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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Prefeitura de São Paulo orienta imigrantes que atuam com comida de rua


 Interessados poderão tirar dúvidas de como se inscrever no edital voltado à comercialização de alimentos


A Prefeitura de São Paulo realiza na próxima segunda-feira, 12 de agosto, uma palestra de orientação para imigrantes que atuam com comida de rua. O encontro tem como objetivo orientar os participantes a se inscreverem no edital de Comida de Rua promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. A iniciativa visa credenciar comerciantes que desejam vender seus produtos alimentícios e/ou bebidas durante os eventos organizados pela administração municipal.

“Os imigrantes contribuem positivamente para a economia, seja pelo trabalho formal, de carteira assinada, ou pelo empreendedorismo, além de enriquecer o cardápio”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso. “Para quem chega, a gastronomia é uma ponte sólida para a geração de renda. Nosso objetivo é promover o acesso desse empreendedor ao mercado e a eventos e feiras oficiais, para que assim ele não precise atuar na ilegalidade”, completa.

A palestra de orientação será realizada no Centro de Referência e Atendimento a Imigrantes (CRAI), localizado na região central da cidade. Durante o encontro, os participantes receberão dicas e poderão sanar dúvidas de como se inscrever no edital e participar da seleção. O Chamamento tem a validade de 12 meses e selecionará comerciantes que atuam com alimentação para participar dos eventos promovidos pela Prefeitura de São Paulo.

Para se credenciar no edital, o interessado deverá entregar a documentação exigida e o formulário de inscrição preenchido presencialmente na seção de protocolo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, localizada na Av. São João, 473 – 5º Andar, sala 11 – Centro, de segunda a sexta, das 9h às 17h ou por meio do e-mail cde@prefeitura.sp.gov.br.

Os credenciados participarão dos sorteios para compor os eventos e feiras promovidos pela Pasta pelo período de 12 meses. Estes sorteios serão realizados na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e divulgados com ao menos dois dias de antecedência. A publicação de um novo chamamento poderá ocorrer durante a vigência deste edital, caso haja algum evento neste período. Só poderão participar desses sorteios, os interessados que já tiverem tido seu credenciamento habilitado.

Documentação necessária:

·         Formulário de Inscrição preenchido

·         Cópia do contrato social devidamente registrado ou Certificado da Condição de Microempreendedor Individual - CCMEI, emitido pela Receita Federal;

·         Cópia RG e o CPF dos sócios da empresa, quando houver;

·         Comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ;

·         Comprovante de inscrição no CCM – Cadastro de Contribuintes Mobiliários;

·         Declaração de que os equipamentos que serão utilizados atendem às condições técnicas necessárias em conformidade com a legislação sanitária, de higiene e segurança do alimento, controle de geração de odores e fumaça;

·         Certificado de realização de Curso de Boas Práticas de manipulação de alimentos, com carga horária mínima de oito horas, promovido pelos órgãos competentes do Sistema Municipal Vigilância em Saúde do Município de São Paulo 

·         Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos – CRLV no Município de São Paulo em nome do credenciado para os equipamentos da Categoria A;

·         Inscrição no Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde – CMVS do Município de São Paulo.





Brasil Foi 3º Maior Empregador No Setor de Energias Renováveis em 2018

Foram cerca de 1,12 milhão de trabalhadores atuando com fontes limpas no país em 2018, segundo os dados da Agência Internacional de Energias Renováveis.


Com o aumento das energias renováveis no Brasil, em especial as fontes solar e eólica, cresce também o número de trabalhadores atuando nesses segmentos, o que levou o país a ocupar a terceira posição entre os maiores empregadores nessas fontes em 2018.

Foram 1,12 milhão de profissionais registrados nos segmentos de energia limpa em 2018, segundo os dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (International Renewable Energy Agency, ou IRENA, na sigla em inglês).

Os biocombustíveis foram o segmento com a maior mão de obra registrada, 832 mil trabalhadores. Em um distante segundo lugar veio a fonte hídrica, com 203 mil postos de trabalho.

As fontes eólica e solar, embora cresçam mais que as outras nos últimos anos, ainda registram menor número de trabalhadores devido a sua reduzida participação na matriz elétrica brasileira.

Foram 34 mil profissionais atuando na geração pela força dos ventos em 2018, enquanto o mercado de energia solar registrou 15 mil trabalhadores, um cenário em rápida transição à medida que essas fontes vão ganhando espaço na geração elétrica do país.

Um exemplo disso pode ser enxergado na China, que com suas crescentes adições de renováveis liderou novamente o ranking mundial, com 4,07 milhões de empregos no setor, sendo 2,2 milhões apenas no segmento de energia solar fotovoltaica.

Essa vasta mão de obra chinesa representou 39% de todos os empregos em energia limpa no mundo. No geral, 60% dos empregos em renováveis foram registrados na Ásia.

A União Europeia ficou em segundo lugar, com 1,23 milhão de trabalhadores, sendo a maioria deles, 387 mil, no setor de biomassa.

No mundo todo, as energias renováveis foram responsáveis por empregar 11 milhões de trabalhadores em 2018, um aumento em relação aos 10,3 milhões em 2017 e uma tendência para o futuro.

