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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bons ventos para a indústria em 2020


O sentimento em relação ao desempenho da economia brasileira em 2020 é de otimismo. Isso se deve ao fato de o governo ter feito parte da sua lição de casa e criado um ambiente econômico um pouco menos hostil para o ano que se inicia.
A nova gestão federal demonstrou ter a capacidade de negociar e articular com o Congresso a implantação de medidas tão urgentes e necessárias para tirar o país da recessão. A aprovação da reforma da Previdência, por exemplo, deve gerar uma economia de R$ 800 bilhões nos próximos 10 anos. Também houve o encaminhamento de três propostas de emenda à Constituição (PEC), que tratam do ajuste fiscal e da descentralização de recursos para estados e municípios.
As reformas tributária e administrativa, assim como o projeto para acelerar a privatização das empresas estatais serão tratadas em breve. Vale lembrar que, em 2019, o governo já vendeu mais de R$ 100 bilhões de ativos e fez várias concessões para empresas privadas na área de infraestrutura, principalmente portos e aeroportos.
Faz muito tempo que não temos um cenário tão positivo com expectativas de estabilidade no longo prazo, a começar pela taxa Selic, hoje a mais baixa da história – 4,5% ao ano. Além da taxa básica de juros reduzida, a inflação novamente deve ficar abaixo da meta de 4,25%. Outro ponto é a dívida pública brasileira em relação ao PIB, que está em queda e deve atingir 77,3%, ao invés dos planejados 80,3% para 2019.
 Diante desse cenário, investidores e consumidores estão mais otimistas. O índice de confiança do empresário publicado pela Fecomércio-PR em dezembro foi de 127,2 pontos. É o maior índice registrado desde dezembro de 2012, quando atingiu 121 pontos.  
Em pesquisa realizada no fim de ano, a maioria dos mais de 200 associados da AHK confirmou essa percepção positiva, e muitos preveem a expansão de seus negócios e novos investimentos.
Inclusive, as possibilidades de negócios aumentam ainda mais em 2020 para as indústrias associadas à AHK Paraná. Em março, uma delegação de empresários alemães das áreas de energia renovável, meio ambiente, automação, mecânica e automotiva estará em Curitiba. O objetivo da comitiva será fazer negócios com parceiros brasileiros.
Diálogo, cooperação e livre-comércio
Decorridos 9 anos sem assinatura de um acordo econômico significativo e após inacreditáveis 20 anos de inércia, o Mercosul assinou em 28 de junho o tão esperado e propalado acordo comercial com a União Europeia. Foi um gol de placa marcado por Brasil e Argentina que finalmente decidiram jogar juntos e aproveitar o enorme potencial que esse acordo trará para ambos.
Baseado no diálogo político, na cooperação econômica e no livre-comércio, o acordo deverá ser ratificado pelos parlamentos nacionais dos países membros, bem como pelo Parlamento Europeu. Estima-se que entrará em vigor dentro de dois anos.
Em um clima de tensões e incertezas no comércio internacional, especialmente entre EUA e China, essa assinatura ressalta o compromisso dos dois blocos com a abertura econômica e o fortalecimento das condições de competitividade.
O acordo eleva a um novo patamar as relações econômicas e políticas entre o Brasil e a União Europeia e sinaliza que os tratados de livre-comércio passam a ser componentes essenciais da nova política comercial brasileira, tão necessária para tornar o Brasil um player importante e competitivo na economia mundial.
Avançamos em 2019, mas precisamos continuar neste caminho para combater a ineficiência estatal em todos os níveis, reduzir o inchaço da máquina pública e continuar a combater a corrupção que ainda assola o nosso país.
É necessário, ainda, facilitar o investimento privado nacional e estrangeiro na infraestrutura, reduzir a intervenção estatal, desburocratizar, desregulamentar e intensificar a privatização das empresas estatais, abrir o nosso mercado e garantir segurança jurídica aos investidores. 




Andreas Hoffrichter - diretor da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) e Conselheiro de Administração certificado pelo IBGC.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Ainda dá tempo de preparar o corpo para o Carnaval?


Conheça os tratamentos ideais para essa época do ano e saiba como evitar riscos


Em geral, as férias são o período em que mais se comete exageros alimentares, seja com as comidas típicas ou com as bebidas alcoólicas em excesso. Além disso, a exposição ao sol e outras atividades características essa época podem prejudicar o corpo. Quando o ano se inicia, muitas pessoas começam a sentir arrependimento e desejam recuperar e/ou melhorar a forma de antes.

