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segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Dia Mundial da Alfabetização: o papel do educador na inclusão de crianças autistas

No Brasil, aproximadamente 6 milhões de pessoas vivem com TEA. Projeto de Lei, aprovado na Câmara Municipal do RJ, obriga as escolas a oferecerem atendimento gratuito especializado a estudantes com autismo.

 

O Dia Mundial da Alfabetização, celebrado em 14/11, destaca-se como um marco social de extrema relevância. Estamos diante da base da educação, uma peça-chave para o progresso da sociedade. O processo de alfabetização, por si só, é desafiador, e quando se trata de crianças com desenvolvimento neurológico afetado, os obstáculos se intensificam. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) atinja uma em cada 160 crianças globalmente. No Brasil, aproximadamente 6 milhões vivem com essa condição. 

A construção de um ambiente educacional inclusivo e acolhedor é uma obrigação da escola. É crucial que as escolas reconheçam seu papel vital na promoção da inclusão de crianças com autismo. Recentemente, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou um projeto de lei que obriga as escolas a oferecer atendimento especializado a estudantes com autismo, tanto na rede pública quanto na privada. O projeto inclui na Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA a garantia de atendimento educacional especializado gratuito, além de proibir as escolas privadas de fixar limites de estudantes com TEA nas salas de aula em todos os níveis e modalidades de ensino. 

Segundo Danusa Barbosa, neuropsicopedagoga e especialista em autismo da clínica MedAdvance Terapias Multidisciplinares, a alfabetização de crianças autistas é particularmente desafiadora, pois não há um roteiro padrão; cada criança é única e aprende de maneira singular. "Cada criança tem suas particularidades, estamos falando do espectro. Alfabetizar requer uma metodologia adaptada às necessidades específicas daquela criança, levando em consideração aspectos como o campo motor, cognitivo, atenção, memória, hiperfoco, entre outros", explicou Danusa. 

A proposta aguarda aprovação no Senado, e embora Aline Lachat, mãe do Pierre, de 7 anos, que tem autismo moderado, considere um avanço, ela ressalta a distância entre a lei e a realidade. “A escola atual de Pierre já informou que no próximo ano não terá educador auxiliar de sala (hoje, tem apenas um por turma). Por isso, vou precisar trocar novamente meu filho de escola”, contou. Aline descobriu o autismo quando seu filho tinha 2 anos e 4 meses, e lutou para alfabetizá-lo. "Ele apresentava dificuldades em socializar, nas atividades escolares e no processo de alfabetização. Até hoje, ele precisa do apoio tanto da psicopedagoga quanto da escola", compartilhou. 

As crianças com deficiência possuem direitos inalienáveis que demandam respeito. A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, à qual o Brasil é signatário, estabelece que todas as crianças têm o direito à educação inclusiva. Nesse contexto, os educadores desempenham um papel vital para garantir o respeito a esses direitos. Danusa enfatiza que o processo de alfabetização deve ser leve, lúdico e prazeroso, sem imposições de demandas que a criança ainda não consegue alcançar. "Uma das principais dificuldades enfrentadas pelas crianças autistas é a metodologia inadequada e um ambiente não inclusivo, o que pode gerar aversão ao processo", ressaltou a especialista da MedAdvance. 

O psicopedagogo também desempenha um papel crucial nesse caminho de alfabetização da criança autista. Um de seus objetivos é identificar e minimizar as barreiras que impedem o sucesso no processo ensino-aprendizagem, tornando-o mais prazeroso e afetivo. A neuropsicopedagoga da MedAdvance, considera um avanço a aprovação do projeto de lei na Câmara. "As escolas precisam estar abertas ao acolhimento de todas as formas, aos pais e às crianças, criando um elo de ligação em prol de um bem maior, oferecendo suporte adequado e capacitação aos profissionais. É fundamental que as escolas desenvolvam o Plano de Ensino Individualizado (PEI), que servirá como base orientadora para todo o processo escolar dessa criança", ressaltou, enfatizando aos pais a importância de acreditar em seus filhos, incentivá-los e desenvolver sua autoestima. "O processo é lento, mas, com certeza, o aprendizado é uma consequência de todo o processo", concluiu.


domingo, 12 de novembro de 2023

Como transformar sonhos em metas alcançáveis

Transformar sonhos em realidade é um desafio universal. Muitas vezes, falta clareza e motivação para alcançar metas ambiciosas. Em meio a vários caminhos possíveis para o autoconhecimento, é comum surgir a dúvida sobre qual deles seguir, ou descobrir que não era uma opção mais funcional somente após passar por um processo e não obter resultado.

Contudo, há uma forma de descobrir soluções mais adequadas a cada indivíduo. Embora existam muitos padrões comportamentais, cada pessoa possui características particulares. Assim, a análise corporal é uma ferramenta que permite medir com precisão quais são os padrões únicos de cada indivíduo, que foi desenvolvido na formação do seu sistema nervoso ao longo da gestação e infância.

A análise corporal identifica as principais dores emocionais que mantêm sonhos reprimidos e que impedem que cada um realize seus planos. Mas, principalmente, revela recursos únicos que a pessoa possui para ativar o seu potencial de superar obstáculos e se posicionar na direção de quem ela nasceu para ser!

