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quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Brasileiros vão precisar de uma autorização eletrônica para viajar para o Reino Unido

 

A partir desta quarta-feira, 8 de janeiro de 2025, brasileiros e demais pessoas sem nacionalidade britânica que pretendam viajar ao Reino Unido, para períodos de permanência inferiores a seis meses, precisarão solicitar uma autorização eletrônica de viagem (Electronic Travel Authorization - ETA). A medida se aplica a portadores de todos os tipos de passaportes (comuns, oficiais e diplomáticos). 

A autorização pode ser obtida por meio de aplicativo para iPhone ou Android, ou ainda no site do governo britânico, e custará £10 (aproximadamente R$75). 

Para solicitar a ETA o viajante precisa ter:

  • o passaporte com o qual vai viajar. Não servem fotocópia ou versão digital;
  • acesso ao seu e-mail;
  • um cartão de crédito, de débito, Apple Pay ou Google Pay.
  • imagens digitalizadas ou fotos do passaporte e do rosto da pessoa que está solicitando.Alida

Não é necessário inserir os detalhes da viagem. Em geral, o solicitante vai receber uma resposta em até três dias úteis. Ocasionalmente, a decisão poderá demorar mais. Além disso, é preciso ter em mente que, mesmo para viagens em grupo, cada pessoa deverá fazer a solicitação individualmente.

Caso o pedido seja aprovado, o solicitante vai receber um e-mail confirmando que obteve uma ETA, que estará vinculada ao passaporte usado no formulário. 

A ETA é válida por até 2 anos. A autorização permite múltiplas viagens ao Reino Unido durante esse período. No entanto, caso o passaporte vença ou o cidadão obtenha um novo passaporte por qualquer motivo, será necessário solicitar uma nova ETA. 

Mesmo com a ETA, o brasileiro, ao ingressar no Reino Unido, ainda vai precisar passar por um oficial da imigração britânica. Ou seja, a aprovação da ETA não garante a entrada no Reino Unido.

Informações adicionais podem ser encontradas em:
https://www.gov.uk/guidance/apply-for-an-electronic-travel-authorisation-eta


quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Janeiro Branco: cuidar da mente é o primeiro passo para um 2025 melhor

Início de um novo ano é um convite para repensarmos a saúde mental e fazermos dela uma prioridade

 

Com a retomada das rotinas aceleradas, o cuidado com a mente torna-se fundamental para garantir qualidade de vida e longevidade. O Brasil figura entre os países com maior incidência de transtornos mentais, principalmente entre jovens - quase 10% da população, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse dado alarmante reforça a necessidade de um olhar atento para o bem-estar emocional. Nos últimos anos, percebemos a associação de cores a meses como forma de conscientização. “Janeiro Branco é um excelente ponto de partida para começarmos 2025 com foco em um pilar vital: a saúde mental", afirma o Dr. Arthur Feltrin,  médico pneumologista especialista em medicina integrativa.


Check-up mental: uma nova prioridade

A pandemia intensificou o descontrole emocional, aumentando casos de ansiedade, irritabilidade e depressão. Hoje, o Brasil ocupa o terceiro lugar mundial em internações psiquiátricas de jovens e adolescentes.

Além disso, o uso constante de dispositivos eletrônicos está diretamente ligado ao aumento de casos de burnout e ansiedade. "Vivemos em uma sociedade multitarefa, onde homens e mulheres acumulam responsabilidades sem tempo para descanso, lazer ou hobbies. Isso tem um impacto direto na saúde mental", alerta Feltrin.

Assim como fazemos exames cardiológicos, ginecológicos ou pediátricos, é essencial incluir o cuidado com a mente no planejamento de saúde. "Você já pensou em fazer um check-up mental? Cuidar da saúde mental precisa ser parte da nossa rotina", reforça Feltrin. 


Alternativas naturais para o cuidado mental

Com ingredientes ativos 100% naturais de cultivo orgânico e biodinâmico, além de práticas que preservam a biodiversidade e a saúde do solo, a Weleda é uma empresa que nasceu da antroposofia, uma filosofia que vê o ser humano como parte da natureza e o compreende de forma integral – corpo, mente e espírito, conta Maria Claudia Villaboim Pontes, CEO da Weleda Brasil.

Com sua filosofia de cuidado integral e natural, a Weleda oferece soluções que podem ser grandes aliadas. Dr. Feltrin destaca três produtos principais da Linha de Saúde Mental que utiliza em suas prescrições para pacientes:

  • Bryophyllum: age na regulação do humor, irritação e angústia e é indicado pelo médico especialmente para mulheres na menopausa, auxiliando no equilíbrio emocional durante o declínio hormonal. “O estrogênio, que tem ação neuroprotetora, diminui nessa fase, resultando em instabilidade emocional. O Bryophyllum ajuda a amenizar esses sintomas de forma natural”, explica Feltrin.
  • Stressdoron: um tratamento auxiliar do estresse. “Uma opção eficaz para o controle do desgaste mental diário, para melhoria do foco, concentração e memória”, recomenda ele.
  • Ansiodoron: auxílio na ansiedade e insônia relacionada. Disponível nas versões líquida e em comprimidos, é utilizado há mais de três anos pelo próprio Dr. Feltrin para aliviar sintomas de ansiedade e insônia. "Tenho sempre um Ansiodoron na minha nécessaire de viagem e outro ao lado da cama. Ele facilita muito nos momentos de tensão, ajudando a relaxar de forma segura e natural", revela o médico.

