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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Protetor solar é a forma mais eficaz de cuidado com a pele durante o verão

Especialista indica alguns critérios para a escolha do melhor produto para o verão

 

Passar o protetor solar é a forma mais eficaz de proteger a pele neste verão que se aproxima. Em um cenário no qual, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) a estimativa para o biênio 2023-2025 é a de que o câncer de pele corresponda por 30% de todos os diagnósticos oncológicos no Brasil, se proteger dos raios ultravioleta do sol é a melhor medida para a saúde da pele.

O protetor solar, no entanto, vai além da questão oncológica, pois ele também contribui no combate ao envelhecimento precoce, inflamações e outros problemas de pele, como o melasma. Seu uso contínuo é potencializado ainda pela escolher do fator de proteção ideal: quanto maior o número, maior a capacidade do produto em garantir um verão mais seguro para a pele.

Sílvia Maria Nascimento Ferreira, especialista em dermatologista da Afya Educação Médica Curitiba, ressalta que a escolha do protetor solar ideal leva em conta uma série de fatores, que precisam ser ponderados para garantir uma proteção mais duradoura.

“O fator mais adequado de um protetor para o dia a dia varia entre 30 e 50, o que já é suficiente se a pessoa permanece em ambientes fechados. Porém, se a pessoa for para a praia, o mais recomendado seria um fator 50 ou mesmo maior, especialmente se for alguém com a pele mais clara ou que esteja fazendo algum tipo de tratamento dermatológico. Outra questão importante a se considerar é a escolhe por protetores contra raios UVA e UVB”, afirma Sílvia.

A especialista ainda pontua que a textura do protetor solar e os intervalos de aplicação do produto são fatores fundamentais para que a proteção no verão seja realmente eficaz.

“Se a pessoa tem uma pele mais oleosa, melhor será um gel ou fluido; se a pele for seca, um creme ou uma loção hidratante e, para peles mais sensíveis, um produto hipoalergênico. O ideal é reaplicar o protetor a quatro horas, caso o paciente trabalhe sem tanta exposição ao sol; em atividades ao ar livre, é importante que esse período seja de duas, no máximo três horas. Para crianças, que suam bastante e entram mais no mar, são duas horas e disciplina para reaplicar; em idosos, o tempo é o mesmo, mas o protetor precisa ter um princípio maior de hidratação. De todo modo, o melhor protetor sempre é aquele que usamos com frequência, isso é o mais importante”, reforça a especialista.

 

Afya
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Fogos de artifício no Réveillon exigem atenção redobrada com cães e gatos

Veterinária da WeVets alerta para riscos físicos e emocionais em um dos períodos mais críticos do ano para os pets

 

A chegada do Réveillon costuma ser sinônimo de celebração, mas, também, de um dos períodos mais críticos do ano para a saúde e o bem-estar dos cães e gatos. O barulho intenso e imprevisível dos fogos de artifício pode desencadear crises de ansiedade, pânico, fugas, acidentes e até quadros clínicos mais graves, como taquicardia, convulsões e lesões traumáticas. 

De acordo com a WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, os atendimentos de urgência relacionados ao estresse causado por fogos aumentam na virada do ano, especialmente entre cães idosos, filhotes e animais que já apresentam sensibilidade a ruídos. "O impacto, além de emocional, pode ser físico, pois em situações de pânico, o cão pode se ferir tentando fugir, atravessando janelas, rompendo cercas ou manifestando alterações respiratórias ou cardíacas, principalmente se já houver doença pré existente", explica Renata Tolezano, médica-veterinária e coordenadora clínica da WeVets. 

Os cães e gatos possuem audição muito mais sensível do que os humanos, o que faz com que os estampidos sejam percebidos como ameaças reais. Tremores, vocalização excessiva, salivação, respiração ofegante, inquietação, tentativas de se esconder, perda de controle urinário e comportamento agressivo são alguns dos sinais mais comuns de estresse agudo. 

Para reduzir os riscos, a recomendação é que os tutores adotem medidas preventivas antes da noite da virada. Manter o pet em um ambiente seguro, fechado e silencioso, com portas e janelas protegidas, ajuda a evitar fugas e acidentes. Sons contínuos, como televisão ou música em volume moderado, podem ajudar a abafar os ruídos externos. Itens familiares, como camas, cobertores e brinquedos, também contribuem para transmitir sensação de segurança. 

Outra orientação importante é não deixar os pets sozinhos durante a queima de fogos, sempre que possível. A presença do tutor pode reduzir o nível de ansiedade, desde que sem reforçar o medo com comportamentos excessivamente protetores. “Abraçar ou tentar acalmar de forma ansiosa pode reforçar a percepção de perigo. O ideal é agir com naturalidade e manter a rotina o mais estável possível”, orienta a profissional. 

