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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Fake ou real: como transmitir segurança para as pessoas na internet?



E-mail, SMS, imagens virais no WhatsApp. As tentativas de golpe na internet chegam pelos mais diversos meios, em busca de um usuário desatento a quem possam fazer de vítima. Os riscos podem variar de roubo de dados, clonagem do aparelho celular e até de contas bancárias. Sabendo da quantidade de pessoas mal intencionadas na web, como é possível ter confiança de que uma campanha é verdadeira?

Imagine receber uma mensagem falando que você tem direito ao pagamento de uma quantia em dinheiro e que, para isso, precisará fornecer seus dados pessoais e bancários. Até o mais distraído dos usuários vai desconfiar. Acaba prevalecendo o antigo ditado de que “quando o milagre é demais, até o santo desconfia”.

E, claro, há motivos para desconfiar: segundo uma empresa especializada em segurança digital, desde o início da quarentena, em março, houve 24 milhões de tentativas de golpes na internet, a maioria usando o coronavírus como armadilha. Os criminosos aproveitam que muitas pessoas estão em casa, passando mais tempo online, e veem a oportunidade de atacar.

Porém, não se pode esquecer que, hoje, a internet é a principal maneira pela qual as pessoas se comunicam e as ideias conseguem viralizar. Grupos de WhatsApp reúnem moradores de um bairro para avisar sobre ondas de assalto e movimentações suspeitas nas ruas, por exemplo. Pequenos empreendedores se fortalecem ao indicar os trabalhos uns dos outros pelas comunidades de Facebook. Ou mesmo lojas no Instagram aumentam seu número de seguidores ao divulgar alguma promoção ou sorteio. Entre diversas campanhas online, há sempre aquelas com o poder de ajudar o usuário e é preciso estar atento para diferenciá-las das maldosas.

Neste ano, lançamos a campanha Trabalhou Tem Direito, que tem a nobre missão de localizar mais de 7 mil ex-funcionários do McDonald’s que não receberam o pagamento do PPR (Programa de Participação nos Resultados) proporcional ao período trabalhado. Com a pandemia, entregar estes valores em dinheiro se tornou ainda mais importante, tendo em vista o momento de dificuldade econômica em que se encontra boa parte das famílias brasileiras.

O que observamos desde o início é justamente esse receio em acreditar que, de fato, há um pagamento a ser recebido. Muitos ainda não conhecem o trabalho do sindicato e acabam realmente confiando na campanha depois de confirmar com antigos colegas ou pessoas que também foram beneficiadas. Mas não é o caso de todos, então continuamos tentando transmitir uma mensagem verdadeira e confiável.

Acreditamos que por trás de toda campanha, empresa ou ação na internet existem pessoas. Um ser humano é capaz de despertar no outro empatia, segurança e credibilidade. A internet deve ser usada a nosso favor! Na comunicação com o público, não devemos nos esconder. A atuação do sindicato deve ser no meio digital como sempre foi nos espaços públicos: um ambiente de diálogo, troca de experiências, conversas e discussões que visem a conquista de direitos. Por isso, toda nossa estratégia é focada em mostrar vídeos de pessoas que receberam o benefício, espaços de perguntas e respostas e, mais recentemente, ampliação do alcance por meio das redes sociais.

Devemos estar onde os trabalhadores estão. Conversar com eles da mesma forma como conversamos pessoalmente. Diminuir a distância a que fomos submetidos e nos reinventar para ajudá-los neste momento. Isso é o que transmite confiança: saber que, do outro lado, não há uma máquina ou alguém de caráter duvidoso, mas um aliado na luta pelos trabalhadores, com um histórico de conquistas em prol do coletivo. Assim, conseguiremos alcançar todos os beneficiários da campanha e reinventaremos o papel do sindicato nos dias atuais.



Trabalhou Tem Direito | www.trabalhoutemdireito.com.br
A campanha Trabalhou Tem Direito é resultado de um acordo judicial firmado entre o Sinthoresp e a Arcos Dourados, operadora do McDonald’s, que beneficiou cerca de 7 mil ex-funcionários da rede de fast-food o pagamento do PPR (Programa de Participação nos Resultados) proporcional ao período trabalhado. Mais de 3,5 mil trabalhadores já foram localizados e receberam o PPR, que pode variar de R$ 50 a R$ 1,8 mil.




Antonio Carlos Lacerda - gerente jurídico do Sinthoresp (Sindicato dos Trabalhadores de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo e região).


Ministério do Turismo ofertará cursos de línguas estrangeiras para guias e condutores


Serão ofertadas mais de 4,2 mil vagas em cursos de inglês e espanhol para os profissionais


Os guias e condutores de turismo de todo o Brasil terão mais uma oportunidade de qualificação profissional. Agora, em línguas estrangeiras. Isso porque o Ministério do Turismo fechou um acordo de cooperação com o Instituto Federal do Tocantins (IFTO), a Federação Nacional dos Guias de Turismo (Fenag) e com o Conselho Municipal de Turismo de Alto Paraíso (GO) para ofertar cursos de inglês e espanhol para estes profissionais. Ao todo, serão oferecidas mais de 4,2 mil vagas para os parceiros. 

De acordo com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a disponibilização destes cursos será uma importante aliada na retomada do turismo. “Cada vez mais, o mundo tem buscado um maior aperfeiçoamento para atender às demandas que surgem no dia a dia, principalmente em nosso segmento. Para isso, estamos trazendo mais estas oportunidades para estes profissionais, pois sabemos que a qualificação será uma das molas para que o setor turístico volte com tudo após este período que passamos”, concluiu.

Do total de vagas, 70% serão direcionadas para a oferta de cursos de inglês e os outros 30% para espanhol. Além disso, serão disponibilizadas mais de 2,8 mil oportunidades para os guias de turismo atendidos pela Fenag, 1.180 para os condutores que atendem os visitantes dos parques nacionais coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e 210 para os condutores da região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Os processos de seleção serão realizados pelas instituições.

A previsão é que a partir de agosto, os condutores já possam iniciar as qualificações. Em outubro, será a vez dos guias de turismo. De acordo com o termo de cooperação, as entidades parceiras ficarão responsáveis por monitorar a realização e a conclusão dos cursos por parte dos interessados.

A qualificação no turismo é um dos pilares trabalhados pelo Ministério do Turismo para a melhoria da qualidade dos serviços como diferencial competitivo para o país como destino turístico. Diante disso, além dos cursos já ofertados, o MTur vem conjugando esforços por meio de parcerias, no sentido de identificar novas ofertas de ensino a distância e gratuitas, junto a instituições públicas de ensino, do Brasil. O objetivo é ofertar, de forma ampla, cursos em diversas áreas de atuação que atendam aos variados segmentos e os diversos profissionais da cadeia produtiva do setor.