Outro ponto fundamental abordado pelo Dr. Feltrin é a importância da atividade física para o bem-estar mental. Estudos científicos mostram que o exercício físico libera dopamina e serotonina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Diferente de estímulos rápidos como chocolate ou cigarro, que oferecem alívio momentâneo, a prática de exercícios mantém esses hormônios ativos por horas, promovendo benefícios duradouros para a saúde mental.


Transformando o cuidado mental em prioridade

Ao abraçar o conceito do Janeiro Branco, a Weleda convida todos a refletirem sobre a importância do bem-estar emocional. Com o uso de alternativas naturais e práticas saudáveis como meditação, yoga e caminhadas, é possível transformar a mente em um espaço de equilíbrio e serenidade. "Cuidar da saúde mental é falar de longevidade e qualidade de vida. A Weleda, com seu propósito de promover saúde de forma natural, leve e eficaz, é uma grande parceira nesse processo", conclui Dr. Arthur Feltrin.

 


Weleda - Marca que se originou da antroposofia, uma filosofia que encara o ser humano como parte integrante da natureza, abrangendo corpo, mente, emoções e individualidade.

 

Bexiga Hiperativa: Acordar à Noite Para Ir ao Banheiro é Mesmo Normal

Entenda como identificar os sinais da bexiga hiperativa, o impacto na qualidade de vida e quando buscar ajuda médica.

 

Acordar no meio da noite para ir ao banheiro pode parecer algo inofensivo, até mesmo normal. Quem nunca levantou da cama para aliviar a bexiga antes de voltar a dormir? Mas, quando essa situação se torna frequente, é hora de ligar o sinal de alerta. O hábito de urinar à noite pode ser um indicativo de um problema de saúde chamado bexiga hiperativa, uma condição que afeta milhões de pessoas e compromete significativamente a qualidade do sono e do bem-estar geral.

Embora a bexiga hiperativa seja mais comum em pessoas acima dos 40 anos, ela pode ocorrer em qualquer idade e tende a ser subdiagnosticada, já que muitas pessoas acham que o comportamento é "normal" com o passar dos anos. Dr. Alexandre Sallum Bull, urologista especializado, explica o que é a bexiga hiperativa, como diferenciá-la de hábitos urinários saudáveis e quais passos tomar para tratar a condição.
 

O que é bexiga hiperativa?

A bexiga hiperativa é caracterizada pela vontade súbita e incontrolável de urinar, muitas vezes acompanhada de episódios de incontinência (vazamentos de urina). Essa condição ocorre quando os músculos da bexiga se contraem involuntariamente, mesmo que a bexiga não esteja cheia.
 

“A bexiga hiperativa não é apenas um incômodo. Ela pode impactar profundamente o sono, a produtividade e até a saúde mental, causando estresse e vergonha em situações sociais,” alerta Dr. Sallum.
 

Um dos sinais mais comuns da bexiga hiperativa é a noctúria, que é a necessidade frequente de urinar durante a noite. Se você está levantando mais de uma vez por noite para ir ao banheiro, pode haver algo mais do que apenas o consumo excessivo de líquidos antes de dormir.
 

Gastroenterite no litoral paulista, médico explica os sinais de alerta da doença


O litoral paulista está sendo palco de grande número de casos de gastroenterite pelo aumento das temperaturas nos últimos dias e a movimentação intensa na região pelas festas de final de ano. De acordo com o médico cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa, da capital paulista, a combinação de consumo de alimentos e água contaminados com a exposição ao calor pode desencadear surtos da doença, especialmente em áreas com infraestrutura precária de saneamento. 

O médico alerta que a gastroenterite, apesar de comum, pode evoluir para quadros graves e até fatais se não for tratada corretamente. "Desidratação severa e infecções generalizadas são riscos que demandam atenção imediata", explica o especialista. 

Se houver sintomas como diarreia persistente, vômitos incontroláveis, febre alta e sangue nas fezes, o médico afirma que já são indicativos de que o quadro pode estar se agravando. "Em crianças, idosos e pessoas com imunidade comprometida, a gastroenterite demanda atenção redobrada", enfatiza. 

