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sábado, 9 de dezembro de 2023

Brincadeiras para ajudar no desenvolvimento motor das crianças

 Neuropsicopedagoga Lidiane Leite, explica que não podemos nos preocupar apenas com a nossa mente e nossas emoções, precisamos também cuidar do nosso corpo para termos um bom desenvolvimento físico, intelectual, emocional do ser humano.

 

De acordo com a Neuropsicopedagoga Lidiane Leite, especialista em psicomotricidade, é muito importante que as crianças realizem atividades motoras na educação infantil. "É fundamental que nos primeiros anos de vida, as crianças tenham tempo para brincar e movimentar o seu corpo.  Realizar atividades motoras na educação infantil vai ajudar no processo de alfabetização e vai evitar o sobrepeso e a obesidade infantil", explica. "No Brasil, em 2022, mais de 340 mil crianças de cinco a dez anos foram diagnosticadas com obesidade, segundo o relatório do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional", ressalta. 

A neuropsicopedagoga diz que crianças que possuem todas as habilidades motoras desenvolvidas se tornam no futuro adultos mais felizes e saudáveis. "Várias pesquisas cientificas já revelaram que as crianças que desenvolvem corretamente suas habilidades motoras se tornam no futuro adultos mais ativos, sociáveis, engajados e saudáveis fisicamente e psiquicamente. Isso ocorre porque durante a brincadeira a criança promove serotonina (reduzi a ansiedade), acetilcolina (favorece o estado de atenção e memória), dopamina, (gera prazer e motivação) e endorfina (reduz tensão neuronal)."

 A especialista em psicomotricidade Lidiane Leite, explica ainda que uma criança para ser alfabetizada precisa brincar muito para desenvolver todas as habilidades motoras. "Para uma criança ler e escrever corretamente ela precisa obter uma maturidade neuropsicomotora adequada, em outras palavras, ela precisa ter um bom equilíbrio, força muscular, conhecer bem o seu próprio corpo, ter desenvolvido uma boa orientação espacial e temporal e ainda ter uma boa coordenação motora fina e ampla." 

Lidiane Leite alerta que muitos problemas na escola podem ser causados por questões emocionais, físicas ou biológicas. "É muito importante fazer uma audiometria e um exame de vista para verificar se essa criança está enxergando e ouvindo bem. Como também verificar se ela dormindo bem e se alimentando bem, pois a privação do sono, a fome e o stress podem afetar a memória, a atenção e outras habilidades essenciais para a aprendizagem."  

"Alfabetizar uma criança não é algo simples. As crianças não nascem sabendo ler e escrever. Elas precisam brincar muito porque a ausência do movimento e da experiência corporal vai prejudicar bastante a organização do cérebro", finaliza a Neuropsicopedagoga Lidiane Leite. 

Pensando em auxiliar no desenvolvimento motor das crianças, a Lidiane Leite separou alguns exercícios, que ela recomenda em seus cursos e palestras.

 

01 – Fique de pontinha dos pés por 10 segundos

 

02 – Salte em uma perna só, mantendo a outra perna dobrada.

 

03 – Feche os olhos e diga em voz alta, as partes do seu corpo humano, de baixo pra cima. E depois de cima para baixo.

 

04 – Deite no chão de barriga para cima e levante o seu braço esquerdo e dobre a sua perna esquerda.

 

05 – Deite no chão de barriga para cima e abra bem os braços e depois bata 5 palmas.

 

06 – Fique em pé. Depois pule para o lado direito e em seguida coloque as mão no joelho.

 

07 – Deite no chão de barriga para baixo. Tente virar a cabeça para um lado e depois para o outro lado sem mexer o tronco. 

 

08 - Mostre a sua mão. Depois use o polegar e o indicador para pegar pequenos objetos com a pontinha dos dedos.

 

09 - Mostre a sua mão. Em seguida, segure por 5 segundos uma folha de sulfite apenas com o polegar e o indicador. 

 

10 - Mostre as suas mãos. Depois use os seus polegares e indicadores para Rasgar e picar papel em tiras. Depois pode fazer bolinhas usando o polegar e o indicador par amassar e modelar o papel.

 



Lidiane Leite – Jornalista, pedagoga, neuropsicopedagoga e especialista em psicomotricidade. Possui vários cursos de aperfeiçoamento na área da Educação e da Psicologia. Ministra palestras e cursos sobre educação e comportamento infantil. Escreve artigos e é autora de 13 livros-caixinhas: "Cadê o Resultado?", "Qual não tem Par?", "O que eles têm em comum?", "Stop", "Certo ou Errado", "Ginástica de Memória ", "Palavra Certa" e "Onde está o cachorrinho", "Monte os grupos", "Interpretação de Texto", "Exercícios de Coordenação Motora", "Cores em Ordem" e "Jogo de Imitação = Emoções". Todos eles foram editados e publicados pela Editora Matrix.
www.lidianeleite.com.br
Instagram: @lidiane_neuropsicopedagoga
Youtube: neurocienciacomlidianeleite


A trégua do Natal

 

Você sente o peso dos conflitos e desafios que marcaram este ano? Ucrânia, Israel, guerras políticas, nos nossos corações… Ufa! Nesse fim de 2023 me vem à mente um filme, Joyeux Noël, que retrata momentos reais da Primeira Guerra Mundial. A invenção da metralhadora havia impedido manobras bélicas criativas como as de Napoleão e restringido os soldados a trincheiras cheias de ratos, lama, sangue e sofrimento.