Pluralidade de pensamentos aumenta lucratividade na empresa



Uma das principais tendências no mercado de trabalho hoje é a promoção da diversidade e da inclusão no ambiente corporativo. Falamos tanto sobre esse tema, mas nem sempre tratamos da diversidade de pensamento; não é verdade? As empresas e lideranças mais estratégicas já têm se apropriado desse aspecto e, consequentemente, obtido resultados fascinantes. Além disso, as gerações mais novas estão chegando, ocupando cargos de chefia e reivindicando mudanças na gestão de pessoas.

Diante desse novo cenário, é importante ter em mente que houve um tempo em que era muito frequente as empresas exigirem profissionais de faculdades de primeira linha ou que tivessem participado de algum programa no exterior. Agora isso não é mais válido, até porque novas ideias surgem de todos os níveis, sejam hierárquicos sejam sociais. É preciso que os gestores estejam atentos a isso, uma vez que quanto maior for o nível de diversidade de uma equipe, mais ampla será a gama de ferramentas e informações para resolver problemas de forma eficaz.

Portanto, proporcionar diversidade aos times dentro das empresas é muito importante, porém não é tarefa fácil. Um dos maiores desafios da sociedade e, consequentemente, das corporações é administrar a multiplicidade de pensamento. Afinal, quase ninguém gosta de ser questionado. Nas últimas eleições no Brasil, isso ficou muito claro com a enorme polarização, cada qual com suas certezas e verdades. Para garantir a pluralidade, é fundamental saber ouvir, ter empatia e, sobretudo, mente aberta para mudar sempre que necessário. É exatamente neste momento que se configura a bela oportunidade de traçar novos caminhos.

Como diria a ex-senadora de Nova Iorque, Hillary Clinton, “o que temos que fazer é encontrar uma maneira de celebrar a nossa diversidade e debater nossas diferenças, sem fraturar as nossas comunidades”. Assim, é necessário que o líder reúna o máximo de competências e habilidades para gerenciar times cada vez mais multidisciplinares. Se, antes, as respostas vinham sempre dos líderes, hoje isso já não é algo recorrente. Especialmente em um mundo “VUCA”, ou seja, volátil, incerto, complexo e ambíguo, todos participam das decisões, com sugestões sobre o business, o mercado, as tendências e o que pode ser mudado.

Os líderes da atualidade deixaram de lado o ego para criar conexão e empatia; trocaram respostas por perguntas, uma vez que ninguém sabe tudo. Além disso, esse tipo de atitude proporciona um ambiente mais colaborativo. Todavia, cabe ao gestor envolver o máximo de pessoas possíveis para, juntos, descobrirem e construírem novas propostas e projetos. Desta forma, é instaurada uma liderança envolvente, com uma escuta ativa e com engajamento, o que propicia um senso de equipe mais profundo para que todos compartilhem a solução de problemas.

Por fim, a grande relevância da diversidade no ambiente empresarial reforça outro ponto fundamental: a necessidade de mudança no currículo das escolas e no modus operandi da educação pelos pais. As crianças precisam ser apresentadas a uma pluralidade de pensamento, sem juízo prévio sobre o que é certo ou errado. Ou seja, um conteúdo a ser sempre questionado, construído e remodelado. Afinal de contas, assim é a vida.





David Braga - CEO e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte.



STF reconhece profissão de optometrista


Optometrista é responsável pela avaliação primária da saúde visual da população e capaz de detectar alterações de acuidade visual, visão cromática, alterações na visão binocular e campo visual 
Crédito: Pixabay



A exemplo do que acontece no exterior, prescrição de lentes de grau não é mais exclusividade de médicos no Brasil


O Superior Tribunal Federal (STF) reconheceu recentemente o processo de inconstitucionalização dos decretos 20.931/1932 e 24.492/1934, que proibiam profissionais optometristas de constituírem consultórios e emitirem prescrições de óculos, acompanhando o entendimento da Lei n° 12.842/2013 de que a prescrição não é ato privativo de médico e recomendando que o Congresso regulamente de forma plena a profissão de optometrista, a fim de que a atuação dos profissionais tenha segurança jurídica. A decisão baseia-se principalmente no fato de os cursos superiores em Optometria no Brasil serem regulamentados pelo MEC desde 1996 e no fato da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) já reconhecerem o papel do optometrista no atendimento da saúde visual.

Responsável pela avaliação primária da saúde visual e ocular da população, o optometrista é capaz de detectar alterações de acuidade visual, visão cromática, alterações na visão binocular e campo visual. O profissional trabalha na prevenção de doenças oculares e na correção e compensação de erros de refração, como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Trabalha ainda com a terapia visual, definindo e executando condutas terapêuticas não invasivas e não medicamentosas.

Embora ainda pouco conhecida no Brasil, a profissão de optometrista é muito comum em países como Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, onde é reconhecida desde 1897, por exemplo. Nesses países, onde a cultura da saúde visual está bem estabelecida, as profissões do óptico, optometrista e médico oftalmologista trabalham de forma clara e complementar, cabendo ao optometrista o atendimento primário da população e o encaminhamento ao oftalmologista para casos de média e alta complexidade.

Estima-se que, no mundo, 314 milhões de pessoas apresentem dificuldade visual. Já no Brasil, cerca de 14,5% da população apresenta alguma deficiência e, destes, 48,1% são deficientes visuais. Ou seja, quase 12 milhões de pessoas têm comprometimento parcial ou total da visão no País. A OMS relata que 75% de toda a cegueira é tratável ou evitável e que a optometria é a primeira barreira para evitar a cegueira. “Não há um volume de oftalmologistas suficiente para suprir as necessidades de atendimento à saúde ocular da população. Um paciente que chega hoje a uma Unidade Básica de Saúde é atendido por um clínico geral e, se necessário, encaminhado para um atendimento especializado, o que deve demorar de seis meses a dois anos, isso se existir esse tipo de atendimento na região onde mora”, revela o vice-presidente do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná, Franklin Kerber.

Atualmente, pelo menos 100 profissionais se formam por ano nos cinco cursos de nível superior disponíveis no Brasil, número que tende a crescer a decisão do STF. Criado há 21 anos, o curso superior em Optometria, ofertado na Universidade de Contestado, em Canoinhas (SC), já mudou a realidade da população local: mais de 26 mil atendimentos foram realizados, zerando as filas de espera da população. “É mais fácil e rápido formar optometristas para oferecer o atendimento primário necessário da população e, assim, reduzir os índices de problemas oculares no País”, comenta Kerber.



JOVENS VÊEM CARREIRAS IMPACTADAS PÓS-COVID


Pesquisa realizada pelo Nube mostra como os mais novos enxergam o impacto da crise no futuro profissional

O mercado de trabalho vem tentando se adaptar às mudanças provocadas pela pandemia do novo coronavírus. Entretanto, uma dúvida capaz de deixar muitos profissionais incertos é como será o futuro, depois do fim da crise? Pensando nisso, o Nube - Núcleo Brasileiro  de Estágios fez uma pesquisa e questionou: “com o fim da pandemia, sua carreira ainda será impactada?”. No total, 16.900 jovens entre 15 e 29 anos participaram.

