Consciência sobre o consumo motivado por emoções ou hábito pode aliviar as contas do mês e fazer o dinheiro render mais, diz especialista
É comum chegar ao fim do mês sem saber exatamente onde o dinheiro foi parar. Muitas vezes a resposta está na autossabotagem financeira — hábitos inconscientes que prejudicam a saúde econômica e dificultam a realização de objetivos. Isso pode incluir aquela “saideira” no happy hour, assinaturas de serviços pouco usados ou até compras por impulso, motivadas por estresse ou hábito. Apesar de parecerem pequenas, elas se acumulam e afetam o orçamento a longo prazo.
“Reconhecer esses comportamentos é o primeiro passo para mudar. A consciência financeira começa com o entendimento de que cada escolha tem um custo. Quando prestamos atenção aos nossos hábitos, fazemos escolhas mais alinhadas aos nossos objetivos”, explica Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Data da Simplic, fintech de crédito pessoal online.
Mas como perceber esses hábitos? Thaine aconselha começar por uma
análise cuidadosa dos gastos no dia a dia. A seguir, confira as dicas para te
ajudar a reconhecer e reverter comportamentos que podem estar afetando suas
finanças.
Compras
motivadas por emoção
Compras para aliviar o estresse, tristeza ou tédio? Esse
comportamento, conhecido como consumo emocional, é um dos maiores vilões do
equilíbrio financeiro. Tente identificar o que está sentindo antes de cada
compra. Em vez de gastar, procure outras formas de lidar com a emoção, como
caminhar, escrever ou conversar com alguém de confiança.
Falta de controle sobre pequenos gastos
Gastos aparentemente insignificantes, como delivery, café,
aplicativos de transporte e lanches rápidos, podem se somar e representar uma
parcela considerável do orçamento no fim do mês. Muitas vezes, essas compras
são feitas “no automático”, sem reflexão, o que dificulta o controle. Uma
maneira eficaz de identificar os excessos é registrar esses valores durante uma
semana e, então, analisar o custo.
Gastos fixos “invisíveis”
Muitos mantêm assinaturas mensais de serviços que não usam mais,
como plataformas de streaming, apps de exercícios, cursos online ou clubes de vantagens.
Faça uma auditoria digital: revise as faturas e cancele o que não está trazendo
valor real para sua vida, reduzindo os gastos e aumentando a caixinha daquele
objetivo tão desejado.
Desorganização no pagamento de contas
Esquecer datas de vencimento, pagar juros e multas com frequência ou recorrer ao limite do cheque especial são sinais claros de descontrole financeiro. Esses comportamentos indicam falta de planejamento e podem gerar um ciclo de dívidas difícil de quebrar. Para evitá-los, adote ferramentas como alertas no celular, aplicativos de controle financeiro ou até mesmo uma agenda de pagamentos.
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