Mas quando chega o Natal de 1914, soldados escoceses, alemães e franceses ouvem as canções natalícias que vinham das trincheiras inimigas e declaram uma trégua. Por uma noite, enterram os mortos e jogam futebol. Compartilham chocolate, champanhe e fotos de parentes queridos. Olham-se nos olhos e vêm a humanidade daqueles que haviam visto detrás das miras de rifles. O espírito do Natal prevalece sobre a destruição da guerra.

Desejo algo parecido para nós esse ano. Paz, trégua, encontros. Deixar de lado as armas que usamos para nos defender e arriscar a ternura. Calmar a guerra interior e substituí-la pela serenidade. Como chegar lá? A atmosfera natalícia certamente ajuda: preparar a mesa, embrulhar presentes, cantarolar Jingle Bells. Mas a chave é viver o significado original do Natal. Acho interessante que no mesmo Oriente Médio, em conflito na época e hoje, o nascimento de Jesus trouxe um anúncio de paz: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.

Cristãos como eu celebram que Deus veio até nós e nos ofereceu uma trégua. Declarou o seu favor para corações fragmentados e divididos. Trouxe esperança para refeições tensas e ressentimentos ainda não resolvidos. Não precisamos permanecer em guerra conosco, uns com os outros ou com Deus. A chegada de Cristo traz uma manjedoura serena e uma brisa de paz para todos os que acolhem essa boa notícia.

 



René Breuel - escritor paulistano que mora em Roma, na Itália. Autor de Não é fácil ser pai (Mundo Cristão) e O Paradoxo da Felicidade (Hagnos), possui mestrado em Escrita Criativa e em Teologia. É casado com Sarah e pai de dois meninos, Pietro e Matteo.

Prejuízo dos estigmas sobre saúde mental é imensurável: psicóloga explica como melhorar

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), Brasil é o país mais ansioso do mundo, um dos mais depressivos e está entre os maiores índices de burnout. Mas, pouco falamos sobre saúde mental

 

A saúde mental é um desafio global. Em 2019, o estudo mais completo da Organização Mundial de Saúde (OMS) acerca do tema levantou que quase um bilhão de pessoas viviam com um transtorno mental no mundo. No Brasil, o cenário não é muito diferente. Somos, atualmente, o país mais ansioso do mundo, um dos mais depressivos e também estamos entre os com mais casos de burnout.

Apesar disso, pouco falamos sobre essas questões - seja no trabalho, entre amigos ou até mesmo em casa. O que, a própria OMS alerta: aumenta o estigma e nos prejudica enquanto sociedade.

"O estigma é, basicamente, a forma como a sociedade vê algo ou alguém. De modo geral, eles tendem a ser carregados de preconceitos e falta de informação e são prejudiciais", comenta a psicóloga do Zen App, Maíra Bergo. Para ela, há casos em que o estigma é prejudicial a um grupo de pessoas e outros em que todos são prejudicados. No caso da saúde mental, a OMS alerta que os efeitos são, principalmente, o medo da má impressão e exclusão social. O que, para a psicóloga, afasta a população dos cuidados e até mesmo dos tratamentos.

"Muitos ainda acreditam, por exemplo, que uma pessoa depressiva é inválida e vive triste. Um pensamento que afasta as pessoas que precisam do pedido de ajuda, pois há um pré-julgamento sobre a condição e até sobre a necessidade de ajuda em si. A sensação é que ter um diagnóstico será ruim, quando na verdade é o primeiro passo para melhorar". Para a profissional, alguns pontos são cruciais para essa mudança de cenário.



1. Psicoeducação


Antes de mais nada, é preciso que haja informação de qualidade. Nas empresas, escolas… é importante falar sobre saúde mental e entender que os transtornos mentais são problemas de saúde como qualquer outro e merecem atenção, cuidado e tratamento.

"Ainda é normal ver pessoas lidarem com as questões de saúde mental como se fosse "frescura". Isso não pode acontecer. É necessário que as pessoas entendam que dizer que alguém é depressivo porque quer é o mesmo que dizer que alguém escolheu ser diabético, por exemplo".



2. Entender os tratamentos


Tratamentos são essenciais para lidar com os transtornos. Mas, ainda existe uma resistência a eles. Maíra explica que é importante falar sobre tratamentos e quebrar o estigma, principalmente, com o uso de medicamentos - que, ela lembra, sempre devem ser receitados por psiquiatra com diagnóstico clínico realizado.



3. Rede de apoio


Para além do paciente, é importante que as pessoas a sua volta também estejam inteiradas sobre os aspectos do transtorno, sintomas, estratégias de enfrentamento e todas as possibilidades.



Zen App - Disponível tanto na Play Store quanto na App Store, o Zen App


Para colocar a vida nos eixos em 2024: 5 pontos que você precisa acertar, segundo a Dra. Lídia Noé

 

A busca pelo desenvolvimento espiritual, mental e físico é tema central da renomada psicóloga e nutricionista, Dra. Lídia Noé. Ela destaca a importância de construir uma ponte entre uma vida comum e uma vida extraordinária, evidenciando que o cuidado com esses três pilares é a chave para uma vida longa e com sentido. 

