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segunda-feira, 15 de julho de 2019

ADT: 10 dicas de segurança para o período de férias com as crianças em casa


No mês de julho, a maioria dos estudantes está de férias e passa boa parte desse período em casa. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 110 mil crianças são hospitalizadas, anualmente, vítimas de acidentes dentro de suas próprias residências. Durante o período de recesso escolar, essas ocorrências aumentam em 25%. Entre os incidentes mais comuns estão quedas, queimaduras, envenenamentos, sufocamentos e afogamentos.

“Nessa época, as crianças passam mais tempo dentro de casa e o perigo pode estar no tapete da sala, nas tomadas, nas panelas no fogão e até mesmo na caixa de remédios”, explica Robert Wagner dos Santos, especialista em segurança da ADT, maior empresa de monitoramento de alarmes do mundo. 

Pensando nisso, a ADT listou algumas dicas para garantir as férias em casa com cuidado e tranquilidade. Veja quais são os pontos de maior vulnerabilidade e soluções que ajudam a deixar a residência mais segura para os pequenos:

1.    Dê preferência às bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para trás, evitando que alguma criança se esbarre e se queime. Fósforos e isqueiros devem ser armazenados em locais altos e trancados, assim como materiais de limpeza e objetos cortantes, como garfos, facas, copos de vidro etc;

2.    Coloque protetores nas tomadas e evite usá-las para mais de dois eletrodomésticos;

3.    Dê preferência para móveis de cantos arredondados e deixe-os longe das janelas. Coloque grades e redes de proteção nas janelas e varandas e evite cortinas com puxadores que possam provocar enforcamento;

4.    Os corredores devem ser iluminados, de dia e à noite, e possuir piso antiderrapante, sem tapetes e outros objetos que atrapalhem a circulação;

5.    Nas escadas, use grades ou portões de proteção no topo e na base;

6.    Mantenha cosméticos e medicamentos em armários trancados;

7.    Guarde os brinquedos para evitar quedas e tropeços;

8.    Guarde as bebidas alcoólicas em armários altos e com travas;

9.    Informe-se sobre as espécies de plantas venenosas mais comuns e tenha conhecimento sobre seu jardim;

10. Na piscina, que deve ter cerca ou grade de proteção (com portão trancado) e lona de cobertura, supervisione a diversão das crianças e evite brinquedos no fundo.


O especialista também alerta: “além das recomendações acima, é importante combinar o que fazer em situações de emergência, já que muitas vezes as crianças não sabem para quem ligar”. O alarme monitorado, portanto, é um grande aliado. “Com essa ferramenta, é possível pedir ajuda por meio do sistema. Basta apertar botões de acordo com a situação: perigo, emergência médica ou incêndio”, explica. A ADT oferece uma solução que combina alarme monitorado, câmeras, interatividade e notificações. “O sistema traz mais tranquilidade durante as férias porque possibilita ao usuário ver o que está acontecendo no local e ajuda com a tomada de providências”, finaliza Santos.





ADT
www.adt.com.br
 


Hábitos ineficazes de líderes bem-sucedidos


Especialista em desenvolvimento de lideranças lista sete hábitos ineficazes de líderes bem-sucedidos e explica como podem prejudicar as organizações


Líderes são bem-sucedidos até que falhem. Assumir riscos - e casualmente falhar - é natural da liderança. De acordo com o livro “What got you here won’t get you there”, de Marshall Goldsmith - eleito o melhor pensador e primeiro treinador executivo do mundo - a maior parte dos programas de desenvolvimento em liderança, foca no que as pessoas devem fazer, e isso está correto. Porém, há uma parte importante e negligenciada: dar atenção ao que o líder faz e ao que não é eficaz.

A coach especialista em desenvolvimento de lideranças e certificada pela Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching, Carolina Valle Schrubbe, explica que um líder eficaz aprende com o fracasso e avança. Entretanto, existem falhas na liderança, não necessariamente associadas à assunção de riscos, mas, sim, àas ações ineficazes que são executadas dentro da organização. “O esforço das empresas para encontrar as razões e causas dessas falhas é indispensável, mas, negligenciá-las, retira a capacidade da empresa de buscar novas oportunidades e impede o avanço das organizações”, explica.

A especialista lista sete hábitos ineficazes em líderes bem-sucedidos e como cada um pode prejudicar a organização.