Todo tratamento pode funcionar, mas nem tudo funciona para todo mundo! Para descobrir o que melhor funciona para cada pessoa, é necessário conhecer a medida dos traços de caráter. E sobretudo entender, a partir das próprias vivências e relatos, quais as metas e ações que farão uma diferença ímpar no cotidiano.

A jornada de transformar sonhos em metas tangíveis começa com autoconhecimento e foco. A análise corporal e a linguagem psicocomportamental são ferramentas poderosas que capacitam indivíduos a superar obstáculos, definir metas claras e encontrar um propósito significativo para a realização pessoal e profissional.


Camila S. Lourenço - escritora e graduada em Administração de Recursos Humanos. Especialista em Análise Corporal, Linguagem Silenciosa e Design de Jornadas, ela também é autora do livro “Seja autor da sua história"


sábado, 11 de novembro de 2023

Dia do Solteiro: homens representam 78% das transações em apps de relacionamento, aponta levantamento do Itaú Unibanco

O Dia do Solteiro é celebrado neste sábado (11), e os apps de relacionamento têm sido cada vez mais utilizados com recurso para quem se encaixa neste estado civil. Os homens, entretanto, dominam os gastos com as versões e ferramentas pagas dos aplicativos, com 78% das transações realizadas nesse segmento em 2023, aponta um levantamento do Itaú Unibanco. 

O estudo considerou os gastos realizados com cartões de crédito em oito aplicativos de relacionamentos entre janeiro e outubro de 2023, na comparação com o mesmo período de 2022. No período, houve um aumento de 13% nos pagamentos realizados, com ticket médio de R 32,58. Os estados que mais realizam transações nos apps de relacionamento são, na ordem, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. E os meses de janeiro e fevereiro concentraram a maior alta no consumo em relação ao mesmo período do ano anterior, com alta de 23% e 22%, respectivamente. 

“O levantamento nos mostra que o uso das versões pagas desses aplicativos está mais concentrado na geração Y, que em 2023 foi responsável por 47% das transações. A geração X vem em seguida, com 30%, e os mais velhos (babyboomers) e mais jovens (geração Z) praticamente empatam, com 12% e 11%, respectivamente”, explica Moisés Nascimento, diretor do Itaú Unibanco. 

Considerando o recorte por salário mensal, o consumo está mais concentrado entre quem tem uma renda entre 2 e 4 salários por mês, representando 28% das transações. As faixas que recebem entre 1 e 2 salários – puxada pelos mais jovens – e entre 4 e 8 salários aparecem em seguida, com 23% cada.

 

Novembro azul: A próstata dos cães também deve ser cuidada



O Novembro Azul é uma campanha muito importante que alerta homens sobre os problemas do câncer de próstata. Dentre os animais, os problemas da próstata também podem aparecer. Mais de 90% das doenças prostáticas poderiam ser evitadas se fosse feita a castração no primeiro ano de vida.


Quando adultos, onde a próstata tem tamanho normal ou aumentada, a redução da próstata já se inicia em algumas semanas. O Novembro Azul vem justamente alertar sobre a importância da prevenção contra doenças da próstata como também da castração.

Os animais não castrados, principalmente aqueles que já avançaram na idade, também estão sujeitos a desenvolverem complicações com a próstata. Isso pode acarretar à formação de cistos, abscessos e até neoplasia, sendo mais frequente a Hiperplasia Prostática Benigna, ou HPB. Sabe-se que quanto mais avançada a idade, maiores as chances de desenvolver tal doença, podendo chegar até a 80% de chances em cães mais sêniores. Mas, mesmo assim, a progressão da HPB pode causar muitos desconfortos ao macho, como dificuldade em urinar (jatos finos), sangue na urina, dor na hora de evacuar e desconforto na região pélvica, podendo ocasionar que o animal ande com a coluna curvada. Porém, diferente dos humanos, a evolução para um tumor maligno é mais baixa.


Mas como saber se o animal pode ter desenvolvido problemas com a próstata?

Bem, se o animal não é castrado, é altamente recomendado que se observe seu comportamento. Um dos procedimentos é fazer a palpação para verificar se a próstata está aumentada. Com isso, são realizados exames de ultrassom ou RX abdominal, além de exames de sangue, para verificar se há realmente observação de próstata alterada, afirma a equipe de oncologia do Vet Quality Centro Veterinário .


Existe tratamento para isso?

A melhor recomendação, sem dúvidas, é a cirurgia de castração para remoção.

Da mesma forma, a castração de machos é a forma mais eficaz de prevenir a doença de próstata em cães.


Plantas e pets: cuidados para uma convivência segura entre os animais e a natureza

Freepik

Algumas As plantas que temos em casa oferecem riscos a cães e gatos; veterinário aponta quais são as mais  perigosas e quais são pet-friendly


   

Muitos tutores ainda não sabem, mas a convivência entre pets e plantas requer muita cautela. Considerando que pelo menos 70% da população brasileira tem um pet em casa, segundo o censo de 2021 do Instituto Pet Brasil, é preciso estar atento sobre o tipo de contato e relação que os bichinhos têm com as plantas, não só em casa, mas também em espaços abertos, parques e praças. Apesar de algumas serem inofensivas, outras podem ser tóxicas e prejudiciais à saúde dos pets.  