Em suas palavras, Dra. Lídia Noé desafia a ilusão de que o caminho para o desenvolvimento é simples, admitindo que demanda esforço e dedicação. Ela compartilha insights valiosos sobre a necessidade de cultivar o equilíbrio espiritual, mental, físico como alicerces para uma vida plena e realizada.

 

Os 5 Sinais Indicativos da Necessidade de Desenvolvimento

 

  1. Ausência de Perspectiva para o Futuro: Sensação de estar andando em círculos, sem vislumbrar um horizonte promissor.
  2. Dificuldade de Autoconhecimento: Falta de compreensão de si mesmo, resultando em falta de clareza nos objetivos pessoais.
  3. Crenças Limitadoras: Cultivo de crenças e conceitos obsoletos que impedem o progresso e a evolução pessoal.
  4. Autoestima e Merecimento: Sentimento de não merecimento de prosperidade e autorrealização.
  5. Falta de Consciência: Ausência de clareza sobre si mesmo, do corpo, da mente e do espírito, indicando a necessidade de integração e harmonização.

 

Dra. Lídia Noé encoraja os leitores a reconhecerem esses sinais como oportunidades para a transformação pessoal. Seus insights oferecem uma visão profissional sobre a busca pelo equilíbrio e convidam cada indivíduo a construir sua melhor versão, alinhando-se com seus propósitos de vida. 



Lídia Noé - Formada em Nutrição e Psicologia é fundadora e diretora da Clínica Psiconutrire, com atendimentos presenciais em Ubá e em Alphaville/São Paulo, e on-line para pacientes de todo o Brasil e exterior. Atua como palestrante e professora em congressos e pós-graduações na área da saúde e desenvolveu uma metodologia de trabalho que une a abordagem nutricional à psicológica, a fim de ajudar pacientes com transtornos alimentares, transtornos de ansiedade e dificuldades de emagrecer.
Instagram: @lidianoe1
Site: http://psiconutrire.com.br/

 

Meu filho está fazendo birra, e agora?

  

Psicóloga comportamental explica qual é a melhor maneira de reagir às birras das crianças


 

Em cada geração, existe uma tendência na criação dos filhos. Na dos baby boomers, pessoas nascidas entre 1945 e 1964, as filhas eram criadas para bons casamentos, com rapazes que já trabalhavam desde cedo, de preferência como funcionário público, com uma estabilidade financeira. Em cidades pequenas, geralmente, até um sobrenome conhecido contava, pois mostrava tradição. Contrastando com seus pais, na geração X, nascidos entre 1965 e 1981, a mulher já podia ter independência financeira e uma carreira consolidada, sem necessidade de um homem que provém. 

Atualmente, há uma cobrança diferente, muitos pais não querem de maneira alguma ver seus filhos chorando. Isso ocorre muito quando a criança quer algo que não é correspondido pelos pais, gerando uma frustração e em seguida a reação é a “temida” birra. Formada em psicologia pela UNESP Bauru e pós-graduada em terapia comportamental pela UFSCAR, Priscilla Souza comenta que “Os pais ficam apavorados vendo uma criança chorando”. Afinal, por quê isso acontece? 

A profissional explicou que os pais querem que o filho seja perfeito, inteligente e bom em tudo. “Deve falar e escrever perfeitamente, ir bem em todas as matérias da escola, e além disso ser um bom esportista” - acrescenta a terapeuta. Em resumo, ter tudo o que quer, preencher todas as expectativas dos pais, no entanto sem poder expressar seus sentimentos. 

A psicóloga ressalta que o choro no desenvolvimento infantil é algo muito importante, apesar de incomodar os adultos, pois é uma manifestação de sentimento, seja de dor, frustração ou de rebeldia. Tudo isso deve ser manifestado. Em resumo, a criança tende a fazer birra, pois é de seu direito protestar contra algo que não concorda. 

O problema, no entanto, é a consequência de tudo isso. Os pais, apavorados e constrangidos por verem seus filhos chorando, correspondem com as expectativas da criança. Essa atitude instaura um comportamento muito prejudicial para a educação dos pequenos, uma vez que pode desencadear uma sucessão de persistências, pois é uma maneira fácil de se conseguir aquilo que ela quer.

Para concluir, Priscilla explicou que a birra faz parte do desenvolvimento infantil. Portanto, a melhor maneira de reagir é explicando para a criança que ela pode ficar brava e protestar, mas também que suas expectativas não serão correspondidas e o importante é explicar os motivos. A frustração por não conseguir o que quer faz parte do viver e nem todo o protesto na infância necessariamente é um sofrimento, e sim uma forma de expressão. O aprendizado com essas situações, por fim, ajudará a moldar a forma como ela lida com seus sentimentos, sobretudo na vida adulta.