O uso de medicamentos para reduzir ansiedade e calmantes podem ser considerados, mas devem ser utilizados sob prescrição médico veterinária de acordo com as individualidades de cada pet. A automedicação é perigosa e pode causar intoxicações graves. Em alguns casos específicos, o médico-veterinário pode indicar estratégias comportamentais ou suporte clínico adequado, especialmente para cães que já apresentam histórico de pânico severo. 

Além dos cuidados imediatos, a WeVets reforça a importância da identificação dos pets. Coleiras com plaquinhas e dados atualizados aumentam as chances de reencontro caso o animal fuja assustado. 

“A virada do ano deve ser um momento de celebração também para os pets. Com planejamento, informação e acompanhamento profissional, é possível reduzir riscos e garantir que cães e tutores atravessem o Réveillon com mais tranquilidade e segurança”, reforça a médica-veterinária. 

Estudos e levantamentos recentes reforçam que o impacto dos fogos de artifício sobre os cães é amplo.. Segundo o The MIT Press Reader, até 50% dos cães apresentam medo dos fogos, com sinais que vão de ansiedade intensa a comportamentos de fuga e pânico. No Brasil, dados indicam que mais de 60% dos animais domésticos demonstram reações de estresse, como tentar se esconder, vocalizar excessivamente ou perder o controle corporal durante os estampidos. 

Em quadros mais severos, esse estresse pode evoluir para taquicardia, convulsões e até danos auditivos, além de aumentar o risco de acidentes graves quando o animal tenta escapar do ambiente em pânico.
 

WeVets

 

Cuidados para manter os pets seguros durante o Réveillon

Especialista compartilha dicas importantes para preservar a saúde e o bem-estar dos animais nas celebrações 


Final de ano é uma época repleta de confraternizações, celebrações, ceias e muito barulho causado pelos fogos de artificio. Mas quem é tutor de pet sabe que este período pode ser de grandes desafios para a saúde e o bem-estar de cães e gatos. Para evitar emergências veterinárias devido à mudança de rotina, à alimentação inadequada e ao excesso de som, o professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Guarulhos (UNG), Diego de Mattos, compartilha algumas dicas essenciais para aproveitar as festas sem problemas.

 

Intoxicação com alimentos

Um dos contratempos durante as festividades é a intoxicação com alimentos presentes nas ceias. Entre eles estão o chocolate, uva passa, cebola, nozes e alho, que são comidas perigosas para os companheiros de quatro patas.

“O chocolate, por exemplo, tem teobromina e cafeína. O organismo dos animais não consegue metabolizar adequadamente essas substâncias”, explica o especialista.

De acordo com Diego, também é preciso ter mais atenção com massas cruas com fermento e bebidas alcoólicas, pois podem causar intoxicações graves. Carnes gordurosas, defumadas ou muito temperadas aumentam o risco de pancreatite. Outro elemento que deve ser evitado é osso cozido, pois as lascas dele podem perfurar ou obstruir o trato digestivo. 

Para uma ceia mais tranquila e sem atribulações, o professor aconselha deixar todos os alimentos fora do alcance dos animas, além de não oferecer restos de comida. “Caso o tutor queira incluir os bichinhos nas festividades, é recomendado preparar opções seguras, como carnes magras e cozidas sem tempero, legumes adequados e petiscos voltados aos pets”, informa. 

 

Fogos de artificio e barulho 

Apesar do espetáculo proporcionado pelos fogos de artifício, eles são os principais vilões dos caninos e felinos durante as festas de fim de ano. Isso porque os altos sons e sua imprevisibilidade podem ultrapassar 150 decibéis, causando um intenso desconforto aos pets. “Como os animais possuem a audição mais sensível do que a do humano, esses ruídos ativam o instinto de sobrevivência, gerando medo e ansiedade", esclarece o docente da UNG. 

Entre os sintomas mais frequentes estão tremores, taquicardia, salivação excessiva, vocalizações, comportamentos destrutivos e tentativas de fuga. Em situações mais graves, o estresse pode evoluir para crises de pânico, convulsões ou traumas mais duradouros, tornando o animal mais sensível ao barulho. “Para minimizar os efeitos destes sons, o tutor deve criar um ambiente seguro e tranquilo dentro de casa. Um cômodo mais silencioso, com luz baixa, cama, brinquedos e água fresca, ajuda o pet a se sentir mais protegido”.  

Outra recomendação do profissional é o uso de músicas suaves ou ruído branco para mascarar os sons externos. “A presença do tutor também é essencial para evitar que o pet se sinta abandonado durante o estresse causado pelos altos ruídos. E em situações como o de fobia intensa, é recomendado levar o gato ou cão ao veterinário e verificar a necessidade de usar calmantes ou terapias específicas para o sintoma”, orienta Mattos. 

 

Quando procurar ajuda de um veterinário? 