O estudo foi realizado entre 8 e 19 de junho e para 34,2% (ou 5.784) dos entrevistados, a concorrência aumentará muito e as exigências também. De acordo com a recrutadora do Nube, Marianne Lisboa, a orientação é investir em habilidades e técnicas complementares para seu ramo. “É preciso verificar os aspectos mais procurados no setor de atuação do candidato e fazer um auto questionamento de como estão os conhecimentos nos principais temas do cotidiano corporativo. Vale lembrar como cursos de idiomas, softwares e projetos voluntários aliados a uma boa comunicação sempre serão diferenciais importantes”, sugere.

Segundo outros 26,2% (4.425) participantes, ficará mais difícil conseguir uma vaga na área de formação. “Apesar do impacto da crise, é importante entender como cada nicho terá perspectivas diferentes. Por isso, acompanhar as notícias é essencial. Enquanto alguns segmentos estão diminuindo o número de colaboradores, outros estão em pleno vapor”, explica a especialista. Entretanto, se a pretensão é justamente em um dos mercados mais afetados, vale lembrar: “bons talentos sempre são necessários e quanto mais investimento for aplicado em capacidades, melhor isso será para o currículo”.

Na visão de 16,2% ou 2.735 deles, a dificuldade em encontrar uma colocação “depende, para quem buscar mais conhecimentos fora da sala de aula, não”. “Muito se fala atualmente das profissões do futuro e como muitas delas ainda não existem. Quando um estudante ingressa no universo empresarial, ele também começa a perceber como a prática se difere da teoria da sala de aula. Portanto, é importante entender as novidades do mundo dos negócios, pois torna-se necessário, além de aprender, também “desaprender”, ou seja, estar aberto a mudanças e ser mais flexível com a transformação”, orienta Marianne.

Já 11,8% (2.001) discordam e garantem: sempre há muito espaço para novos profissionais. O estágio e a aprendizagem abrem muitas portas para os mais novos, mas isso não necessariamente garante um lugar para quem não se prepara. “Apesar desses tipos de vagas não exigirem experiência, é necessário mostrar iniciativa. Afinal, ninguém pretende contratar um indivíduo desinteressado. Por isso, é crucial entender como  a falta de vivências anteriores não está ligada à ausência de sabedoria, então se preparar é fundamental”, explica a recrutadora.

Outros 11,6% (1.955) vêem o momento como passageiro e disseram: “o mercado voltará a ser como antes”. Entretanto, Marianne alerta como os estabelecimentos e instituições terão debates sobre o futuro. “Durante esse tempo desafiador, algumas formas de trabalho, como o home office, por exemplo, foram evidenciadas. O vital é entender como diversas discussões surgiram e ainda irão vir a partir disso. O universo organizacional em si está em constante movimento. Algumas inovações demoram, outras são rápidas, mas adaptações sempre surgem conforme a demanda”, defende.

Nesse sentido, se preparar para o “novo normal” é essencial. “Percebemos como é importante aliar-se à tecnologia e como existem ferramentas facilitadoras para isso. Essa época pode ter sido um grande desafio emocional para muitos. Desse modo, buscar práticas de autoconhecimento para entender melhor nossas potencialidades e limites será sempre um passo imprescindível para a nossa saúde mental”, conclui.



Marianne Lisboa, recrutadora do Nube
www.nube.com.br


Como produzir um conteúdo assertivo para a campanha eleitoral


A produção de um texto coeso e eficiente para alavancar a campanha e ganhar reconhecimento é essencial.

O objetivo de qualquer meio de comunicação é que sua mensagem seja entregue e compreendida pelo destinatário. Por exemplo, quando você manda uma mensagem para alguém, o seu objetivo é que a outra pessoa receba e entenda a mensagem como você a mandou.

No entanto, o que parece ser uma coisa simples, às vezes, pode se complicar. Sirley Machado Maciel, professora de oratória, palestrante, analista comportamental e presidente do INTREPEDS, apresenta, “Escreveu não leu, pau comeu”, este é um ditado popular que resume bem os problemas que podem ocorrer quando a sua mensagem não é recebida e/ou compreendida pela outra pessoa, como, também, pode ser interpretada de maneira errada”.

Assim, para evitar problemas nas comunicações é preciso estar atento em alguns pontos, os quais Sirley destaca:

Visão de mundo e linguagem: Qual é a visão de mundo, as crenças e valores de seu destinatário? Com que linguagem ele está familiarizado?

Conhecer o público-leitor é fundamental para conseguir uma comunicação assertiva com este. Dessa forma, escrever um texto para um público jovem, público leigo ou um especialista da área acabam sendo realidades bem diferentes. Então, ficar atento a adequação da linguagem é indispensável. Às vezes, uma simples vírgula colocada no lugar errado, ou não colocada, muda completamente o sentido para quem lê. Na escrita, é importante mostrar respeito para com seu público alvo.

Cuidado com as fontes e referências: As fontes e referências que você consultou são verídicas e confiáveis? Elas partilham da mesma visão de mundo sua e do seu público-leitor?

Então, “É fundamental fazer uma pesquisa prévia sobre o assunto e o tema, antes de começar a colocar as suas ideias no papel; porém, fiquem atentos: estamos em tempos de fakenews e, tudo o que você pesquisa, precisa ser confiável, coeso e verdadeiro” reforça a gestora.

O processo de comunicação não é o que está sendo dito, mas sim, o que o destinatário entende. Outro cuidado com relação às fontes é citar elas e, corretamente.

Coerência, clareza e lógica: A primeira coerência que é necessário se ter ao escrever um texto é com sua visão de mundo, suas crenças e seus valores.

Não faz sentido, e passa desconfiança, um texto de alguém que, sabidamente tem determinadas crenças e convicções, escrever algo completamente oposto a elas. A sinceridade e a honestidade geram confiança. A segunda coerência necessária em um texto é que ele não pode começar afirmando alguma coisa e, no meio, ou no final, afirmar algo completamente diferente ou contrário. Realize a estrutura básica de uma redação: introdução, desenvolvimento e conclusão.

Faça várias versões antes da final: Quando for escrever um texto, identifique o assunto e o tema sobre o qual quer escrever. Identifique duas ou três palavras chave que você considera fundamental tratar sobre o tema que escolheu. Elas servirão de guia para você não fugir do tema, nem ficar falando da mesma coisa de maneiras diferentes.

Fuja das fórmulas prontas e desenvolva o seu estilo: É fundamental que você desenvolva o seu estilo de escrever. As pessoas ao lerem seu texto, precisam identificar você, suas características e estilo. Conhecendo seu público alvo, você saberá qual a melhor linguagem a ser adotada.

Cuidado com a gramática: As normas gramaticais não servem apenas para deixar o texto mais gostoso de ser lido. Elas evitam, inclusive, que o leitor entenda de maneira diferente aquilo que você quer dizer.