 

https://www.instagram.com/priscillasouzapsicologa/?igshid=NTdlMDg3MTY%3D 

 

Referências: https://istoe.com.br/mulher/noticia/podcast-retrogosto-85-priscilla-souza-fala-psicologia-comportamental-e-sexualidade-entre-deficientes-fisicos/ 

https://revistamarieclaire.globo.com/retratos/noticia/2023/06/enfrentei-barreiras-que-permeiam-a-sexualidade-de-pcds-e-vi-que-podia-ajudar-mais-gente-dep.ghtml



Não deixe o estresse e a ansiedade interferirem nas festas e nos planos para 2024


Conhecida como síndrome de fim de ano, há Conhecida como síndrome de fim de ano, há muita expectativa nesse período para rever o que não foi realizado e em planejar 2024. Segundo Felipe Lobo, psicólogo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultor médico da Libbs, as dúvidas que cercam o futuro levam a uma nuvem de incertezas que causam insegurança e apreensão, gerando ansiedade. Espera-se muito do futuro, tanto que coisas ruins continuem acontecendo e boas venham a acontecer e esse medo e desejo, geram apreensão.

Mas o especialista aponta que é possível planejar o ano de forma mais leve, seguindo algumas dicas: 

- Buscar metas que mais se ajustem ao seu estilo de vida

- Focar esforços no caminho para alcançar seus objetivos

- Estabelecer objetivos específicos e realistas

- Revisar os objetivos periodicamente

-Definir um período para se dedicar com exclusividade a um objetivo por vez

-Criar um quadro para visualizar os objetivos. Quanto mais criativo melhor

- Planejar a longo prazo e não só pensar em um período de um ano

- Compartilhar as promessas com um amigo ou familiar para reavaliá-las de tempos em tempos

Para o especialista, para alcançar os objetivos traçados para o próximo ano é fundamental buscar aqueles que mais se ajustem ao estilo de vida de cada um como, por exemplo, deixar a roupa da academia ao lado da cama, caso a promessa seja a de se exercitar logo cedo. Assim, as chances de desistir diminuem já que basta levantar da cama, se vestir e sair de casa. 


O caminho pode ser o objetivo

Uma outra dica do especialista é focar os esforços no caminho e não somente no objetivo. Assim, alcançar a meta será mais fácil pois a cada etapa vencida, a conquista estará mais próxima. “Todo compromisso exige ajustes, correção de rota e obstáculos não previstos. Por isso, fracionar as metas em etapas ajudará na conquista”, orienta. 

Outra dica é estabelecer objetivos específicos e realistas e não se concentrar em apenas um deles, além de prestar atenção em todo o processo para reduzir as chances de frustrações. Se não aproveitar o caminho, a motivação diminuirá e as chances de desistir aumentarão. Uma dica é revisar periodicamente os objetivos. Assim, o que pode ser difícil de realizar no dia a dia vira um hábito. Mas, se estiver animado e quiser acelerar o processo, o segredo é estabelecer um período para se dedicar de cabeça. Exemplo: frequentar a academia três vezes por semana durante 100 dias. Ao final do período, as chances do compromisso se tornar um hábito aumentarão.

 

Visualizar os objetivos ajuda a definir metas

Outra sugestão do psicólogo é criar um quadro para visualizar as metas prometidas para o próximo ano. Quanto mais rico em imagens e frases, melhor as chances de alcançar os resultados. “É uma outra maneira de registrar a informação. Visualmente, o cérebro capta os dados e os absorve no inconsciente e, alinhado às ações, se transformam em verdade” explica Lobo. 

Também é interessante planejar a longo prazo considerando cada ano como uma etapa de um projeto maior. Assim, a sensação de frustração ao final de 12 meses é reduzida. Se considerar mudanças importantes ao longo da vida, pensando em 10 anos por exemplo, as metas anuais não funcionarão mais como ponto de chegada, mas, sim, como parte de uma visão de longo prazo mais fáceis de serem alcançadas. 

Uma última dica do especialista é compartilhar as promessas com um amigo ou familiar para que, de tempos em tempos, possam conversar sobre os compromissos almejados e para avaliarem juntos se as metas estão sendo possíveis de serem atingidas. “As promessas não precisam ser um peso. Por isso, devem ser compartilhadas e, se necessário, refeitas. Afinal, realizar sonhos faz parte da vida e para alcançá-los é necessário partir para a ação e até mesmo mudar de rota quando quisermos” finaliza. muita expectativa nesse período para rever o que não foi realizado e em planejar 2024. Segundo Felipe Lobo, psicólogo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultor médico da Libbs, as dúvidas que cercam o futuro levam a uma nuvem de incertezas que causam insegurança e apreensão, gerando ansiedade. Espera-se muito do futuro, tanto que coisas ruins continuem acontecendo e boas venham a acontecer e esse medo e desejo, geram apreensão. Mas o especialista aponta que é possível planejar o ano de forma mais leve, seguindo algumas dicas:

 

Estudo ajuda a entender por que o estresse na adolescência predispõe a doenças psiquiátricas na fase adulta

 

O córtex pré-frontal é uma região cerebral extremamente
 suscetível a estressores durante a adolescência. Na maturidade,
permite um controle cognitivo maior sobre as emoções
(
foto: Octavio Lopez Galindo/Pixabay)

Em experimentos com ratos, pesquisadores da USP observaram, no tecido cerebral, alterações em genes relacionados ao metabolismo energético

 

 O estresse excessivo na adolescência pode causar alterações no perfil de genes expressos no cérebro, especialmente aqueles ligados às funções bioenergéticas. Tais mudanças afetam o processo de respiração celular, e isso estaria associado a problemas comportamentais e transtornos psiquiátricos na idade adulta. A conclusão é de um estudo com ratos feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Os resultados foram publicados recentemente na revista Translational Psychiatry.

