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domingo, 10 de dezembro de 2023

Harmonização Orofacial: novas técnicas e combinações de procedimentos prometem entregar autoestima, beleza natural e bem-estar para pacientes

  

Segundo um estudo realizado pela revista norte-americana Plastic and Reconstructive Surgery, o país lidera a América Latina, com aproximadamente 47.360 procedimentos realizados anualmente

 

Sempre em movimento, o mercado da odontologia estética não para de se atualizar. Entre suas mais recentes novidades está a harmonização orofacial, tratamento que tem conquistado cada vez mais espaço nos consultórios e clínicas. Disponível na Transformando Faces, referência em procedimentos faciais e corporais no país, o procedimento consiste na realização de um conjunto de diferentes procedimentos estéticos na busca o equilíbrio entre a relação estética e funcional do rosto e o sorriso do paciente, corrigindo assimetrias e melhorando as proporções faciais, principalmente do nariz, queixo, dentes ou região malar, que é a região do rosto em que estão os ossos da bochecha.
 

Desde 2019, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) reconhece a harmonização orofacial como uma especialidade da odontologia. Para o Dr. Adalberto Vale, fundador do Instituto e Clínica Transformando Faces e criador das técnicas exclusivas que hoje são referência no mundo inteiro, o tratamento pode garantir excelentes resultados: “A harmonização orofacial consiste na criação de um plano personalizado, considerando as necessidades de cada paciente e prezando pelo realce da beleza natural, adotando os traços do (a) próprio (a) paciente como ponto de partida para evitar um aspecto artificial. É uma área mais específica da já conhecida harmonização facial, que integra a estética do rosto com a estética da boca, entregando assim autoestima e bem-estar, componentes da verdadeira beleza”, comenta o especialista.
 

Um estudo recente da Opinion Box: Pesquisa Beleza, saúde e bem-estar, publicado em 2023, reforça esse movimento relatado pelo Dr. Adalberto. Foram entrevistadas 2.114 pessoas, sendo 51% mulheres e 49% homens, para saber como elas se enxergam diante do mercado da beleza e estética. Dos ouvidos pela pesquisa, 51% afirmaram que a felicidade tem relação com a aparência física. Enquanto 15% das mulheres dizem ter baixa autoestima.
 

“Hoje, em nossas clínicas mais de 85% das pessoas nos procuram com a preocupação de melhorar sua aparência, e assim efetivamente aumentar sua confiança e autoestima, mas a partir de seus traços naturais” ressalta o especialista.
 

Confira a conversa com o especialista Dr: Adalberto Vale:
 

Quais são as técnicas mais utilizadas e procuradas no mercado?

Para a realização da harmonização orofacial, durante a consulta são associadas diversas técnicas como o uso da toxina botulínica, a bichectomia, os fios de sustentação e o preenchimento com ácido hialurônico, além da correção dentária após avaliação. Todo o planejamento é focado em equilibrar os traços suavizando características indesejadas e evidenciando linhas discretas.

 

Quanto tempo dura cada sessão e como é a recuperação?

Cada paciente tem seu planejamento feito de forma personalizada. Por isso, a sessão pode variar muito, mas duração, sendo o mínimo de 30 minutos. Para maior conforto e assertividade no tratamento, o médico pode optar também por dividir por etapas, realizando mais de uma visita ao consultório.

A recuperação também costuma ser muito tranquila. Nos primeiros dias após o procedimento pode haver um pouco de inchaço, sensibilidade e vermelhidão que tendem a sumir naturalmente ao longo da primeira semana. O paciente também pode voltar às suas atividades de trabalho ou domésticas imediatamente. Apenas exercícios fatigantes como ginastica, musculação, natação entre outros são proibidos nas primeiras 24hs.

Também pedimos para nossos pacientes evitarem locais mais quentes ou com grande incidência de sol como varandas, sauna ou secador de cabelo por 24h. Uma dica valiosa que damos aos pacientes é fazer compressas frias e gelo constante para ajudar no inchaço e possível sensibilidades.

 

Quando o paciente vê o resultado final?

Cada caso varia, mas alguns já conseguimos ver grande mudança nos primeiros dias de procedimento. Porém, o resultado final chega em 30 dias. Importante para a conquista de um excelente resultado é seguir todas as indicações do médico e realizar uma consulta de revisão em 30 dias, quando, se necessário, o médico pode realizar procedimentos complementares.

 

Sobre a Transformando Faces

A Transformando Faces foi fundada em 2011 pelo professor Adalberto de Carvalho Vale, responsável pela metodologia exclusiva aplicada na clínica. Após anos de treinamentos e desenvolvimento de equipe, a Clínica conta hoje com mais de 30 profissionais altamente capacitados e mais de 30 mil clientes atendidos. Precursores nas técnicas combinadas que integram a harmonização facial e corporal, o grupo conta hoje com quatro sócios, além do sócio-fundador. São eles: Daisy Alves, que hoje responde como CEO da empresa, Dr. Igor Alves, responsável por muitas transformações de celebridades brasileiras, Dr. Ritchie Alves e Dra. Cindy Alves.

O grupo ainda conta com o Instituto Transformando Faces, que ensina sua técnica inovadora para profissionais de todo o mundo. A Transformando Faces está presente atualmente nas cidades de Belo Horizonte e São Paulo.

 


Belo Horizonte
Complexo Life Center – 6º andar – Sala 616. Avenida do Contorno, 4747 – Serra | Belo Horizonte – MG.
(31) 3567-5030


São Paulo
Avenida Magalhães de Castro, 4800 – CJ. 231 – Torre ll – Park Tower – Cidade Jardim, São Paulo – SP.
(11) 4369-5030
Instagram: @clinicatransformandofaces

 

CIEE cadastra estudantes para vagas de estágio em ação na Linha 8-Diamante

Adolescentes a partir de 14 anos vão receber instruções sobre elaboração de currículos nas estações Itapevi e Carapicuíba


Estudantes que transitarem pela Linha 8-Diamante, nos dias 11 e 18 de dezembro, terão a oportunidade de aumentar as chances de ingressar no mercado de trabalho. Por meio de uma parceria entre a ViaMobilidade, responsável pela operação e manutenção das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de trens metropolitanos, e o CIEE (Centro de Integração Emprego-Escola), adolescentes a partir de 14 anos vão receber instruções sobre como elaborar currículos e realizar o cadastro para processos seletivos de vagas de estágio em diversas empresas.