Embora seja tratável em grande parte dos casos, a gastroenterite pode se tornar perigosa quando a desidratação atinge níveis críticos ou quando a infecção se espalha para outros órgãos. O cirurgião do aparelho digestivo reforça que procurar atendimento médico rapidamente é essencial em casos suspeitos. 

Para evitar o problema, Dr. Rodrigo ainda afirma que é essencial ter cuidados com a alimentação e preferir alimentos frescos e bem cozidos e não consumir produtos expostos ao calor ou de procedência duvidosa. “Além disso, a hidratação nestes dias mais quentes é prioridade, mas deve ser feita com água mineral e não filtrada”, finaliza.  



Dr Rodrigo Barbosa - Cirurgião Digestivo sub-especializado em Cirurgia Bariátrica e Coloproctologia do corpo clínico dos hospitais Sírio Libanês e Nove de Julho. CEO do Instituto Medicina em Foco e coordenador do Canal ‘Medicina em Foco’ no Youtube Link


Leitor: proteger a saúde visual com óculos adequados é fundamental

Com a leitura em telas cada vez mais comum, escolher as lentes ideais é essencial para evitar a fadiga ocular. Profissional explica como lentes progressistas e multifocais ajudam na experiência com os textos


Em janeiro comemora-se o dia do leitor. Uma data dedicada aos apaixonados pelo conhecimento. Ninguém nasce um leitor; é um interesse que desenvolvemos com o tempo, por meio de influências positivas que melhoram a experiência de ler.

Seja em livros físicos ou através de dispositivos digitais como PDFs e Kindles, a atividade está sempre se “repaginando”, e com isso, surgem novos desafios para a saúde ocular. A leitura em telas pode causar desconforto visual, como fadiga ocular, especialmente se não houver a proteção adequada contra a luz azul emitida por esses dispositivos.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia divulgados esse ano, cerca de 70% da população sofre de algum tipo de desconforto visual recorrente, por conta do uso prolongado de computadores, laptops, tablets e celulares.

Lentes multifocais são ideais para quem muda constantemente entre leituras próximas e distantes, pois oferecem uma visão contínua sem a necessidade de trocar de óculos. Já para quem costuma ler em dispositivos digitais, as lentes com proteção contra luz azul previnem a fadiga e a claridade prejudicial das telas”, recomenda Ariane Diniz, presidente das Óticas Diniz, maior rede brasileira do varejo óptico com capital 100% nacional e mais de mil unidades no país.

Ao escolher óculos de leitura, é preciso considerar o tipo de lente que melhor atenderá às necessidades visuais em cada caso. “Se o leitor acredita que precisa de óculos com diferentes graus em cada olho, é aconselhável consultar um oftalmologista para uma recomendação especializada”, destaca Ariane.

De acordo com a profissional, para aqueles com prescrição, as opções incluem:

Lentes multifocais: ideais para quem tem problemas de visão mais complexos além da presbiopia, pois proporcionam diferentes "poderes de ADD" – termo referente ao acréscimo de poder de lente necessário para corrigir a presbiopia, que é a perda natural da capacidade de focar objetos - para cada olho;

Lentes progressivas: oferecem um gradiente de aumento do poder da lente que permite uma transição natural entre diferentes prescrições, perfeitas para quem busca um único par de óculos para corrigir presbiopia, miopia, hipermetropia ou outros problemas visuais;

Lentes de proteção contra luz azul: com a leitura em telas cada vez mais comum, essas lentes são essenciais para quem passa horas em frente a dispositivos digitais. Elas ajudam a filtrar a luz azul nociva, reduzir a fadiga ocular, melhorar a qualidade do sono e proteger a visão a longo prazo.

Os consultores e profissionais ópticos são capacitados para orientar na escolha de modelos que melhor se adaptam às necessidades individuais de cada um”, acrescenta Ariane.

As Óticas Diniz oferecem uma enorme variedade de produtos para atender aos diversos perfis.  As lojas da marca se destacam pela qualidade dos produtos e pelo atendimento personalizado, onde profissionais experientes ajudam na escolha da melhor solução. Além disso, a plataforma de e-commerce da rede é uma excelente opção para quem busca proteger a visão sem sair de casa.

Com uma variedade de marcas renomadas e modelos exclusivos, como Dii Collection, Hit Eyewear, DNZ e Ono Brasil, os clientes podem encontrar óculos que atendem às suas necessidades visuais e estéticas. Cada uma oferece opções diversificadas em cores e lentes, adaptadas às suas preferências e necessidades.

 

Óticas Diniz


Quando urinar à noite é considerado normal?

Ir ao banheiro uma vez à noite pode ser considerado normal, especialmente se você ingeriu líquidos pouco antes de dormir. No entanto, se isso acontece duas ou mais vezes durante a noite, regularmente, pode ser um sinal de noctúria associada à bexiga hiperativa.