Não é novidade que a adolescência é marcada por uma série de mudanças no corpo e no comportamento. Nesse período, o cérebro passa por alterações estruturais e funcionais, moldadas tanto por fatores neurobiológicos quanto sociais. “De fato, assim como em humanos, o cérebro do rato adolescente é extremamente plástico, e tal plasticidade é observada tanto em nível molecular quanto comportamental. Mudanças em perfis de expressão de genes específicos, em diferentes áreas do cérebro, levam a alterações de conectividade celular, o que se amplifica sistemicamente, levando a alterações de comportamento persistentes na idade adulta, que são correlacionadas a transtornos psiquiátricos”, explica Thamyris Santos-Silva, então doutoranda em farmacologia pela FMRP-USP e primeira autora do trabalho.

“A adolescência representa um período crítico para a plasticidade cerebral dependente dos comportamentos sociais”, complementa Felipe Villela Gomes, professor do Departamento de Farmacologia da FMRP-USP e coordenador do estudo. “Nessa fase, aumenta a suscetibilidade a fatores socioambientais adversos, como traumas, insultos e maus-tratos, e as experiências sociais podem influenciar a vulnerabilidade e a resiliência ao estresse.”

O córtex pré-frontal é uma região cerebral extremamente suscetível a estressores durante a adolescência. É ela que, quando madura, permite um controle cognitivo maior sobre as emoções, como pode ser observado na idade adulta. Em ratos estressados na adolescência, essa região apresentou menores níveis de expressão de genes-chave na função respiratória das mitocôndrias. Estas organelas são as principais produtoras de energia química para o funcionamento dos neurônios, as células fundamentais do cérebro. Isso reforça o envolvimento das mitocôndrias como reguladoras de comportamentos sociais, entre eles a resposta ao estresse.

A pesquisa, apoiada pela FAPESP, analisou, em uma primeira etapa, as consequências comportamentais do estresse – ansiedade, sociabilidade e cognição – em ratos no final da adolescência. Para isso, os animais foram expostos a um protocolo de estresse, por dez dias consecutivos, coincidentes com um intenso período de plasticidade cerebral. Na sequência, os animais passaram por avaliações específicas, que mostraram prejuízos marcantes em todos os testes comportamentais.

“Observamos que, nessa fase da vida, os animais estressados apresentavam, de forma mais pronunciada, um perfil comportamental ruim, com ansiedade e diminuição na sociabilidade e na função cognitiva”, conta Gomes.

Para avaliar se essas variações se refletiam também na expressão gênica, amostras de RNA foram enviadas ao Laboratório de Genética Comportamental do Brain Mind Institute da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça), liderado pela professora e pesquisadora Carmen Sandi. Lá foi feito o sequenciamento de RNA mensageiro, que reflete o perfil de genes expressos nos cérebros analisados. Os dados foram analisados com ferramentas de bioinformática, etapa financiada pelo Programa Capes/USP- PrInt.

“Essa análise mostrou alterações nos genes do córtex pré-frontal de animais estressados – entre os dez principais genes afetados, vários foram associados a vias ligadas ao estresse oxidativo e à função mitocondrial, um componente celular fundamental para a produção de energia para o cérebro”, diz Gomes.

O trabalho envolveu ainda uma análise para avaliar o consumo de oxigênio mitocondrial pelo cérebro desses animais, que também se mostrou prejudicado pelo estresse.

“Temos agora, portanto, várias evidências que apontam a importância da função mitocondrial para esse perfil comportamental”, afirma Gomes.


Próximos passos

A ideia dos pesquisadores agora é analisar se, com a identificação desse perfil comportamental, é possível predizer a resposta de um indivíduo frente a um possível estressor e em que grau isso realmente levaria ao desenvolvimento de doenças psiquiátricas.

“Outro caminho para avançar nos estudos seria centrar esforços nas alterações genéticas. Fazer testes para descobrir o que acontece quando ocorre diminuição ou melhora da expressão gênica. Isso poderia fornecer mais evidências sobre a relação dessas alterações com o estresse e até apontar formas de combatê-las”, sugere Gomes.

O artigo Transcriptomic analysis reveals mitochondrial pathways associated with distinct adolescent behavioral phenotypes and stress response pode ser lido em: https://www.nature.com/articles/s41398-023-02648-3.

 


Julia Moióli
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/estudo-ajuda-a-entender-por-que-o-estresse-na-adolescencia-predispoe-a-doencas-psiquiatricas-na-fase-adulta/50410


Como formar filhos leitores

É realmente desafiador conquistar a atenção das crianças durante minhas palestras nas escolas, especialmente com a constante distração provocada pelo uso excessivo de celulares. Em geral, elas dispersam, por estarem acostumadas com estímulos proporcionados pelas telas. Essas são atividades nas quais nós mesmos, adultos, nos apegamos sem perceber e inadvertidamente transmitimos esses hábitos aos nossos filhos. 

