
Divulgação
Universal Pictures
A Life
Saúde Mental, hub de profissionais especializados em cuidados psicológicos e
psiquiátricos com abordagem transdisciplinar, traz um olhar diferente sobre como
os filmes espelham a forma como as pessoas se conectam com as próprias emoções
e histórias.Há algo de profundamente humano nas narrativas que desafiam
rótulos, e os especialistas da Life Saúde Mental revelam como essas tramas
ajudam o público a compreender, acolher e ressignificar as próprias emoções.
Em
Wicked, o público é convidado a repensar o que entende por “bem” e “mal”, e
acaba se reconhecendo em uma trama que fala sobre rejeição, pertencimento e a
coragem de ser quem se é. São temas universais que explicam o fascínio coletivo
pela nova superprodução.
O
encantamento com Wicked vai além do visual. O musical
ressignifica a ideia de vilania ao revelar as camadas humanas por trás do
rótulo de “bruxa má”. Essa inversão ativa mecanismos de empatia e reflexão
moral: ao conhecer as motivações, o público se vê diante de um espelho
emocional — reconhece o medo de ser julgado, a vontade de ser aceito e o
conflito entre autenticidade e aprovação social.
“Nós
conectamos os personagens que enfrentam exclusão ou injustiça porque eles
representam nossas próprias dores e desejos de aceitação”, explica Andeson
Carneiro, psicólogo da Life. “A psicologia mostra que o ser humano busca, desde
cedo, pertencer e ser reconhecido. Quando o cinema traduz essa busca, a identificação
é imediata.” complementa.
A
psicologia, quando considera o contexto de cada pessoa, explica essa
identificação como um movimento de autoaceitação — reconhecer a própria dor,
sem tentar escondê-la. É o que os especialistas chamam de flexibilidade psicológica:
a capacidade de seguir em frente e agir de acordo com o que realmente importa
para você, mesmo diante de situações difíceis ou momentos de incerteza. “O
momento em que a protagonista decide voar é uma metáfora poderosa”, diz Juliana
Giroldo, psicóloga da Life. “Não se trata de fugir, mas de se libertar do olhar
dos outros. É o instante em que ela deixa de buscar aceitação e escolhe viver
em coerência com o que acredita.” profissional finaliza.
Para a
Life Saúde Mental, esse tipo de narrativa ajuda o público a refletir sobre a
forma como a sociedade define papéis e julga comportamentos. Quando
compreendemos que a diferença não é defeito, mas expressão de autenticidade,
abrimos espaço para relações mais empáticas e verdadeiras.
“A grande lição de Wicked é que a liberdade não está em ser aceito, e sim em aceitar-se por inteiro”, comenta Alceu Martins, psicólogo da Life. “É sobre entender que coragem não é ausência de medo — é agir apesar dele”, concluem os especialistas da Life.
Life Saúde Mental
https://lifesaudemental.com.br/quem-somos/
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