 

As ações serão realizadas nas estações Itapevi (dia 11) e Carapicuíba (18), das 11h às 16h. A parceria entre a concessionária e a entidade social possibilita que os passageiros tenham uma formação integral ao abrir as portas para o primeiro emprego. 

 

O CIEE é uma associação civil de direito privado e sem fins lucrativos. A equipe de Sustentabilidade da ViaMobilidade vai acompanhar o projeto.

 



Serviço - CIEE

Local: Estação Itapevi – Linha 8-Diamante

Data: 11 de dezembro

Horário: 11h às 16h



Local: Estação Carapicuíba – Linha 8-Diamante

Data: 18 de dezembro

Horário: 11h às 16h


Dia Internacional dos Direitos Humanos: Brasil quer reduzir a razão da mortalidade materna até 2030

 

Visando promover a saúde feminina através da capacitação contínua de profissionais, a DKT South America conta com plataforma de conteúdo médico focado em ginecologia e obstetrícia

 

No Brasil, dados do Observatório Obstétrico Brasileiro (OOBr) apontam que em 2021, houve 110 mortes de mulheres a cada 100 mil nascidos vivos – a mesma taxa que em 1998. Esse panorama destaca a relevância de uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, relacionada à saúde da mulher, que busca reduzir a mortalidade materna global para menos de 70 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos até 2030. 

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado no dia 10 de dezembro, destaca-se o direito de acesso à saúde e o direito de amparo à maternidade e à infância. Onde essa discussão ganha mais força e repercussão, com discursos sobre como alcançar essas mudanças e como as empresas e profissionais da saúde podem auxiliar nesse processo. 

Segundo Luciana Persoli, Diretora de Marketing da DKT South America, é importante que as organizações, principalmente aquelas ligadas à saúde da mulher, possam proporcionar ações de incentivo aos cuidados femininos, para que assim, cada vez mais informações sobre os temas sejam compartilhados e mais mulheres sejam salvas. 

“Aqui na DKT South America, por trabalharmos nessa área e buscarmos ser um canal de divulgação de informações seguras, decidimos por criar o DKT Academy como uma plataforma de conteúdo médico sobre ginecologia e obstetrícia, focando na capacitação contínua de profissionais de saúde. Destacando a relevância da utilização de métodos contraceptivos, como o DIU, entre gestações, como uma estratégia eficaz na redução da mortalidade materna”, explica. 

A DKT South America é conhecida mundialmente por sua missão de proporcionar um planejamento familiar a diversos casais espalhados pela América do Sul, além de promover a conscientização sobre os cuidados e prevenção para o HIV/AIDS e para a redução do quadro de gravidezes indesejadas que acabam por afetar o bem-estar feminino e a organização familiar a longo prazo. 

“O DKT Academy está comprometido com o alcance dos ODS, e alinha seus esforços principalmente com o ODS 3, que diz respeito à saúde e bem-estar, pois ao capacitar profissionais e promover o acesso a métodos contraceptivos seguros, conseguimos contribuir de maneira ainda mais significativa para um futuro onde a saúde materna é protegida e respeitada”, afirma Luciana. 

A plataforma é totalmente gratuita, basta se cadastrar. Dentro do portal estão aulas com especialistas, conteúdos informativos, materiais de aula para download , além de ser possível acessar a qualquer hora e em qualquer lugar. A plataforma é voltada tanto para profissionais que buscam atualização quanto para estudantes que buscam se aprofundar em temas de saúde feminina fora da sala de aula convencional. 

A diretora finaliza dizendo que este Dia Internacional dos Direitos Humanos é uma oportunidade para reafirmarmos nosso compromisso coletivo em garantir que todas as mulheres tenham acesso a cuidados de saúde adequados, respeitando seus direitos fundamentais. “Juntos, avançamos na construção de um mundo mais saudável e equitativo para todos”.

  

DKT South America
Para saber mais, acesse o site

 

sábado, 9 de dezembro de 2023

BARALHO CIGANO: DESCUBRA QUAL CARTA DO ORÁCULO REGERÁ 2024


Especialista do Astrocentro destaca a importância do pensamento coletivo e da compaixão para o próximo ano.

 

O ano de 2024 traz consigo uma aura de magia e transformação, conforme revelada pelas cartas de Baralho Cigano, especialmente pela carta número 4, a emblemática “Casa”. De acordo com Carmen Cigana, especialista esotérica do Astrocentro, essa carta promete promover o poder pessoal, mas também destaca a importância da conexão coletiva. 

As cartas auxiliares, representadas pelo Trevo (carta 2) e pelo Caixão (carta 8), sugerem notícias breves e acontecimentos inesperados ao longo do ano. Contudo, a influência predominante da carta mestre, a Casa, destaca a importância do pensamento coletivo e da compaixão. “Em 2024, não seremos indivíduos isolados, mas sim parte de um todo. A energia de pares dessa carta ressoará na sociedade, promovendo um ano em que as pessoas estarão mais conectadas, colaborativas e orientadas para o bem comum” - resume. 

A imagem simbólica da carta 4 apresenta uma vela acesa, iluminando o escuro e convidando-nos a explorar nossa magia interior. Carmen Cigana ainda enfatiza que esse convite é, na verdade, um chamado para nos libertarmos das vendas que obscurecem nossa visão, encorajando a busca pela descoberta e pela verdadeira essência.


