O cão, conhecido internacionalmente como “o melhor amigo do homem” não ganhou esse título à toa. Os animais provavelmente foram os primeiros a serem domesticados pelo ser humano: esse amor começou há cerca de 12 mil anos, quando os cachorros começaram a ser domesticados na Europa e no Extremo Oriente, a partir de duas populações diferentes de lobos. 
 
De lá para cá, a domesticação permitiu o surgimento das mais variadas raças: especula-se que existam no mundo mais de 300. E, segundo o censo do Instituto Pet Brasil, só o nosso país possui mais de 58,1 milhões de ‘doguinhos’. 
 
A médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, Juliana Dias Martins, diz que os cães são ótimos companheiros para os seres humanos, desde a infância, desenvolvendo nas crianças o senso de responsabilidade e cuidado, até a nossa vida adulta, nos fazendo companhia. 
 
“Durante a pandemia, muitas pessoas decidiram adotar animais de estimação, o que é maravilhoso. No entanto, é importante lembrar que os cães e outros animais são seres que necessitam de afeto, cuidado e atenção. Por isso, a decisão de adotar um animal deve ser tomada com responsabilidade”, analisa. 


A seguir, a especialista elenca algumas curiosidades que todo pai e mãe de pet deve saber sobre os cães.

Por que fazem carinhas irresistíveis? 

O seu cachorro sabe bem como conseguir o que quer e, para isso, fazem caretas irresistíveis de propósito.

Pesquisadores da Universidade de Portsmouth, nos Estados Unidos conduziram um estudo com ajuda de um dispositivo, em que analisaram os músculos faciais de 27 cachorros. O resultado foi a constatação de que os cães que mais levantavam a sobrancelha e arregalavam os olhos foram adotados mais rápido no abrigo em que estavam à espera de um dono. Acredita-se que esse comportamento também era comum entre os lobos, seus parentes distantes - conseguindo assim serem aceitos entre os humanos - e ficou registrado na memória dos cães.  


Já outro estudo, conduzido pela Universidade de Howard, também nos Estados Unidos, indicou que os cachorros desenvolveram músculos ao redor dos olhos e do focinho, o que acabou, durante milhares de anos de evolução, reforçando laços e a comunicação com o ser humano.


Por que giram antes de deitar-se?
Não, o seu cachorro não está maluco. Esse comportamento foi herdado dos ancestrais lobos, e nada mais é do que uma forma de defesa contra predadores. Ao girar, os cachorros conseguem sentir a direção do vento.

Assim, eles se deitam na direção contrária do vento, e caso algum outro animal sinta o cheiro do cachorro e se aproxime para atacar, ele já estará em uma posição de frente, de defesa. 


Cães são inteligentes 

Especula-se entre cientistas que os cachorros têm uma inteligência que pode ser equiparada à inteligência de um bebê humano de dois anos de idade, podendo compreender até 250 palavras e até alguns numerais. Além disso, qualquer tutor sabe como a comunicação dos cães é clara e objetiva: o cachorro sabe muito bem como mostrar quando está com fome, sede, ou ainda quando quer pedir alguma coisa, desenvolvendo formas efetivas de comunicação.


Sentimentos e sentidos aguçados   

Os focinhos dos cachorros se assemelham à digital humana: são únicos, nenhum cachorro tem focinho igual ao de outro cachorro. Além disso, o olfato dos cães é muito apurado: eles possuem até 220 milhões de células olfativas - em comparação, os seres humanos possuem apenas 5 milhões delas. Tanto poder permite aos cachorros até farejar doenças no organismo dos seres humanos a partir do cheiro de proteínas que indicam doenças, como o câncer e o diabetes.  Quando se trata da visão, há estudos que mostram que os cães podem ver tons suaves. 


Os cães também podem sofrer de depressão! Não existe idade específica para que o animal apresente esse quadro, e os tutores devem ficar atentos aos sintomas, que se assemelham à depressão do ser humano. O animal geralmente apresenta tristeza, podendo até ter sintomas físicos, como perda de apetite e sonolência. O quadro pode ser desencadeado pela perda de um habitante da casa, mudanças na configuração familiar ou ainda em razão de ficarem muito tempo sozinhos ou socializarem pouco.


