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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

SP inicia campanha para atualizar carteira de vacinação de crianças



Imunização ocorre de 11 a 22 de setembro, e também inclui adolescentes menores de 15 anos; vacinas protegem contra 18 tipos de doenças


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia na próxima segunda-feira, 11 de setembro, a Campanha Estadual de Multivacinação para crianças e adolescentes até 15 anos de idade.

Estarão disponíveis doses contra 18 tipos de doença, entre as quais tuberculose, rotavírus, paralisia infantil, febre amarela, sarampo e HPV. O objetivo é colocar em dia a caderneta de vacinação de cerca de 9,8 milhões de paulistas que compõem o público-alvo (dados regionais abaixo).

Até o dia 22 de setembro, os profissionais dos postos de vacinação atuarão para conferir e atualizar as cadernetas dos menores de 15 anos e aplicar as doses em atraso de acordo com cada faixa etária, caso seja necessário.

Além da campanha de rotina, haverá um “Dia D”, marcado para 16 de setembro, um sábado. Das 8h às 17h, 314,7 mil profissionais estarão distribuídos em 5,1 mil postos fixos e volantes em todo o Estado de São Paulo. Também serão mobilizados, em parceria com as prefeituras do Estado, 1.749 carros, 17 ônibus, três barcos, um trem e outros 13 tipos de veículos.

“Esta campanha é mais uma oportunidade que temos de lembrar os pais e responsáveis sobre a importância da imunização para proteger as crianças e adolescentes contra doenças e suas possíveis complicações”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

Em situações de perda da caderneta de vacinação, a recomendação é de que os pais ou responsáveis compareçam ao mesmo posto de saúde onde vacinaram as crianças anteriormente, para que seja possível consultar quais doses já foram aplicadas na ficha de registro arquivada na unidade.


Público-alvo da Campanha Estadual de Multivacinação:


REGIÃO
PÚBLICO ESTIMADO
CAPITAL e GRANDE SP
4.789.703
ARAÇATUBA
153.129
ARARAQUARA
203.977
BARRETOS
91.092
BAURU
  377.522 
CAMPINAS
928.149
FRANCA
157.765
MARILIA
235.717
PIRACICABA
324.408 
PRES PRUDENTE
161.614
REGISTRO
77.939
RIBEIRAO PRETO
     306.128 
BAIXADA SANTISTA
405.176
SÃO JOÃO DA BOA VISTA
171.000
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
303.069 
SOROCABA
567.324
VALE DO PARAÍBA
554.854
TOTAL
9.808.566





Indeed divulga dados sobre o mercado de trabalho no setor de TI no Brasil



 Cargos para programação e desenvolvimento de linguagens, como PHP, Java e front-end são responsáveis pelo maior número de vagas na área


O Indeed, maior ferramenta online de buscas de empregos no mundo, revelou dados sobre o mercado de trabalho na área de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. Segundo um levantamento feito desde o começo de 2017, com base na quantidade de vagas abertas e na facilidade de preenchimento, além da média salarial, as maiores ofertas são voltadas para os cargos de programação e desenvolvimento de linguagens, como PHP, Java e front-end.

A dificuldade em preencher algumas vagas que requerem grande especialidade técnica se torna evidente ao listar as oportunidades que estão abertas pelo maior tempo. Entre elas, encontram-se engenheiro de software, que conta com 50% das vagas abertas há mais de dois meses, desenvolvedor full-stack, arquiteto de software (ambas com aprox. 42%) e desenvolvedor de software (aprox. 39%).

À medida que todas as empresas se tornam digitais, a demanda por profissionais com elevadas habilidades técnicas está aumentando muito mais rápido que a disponibilidade de mão de obra qualificada. O resultado é um rápido crescimento em vagas não preenchidas e aumentos nos salários dos talentos que podem ocupar esses papéis", explica João Luís Olivério, country manager do Indeed no Brasil.

O estudo mostra também que a média salarial anual para desenvolvedores das linguagens de programação .net, Java e mobile é cerca de R$ 38 mil.


Mercado de trabalho promissor em TI 

No início do ano, o IDC previu um crescimento de 2,5% no setor de TI do Brasil em 2017. A transformação digital foi apontada pela consultoria como uma das principais causas da retomada desse mercado. Diversas empresas estão investindo em tecnologia e automação, isso tem impulsionado diferentes tecnologias e áreas do mercado de TI.

Em 2016 os investimentos totais das empresas com TI no Brasil somaram US$ 38 bilhões, um recuo de 3,6% na comparação com 2015. Em 2017, a previsão é que haja uma recuperação dos investimentos na ordem de 6,7%, o dobro do previsto para o mercado global.





Indeed
Indeed.com.br





Na Semana da Pátria, momondo revela do que os brasileiros maissentem falta quando estão no exterior




Culinária nacional aparece em primeiro lugar, seguida pela  saudade de casa,da família e amigos e até de falar português


Pesquisa também revela que viajantes gostam de encontrar conterrâneos e puxamassunto assim que percebem que há um brasileiro por perto


O feriadão de 7 de setembro vem chegando e muitas pessoas já estão arrumando as malas para aproveitar os dias de folga. Mas, no feriado que celebra a Independência do Brasil, a momondo, buscador de passagens aéreas e reservas de hotéis, procurou saber quais são as coisas das quais os brasileiros mais sentem falta quando estão fora do País.

De acordo com o estudo International Travel Survey 2017*, a culinária nacional é o elemento que desperta mais saudades na maioria dos viajantes (51%). Em segundo lugar vem a falta de casa, fator de peso para 43%. Depois, família e amigos (34%). Além disso, 25% sentem saudade de falar português quando estão no exterior.

“Os brasileiros amam viajar e realmente aproveitam a oportunidade para conhecer pessoas novas, ter contato com outras culturas, provar novos sabores, ouvir outros idiomas e explorar novas paisagens. Mas mesmo com toda a diversão, ter saudade das coisas do próprio país é um sentimento muito natural”, explica Pedro Correia, responsável pela operação da momondo no Brasil.  

Outra curiosidade é que os brasileiros gostam de encontrar conterrâneos durante as viagens. Ao perceberem que há alguém do Brasil por perto, 37% iniciam uma conversa. Esse comportamento é comum entre homens (37%) e mulheres (36%) e se destaca na faixa etária entre 56 e 65 anos (51%).

Considerando outras nacionalidades analisadas na pesquisa, a atitude mais comum para a maior parte das pessoas (28%) é conversar com compatriotas somente se eles se aproximarem primeiro. Entre os brasileiros, 30% agem assim.

“Acredito que a maior parte dos brasileiros gosta de interagir com conterrâneos porque se sentem mais ‘em casa’ ao encontrar pessoas com os mesmos costumes e pontos de vista similares, mesmo quando estão aproveitando ao máximo a viagem para ter contato com coisas novas”, afirma Correia.

Embora seja uma fatia pequena, também existem viajantes nacionais que não gostam de interagir com conterrâneos quando estão em outros países.  Neste grupo, 7% começam a falar outro idioma quando percebem que há brasileiros por perto e 3% afirmam evitá-los porque viajam para conhecer pessoas do local onde estão.

*Os dados foram retirados da edição de 2017 da pesquisa International Travel Survey, da momondo. O estudo analisou os hábitos de viagem de 24.700 pessoas, em 23 países diferentes. No Brasil, foram analisadas as respostas de 1.003 brasileiros com idades entre 18 e 65 anos, o que corresponde à população do Brasil em relação à idade, gênero e geografia. A coleta de dados ocorreu entre 2 e 12 de janeiro de 2017.






momondo






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