De acordo com Thiago Teixeira, diretor geral do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, existem certos tipos de plantas que podem causar intoxicação, alergias e demais problemas somente pelo contato. “São as espécies tóxicas que devem ser evitadas. Os pets não conseguem identificar essa ameaça, então, se tiverem fácil acesso, podem cheirar, mastigar e brincar com elas, em casa ou na rua, e acabar adoecendo. É importante que os pais e mães de pet busquem saber de quais plantas fugir e como identificá-las”, explica. 

Algumas das plantas tóxicas para os pets são: costela de Adão, espada de São Jorge, comigo-ninguém-pode, azaleia e hortênsia. Entre as reações causadas por elas, estão irritações, coceiras, vômitos, desmaios, dormência na língua e falta de ar. Uma das reações também é a insuficiência renal em gatos causada por lírios. 

O especialista orienta que, caso não seja possível remover a planta de casa, é fundamental movê-la de lugar para que os pets não tenham contato. Ao passear pelo parque, jardins e outros, é preciso observar se os bichanos não estão mastigando ou tocando essas plantas. Caso se observe que os pets consumiram algo diferente ou que há folhas espalhadas pela casa, é importante identificar o quanto antes se são de espécies venenosas e ir ao veterinário mais próximo. 

O hábito de mastigar plantas e folhas pode, inclusive, ser indicador de questões intestinais, principalmente em gatos. Por isso, é importante ficar atento ao comportamento dos pets e investigar caso a caso. "Cães e gatos são muito curiosos e não entendem o risco que as plantinhas podem oferecer. Uma alternativa para afastar esse contato com as plantas maléficas é comprar plantas falsas de brinquedo próprias para a diversão deles", opina Teixeira.  

Em contrapartida, o executivo explica que não há porque se assustar, pois não são todas as plantas que prejudicam os bichinhos. Bromélias, bambu, lavanda, orquídeas, plantas aromáticas e suculentas são inofensivas e consideradas pet-friendly.


Fim de ano, o que é essencial para meu cachorro?

Especialistas compartilham dicas para garantir o bem-estar dos pets 


À medida que o fim de ano se aproxima, é hora de planejar celebrações festivas e momentos especiais com a família, e isso inclui nosso fiel amigo de quatro patas, o cachorro. Além de amor, cuidado e atenção, existem cinco coisas essenciais que você deve providenciar para garantir o bem-estar e a felicidade do pet. 

A Camila Costanza - Sócia Diretora da Dipetti, referência em mordedores 100% naturais para cães, e a Dra. Fernanda Binati, médica veterinária, prepararam cinco dicas para garantir o bem-estar dos pets:

 

1. Roer Itens Naturais 

Um dos instintos naturais dos cães é roer. Isso ajuda a manter seus dentes saudáveis, alivia o estresse e mantém seu cérebro ativo. No entanto, é fundamental oferecer ao seu pet opções seguras e saudáveis para roer. 

 

Oferecer mordedores naturais ao seu cão não apenas satisfaz suas necessidades instintivas, mas também o mantém entretido e evita que ele direcione sua mastigação para objetos inapropriados, como móveis ou sapatos.  

“Os mordedores Dipetti são feitos de materiais 100% naturais, como proteína bovina por exemplo. Eles são livres de produtos químicos prejudiciais e corantes artificiais, garantindo que seu cão possa desfrutar de um momento seguro e saudável. Além disso, esses mordedores são projetados para resistir a muitos momentos roendo, sendo boas opções de custo-benefício”, destaca Camila.

 

2. Alimentação Balanceada: A Base da Saúde Canina 

Uma alimentação adequada é essencial para a saúde do seu cachorro. Certifique-se de escolher alimentos de qualidade que atendam às necessidades nutricionais do seu pet. Cuidado para que os cães não comam comidas que são tóxicas, principal nas festas, como por exemplo uvas, cebola e chocolate.

Consultar um veterinário pode ajudá-lo a determinar a dieta mais apropriada para a raça, idade e nível de atividade do seu cão.

 

3. Exercício Regular: Mantendo Seu Cão Ativo e Saudável 

Cães precisam de exercício regular para se manterem saudáveis e felizes. Passeios diários, sessões de brincadeira e atividades ao ar livre são essenciais para o seu cão gastar energia e manter um peso saudável.

 

4. Atendimento Veterinário Preventivo 

Visitas regulares ao veterinário garantem que seu cão esteja com a saúde em dia. Vacinações, check-ups e prevenção de parasitas são parte fundamental dos cuidados veterinários.

 

5. Amor e Companhia: O Bem-Estar Emocional do Seu Cachorro

 

Por fim, mas não menos importante, ofereça amor, carinho e companhia ao seu cão. Cães são animais sociais que prosperam na interação humana. Dedique tempo para brincar, treinar e criar laços com seu amigão de quatro patas. 

Além disso, ficar atento à movimentação, pois nas festas os animais podem ficar mais agitados e até fugirem. Na hora dos fogos, procure deixar o pet em um ambiente mais tranquilo, se possível com uma música suave e com abrigo. 

“O principal estresse é a movimentação de pessoas que nessa época é maior nas casas dos tutores e os barulhos excessivos como fogos. Você pode oferecer o mordedor para o pet aliviar a tensão, gastando a energia na mordedura do petisco oferecido”, indica a médica veterinária.