  • Previsões da carta do ano 2024 para a vida pessoal

É necessário aprender a assumir responsabilidades e arcar com as consequências de nossos atos. Para isso, você precisa ser fiel ao seu coração e não se culpar por tudo que acontece, pois assim você evita feridas emocionais e mentais.

Então, se algo ruim acontecer, reflita sobre suas ações e busque o aprendizado mesmo nas situações mais complicadas.


  • Amor

Apesar da carta carta do ano 2024 estar ligada à força e poder pessoal, isso não quer dizer que você tenha autoridade e controle sobre a outra pessoa. Pelo contrário, é um convite para quebrar esses hábitos e encontrar harmonia no relacionamento. 

Além disso, para ter um relacionamento saudável você precisa dar o melhor de si, pois somente assim você conseguirá o melhor do outro. Entretanto, se seu relacionamento começar a gerar dúvidas, você pode se guiar com as cartas do Tarot.


  • Vida familiar

Para tudo existe uma razão, e o mesmo vale para o fato de estarmos na família que estamos hoje.Geralmente, os parentes representam dimensões coletivas que geram desafios positivos. Assim, mesmo que seja difícil perceber, eles vieram para nos mostrar nossas vulnerabilidades e nos ajudar a evoluir com nossos defeitos. 

Da mesma forma, a carta 4 traz para esse ano uma energia que favorece o olhar para si mesmo e compreender o que estamos fazendo de errado nos relacionamentos familiares. Como resultado, é possível buscar mudanças em nós e nos outros, para que tais relacionamentos melhorem.


  • Vida profissional

De acordo com a carta 4 essa é uma das fases que devemos ter mais atenção, pois assim encontraremos sentido naquilo que dedicamos tanto tempo de nossas vidas. 

Em outras palavras, é chegado o momento de refletir sobre os frutos que você tem colhido e se vale a pena continuar se dedicando nesse trabalho. Contudo, a colheita depende daquilo que você plantou, então, se você fez escolhas ruins, infelizmente terá que lidar com essas consequências. Dessa forma, de acordo com o que você escolheu, a caminhada pode ser mais fácil ou mais difícil.


  • Vida social

Lembram das duplas, dos grupos, das alianças em comunidades e dos múltiplos que se unem para serem infinitos? Então, este será o momento que as energias da carta do ano 2024 farão a diferença, pois vão facilitar e fortalecer suas habilidades sociais e sua vocação para o bem coletivo. Além disso, por causa da carta 4, seus esforços com o coletivo certamente serão recompensados.


Astrocentro


FENG SHUI DE NATAL: SAIBA COMO DECORAR A SUA CASA E ATRAIR BOA ENERGIAS


Com as técnicas adequadas, é possível tornar o seu Natal ainda mais encantador.

 

O fim do ano traz uma sensação de ciclo finalizado, e é nas festas de Natal que temos a oportunidade de rever antigos amigos e, principalmente, passar com familiares distantes que só vemos nesta data. E, logo em seguida, temos o ano novo, trazendo consigo mais esperança, planos, sonhos e muitas vezes as realizações de diversas metas. 

Mas você já parou para pensar se existe forma de deixar essa data ainda mais incrível? Bom, o feng shui pode ajudar nisso. Anna Raposo, consultora esotérica da iQuilibrio, comenta que a prática pode ajudar a atrair boas energias para o lar: “O Feng Shui é uma técnica que traz diversos benefícios à vida de quem o aplica nos mais diversos ambientes. E em uma época tão mágica quanto o Natal ele não só deve, como precisa ser incorporado na decoração para trazer harmonia, paz e prosperidade para toda família.” 

Confira algumas dicas da especialista para decorar a sua casa no Natal de acordo com o Feng Shui.


  • Presentes

Quando você for presentear algum familiar, lembre-se de fazer um pedido pela pessoa, isto é, feche os olhos e mande todas as energias positivas que tiver naquele objeto. Isso poderá ser feito até mesmo na árvore de natal: faça uma oração perto da árvore, mentalize vibrações boas e que a data se torne a melhor possível. Além disso, você poderá colocar um papai noel na sua mesa de trabalho ou perto da sua cama e, todos os dias, solicitar algo que queria muito. Acredite e você verá bons resultados.
 

  • Árvore de Natal

A altura da árvore deve ser no mínimo de 180 centímetros (1 metro e 80 centímetros) para ter o vigor de uma antena energética eficiente. Escolha um local da sala que seja de destaque, que ao abrir a porta e entre e veja a Árvore de Natal. A estrela use uma única no topo da árvore, que seja uma estrela muito bonita e que fique retinha. Não use enfeites de “Papai Noel” e nem outras coisas estranhas que se inventam todos os anos, deixe para usar o “Papai Noel” em outros lugares da casa ou ambiente. Enfeites de “anjos” são muito bem-vindos na árvore de Natal, pois eles potencializam a proteção angelical e fazem referência ao anjo anunciador.


  • Cores

Não exagere na decoração, este é um momento importante e de equilíbrio, use as cores vermelha, prata e dourado, evite outras como preto, amarelo, azul e rosa. O vermelho irá trabalhar a paixão na família, a prata a saúde e o dourado a prosperidade financeira.


  • Cartões de desejos

Providencie cartões pequenos com envelope onde cada morador da casa possa escrever um desejo, algo que queira ver realizado em sua vida, ou algo que queira ganhar, e usando linha branca os pendure na árvore, assim usará esta magia do Natal para potencializar seus desejos.


  • Guirlanda

Utilizado na porta de entrada, a guirlanda simboliza ciclo e é responsável por filtrar e reciclar possíveis energias negativas, além de ser indispensável na decoração natalina. Quando colocada na porta, ela dá boas-vindas aos visitantes e traz energia de união entre os moradores.