Além do que, “Um texto bem escrito demonstra, para o público alvo, que você foi cuidadoso e se preocupou com ele no momento em que estava escrevendo. Se quando falamos precisamos tomar cuidado com as concordâncias gramaticais, imagine quando escrevemos. Assim, se tiver dúvidas, peça para uma outra pessoa com conhecimento de escrita para revisar seu texto” ressalta Sirley.

Assim, o candidato terá produzido um conteúdo previamente estudado, elaborado, coeso e assertivo, tópicos essenciais para se lançar no ramo político com reconhecimento e credibilidade atrelados ao nome.




INTREPEDS – Instituto de Treinamento, Pesquisa e Desenvolvimento do Ser
Sirley Machado Maciel - Analista comportamental, terapeuta e escritora
Facebook: Intrepeds.Desenvolvimento
Cel: (41) 99996-7063
Facebook: Sirley Machado Maciel Intrepeds

6 tendências para profissões do futuro


Pesquisa aponta que mercado de trabalho exigirá pessoas com alto grau de formação


O McKinsey Global Institute (MGI) realiza pesquisas sobre os impactos da pandemia do novo coronavírus nos empregos e profissões. Segundo os estudos, a Europa vinha apresentando os melhores resultados de emprego e renda até a chegada da doença. No atual contexto pandêmico, a queda de emprego e renda local varia entre 18% e 30%, com maior incidência em atividades que exigem habilidades físicas e manuais, impactando diretamente os trabalhadores menos instruídos, jovens e homens que podem ter suas funções substituídas pela automação. Estes têm maior probabilidade de perder o emprego.

“Em outras palavras, ser jovem e ter menos que o ensino médio, significa ficar mais tempo sem poder ingressar no mercado de trabalho automatizado, focado no uso intensivo de tecnologias digitais”, explica Elton Schneider, diretor da Escola Superior de Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Schneider explica que o trabalho administrativo ou de escritório, será realizado a distância, muito provavelmente nas casas, pela internet; as pessoas que trabalharão em atividades físicas nas empresas, terão alto grau de formação, conhecimento e domínio de tecnologia, altas habilidades matemáticas e estatísticas para o trabalho com big data. “Os trabalhadores da indústria terão como conhecimento básico exigido, os conhecimentos em computação, robótica e mecatrônica como bases cientifico tecnológicas, ao mesmo tempo em que, precisarão de altas habilidades cognitivas, sócio emocionais, de treinamento e desenvolvimento humano, bem como, a capacidade de gerenciar projetos e equipes a distância”, afirma.

A MGI prevê um crescimento de 39% na procura por profissionais com conhecimento tecnológico no período pós-pandemia. “Engenheiros de produção, computação, eletrônica, mecatrônica, analistas de sistemas e outros mais que já estavam em falta, vão continuar em falta”, explica o diretor da Uninter. Para pessoas com habilidades em gerenciamento de equipes e projetos, treinamento e desenvolvimento, o crescimento será de 30%. Pessoas com altas habilidades cognitivas, capacidade de aprender com tecnologia, domínio de matemática e estatística, 28%.

As áreas com potencial de empregos estarão voltadas aos profissionais com alto grau de formação, ou seja, graduação, pós-graduação, dupla graduação, para o desenvolvimento de novas habilidades. De acordo com Schneider, as profissões atuais de engenheiro, administrador, contador, jornalista e professor não irão desaparecer, mas exigirão dos profissionais que estão no mercado novas competências:


1 – Competências digitais: não se trata de saber usar Excel, Word e Power Point, mas de saber usar a tecnologia e seu potencial para automatizar processos, realizar reuniões virtuais, produzir conteúdo virtual, gerir equipes virtuais, se comunicar por áudio, vídeo e texto. 



2 – Habilidades de comunicação virtual: se a comunicação já era importante antes, imagine agora que além da escrita, será preciso domínio de técnicas de oratória para áudio e vídeo, domínio de captura e edição de imagens, da produção de animações e de material gráfico para o seu negócio visando o comércio e relacionamento virtual;



3 – Automação e digitalização dos negócios: cada vez mais as empresas serão automatizadas e virtuais, em termos de processos, de produtos, de serviços e principalmente de atendimento ao cliente, via sites de e-commerce, chat boots de atendimento, aplicativos de inteligência artificial, não precisamos ser desenvolvedores, mas precisamos ser bons selecionadores de tecnologias que permitirão a criação de negócios virtualizados;



4 – Aprendizagem ao longo da vida, para a vida: embora seja um tema discutido há bastante tempo, vive-se em época de transformação digital, aprender sempre e durante toda vida, tornar-se-á uma necessidade. Não existem mais profissões eternas, nem empregos eternos, existe a eterna mudança;


5 – Desenvolvimento de Equipes Virtuais SEAMA – (Sócio / Emocional / Afetivas / Motivadas / Aprendentes): se gerenciar equipes já era desafiante, agora torna-se um dos 13 trabalhos de Hércules (aumentou um), uma equipe precisará mais que atingir metas de desempenho, necessitará de apoio em suas relações sociais, em suas emoções em relação ao emprego, ao trabalho, com outras pessoas e a família. Mesmo em casa, o ser humano precisa de afeto e carinho daqueles que trabalham e comungam dos mesmos objetivos e sonhos; a motivação será impactada por um ou todos estes fatores ao mesmo tempo, isto tudo sem falar, que a aprendizagem se fará necessária a toda hora e a todo o tempo;



6 – Áreas do conhecimento que o profissional precisa conhecer: 

Inteligência Artificial – AI, Internet das Coisas – IOT, Big Data, Business Inteligence – BI, Blockchain, Indústria 4.0, Automação, Gestão Eletrônica de Documentos – GED, Marketing Digital, E-Commerce, Omnichannel, Compliance, Global Trading, Coaching, entre outros.

De acordo com o estudo da MGI, um dos maiores efeitos da transformação digital virá na modificação da forma como são realizadas as atividades e trabalhos, na forma como se exercem as profissões. “As funções não deixarão de existir, vamos fazer mais, vamos fazer diferente, as máquinas serão responsáveis por muito do que fazemos atualmente, precisamos utilizar o tempo liberado para atividades de maior valor agregado, de maior inteligência aplicada, para atividades de maior relacionamento interpessoal, para fazermos aquilo que somos realmente bons, não para a digitação de pedidos, de textos, de ordens, para a conferência de atividades executadas por outros, mas para o uso da inteligência em larga escala”, finaliza Schneider.

Os empregadores também terão dificuldades de encontrar novos trabalhadores com as habilidades necessárias e em remunerar este novo profissional, em entender que agora estão contratando não apenas mão-de-obra para suas empresas, mas que estarão contratando inteligência, criatividade e inovação em um único contrato de trabalho.





Aprendizagem digital: os dois lados da moeda – criação de conteúdos interessantes e motivação para estudar mais



A pandemia da covid-19 representa uma circunstância completamente sem precedentes. Foram incontáveis as mudanças provocadas na rotina das pessoas, principalmente no que diz respeito à maneira de trabalhar, ensinar e aprender. 