Por que marcam território   

Esse é comportamento natural, que vêm de seus ancestrais. Geralmente, são os machos que mais marcam território, quando se sentem ameaçados (por um outro animal, por exemplo) ou incomodados (barulho, obra em casa ou algum outro fator externo). O xixi da marcação de território normalmente é mais curtinho e tem um odor mais forte, ao contrário do xixi comum.

 

Anhanguera

Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.

Lar em reforma? Veja como deixar seu pet confortável durante a obra

Atenção aos materiais utilizados e ao comportamento do pet no período são algumas boas práticas para manter o bem-estar de cães e gatos

 

Considerando que o Brasil tem cerca de 62,2 milhões de cães e 30,8 milhões de gatos morando em casas ou apartamentos com seus tutores, de acordo com dados da Abinpet e do Instituto Pet Brasil, todo cuidado é pouco para deixá-los à vontade e confortáveis no seu lar. Principalmente quando o espaço está em obra ou passando por reformas, um cenário que pode trazer desconfortos emocionais e afetar o pet fisicamente.

 

“Para além de objetos, cheiros e sons que podem machucar e incomodar o pet, é preciso levar em consideração suas emoções. Para isso, reserve um espaço da casa para que eles possam ficar e se sentir acolhidos e protegidos, além de tentar manter a rotina o mais normal possível, continuando com alimentação e horários de passeios”, comenta Marina Meireles, veterinária comportamentalista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em SP. 

 

A veterinária alerta para alguns riscos que valem a atenção dos tutores: tintas com substâncias tóxicas (o ideal é optar por tintas naturais); contato com poeira, que pode causar reações alérgicas ou afetar a pele; ácidos presentes em produtos para remoção de cimentos ou rejuntes, que podem causar queimaduras; materiais esquecidos no chão, como lascas de madeira, fios elétricos, pregos e cacos de vidro, que podem machucá-los ou acabar sendo ingeridos.

 

A fim de evitar esses riscos e manter o pet seguro e confortável durante o período de obras, a veterinária do Nouvet aponta algumas boas práticas. Confira:


 

Fique atento aos materiais presentes no lar


Como já mencionado, alguns dos produtos utilizados em obras podem ser prejudiciais aos pets. O correto é armazenar os itens de forma segura — até mesmo para crianças — e optar por tintas e materiais atóxicos, além de isolar o animal do contato com os objetos espalhados pela casa. Pode-se usar barreiras para evitar que eles entrem nos espaços mais “arriscados”. 

 

Antes do início das obras, é recomendado conversar com um veterinário para explorar as melhores práticas de manejo com o pet — inclusive, sobre quais tipos de piso utilizar a fim de não machucar as patinhas do animal ou criar tendências de quedas e ferimentos.

 

Observe os sinais de comportamento


Dica de todo veterinário, observar o comportamento do cão antes, durante e depois do período de obras é essencial. O impacto na rotina pode causar algumas mudanças, para isso, avalie se o pet está mais agressivo, assustado, triste ou agitado para entender como prosseguir. Caso necessário, consulte um especialista.

 

Outro ponto importante da observação é poder identificar caso o animal tenha algum sintoma. Coceiras, tosses, vômitos ou outros sinais derivados da ingestão de objetos ou contato com substâncias podem ocorrer. Nesses casos, é recomendado a ida imediata ao veterinário.

 

Crie um espaço acolhedor 


Reserve um ambiente limpo, calmo e longe dos barulhos para que o pet possa permanecer durante os horários da reforma. Deixe à disposição petiscos, água, brinquedos, camas e o espaço de higienização. Um ponto importante é proteger janelas e outros móveis que possam machucar os pets em caso de sustos ou tentativas de fuga.

 

No caso de cães, enquanto durar a obra, considere deixá-lo frequentar uma escola comportamental ao longo do dia. Assim, ele gasta energia e se mantém entretido, ficando longe de um possível ambiente estressor. Além disso, a opção serve de apoio para facilitar o dia a dia dos tutores que precisam supervisionar a obra. 

 

 Nouvet


Vetnil® dá dicas de cuidados com os pets idosos


Saiba como identificar os sinais de envelhecimento e quais os principais pontos de atenção e cuidado com os animais em idade avançada


O envelhecimento é um processo natural a todos nós e com os pets isso não é diferente. Com o passar do tempo, cães e gatos vão deixando de ser jovens e começam a demandar um pouco mais de atenção de seus tutores, especialmente no que diz respeito às medidas de cuidados e às visitas mais frequentes ao veterinário. Em todos os casos, para que seja possível garantir a qualidade de vida a esses animais, Kauê Ribeiro, Médico-Veterinário da Vetnil®, explica que o primeiro passo é identificar os sinais que indicam o início da senioridade para então adotar algumas medidas a favor de sua saúde e bem-estar.

