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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

CUIDADOS COM O CÂNCER: HUMANOS X ANIMAIS



A relação entre homens e animais vai muito além do afeto e afinidade. Doenças, sintomas e tratamentos também são semelhantes, principalmente quando o assunto é câncer. Os números da doença não param de crescer, o INCA (Instituto Nacional do Câncer) estima que neste ano haja uma média de 596 mil casos de câncer no Brasil e no mundo animal o cenário não é diferente. 

O Dr. Andrigo Barboza, médico veterinário parceiro da COMAC (Comissão de Animais de Companhia) do SINDAN e especialista em câncer de pequenos animais, esclarece algumas semelhanças nos cuidados da doença.

“Diversas neoplasias podem apresentar sintomas semelhantes e estes, normalmente, estão relacionados com o tipo de tumor e sua localização”. Isso acontece, por exemplo, em casos de tumores ósseos, de mama e até de pulmões. A detecção de nódulos nas mamas, a partir do exame físico é um passo importante tanto para mulheres como para gatas e cadelas, já que em grande parte dos pacientes é possível verificar anormalidades, sensibilidade exacerbada e aumento de temperatura.  No câncer de pulmão, humanos e animais apresentam sinais como tosse, dificuldade respiratória, entre outros.

Nos exames, utilizados como parte do diagnóstico ou como terapia, em casos cirúrgicos ou para radioterapias, a relação entre humanos e animais torna-se ainda mais estreita. Um dos mais comuns entre eles é o ultrassom, para a identificação de estruturas intra-abdominais, radiografias, com o objetivo de avaliar estruturas ósseas e vias respiratórias. Outros exames como a citologia, histopatologia, imuno-histoquímica e citometria de fluxo são amplamente utilizados pela medicina veterinária e humana para o diagnóstico preliminar e definitivo.

Os tratamentos também seguem a mesma linha. Segundo Dr. Andrigo, “O tratamento de animais e pessoas com câncer, atualmente, são bastante semelhantes e estes envolvem em muitos casos a remoção cirúrgica associada ou não à quimioterapia/ radioterapia, terapias alvo dentre outras modalidades realizadas de acordo com a necessidade de cada caso”. 

Como ajudar na proteção dos animais contra o câncer?

1)         Fique alerta à saúde dos animais e sempre consulte um médico-veterinário. O diagnóstico precoce pode trazer melhores chances de tratamento dos pets.

2)         A castração precoce minimiza as chances de tumores de mama, ovarianos e uterinos.

3)         Não utilize fármacos anticoncepcionais. Assim, a saúde do animal é preservada e as chances de alguns tipos de câncer são minimizadas.

4)         Ofereça sempre uma alimentação equilibrada ao animal. Dietas com menores quantidades de carboidratos e a utilização de antioxidantes podem ajudar durante a terapia de pacientes com câncer.




COMAC - Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal





Saiba como prevenir seu pet de Pulgas e Carrapatos: O perigo aumenta no verão





Muitos donos acham que o único problema causado pelas picadas de pulgas é a coceira, mas o estrago pode ser bem maior em nos cães e gatos. Com a chegada do calor, a proliferação é bem maior e podem causar várias doenças, daí a importância da prevenção. Existem diversos produtos – em spray, pipetas e comprimidos – e é importante utilizá-los regularmente em cães e gatos.

A prevenção é fundamental não apenas para o bem-estar e saúde do pet, mas também para toda a família. A psicóloga canina e especialista em comportamento animal da Bitcão, Cláudia Pizzolatto, sugere algumas dicas para prevenir os pets de pulgas e carrapatos.

É preciso manter a casa sempre bem aspirada, incluindo a cama e os objetos dos animais de estimação. As pulgas dos pets se concentram, normalmente, na sua cama e nos locais normais de descanso que devem ser tratados em caso de infestação massiva. Tratar só o animal não vai ser suficiente: é preciso também cuidar do ambiente e, em casos extremos, fazer uma dedetização especializada que seja segura para os bichos e para a família. Só aplique produtos indicados por seu veterinário, a BitCão (www.bitcao.com.br) possui diversas opções de antipulgas. 

- Talvez seu cão não pare imediatamente de se coçar após a aplicação do produto. Na verdade, se houver muitas pulgas ou carrapatos na área em que ele passeia, ele poderá continuar sendo picado até que o produto tenha tempo de fazer efeito, matando os parasitas. Mas há produtos que começam a agir em meia hora.