  • Mesa de natal

Por fim, a mesa é o ponto alto da celebração de natal, afinal é onde toda a família se reúne. Para deixar mais fácil o diálogo entre os convidados, são recomendadas as mesas redondas ou ovais. Se não for possível, aposte em mesas retangulares ou quadradas, mas a é interessante é de que as pontas sejam levemente arredondadas para afastar pontos negativos do ambiente.


iQuilibrio
Para conhecer, acesse.


Mudança de Era Astrológica: O que significa a entrada da Era de Aquário e como irá influenciar cada signo

 

Priscila Lima de Charbonnières, astróloga, life coach e fundadora do aplicativo Soulloop conta sobre os impactos e significados deste momento

 

A cada 2.160 anos, aproximadamente a o planeta passa por uma transição importante em suas energias, já que gradativamente a posição dos equinócios está mudando e impactando a relação entre a terra e as constelações. Como consequência, há uma mudança do signo ascendente da Terra, promovendo a transição da Era de Peixes para a Era de Aquário. Essa transição já está causando um grande impacto no comportamento das pessoas, transformando temas do inconsciente coletivo e trazendo mais foco para temas como energia, comunicação, liberdade, inovação e avanço tecnológico. 

Priscila Lima de Charbonnières, astróloga, life coach e fundadora do app Soulloop, plataforma de autoconhecimento e transformação pessoal, explica que a Era Astrológica é um período ligado ao eixo de rotação da terra e sua oscilação causa um deslocamento entre o nosso planeta e as constelações. “Não podemos afirmar ao certo o exato momento em que ocorre essa oscilação e nem quanto tempo ela dura, mas o fato é que essa é uma mudança gradativa, da qual todas as gerações atualmente vivas - principalmente as mais novas, são parte do processo de transição que está ocorrendo” conta. 

Essa nova fase da astrologia traz consigo diversos impactos nos signos e no comportamento das pessoas, principalmente quando olhamos o coletivo. Diferente da Era de Peixes, onde as grandes instituições eram responsáveis pelo comportamento das grandes massas, a Era de Aquário traz consigo uma energia focada na liberdade de pensamento e no desenvolvimento da individualidade, incentivando as pessoas a buscarem maior independência, identidade própria e uma comunicação com os outros de igual para igual, se conectando a partir dos seus valores e propósito. 

Além disso, será observado uma grande busca por conhecimento tecnológico e energético, que não será apenas voltada a estudos de planetas e astrologia, mas principalmente à física, como as energias renováveis, nuclear e eólica, entre outras. As descobertas irão ocorrer muito mais rapidamente, assim como o acesso às informações, devido a elevação da consciência coletiva até a quinta dimensão e, consequentemente nos será cobrado o amadurecimento espiritual. 

Segundo a astróloga, a maior mudança que irá ocorrer na humanidade será o desenvolvimento de uma responsabilidade individual, já que será necessário aprender a filtrar a quantidade de informações que passamos a receber para ter maior liberdade de comunicação e pensamento, da busca pela própria identidade, do desenvolvimento de conexões e também da aceitação e integração das diferenças. 

“Essa é uma transição que afeta todo o planeta. É uma mudança coletiva e, devido a esse motivo, todos os signos são afetados e contam com oscilações significativas ao decorrer da transição. Entretanto, os mais influenciados serão aqueles que possuem uma forte conexão com Aquário, como Leão, que é seu oposto, e Capricórnio, que já dividiu o mesmo regente, além dos signos de ar que, assim como os Aquarianos, também são fortemente conectados a comunicação”, explica a especialista. 

Como essa Era será repleta de oportunidades e reflexões internas, é importante que todos busquem integrar mente, corpo e alma para entender as responsabilidades através de um novo propósito. Dessa maneira, será possível desenvolver independência de pensamento e crenças, além de compreender a própria intuição e a percepção sutil do que o rodeia, tendo mais consciência das tomadas de decisões, sem precisar de tanto auxílio externo. 

Para Priscila, a todo momento somos bombardeados com informações que, muitas vezes, não nos são úteis ou relevantes. “Por meio da maturidade espiritual que vem através do alinhamento do corpo, mente e alma passamos a filtrar o que é impactante para nós, cuidando da nossa saúde mental e nos mantendo saudáveis, permitindo que possamos ouvir nossa intuição e as oportunidades que irão aparecer”, finaliza. 

 

Priscila Lima de Charbonnières - astróloga, autora, mãe de quatro filhos e life coach e com mais duas décadas de experiência profissional. Priscila fundou o Soulloop para compartilhar o poder e sabedoria da astrologia como um meio holístico de viver a vida. Ela dedicou sua vida ao estudo da psicologia, astrologia e práticas de bem-estar incluindo yoga, meditação, reiki, feng shui, cabala, radiestesia, constelação familiar, ativação quântica, integração cósmica, filosofias ocidentais e orientais. Além disso, é certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching, treinada no Center for Skillful Means, iniciada pelo Suddha Dharma Mandalam e membro da The Theosophical Society of London. Priscila mora entre Londres e São Paulo.



Iniciam as celebrações do Lozar, o Ano Novo Tibetano



Acendimento da Grande Lamparina acontece no Espaço Tibet em Três Coroas e marca o início do evento

 

Neste sábado e domingo, dias 9 e 10 de dezembro, às 11 horas, o Espaço Tibet será, literalmente, iluminado pelo acendimento da Grande Lamparina. Esta celebração especial marca o início do Lozar, evento que comemora o Ano Novo Tibetano em Três Coroas, de 1º a 3 de março de 2024.

O acontecimento contará com a participação no sábado (9) dos Leões da Neve, símbolos de coragem e proteção na tradição tibetana, também marcarão presença, adicionando um toque majestoso à ocasião. E será enriquecido no domingo (10) com um pocket show de Ogyen Shak e Alê Marks, proporcionando uma experiência musical ímpar.