 


Fontes:
Dipetti
Instagram: @dipettibrasil


Dra. Fernanda Binati - Médica Veterinária
Instagram: @vet_fernandabinati


Como a nutrição sob medida pode colaborar com a qualidade de vida de gatos com sensibilidades


 Divulgação/ROYAL CANIN®
Soluções nutricionais podem auxiliar pets com necessidades específicas e proporcionar bem-estar

  

Algumas sensibilidades comuns em felinos, como predisposição ao ganho de peso, apetite aparentemente insaciável, propensão à formação de bolas de pelo, predisposição à formação de tártaro, sensibilidade digestiva e questões relacionadas à saúde da pele e da pelagem podem gerar desconforto e, em alguns casos, até mesmo complicações à saúde. 

Gatos ligeiramente acima do peso, por exemplo, têm um risco aumentado de problemas de saúde graves, como diabetes. Além disso, a pelagem do gato também reflete a condição de saúde geral do felino, e bolas de pelo podem causar desconforto e, até mesmo, dificuldade de defecação e obstruções intestinais. Outro ponto importante se refere à sensibilidade digestiva que, se agravada, pode causar problemas gastrointestinais recorrentes, resultando em desconforto e má absorção de nutrientes essenciais. 

O primeiro passo para o tratamento é o tutor reconhecer essas sensibilidades. Se notado que o gato está ganhando peso, implorando por alimento, regurgitando bolas de pelo, apresentando sinais de desconforto digestivo ou fezes amolecidas ou pelagem opaca, é importante buscar orientação de um Médico-Veterinário para que o cuidado seja realizado desde o início. 

"Compreender que os pets são únicos e possuem necessidades individuais é essencial para garantir que tenham uma vida saudável e longeva”, comenta Letícia Tortola, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil. “Estamos comprometidos em ir além, não apenas oferecendo Saúde Através da Nutrição, mas também compartilhando conhecimento, para que os próprios tutores tenham condições de identificar os primeiros sinais de sensibilidades em seus pets, além de conscientizá-los sobre a importância das visitas regulares ao Médico-Veterinário”, complementa Letícia. 

A alimentação pode ter um papel importante para apoiar essas condições de saúde e colaborar com uma vida mais saudável aos gatos. Um alimento adequado e formulado para atender as necessidades nutricionais específicas de cada sensibilidade pode contribuir, inclusive, na redução dessas sensibilidades. 

De acordo com Priscila Coelho, tutora de gatos e consumidora de alimentos ROYAL CANIN®, a experiência com o alimento Controle do Apetite foi acima do esperado. “Meus gatinhos adoram tanto a ração úmida quanto a seca. Foi muito fácil a transição da antiga ração para a nova, e cito esse ponto, pois já tive dificuldade quando precisei trocar de ração. Apesar de ser super palatável, não fez com que os gatos pedissem o tempo todo, justamente o contrário. Senti que ficaram mais saciados e demoraram mais para pedir alimento. Pretendo agora manter essa linha para ter melhor controle do peso dos meus gatos”, conta. 

Para ajudar os tutores com soluções alimentares especiais, a ROYAL CANIN® desenvolveu a Linha Nutrição Saúde para Sensibilidade de Gatos. O portfólio conta com produtos desenvolvidos a partir de pesquisas e possui resultados comprovados para auxiliar na manutenção da saúde, agindo nos primeiros sinais de sensibilidade dos felinos. A linha conta com alimentos especificamente formulados para as sensibilidades mais comumente encontradas: Pele & Pelagem, Cuidado Digestivo, Bolas de Pelo, Light, Controle do Apetite e Cuidado Dental, e são indicados para os gatos adultos de 1 até 12 anos, inclusive castrados. Além das versões secas, também conta com versões úmidas, com diferentes texturas, e são ótimas opções para o Mix Feeding, que combina alimentos úmidos e secos e torna a rotina alimentar do gato ainda mais saborosa e nutritiva.

 

Selo Carbono Neutro

Os produtos ROYAL CANIN® das linhas Filhotes de Gato e Cães e Sensibilidades de Gatos, são certificados com o selo Carbono Neutro e contribuem para a melhoria da ação climática global. A neutralidade de carbono de cada produto é certificada pela SCS Global Services, de acordo com a norma de neutralidade de carbono PAS 2060 reconhecida internacionalmente, seguindo os critérios de transição para energias renováveis; formulação de receitas otimizadas em termos de carbono; produção de ingredientes mais inteligentes do ponto de vista climático; otimização da logística; e aquisição de créditos de carbono baseados na sua eliminação. Para compreender e monitorar a pegada de carbono, a ROYAL CANIN® acompanha as emissões de gases de efeito estufa de cada item, desde a sua concepção até o momento em que o produto é consumido pelos pets e a respectiva embalagem é descartada. 

Para mais informações sobre os alimentos da ROYAL CANIN® e as iniciativas sustentáveis da marca, acesse o site.

 


ROYAL CANIN
Para saber mais visite o site


Primeira fêmea de pinguim-imperador nasce no SeaWorld San Diego em mais de uma década


Parque é o único local no Hemisfério Ocidental a ter esta espécie ameaçada de extinção 

 

Em 12 de setembro nasceu, pela primeira vez desde 2010, uma fêmea de pinguim-imperador no SeaWorld San Diego. O parque é o único local no Hemisfério Ocidental onde podem ser encontrados pinguins-imperadores, o que torna este nascimento um evento a ser celebrado. A espécie está listada como ameaça de extinção pelo Endangered Species Act devido à perda de gelo Antártico e o crescente nível do oceano causado pelo aquecimento global.

