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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Você sabia que o tecido da sua calcinha pode ser um grande vilão?


E-commerce de lingerie tem seu tecido como uma das maiores preocupações da marca


Todas as mulheres sabem que ter cuidado nas partes íntimas é fundamental e que muitas vezes, só a preocupação com a higiene, não evita 100% as coceiras e infecções vindas de fungos e bactérias. Acredite se quiser, mas uma dos grandes vilões são os tecidos usados nas peças de lingerie que causam tantos problemas e desconfortos sendo assim, a grande queixa da maioria das mulheres.

Alguns cuidados básicos no nosso dia a dia, podem evitar os milhares de fungos e bactérias que circulam nas suas roupas íntimas. A dica de ouro é evite lavar com shampoos e condicionadores.  Sabonetes neutros ou sabão de coco ainda são a melhor opção. Os produtos específicos para esse tipo de peça também são de bom uso. Outro detalhe é usar a água quente para lavar as peças e não deixar no cesto de roupas sujas por muito tempos, pois o local é abafado e há risco de contaminação. O ideal é secar no varal e com o forro para dentro para não ficar exposto. Esses são cuidados básicos e que podemos ter em casa, mas nem sempre isso é garantia de saúde e limpeza.

A marca Borogodó, que é um e-commerce de lingerie e tem 9 meses de vida, teve a preocupação com a escolha de seus tecidos, já com a sua primeira coleção. “Desde a ideia da criação da Borogodó, já sabíamos que essa seria um dos nossos principais cuidados. Como a nossa marca é para as mulheres se sentirem lindas e confortáveis todos os dias a escolha dos nossos tecidos foram a dedo”, conta Gabriele Pêra, designer gráfica, idealizadora e proprietária da Borogodó.

Borogodó, produz todas as suas peças e não utiliza nada já confeccionado. Cada peça é pensada e criada do zero e isso também torna o e-commerce com um grande diferencial. A marca só usa tecidos de poliamida em toda as suas lingeries. “Várias confecções do nosso meio acabam optando em usar poliéster por ele ter um valor bem baixo no mercado, mas ele é um dos tecidos sintéticos com maior risco de alergia principalmente em calcinhas, por ter a matéria prima da garrafa PET. O poliéster não deixa a pele respirar, causando mau cheiro e isso também aumenta a proliferação de fungos e bactérias”, explica Thalita Souza, designer de moda, e sócia de Borogodó.

Podemos dizer que poliamida apesar de também ser um tecido sintético, é a mais nobre das fibras sintéticas e agride bem menos o meio ambiente em todo o seu processo de produção. Ainda é um tecido com excelente absorção do suor e maciez. Parece bastante com o algodão, mais leve e de secagem rápida. Isso mostra o quanto a poliamida é mais indicada para o uso das suas peças íntimas.

“Existe uma poliamida que é biodegradável e já está nos nossos planos futuros das próximas coleções”, fala Gabriele. A marca ainda mais por ser um e-commerce, e as clientes não terem o benefício de tocar e sentir as peças, optar por esse tecido no mercado com certeza já é um grande diferencial de qualidade e preocupação com a saúde e o bem-estar de suas clientes. Todas as peças de renda da Borogodó também são 100% poliamida. As vendas são pelo site ou em contato com o instagram da marca e entregam em todo o Brasil.

A marcar também se preocupa de como a peça vai chegar até a cliente e utilizam embalagens sustentáveis e que agridem bem menos o meio ambiente. Cada lingerie vem acompanhada de uma “sacolinha” única para a cliente levar a peça em qualquer lugar. Para conhecer mais acesse:

Sempre que aparecer algo diferente nas suas partes íntimas ou algum sintoma incomum, o mais indicado é sempre procurar um ginecologista mas, saber também qual o melhor tecido das suas lingeries faz toda diferença.