A busca por atendimento veterinário é indicada quando o medo ou a ansiedade se tornam intensos ou persistentes. Sintomas como tremores contínuos, vômitos, dificuldade para respirar, convulsões, tentativas desesperadas de fuga ou recusa total em se alimentar são alguns sinais que merecem atenção. 

De acordo com Diego de Mattos, o acompanhamento veterinário é essencial para evitar que a ansiedade e o medo se transformem em um problema crônico. O profissional ainda pondera indicar intervenções seguras e adequadas, sempre priorizando o bem-estar do animal.


Oito em cada 10 pets sofrem com a poluição sonora provocada por fogos de artifício: conheça cuidados

Veterinário alerta para o impacto sobre os pets e traz recomendações

 

Ano novo é um período de celebração, roupas brancas, estouro de champanhe… um pontapé para novos tempos e anseio de que sejam melhores, sinalizados pela queima de fogos de artifício. Mas e se sua virada fosse marcada por susto, estresse e até pânico logo nos primeiros minutos? É o que ocorre com diversos pets em função da poluição sonora causada por estampidos. 

Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, recomenda algumas medidas para prevenir as adversidades da queima de estampidos, como disponibilizar elementos confortáveis como petiscos, brinquedos e espaços favoritos, além de uma ambientação preparada para a situação, com portas e janelas fechadas para evitar fugas e, de preferência, que possam abafar os ruídos. Para isso, o veterinário ainda recomenda que o responsável coloque uma música mais alta para ajudar a mascarar o som. “Se o pet tem medo ou pânico, é ainda mais importante consultar um profissional que possa checar a necessidade de medicamentos e apontar ações que gerem bem-estar. É comum o pavor e ele não deve ser contido, de maneira alguma, com agressões físicas, gritos, que só pioram a situação. É essencial que o animal não fique sozinho e seja acolhido, de forma a não provocar acidentes”, reforça Risolia. 

Na ausência do tutor, seja por viagens e passeios, tão comuns durante as comemorações, Pedro Risolia sugere que cães e gatos fiquem com um responsável de confiança, como amigos ou até cuidadores especializados. “Na Petlove, considerando todo o ano, a procura por serviços de hospedagem e cuidados para pets aumenta cerca de 60% durante as férias e feriados, se mostrando uma alternativa para a segurança dos animais”, aponta.
 

Pesquisa com veterinário e tutores 

Uma pesquisa, realizada com o público geral e veterinários, promovida pela Petlove - maior ecossistema pet do Brasil - ligada à campanha “Chega de Fogos”, produzida pela empresa, aborda o impacto sobre os animais. De acordo com o levantamento, 84% dos animais têm medo dos rojões, e as consequências se tornam ainda mais graves, já que 66% dos respondentes afirmaram que seus pets já fugiram ou conhecem algum que fugiu por conta do barulho. Este cenário também é percebido entre os especialistas: 54% dos médicos-veterinários indicaram que frequentemente atendem pets com problemas de saúde ou comportamento diretamente relacionado aos fogos em épocas comemorativas; 24% dos profissionais também disseram atender situações do gênero algumas vezes no ano. 

Em decorrências relacionadas aos estampidos, segundo os profissionais veterinários entrevistados, 91% dos pets manifestaram ansiedade/ medo extremo; 72% apresentaram taquicardia e sinais de estresse fisiológico; 65% se perderam, fugiram ou sofreram atropelamentos; 48% tiveram comportamento destrutivo, como danificar objetos ou se ferirem; 44% tiveram lesões por traumas, como fraturas e contusões, provocados pela agitação; 40% demonstraram sinais gastrointestinais por estresse, como vômito e diarréia. Ainda, 64% dos profissionais já observaram casos em que o pavor evoluiu para um transtorno de comportamento crônico, isto é, para além dos momentos de estouro. A perspectiva dos tutores é semelhante. De acordo com a pesquisa da Petlove, eles apontam que 73% dos animais se escondem, 66% tremem, 46% ficam desorientados, 42% buscam colo, 38% tentam fugir. Dentre as reações, há também os que choram (27%) e os que latem muito (26%).

Em relação ao cuidado, 87% dos veterinários ressaltaram que costumam prescrever medicamentos, como ansiolíticos, sedativos, suplementos ou tratamentos específicos para o manejo do medo de fogos, sendo que 54% relatam que isso ocorre ocasionalmente e 33% frequentemente.

De acordo com a pesquisa da Petlove, 39% do público geral entrevistado acredita que a soltura de fogos deve ser proibida, enquanto 58,3% acham que devem ser permitidos apenas os silenciosos. No mesmo sentido, 70% afirmam que só deveriam ocorrer fogos sem barulho nas praias e 27,6% são totalmente contra a soltura neste espaço, característico em celebrações. Por fim, 75% dos tutores disseram que já deixaram de levar o pet neste tipo de ambiente no fim de ano por conta da poluição sonora.