 

"Trazer essa fêmea ao mundo e garantir sua sobrevivência e bem-estar tem sido um processo muito gratificante para mim e todo o Time de Avicultores do SeaWorld," disse Justin Brackett, Curador de Aves no SeaWorld San Diego. "Todas as decisões a respeito de seu bem-estar foram tomadas com enorme cuidado e consideração por nosso time de especialistas e veterinários. Nosso objetivo é aprender mais sobre ela e observar o desenvolvimento de sua personalidade de acordo com seu crescimento."

 

Um recente estudo científico encontrou baixas coberturas de gelo no Oceano Antártico, o que impacta negativamente as populações de pinguins-imperadores. Quatro de cinco colônias estudadas sofreram total fracasso em sua reprodução devido à falta de bancos de gelo. Os pinguins-imperadores dependem destes bancos, que são seus hábitats para reprodução, crescimento e muda. Filhotes recém-nascidos não possuem penas impermeáveis, necessárias para nadar ou sobreviver no oceano.

 

Katie Propp, Diretora Executiva de Operações na Penguins International, disse que “o desaparecimento de bancos de gelo tem se tornado mais frequente conforme nosso planeta continua a esquentar e vem causando um efeito devastador em populações de pinguins. A boa notícia é que há um futuro para essas espécies se continuarmos a combater o aquecimento global e apoiar organizações como o SeaWorld, que oferecem cuidado humano e mantêm a biodiversidade genética de pinguins-imperadores em suas instalações. Ver estes majestosos animais de perto e educar o público a respeito das ameaças que eles enfrentam é primordial para encorajar as pessoas a fazerem algo para salvar a população selvagem”.

 

O SeaWorld San Diego é o único local no ocidente fora da Antártica onde as pessoas podem ver pinguins-imperadores. O Penguin Encounter é lar para uma colônia de 17 destes pinguins, além de 300 de outras espécies como rei, gentoo, macaroni, face-manchada e adélia. A atração é um hábitat repleto de neve, a -4°C, onde os pinguins residentes podem nadar e interagir entre si. Uma colônia de pinguins-de-magalhães, de clima quente e nativa da América do Sul, vive em um hábitat fora do Encounter. O Penguin Encounter também é lar para quase 90 papagaios-do-mar e outras aves marinhas.

 

Sobre o SeaWorld

 

O SeaWorld é um parque temático de vida marinha, um zoológico e aquário certificado que proporciona experiências com significado enquanto inspira e ensina os visitantes de todas as idades a proteger a vida marinha. Ao receber milhões de visitantes todos os anos, os parques oferecem experiências enriquecedoras como encontros próximos com animais, atividades educacionais, atrações inspiradas da vida marinha, eventos especiais e muitas outras opções de entretenimento. Por mais de 60 anos o SeaWorld lidera ações de conservação da vida marinha dentro e fora de seus parques por meio de ciência, educação e cuidado humanizado aos animais, o que lhe rendeu certificação da American Humane e credenciamento pela Alliance of Marine Mammal Parks and Aquariums e pela Association of Zoos and Aquariums. O SeaWorld é uma das maiores organizações de resgate de animais marinhos do mundo e já ajudou mais mil animais até o momento. O SeaWorld Conservation Fund, fundação sem fins lucrativos criada em 2003, já destinou mais de U$20 milhões a quase 1400 organizações para ajudar projetos de pesquisa em todos os continentes. Uma parte do dinheiro arrecadado no parque é enviado ao fundo para apoiar esses projetos de conservação a longo prazo. O SeaWorld tem parques em Orlando, (Flórida), San Antonio (Texas), San Diego, (Califórnia) e Abu Dhabi (Emirados Árabes). O SeaWorld faz parte do portifólio de marcas de parques temáticos do SeaWorld Entertainment (NYSE:SEAS). Para mais informação, visite SeaWorld.com.


Quem é meu pet na escolinha? Personalidade de cães e gatos fica mais evidente quando tutores não estão por perto

Em casa ou na escola, pets têm mudanças de comportamento quando tutores estão ausentes; especialista desvenda algumas delas

 

Descobrir a personalidade de um cão ou gato quando o tutor não está presente requer observação atenta e sensibilidade para os sinais sutis que eles demonstram. Cada pet possui características únicas e, ao entender suas ações, comportamentos e expressões, é possível desvendar aspectos importantes de sua personalidade, o que contribui para uma relação mais enriquecedora e compreensiva entre eles e seus tutores. 

“Observar o comportamento de cães e gatos quando estão sozinhos nos ajuda a compreendê-los melhor. Isso pode ajudar o tutor a identificar sinais de ansiedade, como latidos excessivos, ou até mesmo problemas de saúde. Além disso, permite ajustar a rotina e proporcionar estímulos adequados, como brinquedos interativos e atividades enriquecedoras”, comenta Thiago Teixeira, diretor geral do Nouvet, um centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

No caso dos cães, quando se sentem à vontade e livres da presença do tutor, eles podem apresentar uma variedade de comportamentos. Alguns ficam mais independentes, explorando o ambiente com curiosidade, brincando ou procurando novos lugares para descansar. Outros podem apresentar sinais de ansiedade de separação, revelando aspectos mais sensíveis e cautelosos de sua individualidade. Podem buscar conforto em objetos, áreas que lembram o tutor ausente, exibir comportamentos repetitivos, como latidos excessivos, ou roer objetos. 