“Em primeiro lugar, é importante entender alguns conceitos. Os termos ‘idoso’ e ‘sênior’ se referem à funcionalidade, ou seja, um cão ou gato é considerado sênior quando diminui a atividade física, ganha ou perde peso, apresenta perda muscular e desenvolve outras mudanças físicas e comportamentais relacionadas à idade, o que pode acontecer mais precoce ou tardiamente. Já os termos ‘geriátrico’ e ‘velho’ fazem referência unicamente à idade cronológica dos pets, quanto tempo se passou desde o nascimento. Por isso, ao falar sobre idade numérica, é preferível o termo geriátrico”, aponta.

Assim, em geral, cães de grande porte são considerados geriátricos entre sete e nove anos de idade, enquanto os cães de pequeno porte chegam nessa fase por volta dos 12 anos de idade. Lembrando que esses números podem variar consideravelmente quando se leva em conta também a raça, não apenas o porte. Já os gatos são considerados geriátricos a partir dos 10 anos de vida.

“Um animal idoso não é o mesmo que um animal doente ou incapaz de realizar suas atividades básicas, porém, com o envelhecimento, eles se tornam mais suscetíveis a enfermidades. Sinais como o surgimento de pelos esbranquiçados, perda sensorial e falta de energia durante as atividades físicas, devido a uma menor massa muscular, podem ser os primeiros indícios de senioridade. Alterações no sistema imunológico, cardiovascular, renal ou ainda, na pele e nas articulações, passam a ser mais comuns, o que exige maior atenção para a possibilidade de doenças crônicas. Para qualquer alteração apresentada, é sempre recomendada a busca por ajuda veterinária”, esclarece Ribeiro.  


Check-ups frequentes

Ao perceber os primeiros sinais de envelhecimento, as consultas com o médico-veterinário devem ser mais frequentes, até mesmo para que o possível surgimento de uma doença crônica seja diagnosticado precocemente. Dessa forma, o ideal é que exames e avaliações sejam feitos pelo menos a cada seis meses para um pet em idade avançada que esteja saudável, a fim de monitorar e manter sua saúde.


Alimentação

Ao passo que avançam em idade, cães e gatos podem ter olfato e paladar comprometidos, reduzindo a ingestão de alimentos na quantidade ideal. Por isso, além de buscar novas formas de oferecer as refeições, incluindo alimentos úmidos e de odor mais atrativo, fazer a suplementação com vitaminas, minerais e antioxidantes, como o ômega 3, pode ajudar a garantir o bom funcionamento de seu organismo.


Higiene

Outro ponto de atenção com os pets idosos é a higiene. De acordo com o Médico-Veterinário da Vetnil®, esse cuidado deve estar presente ao longo de toda a vida do pet e em fase de idade avançada isso não se altera. “A rotina de higiene deve ser constante, com banhos regulares (quando houver indicação veterinária), corte das unhas e escovação dentária. Isso também vale para a prevenção de pulgas e carrapatos. Embora estejam velhinhos, não podemos esquecer desses cuidados básicos. Afinal, higiene também é saúde”, destaca.


Atenção ao ambiente

Conforme envelhecem, os pets demandam especial atenção quanto ao ambiente em que vivem ou passam a maior parte do tempo. Animais idosos podem ter sua mobilidade reduzida em virtude de condições como a osteoartrite ou outras doenças articulares. Por isso, o conforto e a segurança devem ser priorizados: escadas e pisos escorregadios devem ser evitados, rampas e pisos antiderrapantes podem ser instalados, e facilitar de forma geral o acesso à caminha e a locais normalmente frequentados pelo pet também pode ajudar.


Prática de exercícios

Embora muitos pets pareçam ter menos energia e disposição para as atividades físicas, manter uma rotina de passeios e exercícios pode ajudá-los a ter uma velhice mais saudável. “É importante para a saúde física e mental dos animais uma rotina de exercícios, que pode incluir passeios para evitar o sobrepeso e promover socialização com outros animais, no caso de cães, especialmente. Basta respeitar seu ritmo e limite de distância, assim como optar por horários com temperaturas mais amenas. No caso dos gatos, nem sempre os passeios são viáveis, por isso é importante investir em enriquecimento vertical (instalação de prateleiras, mas avaliando a capacidade física de acessá-las) e incentivar brincadeiras que promovam maior atividade do felino”, conclui Ribeiro.

