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sábado, 22 de novembro de 2025

O que faz o público se enxergar nas histórias de “Wicked”? A psicologia por trás da conexão com os personagens

Divulgação
Universal Pictures

A Life Saúde Mental, hub de profissionais especializados em cuidados psicológicos e psiquiátricos com abordagem transdisciplinar, traz um olhar diferente sobre como os filmes espelham a forma como as pessoas se conectam com as próprias emoções e histórias.Há algo de profundamente humano nas narrativas que desafiam rótulos, e os especialistas da Life Saúde Mental revelam como essas tramas ajudam o público a compreender, acolher e ressignificar as próprias emoções.

Em Wicked, o público é convidado a repensar o que entende por “bem” e “mal”, e acaba se reconhecendo em uma trama que fala sobre rejeição, pertencimento e a coragem de ser quem se é. São temas universais que explicam o fascínio coletivo pela nova superprodução.

O encantamento com Wicked vai além do visual. O musical ressignifica a ideia de vilania ao revelar as camadas humanas por trás do rótulo de “bruxa má”. Essa inversão ativa mecanismos de empatia e reflexão moral: ao conhecer as motivações, o público se vê diante de um espelho emocional — reconhece o medo de ser julgado, a vontade de ser aceito e o conflito entre autenticidade e aprovação social.

“Nós conectamos os personagens que enfrentam exclusão ou injustiça porque eles representam nossas próprias dores e desejos de aceitação”, explica Andeson Carneiro, psicólogo da Life. “A psicologia mostra que o ser humano busca, desde cedo, pertencer e ser reconhecido. Quando o cinema traduz essa busca, a identificação é imediata.” complementa.

A psicologia, quando considera o contexto de cada pessoa, explica essa identificação como um movimento de autoaceitação — reconhecer a própria dor, sem tentar escondê-la. É o que os especialistas chamam de flexibilidade psicológica: a capacidade de seguir em frente e agir de acordo com o que realmente importa para você, mesmo diante de situações difíceis ou momentos de incerteza. “O momento em que a protagonista decide voar é uma metáfora poderosa”, diz Juliana Giroldo, psicóloga da Life. “Não se trata de fugir, mas de se libertar do olhar dos outros. É o instante em que ela deixa de buscar aceitação e escolhe viver em coerência com o que acredita.” profissional finaliza.

Para a Life Saúde Mental, esse tipo de narrativa ajuda o público a refletir sobre a forma como a sociedade define papéis e julga comportamentos. Quando compreendemos que a diferença não é defeito, mas expressão de autenticidade, abrimos espaço para relações mais empáticas e verdadeiras.

“A grande lição de Wicked é que a liberdade não está em ser aceito, e sim em aceitar-se por inteiro”, comenta Alceu Martins, psicólogo da Life. “É sobre entender que coragem não é ausência de medo — é agir apesar dele”, concluem os especialistas da Life.  



Life Saúde Mental
https://lifesaudemental.com.br/quem-somos/


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