Mais da metade das faculdades de medicina no País possuem tecnologias 3D de treinamento cirúrgicos e passam a incorporar biomodelos de alta fidelidade e simulador de atendimento pré-hospitalar que recria todo ambiente de uma ambulância
As faculdades de medicina no
Brasil têm ganhado cada vez mais protagonismo mundial na adoção de tecnologias
de simulação que revolucionam a formação médica. Cada vez mais instituições
incorporam soluções avançadas que unem realismo, inovação e segurança,
garantindo que os futuros profissionais da saúde sejam formados com alto nível
técnico e prático.
Atualmente, mais da metade das faculdades de medicina no País possuem
tecnologias 3D de treinamento cirúrgicos e passam a incorporar biomodelos de
alta fidelidade e simuladores de atendimento pré-hospitalar que recriam todo
ambiente de uma ambulância.
Com o uso das novas tecnologias, desenvolvidas pela empresa brasileira Csanmek,
especializada em simuladores para o ensino em saúde, as universidades ampliam a
carga horária prática e passam a oferecer experiências imersivas de
aprendizagem, nas quais os estudantes podem treinar desde procedimentos clínicos
simples até cirurgias mais complexas.
As soluções criadas pela Csanmek incluem modelos anatômicos sintéticos,
plataformas digitais tridimensionais com inteligência artificial e o primeiro
simulador de ambulância do mundo voltado ao ensino médico. Além da ambulância
simulada, as faculdades contam simuladores de cabeça e pescoço, de gravidez, de
abdômen ascítico, de intestino para colonoscopia, braços e pernas e outros,
além de modelos de corpo inteiro.
As tecnologias da Csanmek reproduzem com precisão a anatomia humana,
respeitando localização anatômica, textura e estratigrafia dos tecidos, além de
incluir músculos, ossos, órgãos, veias e artérias substituíveis, fabricados com
materiais que imitam a densidade e as propriedades mecânicas do tecido vivo.
“Essa fidelidade permite um aprendizado realístico e seguro, sem a necessidade
de depender de cadáveres humanos ou animais, reduzindo riscos e custos e
democratizando o acesso à prática médica de qualidade”, comenta Claudio
Santana, CEO da Csanmek.
Entre as inovações mais marcantes está o simulador de ambulância, criado com a
mesma lógica dos simuladores de voo utilizados na aviação. Ele reproduz em
detalhes o interior de um veículo de atendimento móvel, com todos os
instrumentos e equipamentos de uma ambulância real, e conta com uma base móvel
que simula o deslocamento pelas ruas. O equipamento possibilita que alunos e
profissionais treinem o atendimento pré-hospitalar a pacientes críticos, em um
ambiente controlado, mas altamente realístico, desenvolvendo habilidades de
tomada de decisão, liderança, gestão de crises e trabalho em equipe. O
simulador já é utilizado por cursos de medicina e enfermagem, além de
instituições como o SAMU e o Corpo de Bombeiros, e universidades como Faminas e
Estácio de Sá.
Outro avanço importante está nas plataformas digitais 3D com inteligência
artificial, que funcionam como mesas interativas sensíveis ao toque. Elas
exibem modelos tridimensionais detalhados e anatomicamente corretos de todos os
sistemas do corpo humano, permitindo a realização de cirurgias e dissecações
virtuais. Essas plataformas são capazes de transformar exames clínicos reais em
clones digitais e se conectam a impressoras 3D para a produção de réplicas
físicas de órgãos e músculos, o que amplia significativamente as possibilidades
de ensino, pesquisa e treinamento.
Instituições de referência como a Universidade de São Paulo (USP), a São
Leopoldo Mandic, a Faminas, a Estácio de Sá e o UniSALESIANO já incorporaram
essas tecnologias ao currículo. Com isso, os estudantes passam a desenvolver
competências técnicas e comportamentais de forma mais consistente e segura,
aprimorando o raciocínio clínico, a coordenação motora fina e a capacidade de
resposta em situações de emergência.
Os impactos pedagógicos são evidentes: as simulações permitem mais horas de
prática, maior repetição de procedimentos e contato com cenários de diferentes
níveis de complexidade, inclusive casos raros, tudo isso em um ambiente livre
de riscos para pacientes reais. As tecnologias de simulação também estimulam a
aprendizagem ativa e colaborativa, integrando teoria e prática e favorecendo a
formação de médicos mais confiantes, éticos e preparados para os desafios da
medicina moderna.
“Hoje, o Brasil não apenas acompanha as tendências globais em ensino médico,
mas as cria. A rápida adoção de tecnologias de simulação coloca as faculdades
de medicina brasileiras na vanguarda da educação em saúde, com impacto direto
na qualidade da formação e no fortalecimento do sistema de saúde. A simulação
de alta fidelidade, impulsionada por inovações como as da Csanmek, consolida-se
como um pilar essencial da formação médica do futuro — mais tecnológica,
humanizada e segura”, explica Santana.
Com sete anos de atuação, a Csanmek desenvolve soluções educacionais que unem
ciência, engenharia e pedagogia, sempre alinhadas às metodologias ativas e às
necessidades das instituições de ensino. Seu compromisso é oferecer ferramentas
que garantam a excelência da formação médica, ao mesmo tempo em que contribuem
para a segurança do paciente e para o avanço da medicina no país.
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| Simulador de ambulância da Csanmek para treinamento em sitação pré-hospitalar |
Csanmek Tecnologia


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