A energia solar, fonte de maior crescimento no mundo hoje, manteve a liderança no número de empregos gerados, respondendo por um terço de todos os empregos em 2018, ou cerca de 3,6 milhões.




Ruy Fontes – Redator

Brasil exporta 3,2 milhões de sacas de café e bate mais um recorde mensal

 
Embarques foram os maiores dos últimos cinco anos para o mês de julho, que marca o início do ano-safra 2019/2020; além disso, exportações nos últimos doze meses alcançaram 42,1 milhões de sacas


As exportações de café brasileiro - considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído - atingiram 3,2 milhões de sacas em julho deste ano. O volume representa um crescimento de 28,2% em relação a julho de 2018, quando o país exportou 2,5 milhões de sacas, além de configurar o maior volume de café brasileiro exportado para o mês de julho dos últimos cinco anos. Os dados são do Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.

A receita cambial gerada pelas exportações em julho deste ano foi de US$ 378,2 milhões, aumento de 5,1% em relação a julho do ano passado. Já o preço médio da saca de café no mês foi de US$ 119,7/saca, queda de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 71,4% do volume total das exportações, equivalente a 2,3 milhões de sacas. O café conilon (robusta) atingiu a participação de 18,2%, com o embarque de 575 mil sacas, enquanto que o solúvel representou 10,3% das exportações, com 326,8 mil sacas exportadas.

"Os volumes exportados em julho mostram que o Brasil mantém um ritmo positivo e trabalhando o embarque de cafés sustentáveis com eficiência e qualidade. Um dos destaques foi o incremento nas exportações para os Estados Unidos e Alemanha, atualmente maiores importadores do café brasileiro. A colheita referente a 19/20 está praticamente finalizada e tudo indica que manteremos bons resultados até o fechamento do ano civil. Mais uma vez, os negócios do café brasileiro com o exterior se mostram consolidados, graças à eficiência e forte compromisso com a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva e comercial do Brasil", declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.


Ano-civil

Assim como em julho deste ano, as exportações de café neste ano-civil (janeiro a julho de 2019) foram as maiores dos últimos cinco anos para o período, com o embarque de 23,5 milhões de sacas, crescimento de 37,6% em relação ao período de janeiro a julho do ano passado. A receita cambial, neste caso, foi de US$ 2,9 bilhões, apresentando também crescimento, de 11%, ante o mesmo período de 2018.

Além dos resultados positivos em julho e no ano-civil, nos últimos 12 meses (de agosto de 2018 a julho de 2019), o Brasil exportou 42,1 milhões de sacas de café, dado que sinaliza recorde histórico para o período na comparação com anos anteriores.


Principais destinos

Os dez principais destinos de café brasileiro no ano civil (jan-jul) foram: os Estados Unidos, que importaram 4,4 milhões de sacas de café (18,7% do total embarcado no período); Alemanha, com 3,9 milhões de sacas importadas (16,7% da participação total no período); Itália, com 2,1 milhões de sacas (9%); Japão, com 1,7 milhão de sacas (7,3%); Bélgica, com 1,5 milhão de sacas (6,5%); Turquia, com 719,9 mil sacas (3,1%); Reino Unido, com 621,6 mil sacas (2,6%); Federação Russa, com 603,6 mil sacas (2,6%); Canadá, com 514 mil sacas (2,2%); e Espanha, com 500,3 mil sacas (2,1%).

Quase todos os principais países consumidores de café brasileiro registraram, no ano civil, aumento na importação do produto, comparando com o mesmo período do ano passado. Os destinos que registraram maior crescimento no consumo de café brasileiro foram a Espanha (crescimento de 51,5%); Bélgica (crescimento de 50,8%); EUA (49,6%); e Alemanha (45,9%).  


Diferenciados

No ano civil, o Brasil exportou 4,5 milhões de sacas de cafés diferenciados (que são os cafés que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis). O volume foi responsável por 19,1% do volume total de café exportado de janeiro a julho deste ano e representa um crescimento de 58,8% em relação ao volume de cafés diferenciados exportado nos sete primeiros meses de 2018.

A receita cambial gerada com a exportação de cafés diferenciados do Brasil foi de US$ 700,3 milhões, representando 23,9% do total gerado pelo Brasil com as exportações no ano civil de 2019.

Os principais destinos de cafés diferenciados foram: EUA, que importaram 1,1 milhão de sacas (24,1% do volume total embarcado no ano civil); Alemanha, com 590,5 mil sacas (13,1% de participação); Japão, com 558,2 mil sacas (12,4%); Bélgica, com 449,6 mil sacas (10%); Itália, com 372,3 mil sacas (8,3%); Canadá, com 182 mil sacas (4,1%); Suécia, com 130 mil sacas (2,9%); Reino Unido, com 126 mil sacas (2,8%); Espanha, com 94,4 mil sacas (2,1%); e Holanda, com 88 mil sacas (2%). 


Portos

O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil de 2019, com 77,8% do volume total exportado a partir dele (equivalente a 18,3 milhões de sacas). Em segundo lugar estão os portos do Rio de Janeiro, com 12% dos embarques (2,8 milhões de sacas).





Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil

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