Pensando em auxiliar os tutores na rotina de cuidados com o seu pet idoso, a Vetnil® possui em seu portfólio o Geripet®, um suplemento focado em atender às principais demandas de animais em idade avançada, disponível na apresentação em comprimidos tradicionais e em comprimidos mastigáveis, que possuem alta palatabilidade e conferem facilidade na administração. A empresa também conta com o Ômega 3+SE, um produto com base de óleo de peixe associado a vitamina E e selênio, que são importantes antioxidantes. É fundamental consultar um Médico-Veterinário para orientações sobre o uso de suplementos para a saúde e bem-estar dos pets em cada situação. 

Como marca parceira de quem cuida, a Vetnil® disponibiliza em blog e redes sociais conteúdos exclusivos com o propósito de esclarecer as principais dúvidas e orientar sobre os cuidados que os pets devem receber. Siga @vetniloficial.

https://vetnil.com.br/noticia/vetnil-r-da-dicas-de-cuidados-com-os-pets-idosos



Cuidados para manter os pets saudáveis e livres da obesidade

Divulgação ROYAL CANIN®
ROYAL CANIN® apresenta orientações essenciais para prevenir um dos distúrbios que mais acomete gatos e cães, em colaboração ao livro “Obesidade em Animais de Companhia”

 

Com mais de 59% dos cães e 52% dos gatos apresentando sobrepeso ou obesidade*, a condição é considerada uma epidemia moderna em pets, sendo um dos maiores desafios na saúde animal do século XXI. Correlacionado à redução da qualidade de vida e uma série de alterações fisiológicas, o excesso de peso pode levar ao desenvolvimento de problemas de saúde graves, como doenças cardiovasculares, diabetes, complicações ortopédicas e respiratórias, impactando diretamente a longevidade dos animais.

O livro “Obesidade em Animais de Companhia”, lançado recentemente durante um evento na Universidade de São Paulo (USP) que contou com o apoio da ROYAL CANIN®, é a primeira literatura sobre o tema no Brasil desenvolvida por renomados Médicos-Veterinários que, há anos, acompanham de perto a problemática da obesidade em gatos e cães. Editado pelo Dr. Fábio Alves Teixeira e coeditado pelas Dras. Mariana Porsani e Vivian Pedrinelli, a obra oferece uma visão detalhada sobre a prevenção e o manejo do sobrepeso, abordando causas, diagnóstico e estratégias para o tratamento. Como um guia essencial para estudantes e profissionais da saúde animal, a publicação se destaca por sua abordagem científica e acessível, contribuindo significativamente para o enfrentamento da crescente prevalência dessa condição entre os pets.

“A obesidade é uma doença que traz diversos prejuízos à saúde e resulta na diminuição da expectativa de vida. Entre os seres humanos, o número de pessoas com excesso de peso tem aumentado significativamente em todo o mundo, e a obesidade é hoje considerada uma epidemia global. Da mesma forma, no caso dos animais de companhia, nas últimas décadas também se verificou um crescimento alarmante da obesidade. Por isso, esta obra é de grande relevância, abordando desde a fisiopatologia até os fatores de risco, diagnóstico, tratamento e prevenção, tornando-se um recurso essencial para Médicos Veterinários e Estudantes de Medicina Veterinária”, destaca Dr. Fábio Alves Teixeira.

Consultas veterinárias regulares são fundamentais para monitorar a saúde do animal e identificar precocemente quaisquer sinais e/ou fatores de risco. Durante o atendimento, o profissional deve realizar a pesagem e registro do peso no histórico do paciente, bem como a avaliação do escore de condição corporal, uma escala validada que determina através de uma avaliação clínica qual é o percentual de sobrepeso do paciente. Com base nessas informações, o Médico-Veterinário irá recomendar exames adicionais, se necessário. Esse acompanhamento permite antecipar ou detectar sinais de problemas associados ao excesso de gordura, como doenças metabólicas e cardiovasculares, além de possibilitar a oferta de orientações personalizadas sobre dieta e estilo de vida. A atividade física também é crucial: cães precisam de caminhadas diárias e atividades ao ar livre que estimulem o corpo e a mente, enquanto gatos podem ser estimulados com brinquedos interativos e brincadeiras que simulem comportamentos naturais, como caça e escalada. Um ambiente enriquecido e variado ajuda a evitar o sedentarismo e contribui com o bem-estar.