De acordo com uma pesquisa elaborada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), até abril de 2020, cerca de 60 países já adotaram o home office como uma alternativa ao trabalho presencial. E durante esse período surge a oportunidade para profissionais e empresas focarem mais em qualificação. 

De olho nessa tendência, as empresas começaram a adotar metodologias de Ensino a distância (EAD) em seus treinamentos e ações de educação corporativa, buscando melhorar o desempenho dos colaboradores.

A questão é: como garantir que os programas de capacitação sejam eficientes também em ambientes digitais? Como o colaborador pode fazer para se engajar mais em um treinamento feito através da tela do computador? 

É verdade que, mesmo antes da pandemia, o ensino a distância já estava em plena ascensão. Prova disso é que, ao final do ano passado, os alunos matriculados em cursos superiores EAD representavam mais de 26% do total de graduandos no Brasil.

E da mesma forma que nos cursos presenciais, já se sabe que o empenho e participação do aluno são itens fundamentais para conseguir um alto rendimento. No entanto, a tecnologia pode ser uma grande aliada. 

Parece até redundante, usar da tecnologia para aprender com tecnologia, não é mesmo? Mas é a pura verdade. O colaborador pode explorar desses recursos para favorecer a sua eficiência em treinamentos digitais. 

O estudo on-line começa pela familiarização com o ambiente virtual de aprendizagem (AVA). Além do básico, que é garantir um local reservado e sem distrações para assistir aos conteúdos do treinamento, o AVA pode se tornar uma verdadeira sala de aula. É nele que estarão concentrados todos os materiais, o calendário com a programação de tarefas, as atividades a serem concluídas, além dos contatos dos professores e aprendizes.

E o que pode te ajudar nesta etapa? Existem diversas opções de aplicativos, por exemplo, para bloquear as redes sociais por um tempo, gerenciar de tarefas para não se esquecer de nada, agendas virtuais, entre várias outras.

Além disso, já existe uma série de devices dotados de tecnologias inovadoras, como a capacidade de isolar ruído externo, multiplicar a conectividade e ampliar as plataformas utilizadas. 

Outro recurso que pode favorecer o colaborador durante um treinamento são os grupos digitais, formados por meio de apps e facilmente acessados até por dispositivos móveis. Estar em contato com pessoas que participam do mesmo treinamento, além de trocar ideias, dúvidas e compartilhar conteúdos é sempre uma ótima opção para aprendizagem.

Já no lado de quem planeja e executa os treinamentos, a tecnologia também oferece recursos e metodologias capazes de aperfeiçoar, e muito, todo o processo. Por isso, é preciso considerar que conceitos inteligentes de e-learning requerem recursos apropriados, pessoas treinadas e com tempo para desenvolver isso.

Além da abordagem multiplataforma, que envolve diferentes canais e recursos oferecidos pela tecnologia, o microlearning tem se mostrado um formato de aprendizagem efetivo em casos de treinamentos.  Ele facilita o processo de treinamento em doses pequenas, de forma objetiva e direta. 

Para isso, a dica é dividir o conteúdo em pequenas partes. É preciso fazer uma combinação acertada de aulas, textos e exercícios em vez de, simplesmente, transmitir pela internet uma palestra de horas, por exemplo. 

Outra metodologia que vem sendo aplicada é o adaptive learning, fundamental para manter o conteúdo o mais interessante e relevante possível e aumentar o interesse do público. O conceito consiste, basicamente, em focar naquilo que complementa o conhecimento prévio da audiência. E uma simples pesquisa on-line, gerada de maneira gratuita por diversas plataformas existentes, pode evitar esse desgaste.

Além disso, para deixar o treinamento ainda mais refinado, podem ser disponibilizados artigos e materiais complementares aos conteúdos em um banco de dados, sem nenhuma complexidade.
Estamos vivendo tempos desafiadores e esta é a oportunidade perfeita para explorar todo o potencial que a comunicação e a educação à distância têm a oferecer.




Luiz Alexandre Castanha - especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais.


A solução paras as empresas que precisam demitir


Mesmo tendo segurado muito as pontas, algumas companhias simplesmente não vão escapar da crise e, sem necessariamente desejar, terão de demitir. E é aí que vem o dilema: eu preciso colocar minha situação financeira em ordem, mas não quero deixar meu colaborador sozinho nessa hora, já que ele é foi importante da minha engrenagem. Tem solução para essa dicotomia?


A crise bateu na nossa porta e não parece ter uma solução fácil, muito menos no curto prazo. Mesmo segurando muito as pontas, algumas empresas, até as de médio ou grande porte, ou seja, que tinham algum respaldo financeiro, inevitavelmente estão começando a cogitar desligar seus colaboradores, inclusive de alto escalão.

Existe uma saída possível para evitar que essa ação, se necessária, manche por completo a imagem da companhia? Para Marcelo Arone, Headhunter e Coach de Carreira, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano, partindo da realidade do mercado de carreiras e contratações, existe o coaching de carreira, um serviço que pode ser uma saída plausível para esse panorama.

“O mercado de trabalho é cíclico. Ele vai e volta de acordo com a maré da economia, investimentos futuros e tendências ao bom ambiente de recuperação dos segmentos mais afetados. Mas sempre retoma num grau maior ou menor. Isso é a única certeza que temos por já ter vivido crises anteriores”, revela Marcelo.

Mas o coaching de carreira não é oferecido aos profissionais que estão avulsos e precisam de recolocação no mercado? Aí é que entra o pulo do gato: “o coaching de carreira é um serviço que pode ser oferecido à empresa que está desligando, como uma alternativa para manter a sanidade, tanto interna, quanto de imagem”, explica o especialista. “Os recrutadores sabem exatamente onde estão as vagas em aberto. Nesse contexto complexo em que profissionais precisam saber se reinventar é obrigação das consultorias contribuir para o Brasil sair dessa o quanto antes”.

Assim, a empresa não consegue manter aquele colaborador e, com muito custo, acaba por desligá-lo, mas oferece o coaching de carreira como um benefício na hora da demissão, que vai apoiá-lo na agilidade da sua recolocação. “Veja bem, esse serviço da OPTME não é para o colaborador contratar. O que estamos propondo é uma atitude corporativa, na qual o empregador, ao desligar o funcionário, oferece a ele o coaching de carreira como uma alternativa para o dilema das demissões”, reforça o especialista.

“O mínimo que podemos fazer ajudando as pessoas é a cada programa contratado pelos nossos parceiros faremos outro em paralelo, sem custo, com alguém que perdeu o emprego durante a pandemia e ajudar ambos a se recolocarem o mais rápido possível”, enfatiza.

“Temos inúmeros cases de sucesso na OPTME, que oferece, já há alguns anos, esse serviço para as empresas contratantes”, lembra Marcelo, que segue: “as empresas que tiverem esse compromisso com seus colaboradores terão suas reputações mais resguardada, mesmo que não consigam fugir dos movimentos que a crise impõe”.

