Organização
Mundial da Saúde reconhece a terapia desde 1976
A Cromoterapia é uma técnica muito suave que visa reequilibrar
a dinâmica da energia do organismo físico e emocional e o tratamento faz parte
das Práticas Integrativas Complementares, além de constar na relação das
principais terapias complementares reconhecidas pela Organização Mundial da
Saúde (OMS), desde 1976.
Quando existe algum tipo de agressão ou lesão
grave, é necessário atuar diretamente na correção desse problema. A terapia
utiliza as sete cores do espectro solar como o vermelho, laranja, amarelo,
verde, azul, índigo e violeta, e cada cor atua em um chakra ou um órgão do
corpo humano.
A aplicação de cores serve para tornar o organismo
mais receptivo e aumentar sua resposta às outras medidas terapêuticas
necessárias para alcançar a cura e pode ser aplicada com água solarizada,
cromopuntura e caneta/bastão.
“Cada cor possui uma vibração energética diferente
e causa efeitos curativos e calmantes. Elas representam potenciais químicos que
vibram em frequências elevadas. Para cada órgão ou sistema do corpo humano, há
uma cor que estimula e outra que inibe seu funcionamento. Portanto, conhecendo
bem a ação de diferentes cores, pode-se aplicar a cor correta para preservar a
saúde”, afirma Daniel Alan Costa, especialista em Bases de Medicina Integrativa
do Albert Einstein.
A água solarizada, por exemplo, é feita por meio da
exposição de um recipiente colorido ao sol da manhã por no mínimo 40 minutos.
Depois é só beber a água, que deve ser filtrada, ao longo do dia. Já a
cromopuntura utiliza os pontos da acupuntura e da auriculoterapia convencionais
utilizando as cores, ao invés das agulhas ou sementes, com caneta ou bastão. “A
forma de tratamento deve ser avaliada caso a caso”, explica Costa.
Segundo o especialista, há muitos trabalhos
científicos em andamento para provar o efeito terapêutico das cores, porém o
uso isolado da Cromoterapia só é aceitável e eficiente quando o objetivo é a
prevenção de doenças e não a cura. “Em casos de doenças, o ideal é unir a
Cromoterapia com mais alguma prática integrativa como a acupuntura, por
exemplo”.
Cada cor possui uma indicação e o especialista
enumera abaixo cada uma delas:
Vermelho: alterações cardiovasculares
não congestivas, pressão baixa, insuficiência cardíaca, anemia, fraqueza
nervosa, convalescença, impotência sexual, frigidez, tristeza, depressão,
melancolia, desinteresse pela vida e pelas coisas, excesso de práticas
psíquicas como yoga e meditação, doenças musculares atróficas, paralisias
musculares, preguiça e doenças debilitantes em geral.
Laranja: disfunções endócrinas,
distúrbios intestinais e estomacais, fratura, calcificações, substituto natural
do vermelho, aplicado quanto ele é contraindicado, e entre as cores quentes é
estimulante e o mais suave, portanto o mais utilizado.
Amarelo: situações de desespero e
melancolia, concentração e autocontrole, depressão, manias, ideias fixas,
preocupação excessiva, fixação em aspectos materiais da vida como lucros e
acúmulos de bens, estafa mental, excesso de senso de responsabilidade, fraqueza
com pressão baixa, úlceras gástrica e duodenal, choro excessivo e constante,
falta de confiança no futuro, diarreias e colites nervosas, doenças
psicossomáticas em geral.
Verde: ajuda nos casos de irritação,
insônia, esgotamento, depressão crônica, complexo de inferioridade, transtorno
bipolar, personalidade fraca, medo do fracasso, falta de motivação, autoestima
diminuída, prisão de ventre, falta de memória, crianças desatentas.
Azul: nos casos de stress, estafa, convalescença,
pressão alta, obesidade, taquicardia, palpitação, nervosismo, insônia, ira,
irritabilidade, temperamento agressivo, ciúme, medo, insegurança, ansiedade,
alcoolismo, convulsões, esgotamento nervoso, agitação psicomotora e neuroses.
Índigo: é uma cor reconfortante
recomendada para quem sofre de claustrofobia e para quem tem complexo de
inferioridade, problemas neurológicos, principalmente convulsões e demência,
problemas psicológicos que envolvem vícios (alcoolismo, drogas, tabaco),
hemorragias e outros derrames de líquido no organismo, associado a hipófise.
Violeta: carência
afetiva, autodestruição, crises de personalidade e materialismo excessivo.
Daniel Alan Costa - especialista em Bases de Medicina Integrativa pelo Albert Einstein, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/ INESP.
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