 

Causas comuns da urinação noturna:

  1. Excesso de consumo de líquidos à noite, especialmente bebidas com cafeína ou álcool.
  2. Distúrbios do sono, como apneia do sono, que podem aumentar a produção de urina durante a noite.
  3. Condições médicas, como diabetes não controlada, insuficiência cardíaca ou problemas renais.


Sinais de alerta da bexiga hiperativa

Se você apresenta os seguintes sintomas, é importante consultar um médico:

  • Vontade súbita e incontrolável de urinar durante o dia ou a noite.
  • Necessidade de urinar mais de 8 vezes por dia e mais de 2 vezes por noite.
  • Vazamentos de urina quando não consegue chegar ao banheiro a tempo.
  • Interrupção do sono frequente devido à urgência de urinar.

“O impacto da bexiga hiperativa vai além do físico. A perda de sono e o desconforto constante afetam o humor, a energia e até as relações pessoais,” explica Dr. Alexandre Sallum Bull.
 

Quais são as causas da bexiga hiperativa?

A bexiga hiperativa pode ter múltiplas causas, desde alterações neurológicas até irritações na bexiga. Entre as mais comuns estão:


1. Disfunções neurológicas:

Doenças como Parkinson, esclerose múltipla e AVC podem interferir no controle da bexiga.


2. Alterações hormonais:

A menopausa em mulheres e a queda de testosterona em homens podem aumentar o risco.


3. Irritação ou inflamação na bexiga:

Infecções urinárias, cálculos renais e até tumores podem desencadear sintomas semelhantes.


4. Idade:

O envelhecimento reduz a capacidade da bexiga de armazenar urina e aumenta a sensibilidade ao enchimento.
 

Impactos na qualidade de vida

Levantar-se frequentemente durante a noite para urinar interrompe o ciclo natural do sono, resultando em fadiga, dificuldade de concentração e, em longo prazo, pode aumentar o risco de doenças como hipertensão e depressão. Além disso, o medo de acidentes urinários pode limitar atividades sociais e reduzir a qualidade de vida.
 

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da bexiga hiperativa é feito com base no histórico médico e em exames que avaliam o funcionamento da bexiga, como:

  • Exames de urina para descartar infecções ou outras condições.
  • Diário miccional, no qual o paciente registra a frequência e volume das micções.
  • Estudo urodinâmico para medir a função da bexiga.


Opções de tratamento

O tratamento é individualizado e pode incluir:

  1. Mudanças no estilo de vida:
    • Reduzir o consumo de líquidos à noite.
    • Evitar cafeína e álcool.
    • Perder peso, se necessário.
       
  2. Terapias comportamentais:
    • Treinamento da bexiga: Envolve programar horários para urinar e aumentar gradualmente o intervalo entre as idas ao banheiro.
    • Exercícios do assoalho pélvico (Kegel): Fortalecem os músculos que controlam a micção.
       
  3. Medicamentos:
    • Medicamentos anticolinérgicos ou agonistas beta-3 ajudam a relaxar os músculos da bexiga, reduzindo as contrações involuntárias.
       
  4. Terapias avançadas:
    • Neuromodulação: Estimulação elétrica dos nervos para controlar a bexiga.
    • Injeções de toxina botulínica (Botox): Relaxam os músculos da bexiga, usadas em casos graves.

Quando procurar ajuda médica?

Se a urinação frequente durante a noite ou os outros sintomas estão afetando sua qualidade de vida, é essencial buscar ajuda. Ignorar os sinais pode levar a complicações, como infecções urinárias recorrentes, queda da qualidade do sono e problemas psicológicos.
 

“Levantar-se para urinar à noite pode ser algo mais do que uma simples questão de hábitos. A bexiga hiperativa é uma condição tratável, e o diagnóstico precoce pode transformar a vida de quem sofre com seus sintomas. Se você se identifica com essa situação, converse com um urologista e cuide da sua saúde urinária. Afinal, noites bem dormidas são fundamentais para uma vida saudável e plena.”. conclui o Dr. Alexandre Sallum Bull.



Dr. Alexandre Sallum Bull CRM 129592 - Médico Urologista

 

 

Janeiro Branco: cuide da sua mente, evite o excesso de celular


Neste mundo cada vez mais agitado, cheio de estímulos e de muitos desafios, precisamos falar sobre saúde mental e emocional. A campanha Janeiro Branco tem como propósito quebrar tabus e também estimular o diálogo, inclusive em torno de questões muito presentes em nosso dia a dia que afetam nossas emoções e podem causar distúrbios psicológicos. A ideia é promover maior reflexão sobre a importância de cuidarmos da mente, assim como cuidamos do corpo, enfatizando que a saúde mental é um aspecto fundamental para nossa qualidade de vida. 

O Janeiro Branco é uma campanha de conscientização. A escolha de janeiro, um mês tradicionalmente associado ao recomeço e à renovação, simboliza a ideia de que esse é um bom momento para refletirmos sobre o bem-estar mental e a adoção de práticas saudáveis para o cuidado emocional. E, dentro deste contexto, é urgente que a sociedade dê maior atenção a um fenômeno crescente e preocupante: a dependência psicológica do celular. 