“Você não somente pode orientar a pessoa a buscar algo na sua principal área de atuação, como ajudá-las a observarem habilidades em funções até então pouco exploradas nos setores que nunca haviam sido relevantes pra ela”, lembra Marcelo, que segue: “sem contar que existem alternativas a recolocação tradicional, como empreender ou gerar valor consultivo ao mercado como pessoa jurídica, por exemplo. Essa é uma tendência forte, principalmente após a reforma trabalhista de 2017 e as novas MP´s que estão sendo discutidas no congresso por conta da pandemia. O Coach de carreira nada mais é do que um facilitador em busca de uma alternativa viável para que essa pessoa não fique parada no mercado”. 

Alguns pontos positivos do Coaching de Carreira oferecido pela empresa ao desligar: resgate psicológico desse colaborador, acolhimento desse momento delicado na vida da pessoa, direcionamento dessa força de trabalho para indústrias que estão buscando aquele perfil profissional são uns deles, revela Marcelo, que enfatiza: “esse movimento também diminui a possibilidade de ações trabalhistas, do lado da empresa, e melhora a autoestima da pessoa que está saindo”.

Empresas vão se juntar e sobreposições de cargos certamente irão ocorrer num segundo momento: “haverá uma certa tendência de “juniorização” em grupos mais hierarquizados, enquanto empresas de menor porte terão a chance de absorver profissionais que, com o mercado aquecido, não aconteceria com facilidade”, lembra ele. 

A metodologia proposta por Marcelo Arone não é somente um alívio para o dilema das empresas, mas ajuda a movimentar o mercado. “Tem empresas contratando. Então, o que nós fazemos é diminuir o impacto na vida do colaborador que está sendo desligado e, ao mesmo tempo, encontrar um lugar certo para ele”.

“Nosso grande diferencial é que, depois de avaliado o profissional, suas habilidades e seus objetivos, nós o indicamos, com um networking nacional, para empresas que estejam contratando e que tenham sinergia com o perfil dele. Esse tipo de trabalho, ninguém mais faz. Cerca de 70% dos executivos que fizeram o programa de Coaching de Carreira conosco se recolocaram em empresas também do portfólio de clientes da OPTME”, afirma Arone.






Marcelo Arone - Headhunter, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano. Formado em Comunicação e Marketing pela Faculdade Cásper Líbero, com especialização em Coach Profissional pelo Instituto Brasileiro de Coaching, Marcelo já atuou na área de comunicação de empresas como Siemens e TIM, e no mercado financeiro, em empresas como UNIBANCO e AIG Seguros. Pelo Itau BBA, tornou-se responsável pela integração da área de Cash Management entre os dois bancos liderando força tarefa com mais de 2000 empresas e equipe de 50 pessoas. Desde então, se especializou em recrutamento para posições de liderança em serviços, além de setores como private equity, venture capital e empresas de Middle Market, familiares e brasileiras com potencial para investidores. Já entrevistou em torno de 8000 candidatos e atendeu mais de 100 empresas em setores distintos.



Por quê a Ásia se tornou o epicentro de diferentes doenças?


Há um alerta por parte das autoridades de saúde e meio ambiente do mundo inteiro de que a pandemia da COVID-19 não será a última e que, a sociedade deve se preparar para as próximas doenças infecciosas emergentes que estão por aparecer nos próximos anos.

Mas, nesse momento, surge o seguinte questionamento: por que boa parte das doenças pandêmicas dos últimos anos tiveram sua origem na Ásia?
Há muitas especulações quanto a isso, entretanto, os pesquisadores acreditam que esse seja um problema multifatorial.

A região asiática tem algumas peculiaridades que favorecem fortemente o surgimento de novas doenças. A primeira delas é a explosão populacional e a migração dessa população da zona rural para os grandes centros urbanos e, essa rápida urbanização proporciona uma interação física muito maior entre as pessoas favorecendo o contágio e disseminação de microrganismos como, por exemplo, o Coronavírus.

Ainda, quando a urbanização é feita de maneira não planejada, ocorre a destruição de áreas verdes e, consequentemente, a destruição dos habitats de animais silvestres favorecendo a aproximação desses animais (alguns deles podendo ser hospedeiros de vírus desconhecidos) com os animais domésticos e os seres humanos, o que também pode favorecer a dispersão das doenças zoonóticas – doenças transmitidas por animais aos seres humanos.

Vale ressaltar que regiões tropicais, como é o caso do leste asiático, por terem grande biodiversidade também carregam o ônus de terem (em maior grau) a presença de microrganismos totalmente desconhecidos para o ser humano e, o fato de nunca termos tido contato com eles, implica em não termos imunidade desenvolvida para combatê-los.

Durante a explosão do Coronavírus na cidade de Wuhan, na China, foi levantada outra questão muito importante dentro do contexto das zoonoses: o tráfico e consumo de animais silvestres que, diga-se de passagem, não é privilégio somente dessa região do planeta. No caso asiático, atrelado ao consumo de iguarias está a questão da medicina tradicional chinesa (MTC) que utiliza partes de diversos animais visando a produção de remédios para a cura de diferentes doenças.

Aqui, não pretendo fazer juízo de valores éticos ou culturais, mas apenas apresentar fatos. Um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Hong Kong mostrou que a primeira linha de tratamento de boa parte da população asiática é por meio da MTC que oferece tratamentos mais baratos para inúmeras doenças. No entanto, quando essas terapias não surtem efeitos para determinadas infecções mais graves e com alto potencial de disseminação, a população procura a medicina ocidental. Esse precioso tempo dispensado dificulta os tratamentos medicamentosos e favorece a proliferação dos vírus, por exemplo.

Seguindo essa linha de raciocínio, nessa região o comércio de compra e venda de animais domésticos vivos para consumo (suínos, e aves, principalmente) é muito grande contribuindo ainda mais a interação entre humanos-animais e, por consequência, a infecção por diferentes patógenos.

Muitos países asiáticos ainda têm um problema muito importante em relação à higiene de locais públicos e também em relação censura de informações o que certamente dificulta as autoridades de saúde a buscarem formas seguras de interromper o ciclo dessas doenças.

Apesar de tudo isso, vale ressaltar que o fato da rápida dispersão dessas enfermidades está relacionado muito mais aos processos de globalização que favorecem o deslocamento de pessoas, animais e objetos infectados para diferentes partes do mundo em curto espaço de tempo, do que propriamente à alguma região específica do planeta. Isso implica dizer que a situação apresentada não é privilégio de chineses ou asiáticos, mas do modo de vida em que a população do planeta se encontra.




Rodrigo Silva - biólogo, doutor em Ciências e coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental do Centro Universitário Internacional Uninter.