Vivenciei esse contratempo quando fiz uma apresentação para crianças do sexto e sétimo ano do ensino fundamental II. Os professores já haviam avisado que seria difícil fazer com que elas se concentrassem. Por isso, usei uma estratégia de choque e perguntei aos pequenos se sabiam quantos livros um brasileiro lê por ano? Afinal, temos uma média de 2,43, enquanto na Finlândia chega a 17 obras lidas.  

Sei que parece uma estratégia um pouco drástica, mas conquistei rapidamente a atenção dessas crianças e deixei meu ponto de vista claro: quando não lemos, todo nosso aprendizado fica comprometido. Sem a leitura, perdemos informações preciosas, diversão e oportunidades de nos tornarmos pessoas grandiosas. 

Para manter o interesse nos livros e estimular o gosto pela leitura em crianças que passam horas a fio diante de dispositivos eletrônicos, a resposta não é proibir o uso de telas. Mas, sim, integrar as obras de forma positiva em suas vidas, ensinar que ler também é divertido. Deixar o celular de lado ao menos por meia-hora, acompanhar a leitura dos filhos e ler com eles também é legal. Os pais precisam ser exemplos.  

Olhando um pouco para minha própria história, sou filha de livreiros. Até hoje meus pais mantêm pilhas de livros na mesa ao lado da cama. Isso fez com que eu me tornasse uma Publisher e autora de livros infantis. Meu amor pelos livros não nasceu espontaneamente. Ele foi cultivado por toda a minha vida. Ver meus pais lendo com certeza virou a chave para que eu me interessasse pela leitura. 

Não ignoro as urgências que a vida moderna nos impõe. Eu mesma, em uma fase complicada, me peguei compulsiva no uso do celular. Ocupada por tarefas inúteis e consumindo toneladas de informação jogadas em sequência pelo aparelho. Logo, meus filhos, praticamente bebês naquela época, estavam fascinados pelo smartphone também. 

Isso me deu um estalo, voltei imediatamente a realizar passeios em livrarias com as crianças (uma experiência maravilhosa). Tornei os livros o único tipo de compra sem restrição de orçamento em casa. Disponibilizei tudo o que lhes despertava o interesse, de gibis a contos, até que chegassem aos grandes livros. 

Foi essa atitude que me deu a felicidade de hoje ter filhos que leem. Aliás, leem muito mais do que eu lia na minha infância. Algo que cultivei e deu frutos maravilhosos, pois a cada página sinto que os meus pequenos ficam mais preparados para a vida. Afinal, as histórias também ensinam a compreender os sentimentos e o mundo em que estão inseridos. Quem cultiva o amor pela literatura desde cedo, que gosta de aprender coisas novas, pode auxiliar no nosso futuro e torná-lo melhor.  

 

Maíra Lot Micales - Publisher e autora de livros-função como "O educado do Eduardo" e "Cocô, xixi e pum". Ela busca unir o universo lúdico das histórias divertidas ao preparo da criança para a superação de desafios específicos próprios da infância.


6 dicas para garantir a contribuição da família no desenvolvimento infantil

 

Freepik

Pós-Doutora em Educação detalha como pais e responsáveis podem desempenhar da melhor forma uma de suas principais funções. 

 

O Dia Nacional da Família é celebrado há 60 anos no Brasil, a partir da assinatura do Decreto nº 52.748, de 24 de outubro de 1963. E tem o intuito de homenagear e lembrar sobre a importância desta instituição. Seu significado é associado a relações afetivas entre pessoas que tenham ou não laços sanguíneos, e a um conceito baseado em amor, ajuda, partilha. Sua função está relacionada à formação de valores e educação. 

Para o desenvolvimento infantil, a família, liderada por pais e responsáveis, tem um papel crucial. “Eles são os primeiros educadores das crianças, com o poder de influenciar profundamente seu crescimento. O apoio e incentivo dos pais são elementos essenciais para o sucesso acadêmico, emocional e social dos filhos”, ressalta Thais Lenhardt, Coordenadora de Soluções Pedagógicas da Mind Lab, referência no desenvolvimento de habilidades socioemocionais. 

O desenvolvimento infantil é uma jornada repleta de descobertas, aprendizado e crescimento. Nesse processo, a família desempenha um papel central, atuando como o alicerce da construção das habilidades e da personalidade da criança. Esta etapa é uma jornada complexa que abrange várias áreas, como cognitiva, emocional, social e física. Cada fase do crescimento traz consigo novos desafios e oportunidades de aprendizado. “É fundamental que as crianças sintam-se apoiadas e incentivadas durante esse processo para alcançarem todo o seu potencial”, observa Thaís. 

A contribuição familiar no desenvolvimento infantil pode ser alcançada de forma satisfatória, destacando-se como o suporte, o incentivo e um ambiente propício para moldar positivamente o futuro das crianças, por meio de seis dicas, como detalha a especialista da Mind Lab.
 