-Trate todos os animais da residência: um animal pode, rapidamente, passar o parasita para outro;
-Não fracione os produtos, pois a falta de precisão nesse processo pode comprometer o tratamento. Também não é recomendável estender o prazo de aplicação do produto (de um mês para 45 dias, por exemplo) quando ainda existe infestação na casa e no ambiente de passeio do peludo.

O tratamento do ambiente deverá ser realizado por, no mínimo, quatro meses seguidos, podendo chegar a um ano. Isso é fundamental para quebrar o ciclo de vida e controlar a população de pulgas e carrapatos num ambiente doméstico contaminado”, afirma a especialista da BitCão, Cláudia Pizzolatto.




BitCão




Tártaro pode ser a principal causa de doenças crônicas em cães




A saúde bucal dos bichinhos deve ser cuidada com mais atenção por seus donos


Os donos de cãezinhos de estimação se preocupam muito com a saúde de seus amiguinhos, alimentação, higiene, passeios diários. Mas, sabia que uma medida importantíssima para aumentar o tempo e melhorar a qualidade de vida dos cães é a saúde bucal?

Engana-se aquele que não se importa com isso e acha que a falta de saúde bucal pode ocasionar somente amolecimento ou perda dos dentes, mau hálito e gengivite.

Aí quando o cão envelhecer vão dizer: "tadinho é velhinho por isso tem tantos problemas".
"Cães com gengivite grave, acúmulo de cálculo dentário (tártaro) e periodontite certamente viverão menos porque desenvolverão doenças crônicas", explica o veterinário oncologista e nutrólogo Luciano Pasin.

No Brasil cerca de 75% dos caninos entre 4 e 8 anos de idade são portadores de doença periodontal. A existência de bactéria oral predispõe o cão à doenças sistêmicas graves que podem interferir na qualidade de vida do mesmo. 

"Isso acontece porque o trauma oral provoca a introdução de bactéria e suas toxinas na corrente sanguínea no momento da alimentação. O lipopolissacarideo LPS e outras toxinas bacterianas presentes na placa bacteriana tem acesso aos tecidos gengivais e desencadeiam eventos imuno-inflamatorios resultando em produção de altos níveis de citocinas pro-inflamatórias inflamando o organismo", ressalta o especialista.
 
A quantidade de bactérias que penetram na corrente sanguínea provavelmente depende da quantidade de placa bacteriana, que está aumentada nos casos de gengivite severa e periodontite. Portanto, bactérias da placa podem ser desencadeadoras de doenças no fígado, rins, coração, articulação e até câncer.

Para evitar o acúmulo de tártaro nos bichinhos, é necessário o acompanhamento com um profissional da área, ele saberá indicar como cuidar do caso da melhor forma possível.



Imagens: Divulgação




COMO APROXIMAR CÃES E GATOS





A maioria dos cães, especialmente os mais jovens, preferem brincar com outros animais ao invés de atacá-los. Embora alguns considerem cães e gatos como inimigos naturais, há muitos casos onde eles se tornam grandes amigos.


Permitir a esses animais estabelecer limites seguros, limitar o acesso entre eles e trabalhar em etapas para controlar a agressão do seu cão são as chaves para impedir um cão de atacar um gato. Listamos abaixo seis passos:


  1. Apresente o cão para o gato bem cedo — quando ainda são filhotes, se possível. Dê aos animas a oportunidade de se conhecerem na sua presença, independente da idade do cachorro. Permita ao gato gradualmente ficar à vontade perto do cão, o que o tornará menos propenso a atacar.
  2. A castração pode ser útil na redução do comportamento agressivo em relação aos gatos e também a outros cães.
  3. Passeie com seu cão com frequência e brinque o máximo possível para manter os níveis de energia do cão mais baixos quando ele interagir com o gato mais tarde.
  4. Leve o cão para um treinamento de obediência realizado por um treinador profissional. Estabeleça uma série de comandos a serem seguidos pelo cão, assim, mesmo que haja um ataque iminente, você estará preparado para impedi-lo com as vozes de comando praticadas.
  5. Fique no ambiente quando os animais estiverem juntos. Repreenda a animal a qualquer sinal de agressão. Sinais de agressão incluem mostrar os dentes, rosnar e assumir uma postura rígida.
  6. Mantenha áreas separadas em sua casa para cada animal, se possível. Mantenha-os separados sempre que você não estiver por perto para monitorá-los. Deixe os cobertorzinhos ou caminhas de um animal com o outro em áreas separadas, assim eles se acostumam com o cheiro um do outro.


Dicas e Alertas: Nunca tente separar fisicamente uma briga entre seu cão e seu gato, pois você pode ser acidentalmente arranhado ou mordido.




Fonte: Marcello Machado, médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.




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