Eleições 2020: Band prioriza cobertura ampla e define novas datas de debates



A Band definiu esta semana as datas dos debates entre os concorrentes à prefeitura de São Paulo. A cobertura das eleições 2020 contará com uma integração completa entre os veículos do Grupo Bandeirantes. A movimentação dos candidatos em todos os estados e os desafios impostos pela pandemia do coronavírus terão acompanhamento diário pelas emissoras de TV, rádio e plataformas digitais. O Jornalismo vai mergulhar nos assuntos municipais e aproximar mais o eleitor das questões que impactam o dia a dia.

Em janeiro, a emissora já tinha acertado com todos os partidos as datas dos debates entre os concorrentes à prefeitura de São Paulo. Com o adiamento da eleição, a direção da Band retomou as negociações e definiu os novos encontros que deverão ser seguidos pelas demais emissoras que compõem o Grupo Bandeirantes.

O primeiro debate será no dia 17 de setembro e, se houver segundo turno, os candidatos voltam a se encontrar no dia 19 de novembro. Em 20 de agosto estreia o Band Eleições, que vai ao ar às quintas-feiras até a semana seguinte ao segundo turno, em 29 de novembro. O programa será reexibido pelo canal BandNews, rádios e internet.

Ao longo de toda a campanha, o Índice Band irá medir a intenção de votos nas principais capitais do país. "Em contato com os partidos, fizemos uma atualização do nosso projeto de cobertura eleitoral que já havia sido discutido e aprovado em reuniões anteriores. Nossos debates, que são os primeiros, agora têm novas datas, e os programas também. Estamos reforçando nossa prioridade número 1 nessa cobertura, que é elevar o nível de utilidade dos programas, dando mais espaço para buscar solução para os problemas das cidades que com a pandemia se mostraram mais graves e mais claros", afirma Fernando Mitre, diretor nacional de Jornalismo.


BNDES precisa liberar mais recursos às empresas diante dos prejuízos causados pela pandemia


Em 100 dias de quarentena no Estado de São Paulo, FecomercioSP estima perdas de R$ 43,7 bilhões ao comércio varejista


Empresários continuam relatando as dificuldades recorrentes em manter os negócios, mesmo com a flexibilização da quarentena, uma vez que a recuperação econômica tende a ser lenta e gradual. Por isso, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) se uniram para diálogo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

As três entidades têm enviado ofícios descrevendo que os recursos liberados pelo BNDES ainda não chegaram aos empreendedores, sobretudo aos pequenos e médios, os que mais têm sofrido as consequências da crise. Por sua vez, a instituição garante que tem feito concessões de crédito, por meio das MPs 975 e 977, com liberação de R$ 5 bilhões para pequenas e médias empresas que tiveram receita de R$ 360 mil a R$ 300 milhões em 2019, o que veio ao encontro dos pleitos da Federação no sentido de o Tesouro Nacional entrar com o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

Contudo, a FecomercioSP constata que os valores disponibilizados ainda não são suficientes diante das perdas causadas pela pandemia. Em cem dias de quarentena no Estado de São Paulo, de 24 de março a 30 de junho, a Entidade estima um prejuízo de R$ 43,7 bilhões ao comércio varejista. Quanto ao fechamento do ano, a Federação prevê queda de 7,1% no faturamento do varejo na comparação com 2019 – baixa de R$ 53,7 bilhões. E mesmo com a autorização de reabertura em algumas regiões do Estado, a retomada econômica tende a ser gradual e morosa. Por isso, fez novas solicitações ao BNDES, a fim de que quantia seja ampliada.

A FecomercioSP avalia que é importante que os recursos cheguem às empresas rapidamente, tanto para que consigam manter os funcionários quanto para evitar um fechamento ainda maior dos negócios durante (e após) a crise. A estimativa da Federação é de que 44 mil pequenas empresas encerrem as atividades em 2020.



Países estimulam a importância da mudança de hábitos na mobilidade urbana


Empresa líder em micromobilidade fomenta as medidas tomadas no mundo para estimular uso de bicicletas e um novo estilo de vida saudável e sustentável


Muito se debate como será a vida quando a quarentena chegar ao fim, tanto a relação entre as pessoas, o dia a dia do trabalho e estudo, além da economia. Nas cidades em que já está havendo o diminuição do afastamento social, há diversas iniciativas sendo implementadas para evitar nova pandemia. Muitas dessas ações incluem medidas relacionadas a mobilidade urbana. Projetos que estimulam o uso da bicicleta como principal meio de transporte, em muitas cidades, têm sido protagonistas nos planos públicos de combate a necessidade de uma nova quarentena. 

O governo britânico planeja investimento de 2 bilhões de libras dedicados ao estímulo do uso da bicicleta e da caminhada no retorno da rotina de deslocamento ao trabalho. Parte da verba será destinada à implantação de ciclovias temporárias em Londres e outra parte como um incentivo financeiro para pessoas que não pedalam há um tempo poderem reformar suas bicicletas. 
A recomendação de estimular a bicicleta e caminhada para locomoção durante e pós-pandemia é da Organização Mundial da Saúde. Além da bicicleta ser um modal de transporte individual que permite o distanciamento social, também podem são utilizadas ao ar livre e são não-poluentes contribuindo para manter os índices mais baixos de poluição atingidos durante a quarentena. 

A Itália oferecerá até 500 euros para ajudar os moradores de cidades com mais de 50 mil habitantes a comprarem uma bicicleta. Em Paris, foi liberado 22 milhões de euros para a criação de ciclovias temporárias. Cidades da Alemanha ganharam ciclovias extras para que mais pessoas possam se locomover de bicicleta e também para garantir a distância necessária entre os ciclistas. As lojas de consertos de bikes foram consideradas como serviço essencial no país. 

Aqui no Brasil, a Tembici, empresa líder em micromobilidade na América Latina, fez um levantamento para identificar o perfil dos ciclistas que usam as bikes durante a pandemia e constatou que  45% dos usuários optam por transporte individual e em ambiente aberto como prevenção a Covid-19. Em todas as cidades de atuação da empresa, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Salvador foi constatado que 54% utilizam a bike para ir e voltar do trabalho e,  em média, 90% dos usuários pretendem continuar utilizando a bike ao término da quarentena. 

O estudo ainda apontou que, em média, 16% dos usuários que estão utilizando as laranjinhas em todas as praças disponíveis são profissionais da área da saúde. Isso reforça que a população está aderindo à campanha da marca de estimular a importância de todos permanecerem em casa e, assim, garantir que as bikes estejam disponíveis para esses trabalhadores essenciais que estão na linha de frente contra o coronavírus. Além disso, a iniciativa incentiva outras atividades  como #VaiDeHomeOffice, #VaiCuidarDasPlantas e #VaideExercícioNaSala. Desde o início de Abril, os clientes cadastrados que não utilizarem o sistema estarão isentos da cobrança dos planos Bike Itaú.

Em Nova York, foi registrada uma queda de 50% nas emissões de monóxido de carbono de automóveis comparado ao ano passado, segundo informações da Universidade Columbia. De acordo com a Cetesb, o mesmo fenômeno aconteceu em São Paulo: a poluição atmosférica caiu pela metade após uma semana de quarentena na capital. 