Estudos já comprovaram que o uso excessivo e compulsivo do celular pode afetar significativamente a saúde emocional e psicológica. Como o celular proporciona acesso constante a informações, redes sociais e e-mails, pode gerar sobrecarga cognitiva e aumentar o estresse, já que o cérebro está constantemente processando dados e notificações.

Além disso, a pressão da sociedade para que estejamos sempre disponíveis, com a sensação de que é necessário responder rapidamente às mensagens, ou estar sempre conectado, pode causar muita ansiedade. Atualmente, as pessoas se sentem pressionadas a estar "on" o tempo todo, o que dificulta a desconexão. Muitos estão, inclusive, desenvolvendo comportamentos compulsivos ao verificar constantemente o celular – o que é conhecido como nomofobia (medo de ficar sem o celular) -, e que pode levar a um ciclo de estresse e ansiedade, afetando totalmente o equilíbrio emocional.
 

“É importante que os pais, educadores e toda a sociedade estejam atentos para ajudar a combater a compulsão doentia pelo celular. Muitas pessoas estão restringindo o convívio em grupo ou mesmo se isolando, já apresentando alterações emocionais e psíquicas. É preciso reintegrá-los em atividades sociais e esportivas e estimular a busca por tratamentos, com foco na mudança de comportamento, na educação digital, e, em alguns casos, com a ajuda de terapia. Precisamos apoiar e incluir todos para que consigam sair do vício e da dependência, trazê-los de volta a uma vida mais saudável e participativa”, pontua o Defensor Público Federal André Naves, especialista em Inclusão Social. 

O Janeiro Branco é, portanto, fundamental para mostrar que qualquer um, atualmente, está sujeito a desenvolver transtornos emocionais. A campanha visa a combater o estigma associado a quem apresenta alterações mentais e de comportamento, estimulando a busca por apoio psicológico. 

“Sabemos que a saúde emocional e psicológica é o resultado da interação entre fatores ambientais, sociais, pessoais e genéticos. Precisamos lutar contra o preconceito associado aos portadores de transtornos mentais, educando a sociedade sobre a importância de dar atenção à saúde mental tanto quanto à saúde física. E, assim, prevenindo e tratando problemas como depressão, ansiedade e até mesmo o suicídio, que são questões sérias e crescentes na sociedade contemporânea”, afirma o Defensor André Naves. 

O autoconhecimento, o equilíbrio emocional e a busca de ajuda, quando necessário, são essenciais. Ao estimular o debate em torno de temas tão presentes na vida moderna, a campanha Janeiro Branco contribui para que as pessoas se sintam mais confortáveis para falar sobre suas emoções, enfrentar seus problemas emocionais de maneira saudável e buscar ajuda profissional sempre que necessário. 

Cuidar da saúde mental é fundamental para o equilíbrio e a qualidade de vida. Pense nisso.


Alergia ou sensibilidade ao sol

Especialista alerta sobre os problemas de pele que podem ser desencadeados pela exposição solar, especialmente em quem faz uso de determinados medicamentos 

 

O verão é uma época em que muitas pessoas aproveitam para passar mais tempo ao ar livre, desfrutando do clima agradável. No entanto, essa maior exposição aos raios solares pode trazer problemas de saúde para quem sofre de fotossensibilidade ou fototoxicidade, ou seja, quem tem alergia ou sensibilidade à luz solar. De acordo com a Dra. Andreia Castanheiro da Costa, professora de Dermatologia do Centro Universitário São Camilo, esses problemas de pele podem ser desencadeados tanto pela exposição excessiva ao sol quanto pelo uso de alguns medicamentos.

 

"Há anos, diversas campanhas vêm alertando a população sobre os riscos da exposição solar, principalmente em relação ao aumento do risco de câncer de pele. Mas é importante saber também sobre outros problemas que podem aparecer a curto e médio prazo, como doenças de pele causadas pela fotossensibilidade e fototoxicidade", explica a especialista.

 

Diversos tipos de medicamentos podem causar reações quando associados à exposição solar, como aqueles que atuam no sistema cardiovascular (alguns diuréticos e antiarrítmicos), antibióticos, anti-inflamatórios não esteroides, antidepressivos e antipsicóticos, e até mesmo imunossupressores. Essas medicações podem causar hiperpigmentação e discromia da pele, bolhas e fragilidade da pele, queda e desprendimento das unhas, dilatação de vasos sanguíneos, além de reações liquenóides, eritema multiforme fotodistribuído e lúpus eritematoso cutâneo subagudo.

 

"É essencial que os pacientes saibam sobre o potencial fotossensibilizante de alguns medicamentos, para prevenir esses problemas. Além disso, é importante usar proteção solar, com filtros, roupas protetoras e até mesmo aplicativos de smartphone, especialmente para quem faz uso desses remédios", orienta professora do curso de Dermatologia do Centro Universitário São Camilo.