A alimentação balanceada é outro pilar importante. Oferecer alimentos de alta qualidade, formulados para atender às necessidades nutricionais específicas de cada animal, é vital para a saúde a longo prazo. Alimentos especialmente formulados para a necessidade de cada animal, bem como um manejo adequado podem ajudar a prevenir o ganho excessivo de peso. Para os animais que já apresentam excesso de peso, alimentos formulados com baixo teor calórico e que promovem a saciedade ajudam a reduzir o peso corporal. Além de fornecer a quantidade adequada, é essencial controlar a frequência das refeições para manter o peso ideal e prevenir doenças relacionadas ao sobrepeso.

“Compreender e gerenciar o peso é uma parte indispensável do cuidado com a saúde animal. Estamos comprometidos em fornecer não apenas alimentos de alta qualidade, mas também em oferecer orientação e suporte contínuo aos tutores para que possam fazer as melhores escolhas para uma guarda responsável e o bem-estar de seus animais de estimação, sempre incentivando o acompanhamento do Médico-Veterinário. Nossa missão é ajudar a promover uma vida longa e saudável aos pets, e isso começa com a busca por fontes confiáveis e uma solução nutricional adaptada para cada gato ou cão”, afirma Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

A ROYAL CANIN® entende a importância do controle de peso para a saúde dos animais e, como parte de seu compromisso em oferecer Saúde Através da Nutrição, desenvolveu a linha Satiety. Esses alimentos são coadjuvantes na gestão de peso de gatos e cães, com baixa densidade energética, maior teor de proteínas e fibras para garantir mais saciedade e auxiliar os pets a alcançarem o peso ideal de forma saudável e eficaz, a partir de uma nutrição equilibrada.

Para conhecer mais sobre os alimentos da Linha Veterinária da ROYAL CANIN®, acesse o site

 


ROYAL CANIN®
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* Loftus & Wakshlag, 2014; Shmalberg, 2016; Pegram, et.al., 2021.



Condroitina e Glucosamina viram peças-chave para melhorar as articulações dos pets

Ainda que oferecido ao animal como preventivo ou tratamento, a dosagem deve ser precisa e elaborada por um profissional da área.

 

Nos últimos anos, os pets vêm conquistando um espaço importante no cotidiano das pessoas, transformando-se em verdadeiros membros da família. Esse vínculo, cada vez mais afetivo, tem se refletido no mercado, que responde com uma crescente oferta de soluções para garantir mais qualidade de vida aos animais de estimação. De serviços veterinários às tecnologias voltadas para o bem-estar animal, a preocupação com a saúde e o conforto deles é uma tendência crescente.

De acordo com a supervisora de especialidades da Quimtia Brasil, empresa especializada na fabricação e distribuição de insumos para nutrição animal, Georgia Almeida, uma das ações que vem se destacando quando o assunto é qualidade de vida dos pets é a inclusão de aditivos como sulfato de condroitina e sulfato de glucosamina na alimentação animal.

“São compostos já presentes nas articulações e sua suplementação auxilia na regeneração das articulações, melhorando a mobilidade do animal. A glucosamina, por exemplo, faz a manutenção do que chamamos de líquido sinovial, que funciona como um lubrificante das articulações e ela também estimula a formação de novas cartilagens, além de contribuir para a melhora da elasticidade daquelas [cartilagens] já existentes. Já a condroitina, em conjunto com a glucosamina, age como um bloco construtor de cartilagens, ajudando na proteção e reparação dos tecidos que envolvem as cartilagens”, explica a especialista. “Uma age em conjunto com a outra para que o animal consiga se locomover bem”, acrescenta.

A condroitina geralmente é extraída da cartilagem de tubarão e de bovinos, mas também pode ser fabricada de maneira sintética. Já a glucosamina é encontrada nas conchas dos crustáceos, mas também pode ser de origem vegetal, que é extraída da mandioca, do milho ou da aveia.