A tradição do acendimento da Grande Lamparina é usualmente reservada para ocasiões especiais. Mantida acesa por gotas de óleo, a chama simboliza a luz que guia e inspira. Neste contexto, Ogyen e Drika Shak, visionários fundadores do Espaço Tibet e idealizadores do Lozar, decidiram antecipar esse gesto significativo. Em um período que marca a transição do Ano Novo Tibetano e coincide com datas importantes como a virada do Ano Novo Cristão e o Carnaval, o acendimento da Grande Lamparina se torna um convite à reflexão e inspiração.

O objetivo é que todos possamos caminhar em direção ao novo ano com mentes e corações abertos, curiosos, flexíveis e ao mesmo tempo fortes e leves. Este momento de transição nos convida a administrar desafios, aprender com as dores e celebrar as conquistas, todas elas partes intrínsecas da jornada da vida.

A Grande Lamparina permanecerá acesa nos jardins do Espaço Tibet, e os clientes do restaurante terão a oportunidade de participar ativamente ao oferecerem as gotas de óleo que manterão viva a chama até o Lozar. Durante o evento, ela será transportada para a Praça Affonso Saul, onde todos os participantes poderão, juntos, alimentar essa luz simbólica com suas aspirações mais belas e genuínas.

O evento é uma realização da Shak Produções, sob a inspiradora visão do casal Ogyen e Drika Shak, com o apoio essencial do Espaço Tibet e da Prefeitura de Três Coroas.

Vale ressaltar que o Lozar é um período especial de transição que ocorre entre meados de dezembro e março, marcando o início do ano de 2151 no calendário tibetano. Durante esse período, as pessoas podem se sentir mais confusas e agitadas, enfrentando o caos cotidiano. Os rituais tibetanos desempenham um papel fundamental, oferecendo ferramentas valiosas para equilibrar emoções e promover o bem-estar. É um momento de desacelerar, ganhar forças e preparar-se para o ano que está prestes a iniciar.

A programação do Lozar promete ser uma oportunidade única de se desconectar do caos cotidiano, proporcionando um bálsamo para a mente e o espírito. O ápice dessa celebração será um grande encontro em Três Coroas, de 1º a 3 de março, com uma variedade de atividades significativas, incluindo danças, melodias, oficinas gastronômicas e de bem-estar, além de rituais típicos da cultura tibetana. Uma celebração que promete transformar o início do novo ano em uma experiência verdadeiramente única e enriquecedora.


Instagram @espacotibet e Whatsapp 51 9 9678 3184

 


Duplamente regido por Saturno, 2024 requer disciplina ao passo em que também recompensa o que for feito em bases sólidas


Determinação do planeta regente do ano não reflete uma configuração celeste específica, mas tem raízes históricas na tradição mágica dos antigos sacerdotes caldeus

 

Um ano para planejar, plantar e colher os resultados do esforço bem direcionado. É assim que 2024 se apresenta, já que, pela astrologia caldaica, o ano será regido pelo estruturado planeta Saturno, ainda sob a influência de um grande ciclo de 36 anos também saturninos, que teve início em 2017. “Essa tradição astrológica remete à magia dos antigos sacerdotes caldeus”, explica a astróloga e psicanalista Virginia Gaia.  

A influência do regente do ano é sentida coletivamente, de maneira simbólica, não afetando signos zodiacais ou mapas astrais individuais, já que ela não reflete os movimentos dos planetas na esfera celeste. “É importante entender que a determinação do planeta regente do ano não tem a mesma matriz cultural da astrologia ocidental, cuja origem é greco-romana, e que utiliza os movimentos dos astros pelos signos zodiacais para fazer previsões”, explica Gaia. Portanto, a regência caldaica anual é um elemento a mais a ser analisado em conjunto com os movimentos dos astros no céu, denominados trânsitos astrológicos. Em 2024, teremos, por exemplo, a mudança de signo do planeta Júpiter, que deixa Touro para ingressar em Gêmeos, a quadratura entre este e Saturno, no signo de Peixes, a presença de Plutão no signo de Aquário, entre outros aspectos que precisam ser considerados.   

Com essa abordagem mais mágica e ligada às práticas ocultistas típicas da magia caldaica, a regência anual por Saturno evoca a resistência, a persistência e a capacidade de planejamento a longo prazo. Vale lembrar que essa influência planetária se dá ainda sob um grande ciclo de Saturno, pois 2024 é o oitavo ano de um período de 36 anos saturninos, que teve início em 2017. Assim, ele será duplamente influenciado pelo gigante dos anéis. Aliás, pode-se dizer que saímos de um período mais emocional e sensível, já que 2023 foi regido pela Lua, para um ano no qual a capacidade de traçar metas e cumprir objetivos será testada.  

É na coletividade que a influência do planeta regente do ano deve ser considerada. Esse cronograma cíclico tem raízes na Mesopotâmia, terra dos antigos caldeus. A astrologia caldaica se posiciona, assim como a astrologia ocidental, ao lado de diversas outras astrologias árabe, maia, chinesa, indígena, quilombola, entre outras como uma linguagem que visa resgatar a conexão humana com o cosmos. Povo semita de grande influência na formação cultural da humanidade, os caldeus também influenciaram inúmeros sistemas mágicos ao longo da história. “Há até astrólogos ocidentais que não adotam essa sequência caldaica em complemento à análise dos trânsitos astrológicos. Porém, negar sua importância histórica é um erro de natureza metodológica que reflete profundo etnocentrismo”, explica Gaia. 


A sequência dos planetas regentes dos anos é estabelecida com base na Estrela dos Magos. Também conhecida como Estrela Setenária, ela tem em cada uma de suas sete pontas os planetas que podem ser vistos a olho nu - Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – além dos luminares: Sol e Lua.