Já os gatos, sem a presença do tutor, viram senhores de seus próprios territórios, explorando cada canto e recanto com uma atitude curiosa e destemida. Podem buscar lugares altos para observar o ambiente ou se entregam sob os raios de sol que atravessam as janelas. Sua personalidade é evidente nas interações com outros bichinhos de estimação da casa. Alguns se tornam líderes territoriais, demonstrando confiança em sua relação com os demais companheiros peludos. 

Ao cuidar de um animal, é crucial considerar suas preferências e aversões. Por exemplo, um cachorro que gosta de brincar ao ar livre será mais animado e sociável, ao passo que um gato que prefere locais elevados terá uma personalidade mais tranquila e observadora. Também é importante notar os padrões de sono e atividade, já que animais mais enérgicos tendem a ser extrovertidos e exploradores, enquanto os mais calmos preferem momentos de descanso e observação. 

“A chave para descobrir a personalidade de um cão ou gato é a paciência e a observação de suas interações, comportamentos e preferências. Cada animal é único e, ao compreender, o tutor pode proporcionar um ambiente mais adequado e gratificante para eles, mesmo na sua ausência”, complementa Teixeira. 

Ambientes que respeitam os comportamentos dos pets são fundamentais para garantir o bem-estar e oferecer um tratamento humanizado para eles. Inclusive, o Nouvet possui sua própria escola para cães de todos os portes e idades, proporcionando conforto, segurança e aprendizados. A Escola Nouvet tem foco em recreação e correção de comportamentos, além de oferecer atividades ricas em estímulos cognitivos e físicos, respeitando a individualidade de cada aumigo.

 

Nouvet


8 Restaurantes pet friendly em São Paulo

Unsplash

Não é novidade que os pets ganharam um espaço especial nos corações e lares dos brasileiros. Segundo o Censo Pet IBP, divulgado pelo Instituto Pet Brasil, 149,6 milhões de animais de estimação vivem nas casas nacionais, número que apresenta um crescimento significativo.

A cidade de São Paulo, sempre antenada com as tendências e demandas de seus moradores, ampliou consideravelmente a lista de estabelecimentos que aceitam animais de estimação. Estes lugares, conhecidos como pet friendly, são ideais para aqueles que não querem deixar seu companheiro peludo em casa.

Marcelle Martins, proprietária do Restaurante Purana, localizado no bairro Pinheiros, disse que “acreditamos que a família não é composta apenas por seres humanos. Nossos animais de estimação são uma extensão de nossos lares, e queríamos que o Purana fosse um lugar onde toda a família, incluindo nossos amados pets, pudesse desfrutar. Ao criar uma varanda pet friendly, esperamos que nossos clientes sintam que estão trazendo toda a família para jantar”, destaca ela.

Aqui estão algumas dicas de restaurantes pet friendly:

  1. Purana: Localizado no charmoso e vanguardista bairro Pinheiros, o Purana destaca-se não só por sua culinária deliciosa e variada, mas também por sua postura amigável em relação aos animais. Em uma localização privilegiada, sua varanda é o ponto de encontro de muitos cãezinhos e seus donos. Além de um ambiente agradável, oferecem potinho de água e até mesmo uma caminha para os pets.
  2. Nonna Rosa: A Itália encontra São Paulo neste estabelecimento situado nos Jardins. Com uma varanda aconchegante, oferece água e petiscos para os pets, enquanto os donos podem aproveitar pratos saborosos e drinques.
  3. Bottega 21: Este bar moderno em Pinheiros é o local perfeito para desfrutar de bebidas com seu pet ao lado, graças à sua política acolhedora.
  4. Nouzin: A diversidade é o grande trunfo do Nouzin, onde os pets são livres para circular por todos os ambientes, incluindo um quintal arborizado que é o favorito da cachorrada.
  5. Red Coffee: Este estabelecimento no Alto da Boa Vista é a pedida certa para quem quer desfrutar de um café ou refeição em um espaço que acolhe animais na área externa.
  6. Esquina do Fuad: A experiência aqui é completa para os pets, com direito a ossinhos e bifinhos. E para aqueles que apenas passam na rua, há um potinho de água sempre à disposição.
  7. Paris 6: Com uma unidade pet friendly na Haddock Lobo, oferece a área externa para que os pets de todos os portes acompanhem seus donos. E claro, não se pode esquecer das deliciosas sobremesas.
  8. Santo Grão: O passeio com seu pet pode ser ainda mais especial se incluir uma parada em uma das unidades pet friendly do Santo Grão, seja na Oscar Freire ou no Itaim Bibi.

“Para nós, a ideia de ser pet friendly não é apenas uma tendência, mas um reflexo de nossa filosofia de hospitalidade. Vemos a alegria no rosto de nossos clientes quando eles percebem que podem trazer seus pets, e isso nos traz uma satisfação imensa. A varanda é um espaço onde todos podem relaxar e sentir-se acolhidos”, completa Thiago de Carvalho, sócio e proprietário do Purana.