Dosagem deve ser precisa

Segundo a especialista, a dosagem de condroitina e glucosamina na alimentação animal deve depender do tamanho do animal, da idade e se eles têm alguma doença pré-existente. “Geralmente esses aditivos estão presentes em ração para adultos e de animais seniores. Em rações de filhotes a inclusão não é comum”, afirma.

Prevenção X Tratamento

Ainda que o papel fundamental da condroitina e glucosamina seja de carácter preventivo, justamente para evitar dores nas articulações e dificuldade de locomoção ao longo da vida adulta do animal é possível fornecê-los, também, como uma forma de tratamento. “Se o pet for diagnosticado com algum problema articular o indicado é realizar um tratamento veterinário completo, que contará com suplementação da condroitina e glucosamina. Mas para prevenção e manutenção o animal pode consumir rações ou alimentos naturais que contenham esses compostos que terá articulações saudáveis”, sugere a supervisora de especialidades da Quimtia.

A especialista exemplifica que esses aditivos são importantes para cães de raças grande e gigantes e animais de competição, que têm grandes impactos, fatores determinantes para o desenvolvimento de algum tipo de doença articular. “Esses animais são mais desafiados e então precisam de suportes nutricionais para aliviar, de maneira significativa, possíveis inflamações e para melhorar consideravelmente a saúde articular desse animal”, finaliza Georgia.


O que dá raiva é não vacinar

Mesmo depois de 140 anos de Louis Pasteur criar a primeira vacina contra a raiva, uma pessoa a cada nove minutos ainda morre no mundo em decorrência dessa zoonose. O que é preciso fazer para detê-la?

 

A raiva é uma doença viral que afeta o sistema nervoso central e é, na maioria dos casos, letal assim que os sintomas aparecem. Apesar dos avanços na medicina e da disponibilidade de uma vacina eficaz, a raiva continua sendo uma ameaça presente em todos os continentes, com exceção da Antártida.

Gostaria de destacar alguns dados reveladores: estima-se que cerca de 60 mil pessoas morram por ano no mundo em decorrência da raiva e que 40% dessas mortes ocorram em crianças menores de 15 anos. A raiva tem uma taxa de mortalidade de 99% em humanos e animais, mas o lado positivo é que ela é 100% prevenível graças à vacinação de cães e gatos. Por isso, o que realmente dá raiva é não vacinar!

A vacinação é a ferramenta mais poderosa que temos para combater essa patologia. A implementação de programas de imunização em animais, especialmente em cães e gatos, tem se mostrado efetiva para reduzir o número de casos, tanto em animais como em humanos. A vacinação de pets não apenas os protege, mas também atua como um escudo para a saúde humana, reduzindo o risco de transmissão do vírus.

Na Biogénesis Bagó, estamos convencidos de que a vacinação de nossos animais de estimação é essencial para um cuidado responsável. Por isso, colaboramos ativamente com os médicos-veterinários, oferecendo treinamentos sobre boas práticas de vacinação e a implementação adequada de estratégias sanitárias, utilizando soluções biotecnológicas de alta qualidade focadas na prevenção de doenças. O apoio deles é fundamental para comunicar aos tutores a importância da revacinação antirrábica anualmente.

A eliminação da raiva é um problema de saúde pública e, em muitos países, é uma zoonose presente na população canina de rua. A boa notícia é que, quando são elaboradas estratégias sanitárias adequadas e são utilizadas vacinas de qualidade, com a cooperação de órgãos oficiais, dos veterinários e da indústria de saúde animal, a raiva é uma doença que pode ser controlada.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem como objetivo alcançar “zero mortes humanas por raiva transmitida por cães até 2030”. O desafio é grande, se considerarmos os dados que mencionei no início, mas nossa visão é otimista e, acima de tudo, ativa, pois se trata de uma meta que exige a união de esforços.

Na Biogénesis Bagó, decidimos há algum tempo nos envolver muito além de nossa tarefa de produzir e fornecer vacinas, com o objetivo de conscientizar a população e dar visibilidade e relevância a essa doença mortal, mas cuja transmissão é prevenível. Realizamos campanhas em conjunto com a Fundação Mundo Sano, uma organização que é referência mundial em doenças negligenciadas. Também mantemos uma estreita colaboração com a Aliança Mundial para o Controle da Raiva, uma iniciativa da FAO-OIE-OMS, apoiando a campanha “End Rabies Now” e outras ações específicas.