Entre os respondentes da classe veterinária, 29% afirmam que a legislação deveria ser mais restritiva em relação aos fogos com estampido e 59% são totalmente contra e acreditam que os rojões com barulho deveriam ser proibidos.

Além da pesquisa, a ação de Chega de Fogos se estende à produção de vídeos de conscientização para as redes sociais da Petlove.


Perigo no quintal: como o veneno de sapo pode causar intoxicação grave e até óbito em cães e gatos

Especialista do CEUB explica como identificar sinais de emergência e agir rapidamente nos primeiros socorros


Com a chegada do verão e dos períodos mais quentes e úmidos, a presença de sapos nos jardins e quintais torna-se mais frequente e, com ela, aumenta um risco silencioso para os animais de estimação: a intoxicação por bufotoxina, substância presente na pele desses anfíbios. Diferentemente de animais peçonhentos que atacam ativamente, os sapos liberam a toxina apenas quando são pressionados ou abocanhados. Por curiosidade e instinto, os cães são as principais vítimas desse tipo de acidente doméstico, embora gatos também possam ser afetados. 

A professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Fabiana Volkweis, explica que o veneno é liberado por glândulas localizadas na pele do anfíbio. “A toxina é rapidamente absorvida pela mucosa da boca do animal”, afirma. Os sintomas costumam surgir quase de imediato: “Como o veneno entra direto na corrente sanguínea, o quadro pode evoluir de uma simples irritação para uma emergência neurológica ou cardíaca em poucos minutos”.

 

Sinais de alerta: como reconhecer a intoxicação

Para facilitar a identificação, a especialista descreve os sintomas conforme a gravidade do quadro:

  • Leves: irritação intensa na boca e salivação excessiva (sialorreia).
  • Moderados: vômitos, fraqueza, andar cambaleante, aumento da frequência cardíaca e incontinência urinária ou fecal.
  • Graves: convulsões, pupilas dilatadas, dificuldade respiratória, mucosas arroxeadas e incapacidade de se manter em pé.


Primeiros socorros: o que fazer imediatamente

Ao suspeitar que o animal teve contato com um sapo, orientação é agir sem demora. “A primeira medida é lavar a boca do animal com água corrente em abundância para remover o excesso de toxina”, explica Fabiana Volkweis. O cuidado essencial é manter a cabeça do pet voltada para baixo, evitando que ele engula a água da lavagem, o que poderia agravar a intoxicação. 

Mesmo que o animal apresente apenas salivação, procure atendimento veterinário com urgência. "A velocidade do socorro é decisiva para o prognóstico. O animal precisa ser monitorado por um médico-veterinário, pois a bufotoxina pode causar arritmias e danos severos ao sistema nervoso central", finaliza a professora do CEUB. Manter quintais limpos, reduzir focos de umidade, supervisionar os pets à noite e evitar iluminação que atraia insetos e, consequentemente, sapos, ajuda a diminuir o risco desse tipo de acidente.


Calor extremo acima de 34°C é risco letal para pets; Dra. Danyelle Moscardo explica como garantir a saúde do seu pet

Ondas de calor intenso transformam o asfalto em armadilha e o ar quente em perigo para animais de estimação. Veterinária detalha os sintomas do choque térmico e as medidas de emergência para cães, gatos e aves.

 

Com os termômetros ultrapassando a marca dos 34°C em diversas regiões, a atenção com os animais de estimação precisa ser redobrada. O que para os humanos é um desconforto, para os pets pode se tornar uma emergência médica fatal em poucos minutos. A médica veterinária Dra. Danyelle Moscardo faz um alerta sobre a gravidade do Golpe de Calor (hipertermia severa), condição que pode levar à falência múltipla de órgãos se não houver intervenção imediata. 

Diferente dos seres humanos, que possuem glândulas sudoríparas espalhadas por quase todo o corpo, os cães e gatos trocam calor de forma muito restrita: apenas através dos coxins (as almofadinhas das patas) e, principalmente, pela respiração (o ato de ofegar). "Quando a temperatura externa está muito alta, o ar que o animal inspira já está quente, impedindo que ele resfrie o sangue. Isso gera um superaquecimento interno que o organismo não consegue reverter sozinho", explica a Dra. Danyelle.
 

As condições de risco e a anatomia do perigo 

A especialista detalha os principais cenários de risco que se agravam com o verão intenso:

  • Síndrome do Braquicefálico: Raças como Pugs, Bulldogs, Boxers e Shih-Tzus possuem o focinho "achatado" e restrições em vias aéreas, como a estenose de narinas e palato mole alongado. A dificuldade anatômica de passagem do ar torna o resfriamento quase impossível em dias quentes, tornando-os as maiores vítimas de morte por calor.
  • Agravamento de Doenças Pré-existentes: Animais que já possuem cardiopatias, problemas renais ou colapso de traqueia sofrem um estresse metabólico imenso. O esforço para respirar sobrecarrega o coração, podendo levar a episódios de hipóxia (falta de oxigênio nos tecidos) e desmaios.
  • Queimaduras e Dermatites: O asfalto e as calçadas funcionam como placas térmicas. Em dias de 34°C, a temperatura do chão pode chegar a 60°C. O contato causa queimaduras graves nos coxins, gerando dor intensa e infecções secundárias (dermatites).
  • Aves e Pequenos Roedores: Esses animais possuem um metabolismo muito acelerado. Gaiolas posicionadas próximas a janelas ou em locais sem corrente de ar transformam-se em "estufas", levando à morte súbita por desidratação e choque térmico.