Agregar valor demais: o forte desejo de fazer nossa pequena contribuição em todo e qualquer diálogo.


Começar a frase com “Não”, “Mas” ou “No entanto”: o uso excessivo desses qualificadores negativos que secretamente dizem a todos: “Eu estou certo, você está errado”.


Uma necessidade excessiva de ser “eu”: exaltando nossas falhas como virtudes simplesmente porque elas são quem nós somos.


Recusar-se a expressar arrependimento: a incapacidade de assumir responsabilidade pelas nossas ações, admitir que estamos errados ou reconhecer como nossas ações afetam outros.


Ganhar demais: a necessidade de vencer a todo custo e em todas as situações – seja isso importante, sem importância ou totalmente irrelevante.


Não dar reconhecimento adequado: a incapacidade de elogiar e recompensar. 


Não ouvir: a forma mais passiva e agressiva de desrespeito pelos colegas. 
“É importante que os líderes compreendam que suas habilidades, conhecimento, experiência e liderança serão continuamente desafiados em um mercado cada vez mais volátil e complexo. A liderança precisa ser adaptável e os hábitos constantemente revisados,  para que a organização se mantenha eficaz”, finaliza Carolina.


Quatro erros comuns, mas que afetam a segurança dos condomínios

Ter alguém na portaria nem sempre é sinônimo de segurança, pequenos detalhes cotidianos podem colocar em risco a segurança dos moradores. A portaria remota resolve alguns desses problemas, no entanto, segundo o diretor-executivo da Peter Graber, Leandro Martins, nem todos os condomínios têm o perfil para implementar o serviço. “É preciso considerar o tamanho do lugar e público que mora, um prédio que possui muitos idosos, por exemplo, não costuma se adaptar ao serviço, pois esse grupo, em geral, não tem tanta disposição para lidar com novas tecnologias e prefere permanecer com o porteiro físico”, afirma. Alguns cuidados, no entanto, tornam o dia a dia mais seguro, independente do tipo de serviço contratado. Veja abaixo:

  1. Não investir em tecnologia
Equipamentos de segurança são necessários e abrir mão deles é um erro que pode custar muito caro. Hoje existem câmeras, sistemas de identificação, softwares que facilitam o controle de entrada e saída que auxiliam tanto o trabalho das portarias convencionais, quanto no atendimento dos controladores de acesso nas centrais de monitoramento remotas. “Em alguns locais os moradores podem ficar reticentes quanto aos valores investidos em tecnologia, nesse caso, é tarefa do síndico explicar a necessidade e sanar eventuais dúvidas dos moradores”, explica Martins.

  1. Descuidar do acesso de veículos
Muitas invasões ocorrem pela entrada da frente e isso inclui acessar o condomínio com veículos. Desta forma, é imprescindível fazer uso do monitoramento de entrada, saída e de toda área do estacionamento. Um bom estudo da redondeza também essencial para elaborar o melhor plano de segurança para o condomínio.

  1. Abusar da relação com o porteiro
Outra situação bastante comum e que representa um grande risco é o desvio de funções dos porteiros, que frequentemente se ausentam dos seus postos para fazer entregas de correspondências ou mercadorias e favores para moradores. “O ponto frágil do porteiro físico é esta aproximação dos moradores e prestadores de serviços, a grande maioria dos assaltos em condomínios são realizados pela porta da frente. Aberturas de portas para rostos conhecidos e prestadores de serviço, sem nenhuma triagem prévia são problemas que aumentam muito a insegurança do condomínio”, alerta o executivo. É preciso orientar bem porteiros e principalmente os moradores para evitar tais práticas que acabam criando facilidades para possíveis invasores.


  1. Falta de treinamento e/ou informação
As normas claras para o atendimento e para o controle de acesso dos portões precisam ser claras e, tanto porteiro (digital ou não) quanto moradores precisam conhecê-las e cumpri-las. Vale lembrar que, quando falamos em moradores, cabe ao síndico orientar e sanar qualquer tipo de dúvida. Martins frisa que é extremamente necessário a contratação de um porteiro que tenha treinamento adequado, seja para atuar distância ou na guarita do próprio condomínio.  “Fazemos treinamento inicial nos procedimentos de atendimento e ações recorrentes de reciclagem. Isso pode  evitar um grande problema”, finaliza. 





Peter Graber


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