 

A fotodermatose, como é chamada essa condição, pode ser responsável por até 8% de todas as reações adversas na pele causadas por medicamentos. Essas reações fotossensíveis acontecem principalmente na faixa UVA, mas alguns remédios também podem causar fotossensibilidade a outras radiações, como os raios UVB ou até mesmo à luz visível.

 

Portanto, é importante ficar atento aos sinais de fotossensibilidade e fototoxicidade, principalmente no verão, e adotar medidas preventivas para evitar problemas de saúde relacionados à exposição solar.

 


Pernas inchadas após períodos longos no avião e carro podem ser prejudicais à saúde, alerta especialista

Coordenador do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, Rimon Tannous, dá dicas para prevenir o desconforto durante viagens longas nas férias 
 

Neste período de férias é comum muitas viagens longas para destinos turísticos, reuniões familiares e muito mais. Seja de avião ou de carro, o que muitos passageiros não sabem é que as longas horas de imobilidade podem causar inchaço nas pernas, pés e tornozelos, além de desconfortos como a retenção de líquidos. 

Rimon Tannous, coordenador do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, explica que o inchaço nas extremidades durante viagens ocorre, principalmente, devido à circulação sanguínea comprometida. “Ficar por longos períodos sentados, com pouca movimentação, pode dificultar o retorno do sangue das pernas para o resto do corpo. No caso dos aviões, a pressão atmosférica baixa também contribui para o problema. A combinação do calor, umidade e o atrito constante em viagens de carro, especialmente no verão, agrava ainda mais o quadro. Essa imobilidade e a pressão de estar sentado durante horas é um convite para a retenção de líquidos e o inchaço". 

Para minimizar o desconforto e prevenir o inchaço e a retenção de líquidos durante as viagens de final de ano, a principal recomendação do especialista é manter a circulação ativa. Durante a viagem, tente fazer pausas regulares para caminhar, principalmente em voos longos, onde é possível se deslocar pelo corredor, ou em viagens de carro, onde paradas a cada duas horas podem fazer toda a diferença. "Além disso, mesmo em espaços limitados, como no banco do avião ou no carro, fazer movimentos simples com os pés e tornozelos – como levantar e abaixar os pés ou fazer círculos com os tornozelos – ajuda a ativar a circulação", sugere Rimon.

Outro ponto importante é manter-se bem hidratado. A desidratação pode agravar o inchaço, por isso, é importante beber bastante água durante toda a viagem, evitando bebidas alcoólicas ou com cafeína, que têm efeito diurético e podem piorar a retenção de líquidos. "A hidratação correta auxilia no processo de eliminação dos líquidos em excesso e melhora a circulação sanguínea", afirma o especialista.

Além disso, o uso de meias de compressão graduada é altamente recomendado, especialmente para aqueles que têm maior predisposição a problemas circulatórios. Essas meias ajudam a melhorar o retorno sanguíneo e a reduzir o acúmulo de líquidos nas pernas. "Elas são ideais para viagens longas, pois podem fazer uma grande diferença no conforto e na prevenção de inchaço", orienta Rimon.

A escolha da roupa também é importante: evite roupas apertadas, que podem dificultar ainda mais a circulação, e dê preferência a roupas mais soltas e confortáveis. "Roupa apertada nas pernas, como calças justas, pode agravar o problema do inchaço", alerta o coordenador de Fisioterapia.

Ademais, fazer uma alimentação leve e evitar alimentos muito salgados também é essencial. "O sal pode aumentar a retenção de líquidos no corpo, o que favorece o inchaço", recomenda o especialista, que sugere o consumo de alimentos ricos em potássio, como bananas e abacates, para ajudar a combater os efeitos do sódio. 

Por fim, se o inchaço persistir ou se houver dor intensa, calor nas pernas ou dificuldades respiratórias após a viagem, é fundamental procurar orientação médica. "Embora o inchaço seja comum, casos mais graves podem indicar problemas circulatórios, como trombose, que exigem avaliação profissional", conclui Rimon.


Como lidar com reações alérgicas a borrachudos em viagens de férias

José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, dá dicas de como lidar e prevenir complicações 

 

Com a chegada das férias e as viagens para destinos turísticos, muitos aproveitam para explorar áreas ao ar livre, como praias, rios e matas. No entanto, um problema comum que pode surgir são as picadas de borrachudos, mosquitos encontrados principalmente em regiões de água doce e vegetação densa. Essas picadas, além de causarem incômodos imediatos, podem gerar reações alérgicas severas em algumas pessoas. 