Um dos astrólogos mais influentes no estudo da Astrologia Caldaica foi, sem dúvida, Walter Gorn Old, mais conhecido por Sepharial, nome que escolheu como pseudônimo com base na linguagem angelical e nos seus estudos do alfabeto enoquiano. Sepharial publicou diversos livros sobre astrologia e ocultismo, nos quais registrou as técnicas utilizadas pelos antigos caldeus para determinar regências planetárias para os ciclos de tempo. Influente autor do século XIX, ele tem um papel fundamental para que pudéssemos ter acesso a esses estudos na atualidade.   

O sistema que utiliza a sequência de planetas dispostos na Estrela Setenária é especialmente importante para a determinação, para além dos anos, dos dias e dos horários planetários. Esse tipo de designação de regentes planetários é largamente utilizada, até hoje, em sistemas mágicos de escolas famosas na formação do pensamento ocultista no Ocidente, como a Sociedade Teosófica e a Ordem Hermética da Aurora Dourada. 


 

Virginia Gaia - Astróloga, taróloga, psicanalista e terapeuta holística, Virginia Gaia também ministra cursos e palestras para audiências variadas. Com presença constante como especialista em diversos meios de comunicação, é colaboradora fixa de conteúdo na Istoé. Estudiosa das ciências herméticas, do ocultismo, de religião e mitologia comparada há mais de 20 anos, Virginia é também sexóloga profissional e, em sua abordagem terapêutica, une conceitos das áreas de desenvolvimento da espiritualidade, da afetividade e da sexualidade para estimular o estabelecimento e a manutenção de relacionamentos melhores.


Solidão nas festas de fim de ano: como lidar com a tristeza dos idosos

Freepik

O final de ano se aproxima e com ele uma época de muitas festas e confraternizações. Aguardado por muitos, esse é um momento de celebração e alegria, porém, para famílias com idosos em casa, pode não ser tão simples. É essencial reconhecer e abordar a tristeza que alguns idosos podem sentir ao não participar ativamente das celebrações.  Às vezes, a ausência de participação nas festividades pode intensificar sentimentos de isolamento entre os idosos e é importante que a sociedade adote uma abordagem mais inclusiva, considerando alternativas para envolver aqueles que podem se sentir negligenciados.

A coordenadora técnica da Home Angels, maior rede de cuidadores supervisionados da América Latina, Janaína Rosa, listou algumas estratégias que podem ser aplicadas para uma melhor convivência e participação nas atividades.


Compreensão e diálogo

Conversas sinceras e empáticas, que ouçam os sentimentos do idoso em relação às festividades podem ser um bom começo. “A empatia é o primeiro passo para encontrar soluções adequadas. As conversas sobre as datas e as atividades que serão feitas ao longo desse período são muito importantes. Os idosos, que não sejam acometidos por demência ou alguma doença que lhe cause perda de memória, são totalmente capazes de discernir o que acontecerá e participar ativamente de cada comemoração”, afirma Janaína. 


Visitas e Companhia: Para quem não mora junto com os familiares idosos, é importante priorizar  visitas regulares durante a temporada festiva. “ A presença da família e dos amigos proporciona momentos de alegria e companhia para aqueles que podem se sentir mais isolados. Por isso, aproveitar esses momentos para fazer uma visita faz com que os idosos se sintam amados e acolhidos”, completa.


Escolha ambientes confortáveis

Crie ambientes festivos em lares de idosos ou em suas residências, adaptando as celebrações para atender às suas necessidades e preferências. “Músicas com som ambiente agradável, comidas para todos os gostos e um ambiente adaptado às necessidades de cada um dos convidados tornam esse momento de alegria prazeroso para todos”, ressalta. 


Conexão Virtual

Utilize a tecnologia para conectar os idosos com amigos e familiares, permitindo que participem virtualmente nas celebrações. “Compartilhar as alegrias, mesmo que à distância, faz toda diferença. A tecnologia permite essa proximidade mesmo que a distância física seja grande. Por isso, chamadas de vídeo ou ligações podem ser uma opção de tornar-se presente quando a distância não permite”, completa a coordenadora técnica. 

 

Home Angels
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Síndrome de fim de ano: esgotamento físico e emocional

O fim de ano simboliza o fechamento de um ciclo, quando, num curto período de tempo, fazemos a leitura de tudo que vivemos nos últimos 12 meses e idealizamos resolver problemas pessoais e profissionais, pendências, de forma a nos organizarmos para o próximo ano. 

As festas de fim de ano representam um tempo limite para o encerramento de uma etapa que traz consigo desgastes físicos e emocionais, que geram aumento significativo do quadro de ansiedade, depressão e estresse, de forma geral.  

A síndrome de fim de ano, também conhecida como “Dezembrite”, tem crescido muito entre a população, pois assim como o fim do ano representa alegria, conquistas e comemorações, também pode trazer tristeza, frustração, decepção, entre outros sentimentos, que interferem diretamente no desempenho pessoal e na qualidade de vida.

Por isso, é importante estar atento aos sinais que o nosso corpo e nossa mente vêm nos dando sobre as pressões e expectativas que criamos no fim do ano, de que precisamos encerrar esse ciclo com sucesso e suprir todas as expectativas próprias e também do outro.

É importante destacar que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país que mais sofre com ansiedade, sendo esse um dos sintomas mais presentes nessa época do ano.

A ansiedade se apresenta com sintomas como irritabilidade, falta de ar, palpitação, náuseas, dores de cabeça, pensamentos acelerados, atitudes compulsivas, angústia, entre outros, que interferem diretamente no cotidiano. Diante de tais sinais, precisamos estar atentos para que o quadro de ansiedade não avance para um quadro depressivo e/ou, no contexto de trabalho, para a Síndrome de Burnout.

A Síndrome de Burnout não é exatamente uma doença, mas uma alteração psicológica que está relacionada com a exaustão física e mental, e pode ser desenvolvida por estresse crônico, tensão emocional, problemas no trabalho, excesso de obrigações e questões familiares. Seus principais sintomas são: cansaço excessivo, dores de cabeça frequentes, fadiga e dores musculares, pressão alta e alteração dos batimentos cardíacos, alteração de apetite, perda na produtividade e alteração de sono.