Esta é apenas uma pequena seleção dos estabelecimentos que São Paulo oferece. O país como um todo, sempre em transformação, vem se adaptando cada vez mais às necessidades dos seus moradores e seus pets, mostrando que é possível desfrutar de momentos incríveis ao lado dos nossos melhores amigos de quatro patas. A tendência petfriendly veio para ficar e representa mais do que simplesmente aceitar animais nos estabelecimentos: é um reconhecimento de que nossos pets são parte integral de nossas vidas e famílias e merecem ser tratados com todo o carinho e respeito.


Notificação incompleta de acidentes com serpentes pode prejudicar ações em saúde, aponta estudo

A jararaca-do-norte (Bothrops atrox) é a espécie responsável
pela maior parte dos acidentes ofídicos no Maranhão
(
foto: Feroze Omardeen/Wikimedia Commons)
Levantamento feito no Maranhão, Estado com a segunda maior ocorrência de acidentes ofídicos no país, chama a atenção para a necessidade de treinar melhor os profissionais de saúde responsáveis por esses registros. Além de subsidiar pesquisas, dados mais confiáveis poderão orientar a distribuição de soro antiveneno 

Os acidentes ofídicos, como são tecnicamente chamadas as picadas de serpentes peçonhentas, ainda são um problema estrutural no Brasil e em outros países, sobretudo para populações rurais. Como parte da estratégia de enfrentamento ao problema, desde 1986 é obrigatória a notificação detalhada dessas ocorrências no Sistema Único de Saúde (SUS). A ideia é que os dados possam subsidiar ações de saúde, como a distribuição de soro antiofídico.

No entanto, um estudo publicado hoje (06/10) na Revista da Sociedade Brasileira de Medicinal Tropical mostra que esses formulários nem sempre são totalmente preenchidos, além de conterem informações provavelmente incorretas, dada a incoerência entre sintomas mencionados e a espécie que provocou o acidente.

O trabalho identificou 17.658 casos entre 2009 e 2019 e chama a atenção para a necessidade de treinamento dos profissionais de saúde na notificação dessas ocorrências.

“Os profissionais da saúde não são treinados para o preenchimento adequado das fichas compulsórias de notificação, o que dificulta o planejamento de saúde pública para esse tipo de acidente. Além disso, falta conhecimento sobre as espécies mais comuns e os sintomas provocados”, afirma Sâmia Caroline Melo Araújo, primeira autora do estudo, realizado durante seu mestrado na Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

Por isso, as autoras defendem ações de curto prazo para treinar os profissionais de saúde no reconhecimento dos acidentes ofídicos de espécies clinicamente importantes, além da promoção de um atendimento adequado ao paciente e preenchimento correto dos formulários de notificação obrigatória de acidentes ofídicos. Com isso, as pesquisas sobre o assunto poderão avançar.

“Existem dados nacionais e mundiais sobre essa questão, mas são de pelo menos cinco anos atrás. O maior problema é que os trabalhos são feitos com dados incompletos, uma vez que esse tipo de acidente não é notificado ou é subnotificado. Notamos que no Maranhão, segundo Estado com maior número de ocorrências desse tipo no Brasil, o problema se repete”, conta à Agência FAPESP Thaís Guedes, pesquisadora do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp).

Atualmente, Guedes coordena o projeto “Evolução e biogeografia da herpetofauna: padrões, processos e implicações para a conservação em cenário de mudanças ambientais e climáticas”, apoiado pela FAPESP. Um dos objetivos do projeto é justamente o mapeamento de áreas de risco de acidentes ofídicos no Brasil (leia mais em: agencia.fapesp.br/40749/).


Zona rural

O levantamento revelou que a maior parte (66%) das vítimas de picadas de serpentes vivia na zona rural, onde também aconteceu a maioria dos acidentes (82%). Do total de ocorrências, 535 (3% das fichas) não dispunham de informação sobre o local de residência das vítimas e 425 (2%) da região onde ocorreu o acidente.

A profissão da vítima era, na maior parte das vezes (45%), trabalhador rural, embora em 31% dos casos não houvesse informação da ocupação. A imensa maioria era de homens (77%).

As serpentes que mais causaram acidentes foram as jararacas (gênero Bothrops, em 67% dos casos), seguidas de cascavéis (gênero Crotalus, 24%) e uma pequena parte de corais (Micrurus) e surucucus (Lachesis), cada uma respondendo por 1% dos casos.

As picadas foram majoritariamente (53%) nos pés e 10% nas mãos. A maioria (58%) das vítimas recebeu atendimento em até três horas após o acidente, tempo limite para diminuir as chances de agravamento do quadro e de morte. Provavelmente por isso a maioria dos envenenamentos foi leve (52%), com 81% das vítimas tendo se recuperado. O desfecho foi a morte em apenas 1% das ocorrências (139 casos).

As principais associações ocorreram entre severidade do envenenamento, idade da vítima, gênero da serpente e tempo entre a picada e o cuidado médico. Pessoas entre 51 e 60 anos tiveram mais chance de desenvolver casos graves, seguidas por vítimas acima de 60 anos.