Manual de cuidados: como proteger seu pet 

A Dra. Danyelle Moscardo elenca medidas essenciais para atravessar as ondas de calor com segurança:

  • Hidratação Inteligente: Água fresca deve estar disponível em abundância. Adicionar cubos de gelo na vasilha ou oferecer frutas geladas (melancia sem semente, melão ou maçã) auxilia na manutenção da temperatura interna.
  • Passeios e Exercícios: Devem ser restritos aos horários de "sol baixo" – antes das 8h ou após as 20h. Atividades intensas, como corridas com o cão, devem ser suspensas durante as ondas de calor.
  • O Perigo dos Veículos: É terminantemente proibido deixar animais sozinhos dentro de carros, mesmo com vidros semiabertos. O interior do veículo parado sob sol forte sobe 10°C a cada 15 minutos, tornando-se uma câmara letal.
  • Sinais de Alerta: O tutor deve ficar atento a sinais como salivação excessiva, língua muito avermelhada ou arroxeada, fraqueza, vômitos e respiração muito rápida e ruidosa.

"Se notar esses sinais, o tutor deve resfriar o animal imediatamente com toalhas úmidas (não use gelo direto) e procurar atendimento veterinário de urgência. No golpe de calor, cada minuto conta para salvar a vida do animal", finaliza a especialista.

 

Dra. Danyelle Moscardo - Médica Veterinária dedicada ao bem-estar e à saúde animal, com foco em clínica geral e medicina preventiva. Atua ativamente na orientação de tutores para garantir que a relação entre humanos e pets seja pautada pela segurança e qualidade de vida.

 

Cuidados essenciais para garantir o bem-estar dos pets durante as festas de fim de ano

Divulgação
ROYAL CANIN®
Royal Canin compartilha orientações práticas para ajudar tutores e seus gatos e cães a passarem por esse período com mais tranquilidade e segurança

 

As festas de fim de ano transformam a rotina das casas com visitas, sons intensos, novos objetos e maior movimentação. Para gatos e cães, que são sensíveis a mudanças no ambiente, esse período pode gerar estresse, curiosidade excessiva ou até riscos à saúde. Pequenas adaptações feitas pelas famílias contribuem para que os pets se sintam mais seguros e confortáveis durante as comemorações. 

Segundo Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil, “ser tutor de um gato ou cão é um compromisso que vai muito além do carinho. Envolve o dever de zelar pela saúde e pelo bem-estar do animal, proporcionando conforto, segurança e um ambiente adequado, especialmente em períodos como as festas de fim de ano, que podem trazer mudanças na rotina, ruídos e estímulos diferentes. Ao colocar esses cuidados em prática, é possível reduzir o estresse e garantir que os animais passem por esse período de forma mais tranquila”. 

Pensando nisso, a ROYAL CANIN®, referência em saúde e bem-estar animal, compartilha orientações práticas para promover mais equilíbrio e proteger os pets ao longo das celebrações. Confira!

 

Ambiente preparado e acolhedor

Criar um espaço em que o pet possa relaxar longe do fluxo de visitas e dos barulhos mais intensos ajuda a reduzir o estresse. Um cantinho familiar, com cama, brinquedos e itens que transmitam segurança, oferece refúgio para que gatos e cães possam se afastar do movimento quando desejarem.


Cuidados com alimentos e objetos festivos

As comidas típicas das celebrações podem ser atraentes, mas muitos ingredientes comuns às ceias não são adequados para pets e podem causar desconfortos ou intoxicações, como uvas passas, chocolate e bebidas alcoólicas. Manter a rotina alimentar e evitar que convidados ofereçam alimentos inadequados é essencial para preservar a saúde digestiva do pet. Atenção também à decoração: fios, enfeites, plantas e objetos pequenos podem despertar curiosidade e devem permanecer fora do alcance dos animais.

 

Atenção aos sons intensos

O barulho dos fogos de artifício costuma ser incômodo para os pets. Reduzir estímulos sonoros, manter portas e janelas fechadas e utilizar sons contínuos, como música suave ou TV, pode ajudar a trazer sensação de segurança. A presença do tutor durante os momentos de maior ruído é um apoio importante para que o animal se sinta protegido.

