"Claro que
todos são bem-vindos para vir assistir a esse evento incrível. Mas quando
acabar, terão que voltar para casa", declarou o vice-presidente dos EUA,
J.D. Vance
Daqui a um ano, em junho de 2026, terá início a
maior das 23 edições da Copa do Mundo de futebol. O evento vai contar com 48
seleções nacionais, um recorde. Serão 104 jogos, distribuídos por 16
cidades-sede de três países, Canadá, México e Estados Unidos. A final vai
acontecer em 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, com a decisão do
terceiro lugar acontecendo na véspera, no Hard Rock Stadium, em Miami.
Mas, em maio de 2025, autoridades americanas já
deixaram claro sua indisposição para receber os esperados 2 milhões de
visitantes. “Claro que todos são bem-vindos para vir assistir a esse evento
incrível. Mas quando acabar, terão que voltar para casa. Caso contrário, vão
ter que conversar com a secretária Noem”, declarou o
vice-presidente, J.D. Vance, referindo-se à secretária de Segurança Interna
Kristi Noem, responsável por liderar a repressão à imigração no governo Trump.
O secretário de transportes reforçou a orientação. “Se você
está vindo ver um pouco de futebol, faça uma viagem de carro, conheça os
Estados Unidos. Mas não ultrapasse seu visto. Não fique tempo demais”.
Afinal de contas, os Estados Unidos ainda querem
receber turistas? Se mesmo diante de um evento do porte da uma Copa do Mundo de
futebol os alertas se voltam para evitar que visitantes tentem permanecer mais
do que o autorizado, o que esperar de um estrangeiro que pretende simplesmente
visitar pontos turísticos do país?
De acordo com o levantamento anual do Escritório Nacional de Turismo e Viagens
dos Estados Unidos, desde 2022 o número de visitantes brasileiros segue
aumentando, de 1,22 milhão em 2022 para 1,62 milhão em 2023, e 2 milhões em
2024. A perspectiva, para 2025, seguia positiva.
“O importante é solicitar o
visto com antecedência e, mais do que nunca, respeitar a legislação local.
Também ajuda quando a pessoa mantém perfis em redes sociais, abertos, e que
apontem o quanto a pessoa está acostumada viajar, inclusive para outros locais
que não apenas o território americano”, recomenda
Felipe Alexandre. “Assim, as autoridades identificam que a pessoa não tem interesse em
permanecer no país além do acordado, nem corre o risco de utilizar o visto de
turista para tentar permanecer ilegalmente”.
Nascido no Brasil, criado pela família nos Estados Unidos, Felipe Alexandre é especialista no tema e se dedica a garantir o acesso ao país. “Mesmo em situações difíceis como a atual, as leis continuam valendo e os brasileiros podem contar com o nosso apoio para visitar o país e aproveitar tudo o que os Estados Unidos têm a oferecer”.
Dr. Felipe Alexandre - advogado especialista em imigração americana. Fundador da ALFA - Alexandre Law Firm & Associates e referência em vistos humanitários. Possui BAR (Licença Americana) em dois estados - Washington, DC e Nova York, o que lhe autoriza a exercer a atividade em todo o território americano, além de nove licenças que lhe concedem o direito de ir até a Suprema Corte em defesa de imigrantes. Premiado nos últimos cinco anos como um dos Top 10 Advogados de Imigração de Nova York pelo American Institute of Legal Counsel e com classificação “Excelente” no Avvo; Também é considerado, um dos 10 principais advogados da Califórnia, em votação pela revista jurídica “Attorney & Practice Magazine”, e reconhecido pela “Super Lawyers (Thomas Reuters)” como referência no campo das leis imigratórias dos EUA. https://alexandrelaw.com/
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