Diante disso é importante estar atento aos sinais que o corpo vai dando de que algo não está bem. Não é um mês ou uma época do ano que vai nos dizer se alcançamos ou não nossos objetivos, mas a forma como vivemos cada etapa, e como nos sentimos ao longo de cada conquista.

Por isso, estipule pequenas metas, priorize sua saúde, pratique atividade física e busque ajuda profissional ao perceber sinais que têm interferido em seu bem-estar, pois nossa saúde é um bem precioso e precisamos colocá-la como prioridade.
 


Aline Tayná de Carvalho Barbosa Rodrigues - psicóloga escolar no Instituto Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).


Pais podem ajudar crianças a cuidar da saúde mental pensando de forma integral

 Psicólogo explica que é preciso estar atento a diversas áreas da vida, que se complementam quando se trata de conquistar saúde e bem estar


No mês em que se iniciam as férias escolares, normalmente o foco é a alegria e a diversão relacionadas à data. Porém, é preciso lembrar que os pequenos e adolescentes muitas vezes também precisam de auxílio para cuidar das emoções e manter a saúde mental em dia, especialmente se estiverem passando por situações ou fases desafiadoras.
 

Segundo Danilo Suassuna, idealizador do Instituto Suassuna, que organiza e realiza congressos, seminários, workshops e extensões voltadas aos profissionais da psicologia, as crianças e adolescentes também precisam de atenção terapêutica em muitos momentos da vida, porém, a saúde deve ser pensada de forma integral. “Não se trata apenas de pensar na saúde da mente, mas na saúde de maneira geral, abordando áreas fundamentais da vida que precisam ser sempre cuidadas”, explica. 

Para Suassuna, é preciso estar atento a cinco pontos importantes: a dimensão física; a dimensão espiritual; a dimensão social; a dimensão afetiva e a dimensão racional. “São como pontas de uma estrela que, juntas, se bem cuidadas, proporcionam uma vida mais equilibrada e feliz”, diz ele.

O especialista ressalta que pensar de forma integral é fundamental para que crianças e adolescentes possam se sentir bem com a própria vida. “Não tratamos apenas a saúde mental, pois ela é um reflexo de outras áreas. Pensamos na relação da criança com os outros, por exemplo; na saúde física e na saúde intelectual, entre outros pontos já citados”. 

É importante, segundo Suassuna, estar atento a sinais para buscar ajuda quando necessário. “Todas essas áreas precisam de atenção contínua, mas é preciso buscar orientação caso os pais desconfiem que a criança ou adolescente está passando por problemas mais sérios e não saibam como lidar”, afirma.

 


Danilo Suassuna - Doutor em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2008), possui graduação em Psicologia pela mesma instituição. Autor do livro “Histórias da Gestalt-Terapia – Um Estudo Historiográfico”. Professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e do Curso Lato-Sensu de Especialização em Gestalt-terapia do ITGT-GO. Coordenador do NEPEG Núcleo de estudos e pesquisa em gerontologia do ITGT. É membro do Conselho Editorial da Revista da Abordagem Gestáltica. Consultor Ad-hoc da revista Psicologia na Revista PUC-Minas (2011). Para mais informações acesse o instagram: danilosuassuna.



Vida afetiva para quem tem síndrome de Down: o que considerar?

Especialista na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência explica que educação afetiva e sexual é essencial para todos, inclusive para quem tem T21

 

Quem tem T21, mais conhecida como Síndrome de Down, pode se relacionar afetiva e sexualmente? E isso só deve acontecer com alguém que também tem a síndrome?

Segundo Patrícia Stankowich, psicanalista, psicóloga e especialista na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência, quem tem T21 pode se relacionar com qualquer pessoa, ainda que, na maioria dos casos, venha a se relacionar com quem também tem a síndrome de Down. “Nossa jornada é repleta de aprendizados e descobertas, e uma das lições mais valiosas é que as melhores conexões acontecem quando abraçamos a diversidade. Então, um jovem com síndrome de Down pode encontrar alegria em compartilhar momentos especiais com adolescentes de todos os caminhos, criando laços verdadeiros e fortalecendo vínculos preciosos”, afirma. 

A especialista explica que a maioria das famílias tem dificuldade para conseguir perceber que o filho com T21 também tem desejos, necessidade de se relacionar com alguém e de ter uma vida sexual ativa. “E é claro que essa criança precisa desde cedo ser orientada, cuidada, estar em terapias, para que lá na adolescência a gente consiga conversar sobre sexualidade e ela consiga se apropriar de suas escolhas sabendo de si, de seus desejos e se relacionar de maneira afetiva e sexual com alguém que tenha a síndrome ou não”, avalia. 

Patrícia ressalta que a educação sexual é essencial para todos e, para as pessoas com síndrome de Down, não é diferente. “É importante falar aberta e honestamente sobre relacionamentos, consentimento, segurança e responsabilidade, além de garantir as terapias e apoio psicológico que a criança precisa para ter uma vida adulta com mais autonomia. Desta forma, depois de adulto, ele conseguirá ter relacionamentos sexuais e afetivos”, complementa.

Sobre os relacionamentos afetivos acontecerem com pessoas que tenham ou não a síndrome, a psicóloga explica que é mais comum que casais sejam formados entre quem tem a T21, porém, essa condição genética não deve ser algo impeditivo para formação de vínculos e laços sociais.“Quando pensamos sobre isso, lembramos que na sociedade há muitos preconceitos, tabus e estereótipos em relação a pessoas que têm algum tipo de deficiência. É fundamental que essas questões sejam cada vez mais trabalhadas e melhor compreendidas”, finaliza. 