"Cada vez mais, os brasileiros aderem às bicicletas como modal de transporte ideal. Com a pandemia, as bikes se provaram ainda mais funcionais, por ser um meio de transporte sustentável e com um custo acessível.”, diz Tomás Martins, CEO da Tembici. "Após a pandemia, esse comportamento de prevenção vai se acentuar e iniciativas do poder público que estimulem os deslocamentos com bicicletas serão fundamentais. Nossa operação está preparada para a retomada, já que reforçamos todos os procedimentos de higienização das bicicletas e estações. ”, complementa o executivo.




Tembici


Pandemia pode adiar processos trabalhistas?


O juiz federal e professor da UFMG Carlos Haddad e o consultor Luís Pedrosa do Instituto AJA ressaltam a importância da gestão judicial para dar celeridade a esses processos, seja qual for a situação


No final de junho, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes deferiu liminar que determinava a suspensão de processos em tramitação na Justiça do Trabalho, que tratam da discussão sobre o índice a ser aplicado para a correção monetária de dívidas trabalhistas. Isso significa que todos os processos já em curso no âmbito da Justiça do Trabalho, que precisem de determinação da correção sobre débitos trabalhistas resultantes de condenação judicial, permanecerão paralisados até a determinação sobre a incidência da TR - Taxa Referencial (prevista na reforma trabalhista de 2017) ou do IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (mais favorável aos trabalhadores) sobre eles.

Segundo o ministro Mendes a decisão foi tomada em razão do atual cenário de pandemia. Para a garantia do princípio da segurança jurídica ele entende necessário “o deferimento da medida pleiteada, de modo a suspender todos os processos que envolvam a aplicação dos dispositivos legais”.

A paralisação dos processos, no entanto, provocou reação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no dia 1º de julho, que afirmou que a decisão de Gilmar Mendes “praticamente paralisa a Justiça do Trabalho” e pleiteou que a suspensão fique restrita ao caso julgado no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Se não for possível, que pelo menos esta suspensão não seja aplicada às ações que estão em fase inicial.

Para Carlos Haddad, dificilmente o trabalhador recorre ao Judiciário durante a vigência do contrato de trabalho, embora não haja impedimento legal a que assim proceda. Se, estando desempregado, como costuma ocorrer, o trabalhador ajuíza reclamação trabalhista para obter verbas de natureza alimentícia, fica sujeito à prescrição quinquenal de seus direitos. Caso tenha sido longo o contrato de trabalho, a maior parte das parcelas não pagas perdeu-se pelo decurso de tempo, em benefício do empregador.

Assim, a longa duração de alguns processos judiciais leva o trabalhador, em alguns casos, a desistir de ajuizar a ação ou a aceitar conciliação potencialmente desvantajosa. Ele afirma que a celeridade dos processos está atrelada a ajustes que precisam ser feitos no sistema de justiça brasileiro, que na maioria das vezes são simples de serem postos em prática.

“Caso o processo seja concluído na Justiça do Trabalho e sejam esgotadas as possibilidades de recursos, eventual valor da condenação pode ter sido provisionado pela empresa, por meio de aplicação no mercado financeiro com retorno superior à correção legal do débito. Além disso, se a empresa é tributada pelo lucro real, o montante da condenação pode ser contabilizado como despesa, diminuindo o lucro declarado para fins fiscais e, consequentemente, os tributos devidos. Ele ressalta a importância na agilidade na definição de processos ajuizados por trabalhadores, principalmente por ser este um momento de pandemia e de dificuldades econômicas, que precisam de definições rápidas. “No Tribunal Superior do Trabalho, 17 dos 27 ministros já haviam votado pela adoção do IPCA-E para correção das indenizações até que houve decisão de uma instância superior pela paralisação dos votos”, comenta Haddad.

O consultor Luís Pedrosa, co-fundador do Instituto AJA, especializado em cursos de gestão para o Judiciário, traz o dado de que, em 2018, a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (CONSIF) já havia requerido ao Supremo a constitucionalidade da aplicação da TR, alegando que havia quadro de insegurança jurídica em razão de decisões da Justiça do Trabalho.  A questão para Pedrosa é que mesmo após dois anos ainda não há definição sobre um assunto tão sensível à sociedade.

Haddad e Pedrosa concordam que é possível acelerar decisões judiciais em todo o âmbito nacional. “Morosidade e paralisações não são questões intrínsecas ao Judiciário, embora pareça para a opinião pública devido ao grande número de casos que demonstram isso. O que tem de acontecer é um trabalho de restruturação desta dinâmica, com a visão de que os processos devem ser resolvidos em tempo razoável”.

Pedrosa lembra que o STF também suspendeu, pelo prazo de sete anos, os processos em que se discute o direito a diferenças de correção monetária dos depósitos em caderneta de poupança decorrentes de valores bloqueados pelo Banco Central no contexto de antigos planos econômicos. A dúvida é se a suspensão da decisão do TST terá igual duração.


Marca, o patrimônio de uma empresa



A marca é uns patrimônios mais importantes e estimados de uma empresa. É uma das formas mais simples de ter controle da gestão dos negócios. 

Com o surgimento da crise econômica em decorrer da pandemia do novo Coronavírus, criou-se também novos negócios no mercado e com eles novas oportunidades. Diante disso, é sempre bom lembrar que registar uma marca evita muita dor de cabeça no âmbito jurídico, como ações judiciais por uso indevido de marcas ou semelhantes com outras empresas.
Somente uma marca registrada ganha valor no mercado. O registro protege a empresa de surpresas e funciona como um patrimônio para o empreendedor. Além do mais, uma marca registrada dá muito mais credibilidade ao negócio. O que é ideal caso o empresário queira pensar além da crise e vislumbrar um futuro para seu empreendimento. A Apple, Amazon e o Google são grandes exemplos de empresas que iniciaram pequenas, mas que hoje são as marcas mais valiosas do mundo, somando juntas mais de 500 bilhões de dólares.

Por isso, apesar do receio sobre o assunto ser normal em tempos de instabilidade do mercado, é através da marca que o consumidor cria uma relação de preferência na hora da compra do produto. Além do mais, a certeza de que esta pandemia eventualmente irá passar é nossa garantia para registrar a marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial e ter a certeza de que será um grande investimento. É sempre muito importante destacar que para o processo do registro da marca ser livre de qualquer adversidade, é preciso contratar uma empresa especializada no assunto.

Afinal, a marca desempenha diversos papéis. É, por exemplo, a identidade do negócio. Seu papel principal é distinguir o produto dos demais já existentes no mercado, tornando um negócio único e visado de forma mais assertiva. Através da marca também é possível estabelecer uma melhor relação com o consumidor, atestando sua qualidade. Nosso compromisso é fazer com que as empresas saiam desta crise mais fortes e prontas para os próximos anos zelando do seu maior patrimônio, sua marca. 




Valdomiro Soares - Presidente do Grupo Marpa - Marcas, Patentes, Inovações e Gestão Tributária

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