Os borrachudos, também conhecidos como mosquito-pólvora, são insetos da família Simuliidae, comuns em áreas com corpos d'água, como rios e lagoas. Eles se alimentam do sangue de mamíferos e, ao picar, injetam uma substância anticoagulante que pode desencadear reações alérgicas em algumas pessoas. As reações variam de leves, com coceira e vermelhidão, até mais graves, com inchaços intensos, febre e dificuldade respiratória. 

José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, recomenda diversas estratégias para prevenir as picadas de borrachudos, especialmente para quem viaja para locais mais propensos à presença desses insetos. "O uso de repelentes é fundamental. Escolha produtos que contenham ingredientes como DEET ou Icaridina, que são eficazes contra os borrachudos. Além disso, é importante evitar sair em horários de maior atividade dos mosquitos, como ao amanhecer e ao entardecer", orienta. 

Além do uso de repelentes, o professor sugere a utilização de roupas adequadas. "Em regiões onde a infestação de borrachudos é maior, o ideal é vestir roupas de manga longa e calças, além de usar redes mosquiteiras durante o sono. Evitar fragrâncias fortes e alimentos doces também pode ajudar, pois esses odores atraem os insetos." 

Apesar da prevenção, caso ocorra uma picada, o professor José Andys destaca que é essencial tomar medidas imediatas para minimizar a reação. "Primeiramente, é importante limpar bem a área da picada com água e sabão. A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira e o inchaço." 

Se a pessoa apresentar sinais de reação alérgica mais grave, como dificuldades respiratórias, inchaço no rosto, boca ou garganta, ou uma erupção cutânea intensa, Andys alerta para a necessidade de buscar atendimento médico imediato. "Em casos graves, a pessoa pode precisar de um tratamento com medicamentos antihistamínicos ou até mesmo corticosteroides, dependendo da gravidade da reação. Não se deve subestimar reações alérgicas mais intensas." 

Em regiões de alto risco, onde os borrachudos são mais comuns, o professor Andys aconselha que os viajantes mantenham um cuidado constante com a prevenção. "Mesmo que a pessoa não tenha reações alérgicas graves inicialmente, é importante continuar o uso de repelentes ao longo de toda a viagem e não descuidar das medidas de proteção, como as roupas adequadas e a escolha de locais com menos foco de mosquitos." 

Viajar para destinos turísticos durante as férias pode ser uma experiência incrível, mas é essencial estar atento aos cuidados com a saúde, principalmente no que diz respeito à exposição a borrachudos e suas picadas. O professor Andys reforça a importância de um planejamento adequado e a conscientização sobre as reações alérgicas, orientando todos a tomarem as precauções necessárias para garantir um passeio seguro e saudável.


Protetores solares minerais evitam alergia na pele das crianças no verão

A chegada do verão exige o uso de proteção solar eficiente. No entanto, adultos e, principalmente crianças, podem apresentar alergias relacionadas à exposição solar, aliadas à reação aos componentes químicos presentes nos protetores solares, especialmente em peles mais sensíveis. 

“A alergia ao protetor solar ocorre quando o sistema imunológico reage de forma exagerada a uma ou mais substâncias presentes na composição do produto. Geralmente, a reação alérgica é causada por ingredientes químicos ou uma sensibilidade maior da própria pessoa", explica a médica alergologista Camilla Pereira. 

Segundo ela, identificar a pele com alergia a protetor solar pode ser um desafio, pois os sinais variam de pessoa para pessoa. "Normalmente, os sintomas comuns incluem coceira intensa na pele após a aplicação do produto; vermelhidão e bolhas que podem se assemelhar a queimaduras de sol, inchaço, descamação da pele e sensação de queimação na área afetada", completa a médica. 

Reações alérgicas e até mesmo a busca por conceitos mais naturais de cosméticos são alguns fatores que estão levando muitas pessoas a buscarem produtos que protegem, mas não trazem componentes químicos em sua composição. 

Além disso, uma recente pesquisa da Mintel - que avaliou as Tendências Globais de Beleza e Cuidados Pessoais de 2025, apontou que os consumidores estão exigindo produtos que não apenas ofereçam desempenho, mas também priorizem a responsabilidade ambiental. 

As marcas que priorizam o desenvolvimento de produtos com fórmulas 100% naturais e que não agridem o meio ambiente estão ganhando cada vez mais espaço na prateleira dos brasileiros", afirma o Head de Operações da BioBio Cosméticos, marca brasileira de cosméticos veganos, Thiago Pissaia.
 

Protetores Minerais para crianças

Os protetores minerais – também conhecidos como filtro físico ou inorgânico - têm como principal mecanismo de ação a formação de uma barreira física sobre a pele, protegendo contra os raios UVA e UVB. A radiação chega à pele e é refletida, sem causar danos às células. O mesmo acontece com a luz visível, muito ligada a manchas na pele. 