Suporte Emocional

O suporte emocional é fundamental para o desenvolvimento infantil saudável. As crianças precisam sentir-se amadas, valorizadas e seguras. Isso contribui para a construção de uma autoestima positiva e para a capacidade de lidar com desafios emocionais. Um ambiente familiar que promova a expressão emocional e a identificação e a compreensão dos sentimentos é fundamental. Pais que ouvem atentamente os sentimentos dos seus filhos, contribuindo para que eles possam identificá-los e caracterizá-los.
 

Incentivo à exploração e ao aprendizado

A curiosidade é inerente às crianças. Os pais podem incentivar essa curiosidade, criando um ambiente propício à exploração e ao aprendizado. Isso envolve fornecer materiais educacionais, oportunidades de descoberta e encorajar a busca pelo conhecimento e por novas experiências. Como exemplo estão pais que leem para seus filhos, exploram a natureza juntos e incentivam a pesquisa em casa. Eles estão promovendo o amor pelo aprendizado.
 

Comunicação e interação

A comunicação eficaz é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e das habilidades sociais. Os pais desempenham um papel importante no desenvolvimento da comunicação de seus filhos. Conversas regulares, interações lúdicas e o estímulo à expressão verbal (ou até mesmo outras formas de expressão) são estratégias valiosas. Como pais que fazem perguntas abertas, ouvem com atenção e respondem às perguntas. Isso ajuda os filhos nas habilidades de uma comunicação saudável e fortalecem as relações intra e interpessoais.
 

Estabelecimento de rotinas e limites

As crianças prosperam em ambientes estruturados. Estabelecer rotinas consistentes e limites claros ajuda as crianças a entenderem o que se espera delas e a se sentirem seguras. Essa estrutura proporciona um senso de previsibilidade, fundamental para o desenvolvimento emocional. Pais que estabelecem horários para refeições, sono e tarefas escolares estão contribuindo para a organização e o bem-estar de seus filhos.
 

O acompanhamento familiar na educação

Além de desempenhar um papel crucial no desenvolvimento emocional e social, a família também é um parceiro vital na educação formal. O acompanhamento familiar na educação é uma extensão do suporte dado em casa e pode melhorar significativamente o desempenho acadêmico das crianças.

A participação ativa dos pais nas atividades escolares é uma maneira eficaz de mostrar o valor da educação. Comparecer a reuniões escolares, participar de eventos e discutir o progresso acadêmico com os professores demonstra o compromisso dos pais com o sucesso educacional de seus filhos. Pais que se envolvem na escola, acompanham a lição de casa e ajudam na preparação para exames estão apoiando o aprendizado de seus filhos. Quando os pais acompanham a trajetória escolar dos filhos, eles podem ajudar na construção de diagnósticos, metas e objetivo e, até mesmo, sugestão de novas estratégias quando o caminho precisa ser alterado.

 

Apoio nas decisões educacionais

Os pais desempenham um papel ativo nas decisões educacionais de seus filhos. Isso inclui escolher a escola certa, selecionar cursos extracurriculares e discutir objetivos educacionais. Como, por exemplo, pais que colaboram com seus filhos na escolha de cursos que correspondam aos interesses e metas futuras estão incentivando o senso de responsabilidade e autodirecionamento. 

O acompanhamento familiar desempenha um papel inestimável no desenvolvimento infantil. Fornecer suporte emocional, incentivo e um ambiente propício para o aprendizado são investimentos significativos no futuro das crianças. Quando os pais estão ativamente envolvidos na educação e no desenvolvimento de seus filhos, eles estão contribuindo para um crescimento saudável e uma base sólida para o sucesso ao longo da vida.


Thais Lenhardt - Coordenadora de Soluções Pedagógicas da Mind Lab. É Mestra, Doutora e Pós-Doutora em Educação para Ciência pela Unesp Bauru em Educação para Ciência pelo Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciência da Unesp - Bauru. Graduada no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas pela Unesp Bauru. Atuou como professora substituta da Unesp Bauru e como professora da Unisagrado de Bauru. É Especialista em Design Instrucional e tem experiência como professora e tutora em cursos de Formação Inicial e Continuada de professores e em produção e revisão técnica de material didático para formação de professores e Educação Básica.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

ROYAL CANIN® participa da 15ª edição do Bazar de Natal do Adote um Gatinho

 

Divulgação/Royal Canin

Evento promove a proteção e o cuidado de felinos e incentiva a posse responsável

 

Está chegando o Bazar do Adote um Gatinho, o evento mais aguardado pelos amantes de gatos! A ONG promove no próximo mês, em 10 de dezembro, um dia especial para arrecadação de fundos e adoção responsável, com entrada gratuita e apoio da ROYAL CANIN® — marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães. A iniciativa acontece das 10h às 18h, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo (SP).  

O tradicional evento de fim de ano da organização tem como principal objetivo promover a causa animal, e o bem-estar dos gatos resgatados. "Ficamos felizes em apoiar mais uma ação da ‘Adote Um Gatinho', que é parceira da ROYAL CANIN® há muitos anos. Esperamos que a edição deste ano seja de muitas doações, possibilitando que o projeto consiga manter a qualidade e frequência de seu trabalho", comenta Wagner Bettega, Gerente de Marketing do Pilar Profissional da Royal Canin Brasil.  

