Começam nesta segunda e vão até o
dia 22 de outubro as inscrições para a Semana Nacional de Conciliação, mutirão
que visa o acordo entre as partes para o fim das ações
A Semana é uma iniciativa do Conselho Nacional da Justiça e abrange os Tribunais Federais, os Tribunais de Justiça e os Tribunais do Trabalho de todo o país. Em sua 12ª edição, a Semana tem como tema: “Conciliar: nós concordamos”.
No TRT-2 serão aceitas inscrições de processos em qualquer fase e em qualquer meio, tanto no eletrônico quanto no físico. Os interessados deverão acessar o portal do TRT-2 (www.trtsp.jus.br) e clicar o menu Institucional - Núcleo de Solução de Disputas. Outra forma é enviar um e-mail para conciliar@trtsp.jus.br, informando o número do processo e os nomes das partes envolvidas.
As audiências da Semana Nacional de Conciliação serão realizadas nos centros judiciários de solução de conflitos (Cejucs-JT) do TRT-2, bem como em todas as 217 varas do TRT-2, sem prejuízo daquelas já previamente agendadas.
Para a desembargadora Cândida Alves Leão, vice-presidente administrativa do TRT-2 e responsável pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do TRT da 2ª Região (Nupemec-JT2), a conciliação traz benefícios para ambos os lados. “A conciliação é bem melhor que uma decisão imposta pelo juiz, já que as partes construíram uma solução para o seu caso; ela abrevia o tempo de espera por um resultado da Justiça; e, se feita antes de a sentença ser proferida, dá a certeza de qual valor que cada um deverá receber ou pagar”. Em 2016, a Semana Nacional do Conciliação do TRT-2 registrou 7.689 audiências realizadas, sendo 2.462 acordos que resultaram em uma arrecadação total de R$ 56.238.584,72.
Sobre o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região - com sede em São Paulo (SP), o TRT-2 abrange, além da capital, a Região Metropolitana de São Paulo e Baixada Santista. Formado por cerca de 510 magistrados e mais de 6 mil servidores, o TRT-2 recebe, anualmente, cerca de 485 mil novos processos, sendo o tribunal trabalhista mais demandado do país. Atualmente, é presidido pelo desembargador Wilson Fernandes.
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