A diferença entre os tipos de protetores é que os químicos utilizam ativos como oxybenzona (ou benzofenona 3), que são absorvidos pela pele. A proteção solar ocorre através de uma reação química na pele. A longo prazo, essas substâncias podem ser nocivas ao organismo e à natureza. Já os filtros físicos (ou minerais), que são produzidos com produtos naturais, formam uma barreira protetora que não é absorvida pela pele e protege refletindo a luz solar. Segundo Camilla, os protetores físicos ainda são mais resistentes ao suor e à água, o que pode garantir uma proteção mais eficiente. 

Pensando nisso, a marca brasileira de cosméticos Bio Bio acaba de lançar um protetor solar infantil que é vegano e de origem natural, desenvolvido com filtros 100% físicos e minerais e óleos vegetais. Com FPS 50 + UVA 25, o produto foi pensado para crianças, tem formato de bastão e conta com a inovadora tecnologia Chamaleon Effect - biotecnologia derivada da celulose em que o produto começa com uma tonalidade branca e, ao ser espalhado, se adapta ao tom de pele da criança - proporcionando uma cobertura natural. É dermatologicamente testado e resistente à água e suor por até 40 minutos. 

Além de oferecer proteção solar, também hidrata e acalma a pele das crianças e dos bebês, já que na sua composição há manteiga de tucumã, manteiga de cacau e óleo de mamona, a cera de carnaúba e óleo de rícino, que são ricos em antioxidantes, combatem os radicais livres, ajudam a prevenir o envelhecimento precoce e garantem a nutrição e hidratação da pele. 

Além do “cheirinho” natural, as composições naturais ajudam na saúde mental e no bem-estar pois, quando inalados, provocam uma reação no cérebro que leva a sensações diversas, como relaxamento, energia, foco, entre outros benefícios.

 

Protetor Solar Infantil em Bastão FPS 50 UVA 25
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Como lidar com reações alérgicas a borrachudos em viagens de férias

José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, dá dicas de como lidar e prevenir complicações 

 

Com a chegada das férias e as viagens para destinos turísticos, muitos aproveitam para explorar áreas ao ar livre, como praias, rios e matas. No entanto, um problema comum que pode surgir são as picadas de borrachudos, mosquitos encontrados principalmente em regiões de água doce e vegetação densa. Essas picadas, além de causarem incômodos imediatos, podem gerar reações alérgicas severas em algumas pessoas. 

Os borrachudos, também conhecidos como mosquito-pólvora, são insetos da família Simuliidae, comuns em áreas com corpos d'água, como rios e lagoas. Eles se alimentam do sangue de mamíferos e, ao picar, injetam uma substância anticoagulante que pode desencadear reações alérgicas em algumas pessoas. As reações variam de leves, com coceira e vermelhidão, até mais graves, com inchaços intensos, febre e dificuldade respiratória. 

José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, recomenda diversas estratégias para prevenir as picadas de borrachudos, especialmente para quem viaja para locais mais propensos à presença desses insetos. "O uso de repelentes é fundamental. Escolha produtos que contenham ingredientes como DEET ou Icaridina, que são eficazes contra os borrachudos. Além disso, é importante evitar sair em horários de maior atividade dos mosquitos, como ao amanhecer e ao entardecer", orienta. 

Além do uso de repelentes, o professor sugere a utilização de roupas adequadas. "Em regiões onde a infestação de borrachudos é maior, o ideal é vestir roupas de manga longa e calças, além de usar redes mosquiteiras durante o sono. Evitar fragrâncias fortes e alimentos doces também pode ajudar, pois esses odores atraem os insetos." 

Apesar da prevenção, caso ocorra uma picada, o professor José Andys destaca que é essencial tomar medidas imediatas para minimizar a reação. "Primeiramente, é importante limpar bem a área da picada com água e sabão. A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira e o inchaço." 

Se a pessoa apresentar sinais de reação alérgica mais grave, como dificuldades respiratórias, inchaço no rosto, boca ou garganta, ou uma erupção cutânea intensa, Andys alerta para a necessidade de buscar atendimento médico imediato. "Em casos graves, a pessoa pode precisar de um tratamento com medicamentos antihistamínicos ou até mesmo corticosteroides, dependendo da gravidade da reação. Não se deve subestimar reações alérgicas mais intensas." 

Em regiões de alto risco, onde os borrachudos são mais comuns, o professor Andys aconselha que os viajantes mantenham um cuidado constante com a prevenção. "Mesmo que a pessoa não tenha reações alérgicas graves inicialmente, é importante continuar o uso de repelentes ao longo de toda a viagem e não descuidar das medidas de proteção, como as roupas adequadas e a escolha de locais com menos foco de mosquitos." 

Viajar para destinos turísticos durante as férias pode ser uma experiência incrível, mas é essencial estar atento aos cuidados com a saúde, principalmente no que diz respeito à exposição a borrachudos e suas picadas. O professor Andys reforça a importância de um planejamento adequado e a conscientização sobre as reações alérgicas, orientando todos a tomarem as precauções necessárias para garantir um passeio seguro e saudável.


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