Em contrapartida, a dúvida sobre o que se pode ou não fazer é recorrente. Afinal, qualquer procedimento estético exige cuidados e profissionais capacitados, que saibam indicar o melhor tratamento aos pacientes. A fisioterapeuta dermatofuncional, Camila Katsuragi, destaca que o principal erro que as pessoas cometem é a falta de planejamento em relação à alimentação. “Os pacientes querem ‘milagre’ em uma semana antes das festas e recorrem a tratamentos absurdos e sem fundamentos clínicos e científicos”.


Riscos

A especialista esclarece que ter o desejo de emagrecer tudo de uma só vez pode colocar a saúde em risco. “Muitos fazem dietas malucas e tomam remédios sem indicação. Isso pode causar diversos danos, o primeiro deles é a desidratação, muitas vezes mascarada como perda de peso. Muitas clínicas receitam ‘chás’ detox, que, nada mais são, que chás diuréticos que ‘eliminam’ até 2 kg em um dia”.

Outro risco em potencial são as massagens e aparelhos que sobrecarregam o fígado, órgão que já está bem cansado da ingestão de gordura e bebidas alcoólicas. “Muitos métodos ainda associam medicamentos à base de hormônios de tireoide e hipoglicemiantes que prometem emagrecer de modo rápido e efetivo”, completou.


Tratamentos

Existem diversos tratamentos seguros e sem medicamentos que dão muitos resultados. Camila comenta que o primeiro passo para encontrar o tratamento estético adequado é através da consulta detalhada e com profissional. “E não estou falando de avaliação onde o cliente fala o que acha que é fundamental e o consultor passa o preço. Isso não é uma consulta de qualidade”, esclareceu.

De acordo com a fisioterapeuta, uma consulta estética tem ficha clínica de anamnese, teste de bioimpedância, e o profissional tem que ter domínio total da fisiologia do seu cliente. “Só assim o tratamento será direcionado e com êxito nos resultados. Exames de sangue clínicos são importantíssimos na escolha da melhor conduta terapêutica estética”.

Para a especialista, o melhor tratamento é aquele que está em consonância com as respostas fisiológicas do cliente. “Eu, por exemplo, crio tratamentos próprios que não são baseados em um único aparelho ou técnica. Desenvolvo muitos métodos de redução de medidas e emagrecimento com uma equipe multidisciplinar. Não vejo o meu cliente como uma parte de barriga ou de culote que ele quer perder e sim um organismo que precisa de tratamento e mudanças de hábitos. Assim, criei o Mega Contour® e o Body Contour®, que são métodos exclusivos e que apresentam resultados reais”.




Fonte: Camila Katsuragi, Fisioterapeuta há 17 anos, pela Univap, em SP. Especialista em Fisioterapia Dermatofuncional pela Universidade Gama Filho. Pós-graduada em Fisiologia do Exercício. Pós-graduanda no Instituto Lair Ribeiro, em Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase.


Dr. Marco Cassol responde: Hidratação da pele ajuda a prevenir e melhorar estrias?


Basta engordar uns quilinhos para elas aparecerem nas mamas, no abdômen, no culote e em outras partes do corpo. Quando vermelhas, podem até desaparecer com tratamento. Já as brancas, mais antigas, requerem um pouco mais de paciência e empenho. 

“A hidratação da pele é muito importante e pode ser feita com óleos (mais eficiente) ou com cremes. Também é importante a adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada e o consumo de pelo menos dois litros de água por dia”, recomenda o cirurgião plástico Marco Cassol.

Para o médico, a cirurgia só é recomendada em último caso. “A ressecção da epiderme para transformar uma estria larga em uma cicatriz fina só é indicada em situações extremas. Nas estrias abdominais localizadas abaixo da cicatriz umbilical podemos realizar a abdominoplastia (cirurgia plástica da barriga), por exemplo”, explica.        

De acordo com o Cirurgião Plástico Dr. Marco Cassol, quatro cuidados são fundamentais para tratar e prevenir as temidas estrias:

1.   A hidratação da pele que pode ser feita com óleos (mais eficiente) ou com cremes;
2.   Adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada e o consumo de pelo menos dois litros de água por dia;

3.    Existe a ressecção da epiderme para transformar uma estria larga em uma cicatriz fina, mas este procedimento só é indicado em situações extremas;

4.   Nas estrias abdominais localizadas abaixo da cicatriz umbilical pode ser realizada a abdominoplastia (cirurgia plástica da barriga), por exemplo. Lembrando que a cirurgia só é recomendada em último caso. 

 “Para melhores resultados, é bom ter a avaliação de um profissional que indique o melhor tratamento conforme o tipo, coloração e tamanho da estria e também as condições do paciente” finaliza Dr. Cassol.





Dr. Marco Cassol - cirurgião plástico. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) com mais de 20 anos de experiência. É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em plástica facial.
Instagram: @clinicamarcocassol
Facebook: @clinicamarcocasssol


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