 

Movimentação da casa e risco de fugas

O entra e sai de convidados aumenta as chances de portas e portões ficarem abertos. Identificar o pet com microchip e plaquinha com o contato do tutor facilita a recuperação em caso de fuga. Observar o comportamento do animal, especialmente em momentos mais agitados, contribui para ajustar o ambiente e evitar situações de risco.

 

Viagens e adaptação a novos ambientes

Para famílias que vão viajar, organizar a ida do pet com antecedência ajuda a garantir uma experiência mais tranquila. Consultar um Médico-Veterinário antes do embarque, preparar o transporte de forma segura e levar itens familiares, como manta ou brinquedo preferido, favorecem a adaptação. Quando o pet não acompanha a família, hospedagens especializadas ou pet sitters são alternativas que mantêm a rotina diária de cuidados.

Com planejamento, informação e um ambiente preparado, é possível tornar as festas de fim de ano mais seguras e acolhedoras para todos.

Para conhecer mais sobre a ROYAL CANIN® e conferir conteúdos sobre saúde e bem-estar dos pets, visite o site

 

5 cuidados essenciais para viajar com pets no verão

Especialista em comportamento animal explica como garantir segurança, bem-estar e equilíbrio emocional durante as férias em família 

 

Com o crescimento da adoção de animais de estimação e a naturalização dos pets como parte da família, é cada vez mais comum levar cães e gatos nas viagens de férias. Hospedagens pet-friendly, transportes adaptados e o desejo de dividir momentos especiais com os pets têm impulsionado esse movimento. Mas, para que a experiência seja realmente positiva, é essencial que os tutores se atentem não só aos cuidados físicos, mas sobretudo ao bem-estar emocional e comportamental dos animais.

 

“Assim como nós, os pets também sentem ansiedade diante do desconhecido. Viagens envolvem mudanças de rotina, estímulos novos, ambientes diferentes e até interações inesperadas. Quando o tutor entende como o pet se comunica emocionalmente, toda a experiência se torna mais leve e segura”, afirma Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO do Grupo Comportpet.

 

Recentemente, estudos têm reforçado a importância da convivência com animais para o equilíbrio emocional dos tutores, o que evidencia que cuidar bem dos pets, inclusive em viagens, beneficia toda a família.

 

A seguir, Cleber apresenta cuidados essenciais para uma viagem tranquila ao lado dos pets:

 

1. Prepare o pet emocionalmente antes da viagem

Antes de sair de casa, o pet precisa entender, emocionalmente, que algo novo está por vir, mas que sua base de segurança continuará sendo a família. Exercícios simples ajudam muito: trajetos curtos de carro, contato prévio com a caixa de transporte e a caminha sempre acessível criam familiaridade com o processo. Levar itens com o cheiro da casa, como um cobertor ou brinquedo preferido, reforça ainda mais a sensação de continuidade da rotina mesmo em outro ambiente.

 

“Quando o pet reconhece elementos conhecidos durante a viagem, ele se sente emocionalmente amparado. Manter horários parecidos de alimentação, descanso e passeios traz previsibilidade e previsibilidade é segurança. O emocional do pet precisa estar estruturado antes de chegar ao destino para que ele viva a viagem como uma experiência positiva, e não como um desafio”, explica Cleber.

 

2. Respeite o ritmo de socialização em novos ambientes

Quando o pet chega em um lugar novo, tudo é estímulo: cheiros, sons, pessoas e espaços diferentes. Para que isso seja positivo, é importante permitir que ele explore no próprio ritmo, sempre com o tutor por perto como referência. Ter um cantinho fixo, como a caminha ou uma manta, ajuda a criar um ponto de segurança e compreensão do ambiente.

 

“Nada deve ser forçado: o ideal é permitir alguns minutos de observação para que ele processe o ambiente e só depois comece a interagir. A presença tranquila do tutor diminui o risco de ansiedade, medo ou reatividade. Socialização saudável é sobre conexão emocional e segurança, não sobre exposição intensa”, diz.

 

3. Previna fugas com vínculo e presença ativa

Ambientes abertos, como praias, parques e locais turísticos, podem despertar curiosidade ou até desconforto em alguns pets. O tutor deve se manter como referência de tranquilidade e conexão durante todo o tempo. Caminhar junto, brincar junto e incentivar que o pet explore sempre ao lado da família cria uma relação segura que reduz drasticamente o risco de fugas.

 

“A fuga não é sobre desobediência, é sobre desconexão. Quando o pet está emocionalmente ligado ao tutor, ele não busca se afastar. Verificar a coleira, manter identificação atualizada e evitar sobrecarga de estímulos fazem parte do cuidado, mas o principal é o vínculo: é ele que mantém o pet perto, mesmo em lugares com muitas distrações”, reforça o especialista.