As pesquisadoras ressaltam, porém, que o número de casos é provavelmente subestimado, algo comum nesse tipo de acidente não apenas no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 4,5 milhões e 5,4 milhões de pessoas são picadas por serpentes anualmente. Desse montante, até 2,7 milhões desenvolvem sintomas, enquanto entre 81 mil e 138 mil morrem de complicações decorrentes do acidente.

Segundo documento da agência da Organização das Nações Unidas (ONU), grupos de alto risco incluem, além de trabalhadores rurais, pescadores, caçadores e crianças que trabalham. No estudo brasileiro, a segunda profissão mais declarada pelas vítimas era “estudante” (16%).

“Observamos que grande parte dos acidentes no Maranhão aconteceu durante os meses de janeiro e março, quando ocorre um período de grande atividade rural, possibilitando o encontro dos seres humanos com as serpentes. Estima-se que o uso de botas, perneiras e luvas pelos trabalhadores rurais reduza até 90% dos acidentes com serpentes de importância médica. O atendimento e a notificação feitos de forma adequada podem reduzir o número de vítimas com sequelas e mortes”, encerra Guedes.

O artigo Snakebites in Northeastern Brazil: accessing clinical epidemiological profile as a strategy to deal with Neglected Tropical Diseases pode ser lido em: www.scielo.br/j/rsbmt/a/KpJpFxDdHMkc3H4D5WWf9Cr/?lang=en#.

 

André Julião
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/notificacao-incompleta-de-acidentes-com-serpentes-pode-prejudicar-acoes-em-saude-aponta-estudo/49924


Alimentação canina: entenda a importância dos alimentos indicados para cães filhotes e idosos

Escolha dos nutrientes certos para cada fase da vida dos pets contribui para o aumento da expectativa de vida 

 

É muito comum encontrar, nos petshops brasileiros, tutores que focam no preço ao buscar alimentos para seus pets, deixando de lado especificações importantes do produto, sem avaliar se aquele item é indicado para a raça e idade do animal. “Uma grande falha”, revela Guilherme Contiero, médico-veterinário da Special Dog Company, uma das maiores empresas de pet food do Brasil.

Segundo o especialista, os cães filhotes estão em plena fase de desenvolvimento, com o metabolismo acelerado, e necessitam de uma alimentação específica. “Nesta fase precisam de um produto que forneça um maior teor de energia e de proteína, que auxiliam no suporte deste desenvolvimento”, explica.

Já os idosos não têm o mesmo gasto energético, e, normalmente, são animais mais letárgicos. “Eles precisam de um alimento com menor teor calórico, pois o excesso pode causar sobrepeso, e, por consequência, malefícios à saúde”, comenta Contiero.


Falhas na escolha da nutrição animal

É muito comum que os tutores se deixem levar pela “satisfação imediata do pet” e acabem adquirindo alimentos que podem comprometer a qualidade de vida dos cães, a médio e longo prazo. Uma situação corriqueira, por exemplo, é dar alimentos de filhotes para cães idosos, imaginando que os grãos menores facilitarão a mastigação:

“Essa prática é desnecessária, afinal, os produtos para cães sêniores já contém partículas que auxiliam no ‘ponto de quebra’, sendo adequados para os dentes sensíveis dos animais mais velhos. Ou seja, além de todos os benefícios nutricionais que o alimento para a fase adequada do cão apresenta, os grãos ainda se quebram mais facilmente”, destaca o médico-veterinário da Special Dog.

Outro erro muito recorrente é o consumo de produtos por partes dos cães idosos com alto nível de fósforo, um mineral essencial para a nutrição dos animais, porém indicado em menor quantidade neste período da vida do cão, pois a longo prazo, pode ser prejudicial aos rins.

Para os filhotes a questão é contrária. As exigências nutricionais de fósforo e cálcio são superiores em relação a fase adulta e sênior, fator importante para esta fase de desenvolvimento”, exemplifica.


Confira abaixo mais detalhes sobre quais nutrientes específicos e que devem ser priorizados em cada fase da vida do seu pet:

Para os cães filhotes, procure por produtos com DHA, um componente proveniente das fontes de ômega 3 e que tem ação no desenvolvimento cognitivo do pet. O ingrediente auxilia no aprendizado e na memória dos cães em fase de crescimento.

Para os cães idosos são indicados produtos que contenham Taurina e Vitamina C. A Taurina é um aminoácido essencial para a visão e para as células do coração, sendo importante suporte aos cães na fase sênior. Já a Vitamina C, é um importante antioxidante natural, que auxilia no combate de radicais livres, resultando em um envelhecimento saudável aos cães idosos.

Vale lembrar que a “fase filhote” é considerada até 1 ano de idade para cães de pequeno e médio porte e até 1 ano e meio para cães de grande porte. Já a “fase adulta” é considerada a partir de 1 ano de idade para cães de pequeno e médio porte e a partir de 1 ano e meio para cães de grande porte. A “fase sênior” é contabilizada a partir dos 7 anos de idade para ambos os portes.

“Uma boa nutrição, com os ingredientes e benefícios específicos para cada fase da vida, é essencial para o bem-estar e manutenção saudável dos pets, favorecendo a prorrogação da sua expectativa de vida”, finalizou.

 


Portal Pet
https://www.specialdog.com.br/portalpet


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