Para Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho, as parcerias são essenciais para manter a motivação em querer cada vez mais encontrar lares amorosos para esses pets e proporcionar-lhes uma vida feliz e saudável “Somos extremamente gratos pelo apoio da Royal Canin na 15ª edição do Bazar de Natal do 'Adote Um Gatinho'. O Bazar nos ajuda a sobreviver nos meses mais difíceis do ano. Em dezembro e janeiro, as adoções e doações caem bastante por conta das férias e das festas, e sem essa ação, não iríamos conseguir seguir com os cuidados para os nossos felinos atendidos pela ONG. É incrível ver empresas comprometidas com a causa animal se unirem a nós nessa jornada de resgate, cuidado e adoção responsável dos felinos”. 

O Bazar contará com uma estrutura especial, possibilitando que os visitantes consigam ajudar o projeto. Na loja, adultos e crianças encontrarão lançamentos exclusivos da linha “Adote um Gatinho”. Também estarão à venda alguns itens fornecidos pelas 15 empresas parceiras do projeto, que vão desde produtos para gatos até itens para os amantes dos felinos. As já conhecidas Sacolinhas de Natal também vão estar disponíveis. Todo o lucro do evento será utilizado para os cuidados dos mais de 430 gatos abrigados e para os novos resgates.  

Para mais informações sobre o trabalho realizado pela da ONG Adote um Gatinho, acesse o link. E para conhecer os alimentos da ROYAL CANIN® e as iniciativas sustentáveis da marca, acesse o site.

 

SERVIÇO

XV Bazar de Natal do Adote um Gatinho

 Data: 10 de dezembro, das 10h às 18h

 Local: Centro de Convenções Rebouças - Av. Rebouças, 600, São Paulo/SP

Entrada Gratuita 

ROYAL CANIN®
site


Plaza Sul Shopping realiza último Encontro de Adoção Pet de 2023

A ação será realizada no dia 09 de dezembro, das 14h às 18h, na Praça BeGreen, localizada no G4

 

O Encontro de Adoção Pet do Plaza Sul Shopping já virou tradição, e no dia 09 de dezembro, em parceria com a ONG Aliança com a Vida, ocorrerá a última edição do ano. Uma excelente oportunidade para quem quer começar 2024 com um novo amigo do lado e, melhor, por meio de uma adoção responsável.

A ONG, que é uma organização sem fins lucrativos especializada no resgate e recuperação de animais em situações vulneráveis, estará no Plaza Sul Shopping das 14h às 18h, na Praça BeGreen – Piso G4, recebendo os clientes interessados em levar um novo pet para casa.
 

Os animais de estimação destinados à adoção já estão castrados, vacinados e desvermifugados. Para quem deseja adotar, é imprescindível ser maior de 18 anos, apresentar um documento com foto e comprovante de residência, além de passar por uma entrevista conduzida pela equipe da ONG. A decisão final sobre a adoção será de responsabilidade da organização. Se o futuro tutor for aprovado, uma taxa simbólica será aplicada para formalizar o processo. 

Na programação do dia está previsto um desfile dos cães, acompanhados de seus guias, em um cortejo pelos corredores do Shopping. A caminhada não só aumenta a visibilidade da iniciativa, mas também oferece aos visitantes a chance de ter um primeiro contato e interagir com os animais antes mesmo da adoção. 

O evento também contará com um espaço instragramável para os pets, além de atividades para a criançada como, por exemplo, distribuição de pipoca e lounge com desenhos para colorir. Em caso de chuva, a Feira será realizada no estacionamento do shopping. 

A responsabilidade social é uma das marcas do Plaza Sul Shopping, e o evento destaca a importância da adoção responsável e consciente, que proporciona uma nova oportunidade aos pets resgatados. 

“Chegamos à essa última edição de 2023 com a certeza de mais um evento social muito importante para o shopping. A adesão em todas as edições nos faz compreender a relevância dessas ações para os nossos clientes”, afirma Camila Ramm, Gerente de Marketing do Plaza Sul Shopping.

 

Um shopping apaixonado por pets  

O Plaza Sul Shopping é um local já reconhecido por abrir espaço aos clientes que amam ir ao shopping com seus pets. O empreendimento, que já é pet friendly, ampliou sua cobertura às famílias com animais de estimação com a Praça Pet, localizado no piso 2, próximo à loja Milky Moo. 

O espaço, que é exclusivo e intimista, foi pensado para oferecer um atendimento personalizado, buscando melhorar – cada vez mais – a experiência dos clientes e dispõe de bebedouro, comedouro, saquinho higiênico e caminhas acopladas aos bancos, proporcionando segurança e bem-estar aos amigos de quatro patas. 

Neste Natal, inclusive, o Plaza Sul Shopping preparou um espaço especial na pracinha em que os tutores podem eternizar a visita com seus bichinhos de estimação ao bom velhinho. O ambiente é totalmente instagramável e preparado para recebê-los.

 


Serviço: Evento de Adoção – Plaza Sul Shopping

Data: 09 de dezembro de 2023

Local: Praça BeGreen – Piso G4

Horários: Das 14h às 18h

Entrada: Gratuita

Endereço: Praça Leonor Kaupa, 100 - Jardim da Saúde, São Paulo – SP

 

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