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sábado, 22 de novembro de 2025

Pronúncia x Sotaque: entenda como o cérebro decide o que copiar ao falar uma nova língua

Sotaque não é sinônimo de barreira
 para se comunicar bem
Envato
Segundo o CEBRAC, o sotaque é resultado da interação entre memória auditiva, emoções e hábitos linguísticos — e não apenas de prática
 

Sotaque atrapalha a comunicação em inglês? A dúvida é frequente entre brasileiros e costuma gerar insegurança em situações profissionais e acadêmicas. Mas, cientificamente, a capacidade de reproduzir sons próximos aos de um falante nativo varia de pessoa para pessoa. Isso depende de fatores neurológicos, da idade de exposição ao idioma, da memória auditiva e até do nível de ansiedade ao falar. Por isso, alguns cérebros imitam com mais facilidade, enquanto outros mantêm características marcantes da língua materna. 

Pesquisas em fonética e neurociência mostram que o cérebro adulto passa por um processo de especialização dos sons do idioma nativo, tornando menos natural incorporar novos padrões fonéticos. Isso explica por que muitos aprendizes, mesmo com domínio gramatical, continuam pronunciando certas palavras com traços característicos do português. Soma-se a isso a influência do ritmo, da melodia da fala e do próprio filtro emocional: medo de errar e autocobrança podem travar a adaptação sonora.

Nesse cenário, o CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos), instituição com mais de 30 anos de atuação e presença nacional, reforça que a meta central do aprendizado deve ser desenvolver comunicação clara e funcional. Segundo a instituição, muitos alunos chegam acreditando que precisam neutralizar o sotaque brasileiro, quando o que realmente determina a boa comunicação é a pronúncia compreensível, vocabulário adequado e segurança na interação. 

“O sotaque não é um defeito a ser corrigido, é um marcador natural da nossa identidade linguística e cultural. Ele não impede que ninguém seja compreendido. Pelo contrário: na comunicação global, o que importa é clareza, confiança e intenção. O mundo já entendeu isso; falta apenas os estudantes entenderem também”, afirma Bruno Barros, especialista em idiomas do CEBRAC.

Ele destaca ainda que a busca por soar “nativo” muitas vezes atrapalha mais do que ajuda. “Quando o aluno coloca toda a energia em esconder o sotaque, ele deixa de se expressar. A língua não é um teste de perfeição, é uma ferramenta para participar, negociar, resolver problemas e construir relações”, acrescenta.

A preparação deve ser prática e orientada à vida real: entrevistas, reuniões internacionais, apresentações, trocas acadêmicas e interações cotidianas com equipes multiculturais. Dominar o inglês significa ser entendido, colaborar e atuar globalmente, com sotaque, e não apesar dele.

Presente em diversas regiões do país, o CEBRAC é referência em educação profissional e já formou mais de 2 milhões de alunos. Além do curso de inglês, , a instituição se destaca pela oferta de capacitação nas áreas Administrativa & Financeira, Atendente de Farmácia, Cuidador de Idosos, Informática, Logística, Manutenção de Computadores e Celulares, Mecânica Industrial, Profissional de Beleza e Bem-estar e Vendas. Todos são desenvolvidos com o propósito de ampliar oportunidades e fortalecer habilidades que ajudam alunos a lidar melhor com recursos ao longo da vida.


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