Instagram: @com.borogodo
E-mail de contato: fala@comborogodo.com.br


Casamento: 5 dicas para madrinhas surpreenderem no look sem roubarem a cena




Especialistas do iCasei recomendam equilíbrio entre o estilo individual e as expectativas da noiva e indicam modelos drapeados e plissados em living coral e candy colors


Escolher o vestido certo para honrar o compromisso firmado junto àquele casal de amigos ou familiares tão especiais é um desafio para as madrinhas, que devem levar em consideração uma série de fatores antes de decidirem o look para o casamento. De acordo com especialistas do iCasei (www.icasei.com.br), o ideal é sempre buscar opções que promovam o encontro entre o estilo individual e as expectativas da noiva, respeitando o que ela planejou com tanto carinho para o grande dia. Confira algumas dicas dos experts, para um close certíssimo:


Estilo individual 
 
Em qualquer ocasião, vestir-se de acordo com os próprios gostos e se sentir bem sempre é a escolha mais elegante. No entanto, quando a missão é ser madrinha de casamento, é preciso tomar um cuidado extra para não exagerar e aparecer mais do que a noiva. Se houver um dress code, como uma cor de vestido predefinida, é importante respeitá-lo. Do contrário, a decisão é livre, à exceção de duas cores, em específico: do branco, claro, e do preto, que representa o luto.


Cartela de Cores 
 
O maior fator de indecisão entre as madrinhas são as cores dos vestidos, e, para auxiliar nessa escolha, os especialistas do iCasei fizeram uma curadoria das tendências mais quentes. A cor do ano não poderia ficar de fora das indicações: o living coral é um tom extremamente vibrante e uma cor excelente para desfilar, sobretudo à luz do dia. Coloridas e discretas, as candy colors são outro hit de 2019, prometendo looks mais clarinhos em tecidos leves e esvoaçantes, com destaque para as cores primárias e o rosé. 


Modelos
 
Outra tendência em alta são as texturas, mais especificamente os plissados e drapeados. Popularizado nos anos 1980, o “enrugadinho” marca presença em modelos longos e pode ser um diferencial sutil aos looks, aparecendo no top, na saia, nas mangas ou até mesmo em todo o vestido, caso seja estruturado de maneira discreta. Uma alternativa ao clássico é o “tomara que caia” – ou os que deixam um ou os dois ombros à mostra –, trazendo um toque de glamour ao formato do corpo.


Destino
 
O local da cerimônia também deve guiar algumas das escolhas: um destination wedding na praia não requer o uso de salto alto e aquela rasteirinha cravejada de brilhantes pode viver o seu momento. Tendo o mesmo cenário em mente, talvez seja uma boa ideia optar por uma saia midi e primar pelo conforto em um ambiente mais quente e úmido como o litoral. O longo também pode não ser o seu melhor amigo em um casamento no campo e comprimentos que não toquem o chão são uma boa saída, até mesmo um curto, à altura dos joelhos, para não sujar toda a barra da peça. 


Horário
 
Outro elemento que deve ser levado em consideração é o horário da celebração. Se for durante o dia, por exemplo, nada melhor do que apostar em vestidos mais leves e coloridos – quem sabe, até uma estampa floral, dependendo do ambiente. Caso seja à noite, vale optar por modelos mais clássicos, em tons mais escuros, como vermelhos, terrosos e azulados. Vale, inclusive, selecionar um elemento que traga um charme extra à composição, como uma echarpe ou uma joia delicada no penteado.






Traje de gala só se usa uma vez?


 A dica da Arranjos Express é transformá-lo em algo mais casual


Sabe aquele vestido ou smoking que foi comprado para participar de uma grande festa e nunca mais foi usado por falta de oportunidade? Uma boa solução é customizá-lo, modificando alguns detalhes ou radicalizando e transformando o modelo inteiro. 

Segundo Paulo Alexandre, diretor da Arranjos Express, franquia especializada em costura, reaproveitamento e customização de roupas, a reforma completa ou parcial da peça pode ser a opção mais sustentável e econômica, afinal uma mesma peça não precisa ter sempre a mesma cara. Basta criatividade e imaginação para transformá-la.  

Um vestido de madrinha, por exemplo, que geralmente é longo, pode virar um midi e com alguns apliques, se transformar em algo totalmente diferente, inclusive virar um look de duas peças. Já um smoking, com certos ajustes na lapela, na gola, na calça ou mesmo uma simples troca de botões pode virar um paletó moderno, que combinado com peças mais casuais, vira um verdadeiro coringa do guarda-roupa masculino. Mas ele também pode ser transformado em uma peça feminina, como vestido ou saia.

“Criatividade é o que não falta para incentivar um guarda roupa consciente, sempre apostando na sustentabilidade. Só neste ano, mais de 121 mil roupas foram modificadas nas nossas franquias, ganharam mais tempo de uso e não impactaram o meio ambiente”, comemora Paulo.


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