 

Patrícia Stankowich - psicóloga multifacetada, circense de nascença, graduada em Filosofia pela UFOP, graduada em Psicologia pelo CESMAC, possui especializações em Psicologia Jurídica e mestrado em Psicologia da Saúde. Como facilitadora em capacitações nas áreas da Saúde e Educação, ela é uma voz autoritária na promoção da inclusão, com atendimento clínico a adultos e especialização na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência. Para saber mais acesse o instagram.

CASTRAÇÃO DA MÃE: POR QUE NÃO HÁ MULHERES EM POSIÇÃO DE LIDERANÇA?

No Brasil, se existem homens barbados, em relação às mulheres de saia, pode colocar mais 6 milhões na conta, correspondendo a 51,5% da população total do país. Ainda, de acordo com o último censo desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número não vai parar de crescer, permanecendo em supremacia feminina por tempo indeterminado.

Seria a vitória do girl power? Quem dera. Basta uma simples olhadela de rabo de olho para o mundo corporativo, lugar onde tudo que importa acontece, para que se perceba o contrário. Se, numericamente, elas já chegaram ao montante de 104.548.325 belezuras circulando livremente por aí, nas organizações, elas correspondem a apenas 38% dos cargos de liderança brasileiros.

Ou seja: na nação conhecida pelas curvas majestosas de suas musas, como Juliana Paes, Paolla Oliveira, Grazi Massafera e mais uma série de outras que a quantidade de linhas aqui presentes jamais conseguiria comportar, não há, no presente momento, equidade de chances profissionais para elas, já que os indicadores não escondem a predileção corporativa por líderes masculinos.

E por que será? Para a psicologia profunda, ciência fundada no ano de 1900, em Viena, pelo médico neurologista Sigmund Freud e que estuda os aspectos inconscientes da mente humana, existe uma explicação para que o homem não suporte ver mulher no lugar mais alto da pirâmide corporativa, deixando-as em cargos de pouca expressividade. E ela se chama castração da mãe.

Na visão do especialista, o menino, desde a mais tenra idade, possui uma grande curiosidade a respeito da sexualidade dos seus pais. Em sua mente de criança, ele imagina que tanto o seu pai quanto a sua mãe possuem os tesouros do mundo guardados dentro de si. Por conta disso, uma fantasia comum é despi-los de suas roupas para acessar as “coisas” que ele acha que tem direito.

Assim, à medida que o interesse por desvendar o corpo dos seus genitores cresce com o passar da idade, em algum momento o moleque irá conseguir ver o corpo nu da tal moça que usa salto alto. E é aí que se instala a questão abordada neste artigo. Diferente do que o garoto imaginou, ver a genitália de sua mãe, em vez de satisfação, trouxe para si um desconforto bem particular.

Como um tremor de terra que avassala qualquer lugar que sofra a ação de um forte terremoto, produzindo uma fissura que arrasta para dentro dela o que estiver ao seu redor, a ansiedade sentida pelo guri mediante à imagem da vagina vai de encontro ao que a sua mente interpreta: “nossa! Ela não tem aquilo que balança entre as pernas. Alguém deve ter cortado o seu bilau.”

É por este motivo que o menino congela de tanto medo, quase deixando os seus excrementos escorrerem pelas pernas. Porque o canibal que teve a coragem de cortar a trombeta malagueta de sua mãe deve estar por aí e irá fazer consigo o mesmo que foi feito na lapada na rachada. Deste modo, resta a ele a possibilidade de fugir do perigo, deixando a figura feminina bem longe.

Não é exatamente o que acontece nos negócios? Fixados neste complexo psicopatológico em que uma mulher em posição de superioridade virá cortar os seus pênis e, de quebra, também levar o saco com as suas bolas, os colaboradores do sexo masculino que não conseguiram elaborar este conflito lá atrás jamais promoverão uma moçoila para liderar o que quer que seja.

“Ter chefe mulher e precisar administrar aquele turbilhão de emoções novamente? Nunca mais”. Como consequência, a Bruna, administrativo da firma há 10 anos, nunca será supervisora. A Carol, vendedora que mais traz receita para a casa, não passará nem perto de ser uma gestora de contas. E o que dizer da Sofia? Ela faz tudo, só não consegue subir na pirâmide organizacional.

Tudo por conta do horror em ter o pênis decepado por uma mulher. Agora sabendo que esta fantasia persecutória exerce influência direta sobre o aparelho psíquico dos indivíduos do sexo masculino, o que pode ser feito? Em primeiro lugar, é responsabilidade do homem admitir que tem problema com as madames, buscando ajuda psicológica para tratar esta e outras questões.

É lá, deitado no divã do profissional de saúde mental, que esta fixação psicopatológica poderá ser ouvida, amparada e ressignificada, disponibilizando aos sofredores desta enfermidade uma nova maneira de encarar a feminilidade, transformando-a, assim, de um símbolo carregado de amedrontamento e repugnância, para outro, devidamente curado do ódio voltado às donzelas.

Compete às empresas, portanto, a obrigação de remover o cabresto da vergonha que cobre os seus olhos organizacionais, deixando com que as suas colaboradoras possam, finalmente, existir. Livres de qualquer fantasia, desobrigadas de qualquer delírio, desprendidas de qualquer alucinação. Afinal, ter que lidar com as doenças deste bicho chamado homem, não é mole não.

 

Renan Cola – psicanalista. Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Marketing e Gestão Comercial pela Universidade Vila Velha (UVV), em Psicanálise pelo instituto IBCP Psicanálise e em Gestão Empresarial e Gestão de Pessoas pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), o psicanalista possui 17+ anos de experiência utilizando a psicologia profunda aplicada à mercadologia para construir estratégias de marca para empresas de todo o Brasil, dos pequenos aos grandes negócios. Ao longo da carreira, escreveu artigos para veículos comunicacionais de ampla abrangência, como: Psique, Mistérios da Mente, Estado de Minas, O Tempo, Hoje em Dia, Diário do Nordeste, Administradores, Empresas & Negócios e Novo Varejo.


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