Todos os esforços em grande escala são válidos e necessários, mas é fundamental ter consciência de que a luta contra essa doença mortal de alcance global começa em cada indivíduo. Embora seja verdade que 99% dos casos de raiva em humanos se devam a mordidas de cães, também é verdade que 100% desses casos são preveníveis através da vacinação. Por isso, reconhecer que temos ferramentas altamente eficazes para combater a raiva é fundamental para um cuidado responsável, proteger a saúde de todos e, ter em mente que: vacinar nossos cães e gatos salva vidas!

 

Carol Galli - médica-veterinária graduada na Unipinhal, tendo cursado a Universidade Mars em Aceleração de Liderança no Center for Creative Leadership no Colorado-USA, Harvard Extension School em negócios e MBA em Marketing. Possui mais de 25 anos de experiência na indústria de saúde e nutrição animal, contribuindo em posições estratégicas nacionais, regionais e globais e foi expatriada para a França e Porto Rico. É Corporate Mkt & Tec Pet Director na Biogénesis Bagó.



Troca do alimento dos pets deve ser feita de forma gradativa

Médico-veterinário explica quando é recomendado mudar a ração e como fazer, para garantir que o pet se adapte bem ao novo alimento 

 

Ao contrário do que muitos tutores pensam, enquanto os cães têm o olfato e a audição muito apurados em comparação aos dos humanos, o paladar não segue esta característica, de modo que eles não costumam enjoar do alimento, não sendo necessária a troca da ração com frequência. No entanto, em algumas circunstâncias a troca do alimento é recomendada, para garantir a qualidade de vida e longevidade do animal: mudança de fase da vida, necessidades nutricionais específicas, alterações na saúde e até por preferências individuais são exemplos de situações em que a troca é recomendada. As mesmas circunstâncias são válidas para os gatos, que também apresentam diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida. 

“Os alimentos comerciais são formulados para atender necessidades específicas, levando em consideração diversos fatores, como espécie, porte, idade, necessidades especiais, como castrados, pele sensível, estado de saúde e entre outros. Um animal filhote tem maior demanda energética, ou seja, precisa de mais energia para gastar ao longo do dia, e maior quantidade de nutrientes no alimento quando comparado a um adulto. Além das exigências nutricionais diferentes para cada fase de vida, existem ainda casos de alterações de saúde, como disfunções digestivas, alergias alimentares, problemas nas articulações, obesidade, entre outros, nos quais pode ser necessária a troca por um alimento especialmente desenvolvido para atender às particularidades nutricionais de cães ou gatos com esses distúrbios.” explica Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na capacitação técnica da Adimax. 

De modo geral, quando a troca é recomendada, não basta apenas fazer a substituição do alimento atual pelo novo. Um dos erros mais comuns dos tutores, inclusive, é esperar acabar aquele que ele tem em casa para começar a oferecer o outro. “Além da rejeição pelo pet, a troca repentina de alimento, sem a orientação médico-veterinária, pode provocar vômitos, gases e diarreia no animal. O tempo da troca gradativa é necessário para que o sistema gastrointestinal do pet se adapte ao novo alimento”, aponta Quirino. 

Mas afinal, como fazer a substituição? A troca da ração do pet deve ser feita de forma gradual, para evitar os problemas digestivos e garantir que ele se adapte bem ao novo alimento. Gustavo Quirino ensina o processo: 

“Após a escolha do novo alimento, sua introdução deve ser feita de forma gradativa, misturado àquele que o animal já come por, no mínimo, sete dias, sendo: 

- 1º e 2º dias: misture 25% da nova ração com 75% da antiga;

- 3º e 4º dias: misture 50% da nova ração com 50% da antiga;

- 5º e 6º dias: misture 75% da nova ração com 25% da antiga;

- 7º dia em diante: ofereça 100% da nova ração. 

Essa transição lenta ajuda a evitar problemas digestivos e permite que o organismo do pet se ajuste ao novo alimento. Vale lembrar que em casos específicos, esse período de troca pode ser estendido ou até encurtado, conforme orientação médico-veterinário”. 

Durante este processo, é muito importante que o tutor siga fielmente as orientações fornecidas pelo médico-veterinário e fique atento à sua adaptação. Caso o pet apresente reações como vômito, diarreia, ou falta de apetite, deve consultar o médico-veterinário de confiança.

 

Adimax

 

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