 

4. Identifique sinais de sobrecarga e faça pausas estratégicas

Em destinos movimentados, o pet pode ficar eufórico, até que essa euforia se transforme em estresse. Bocejos em excesso, inquietação, chorinhos, respiração acelerada, lamber o focinho repetidamente e buscar refúgio próximo ao tutor são alguns dos sinais de que o pet está passando do limite emocional.

 

“Quando o pet demonstra esses sinais, a pausa não é opcional, ela é essencial. Parar alguns minutos, oferecer água, sombra e um toque de afeto restabelece o equilíbrio emocional e previne reatividade ou mal-estar físico. O pet sempre avisa quando precisa de ajuda. O tutor só precisa aprender a escutar o que o comportamento está dizendo”, analisa.

 

5. No calor, diversão deve caminhar com segurança

O ambiente praiano ou de verão traz situações específicas que afetam diretamente o bem-estar do pet: superfícies quentes, água salgada, estímulos intensos e o risco de desidratação. Ajustar horários de passeio para períodos mais frescos e garantir hidratação constante ajudam a tornar o lazer mais seguro.

 

“Os coxins queimam muito rápido na areia quente, e o mar pode gerar irritações na pele e incômodo se não houver enxágue depois. A regra é simples: se está desconfortável para você, está ainda mais para o pet. Diversão com responsabilidade é entender que o descanso e as pausas são tão importantes quanto a brincadeira”, finaliza Cleber Santos.

 

Para Cleber, a chave para uma boa viagem é manter a estrutura emocional do pet. “Quando o pet percebe que a família continua sendo sua base, mesmo longe de casa, ele relaxa, aproveita e se comporta de maneira muito mais equilibrada. O tutor garante segurança e o pet devolve em forma de afeto, parceria e boas memórias de verão", finaliza o especialista.



Verão com os pets: como garantir conforto, bem-estar e segurança na estação mais quente do ano

 

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O verão chegou! Com as temperaturas em alta, os pets também sentem os efeitos do calor intenso. Sede aumentada, respiração ofegante acima do normal e língua para fora são sinais claros de que o cão está tentando regular a própria temperatura corporal. O cuidado deve ser ainda maior com animais de focinho curto, pois correm risco ainda maior de elevação da temperatura corpórea.

Além do desconforto térmico, o calor pode agravar problemas de saúde, aumentar o risco de desidratação e favorecer a proliferação de parasitas no ambiente, como pulgas e carrapatos. Por isso, é essencial que os tutores adotem cuidados especiais durante a estação para garantir que seus pets aproveitem o período com segurança e bem-estar.

O médico-veterinário Claudio Rossi, gerente técnico da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, lista 6 dicas indispensáveis para cuidar dos pets durante o verão:


  1. Escolha bem o horário do passeio

Evite sair entre 10h e 16h, quando o sol está mais forte. Prefira os períodos mais frescos e leve sempre água fresca para hidratar o pet. Antes de caminhar, toque o asfalto: se estiver quente para você, também estará para as patas do cão. Eles podem sofrer graves queimaduras nas patas (coxins) caso o piso esteja muito quente, cuidado!


  1. Use protetor solar veterinário

Sim, cães também podem sofrer queimaduras solares! Aplique protetor específico para pets nas áreas mais sensíveis, como ao redor dos olhos, focinho, orelhas e também na barriga, especialmente em animais com pelagem clara ou áreas com pouca cobertura de pelos.


  1. Garanta alimentação e hidratação adequadas

Nos dias quentes, os cães podem comer menos. Ofereça a refeição em locais frescos e sombreados. Água fresca deve estar sempre disponível – e pode ser oferecida gelada para ajudar a refrescar, ou mesmo com pedras de gelo. Outra opção é congelar água em um copo plástico, inclusive saborizada com uma fruta que o animal goste, retire do copo e ofereça em uma vasilha ou pote para descongelar aos poucos, permitindo que o pet fique lambendo o gelo.


  1. Aposte em brinquedos e petiscos refrescantes

Brinquedos que passaram alguns minutos no congelador ou petiscos feitos com alimento úmido congelado são ótimas opções para entreter e refrescar o pet. Outra opção é fazer um picolé apenas com frutas que ele possa ingerir, como banana, maçã, mamão, melancia ou outras que esteja acostumado, batidas com água ou água de coco e oferecer para o animal.


  1. Atenção à temperatura corporal

Os cães não transpiram como nós, e o calor excessivo pode causar hipertermia, uma condição grave e potencialmente fatal. Por isso, nunca deixe o pet sozinho em ambientes fechados, como carros. Caso o animal permaneça no quintal, é fundamental que tenha sempre um abrigo sombreado disponível para protegê-lo do sol.

Em dias muito quentes, pode-se utilizar um tapete gelado próprio para cães, seguindo as orientações de uso do fabricante, ou improvisar uma alternativa caseira: colocar uma toalha úmida com água gelada no freezer por cerca de uma hora e depois estendê-la no chão para que o cão possa deitar e se refrescar. Outra possibilidade é congelar uma garrafa plástica com água e colocá-la próxima ao animal, envolta em um tecido, evitando o risco de queimaduras na pele.

O pet também pode se refrescar e brincar com um banho de mangueira, em uma piscina própria para cães, ou ainda com um balde ou bacia contendo água resfriada. Outras opções para ajudar a reduzir o calor incluem o uso de ventiladores, climatizadores ou até mesmo ar-condicionado.

Procure ajuda veterinária imediata ao notar sinais como respiração ofegante intensa, salivação excessiva, cansaço, fraqueza, indisposição, pele muito quente, batimentos cardíacos acelerados ou andar cambaleante. Em quadros de hipertermia, quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e pode chegar a 42 °C, alguns animais podem apresentar episódios de vômito e outras complicações, como distúrbios de coagulação, edema pulmonar, risco de coma e até mesmo morte por parada cardíaca.


  1. Proteja contra pulgas e carrapatos

A época de maior reprodução de pulgas e carrapatos é o verão. Desta forma, os cuidados contra esses parasitas devem ser redobrados. A melhor maneira de combatê-los é investir no chamado controle integrado, que engloba uma série de medidas para o tratamento simultâneo do animal e do ambiente. É importante manter o uso de produtos ectoparasiticidas regularmente, pois esses fármacos ajudam a prevenir e eliminar pulgas e carrapatos que estejam em contato com a pele e os pelos dos pets.

Além disso é preciso também combater as infestações no ambiente com produtos específicos de controle antiparasitário que tenham ação letal imediata nas pulgas e carrapatos adultos, ao mesmo tempo em que inibem o desenvolvimento das formas imaturas presentes no ambiente. Dessa forma, para realizar um controle integrado no animal e no ambiente contra esses ectoparasitas, procure orientação veterinária para manejo adequado.

Pequenas atitudes fazem toda a diferença para que os pets aproveitem o verão com saúde e alegria ao lado da família. Cuide bem e viva momentos inesquecíveis!

 

Ceva Saúde Animal
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O pânico dos pets devido aos barulhentos fogos de artifício

Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o tutor solicite orientação de um veterinário.

 

As celebrações de fim de ano estão chegando e, com elas, o pânico dos cães devido aos barulhentos fogos de artifício. Nesta época do ano, a atenção aos animais de estimação deve ser redobrada. A maioria dos animais tem medo de fogos e rojões. Isso ocorre porque o barulho dos fogos de artifícios amedronta o animal, em situação de desespero, acabam fugindo de suas residências em busca de abrigo. "Nos meses de dezembro e janeiro, o índice de cães perdidos aumentam", informa Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News.

 

Muitos animais tentam fugir e acabam se ferindo em portões, lanças ou mesmo se enforcando nas cordas e correntes. Os animais precisam se sentir seguros, assim é necessário mantê-los abrigados em locais aonde eles possam se esconder, muitos gostam de ficar embaixo de móveis ou escadas, mas tente não deixá-los sozinhos.

 

"O ouvido humano pode captar sons que estão numa faixa de vibração entre 20 e 20.000 ciclos por segundo, enquanto que os cães alcançam sons entre 18 e 40.000 ciclos por segundo, portanto para eles os fogos geram um barulho realmente insuportável, deixando muitos apavorados", ressalta Vininha F. Carvalho.

 

É importante condicionar o cão ao som alto dos fogos diariamente, assim o estresse do animal com o ruído será cada vez menor. Além disso, o treinamento deve ser diário e durar cerca de 20 minutos. Uma boa estratégia é fazer com que o cão se alimente ouvindo o som de fogos. Assim, irá associar à alimentação, a uma coisa positiva. O tutor deve ligar o som e em seguida oferece alimentação para o animal.

 

Atenção, durante os fogos:

 

- Evite deixar seu animal sozinho;

 

- Se ele precisar ficar sozinho, deixe-o em um local seguro;

 

- Evite fugas mantendo portões e portas fechados.

 

- Evite enforcamento não o deixando preso por coleiras e guias.

 

- Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

 

- Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o tutor solicite orientação de um veterinário.

 

- Alguns animais toleram bem a colocação de algodões nos ouvidos para abafamento dos sons. O algodão deve ser colocado com cuidado e retirado imediatamente após o término dos ruídos.

 

- Portas e janelas de vidro devem ser bem fechadas na hora da queima de fogos de artifício. Fazer uso de outros sons para abafar o barulho intenso vindo de fora ajuda para que o animal fique menos conectado ao som principal. Depois, coloque uma música tranquila, que ajudará a proporcionar um ambiente mais calmo. O tutor deve agir como numa comemoração, para que ele associe o momento a coisas positivas.

 

- Evite posições curvadas. Esse também é visto pelo animal como um sinal de insegurança;

 

- Tente mostrar a ele que a situação está controlada, assegurando que ele está protegido, conclui Vininha F. Carvalho.


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