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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Saiba lidar com a ansiedade de um novo ano



Para muitos, a chegada de um novo ano representa esperança, prosperidade e expectativas positivas. É como se tivéssemos a chance de recomeçar. De fazer tudo diferente e melhor. Novas promessas, novos planos... E aí vem a ansiedade a todo vapor, especialmente para pessoas que já têm a propensão. O anseio por renovação, seja no lado pessoal ou profissional, pode desencadear a sensação de preocupação excessiva, desconforto e angústia.

Dependendo do grau de ansiedade, a mente não para de martelar pensamentos ruins e negativos. Típico da pessoa extremamente insegura, que costuma pensar em muitas coisas ao mesmo tempo, sempre com um toque de pessimismo. E o que fazer para controlar essa inquietação, evitar o desgaste e tentar relaxar?

Uma das tendências da pessoa ansiosa é querer fazer várias atividades simultaneamente. Com isso, se "atropela" e não consegue finalizar nada, gerando mais agonia. Querer dar conta de tantas coisas ao mesmo tempo é um chamariz para a ansiedade. Evite marcar milhões de compromissos e foque naquilo que for prioridade. A mente e o corpo agradecem!

Outro ponto importante é a ingestão de bebida alcoólica. O álcool é um depressor do sistema nervoso central. Uma droga psicoativa que altera a percepção da pessoa, pois bloqueia a transmissão de mensagens dos receptores nervosos para o cérebro. Quando a pessoa bebe, se sente relaxada, pois sua percepção diminui. No entanto, o consumo regular reduz os níveis de serotonina no cérebro, um dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Sendo assim, o álcool agrava a ansiedade e, principalmente, a depressão. Mesmo fazendo parte das celebrações de fim de ano, o ideal é evitar a bebida alcoólica. Ou, ao menos, não exagerar.

Uma boa (e simples) dica para diminuir a ansiedade é fazer, diariamente, algo que lhe proporcione prazer, alegria. Seja ouvir música, ler um livro, caminhar, meditar, assistir a um filme, praticar uma atividade física... Enfim, qualquer coisa que, de preferência, seja saudável e te faça bem!

Já a privação do sono, prejudicial para qualquer um, é ainda pior para os mais ansiosos. Dormir mal ou pouco pode causar sonolência excessiva diurna, mau humor, fadiga, falta de atenção, dificuldade para retenção de informações novas, queda de produtividade, entre outros. Portanto, mude sua rotina à noite. 

Comece a se deitar sempre no mesmo horário, se possível. Evite qualquer tipo de iluminação no quarto. Quando não há luz, a retina envia informações para uma região do cérebro, o hipotálamo, que manda uma mensagem até o epitálamo, fazendo com que a glândula pineal libere melatonina, um neuro-hormônio que faz parte do nosso ritmo biológico, promovendo o sono na ausência de luz. Outro exemplo é o barulho. Os ruídos ativam o sistema nervoso central e dificultam o indivíduo a entrar nos estágios iniciais do sono. Já a alimentação deve ser mais leve à noite, para que a digestão, mais lenta neste horário, não prejudique o sono. Bebidas à base de cafeína e álcool são estimulantes, fazendo com que a pessoa tenha insônia ou uma noite mal dormida. Em tempo: por razões óbvias, apenas desconsidere as dicas sobre o sono nas noites de Natal e Réveillon! Divirta-se e desencuca!




Prof. Dr. Mario Louzã - médico psiquiatra, doutor em Medicina pela Universidade de Würzburg, Alemanha, e Membro Filiado do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo

Estudo revela que bullying está ligado ao desenvolvimento da ansiedade generalizada


Pesquisa mostrou que jovens com traços ansiosos apresentavam redução significativa em regiões do cérebro ligadas à regulação das emoções


Vários pesquisas já comprovaram que sofrer agressões físicas ou verbais durante o período escolar pode desencadear psicopatologias na vida adulta ou ainda na adolescência.

Cerca de 30% dos jovens entre 14 e 19 anos sofrem bullying de forma constante. A novidade é que um estudo que acaba de ser publicado no jornal científico Molecular Psychiatry, revelou que o bullying está diretamente ligado ao desenvolvimento do Transtorno da Ansiedade Generalizada (TAG).

Por meio de exames de neuroimagem de 682 jovens, vítimas de bullying, os pesquisadores descobriram uma redução significativa nos volumes do núcleo caudado e do putâmen esquerdos. Trata-se do primeiro estudo que relacionou marcadores biológicos no desenvolvimento de psicopatologias relacionadas ao bullying.

Os pesquisadores descobriram que as alterações no volume do putâmen esquerdo estavam negativamente associadas à ansiedade generalizada. Além disso, os jovens com traços ansiosos apresentavam também redução no volume núcleo caudado esquerdo.

 

Opinião da especialista

Segundo a neuropsicóloga Thaís Quaranta, Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Psicopatologia na Infância e Adolescência da APAE-SP, estudos anteriores já haviam apontado redução no volume cerebral de adultos com transtornos mentais que sofreram abusos na infância.

“As alterações atingem áreas do cérebro ligadas à regulação das emoções, controle da impulsividade e processamento da recompensa. Porém, este estudo mostrou que o bullying afeta outras estruturas e está diretamente relacionado ao desenvolvimento da ansiedade generalizada em jovens adultos”.  

 

Bullying precisa ser combatido

Para Thaís, este estudo só confirma o que já é visto na prática clínica. “Os efeitos das agressões físicas e verbais no ambiente escolar podem ser muito graves. Principalmente na adolescência, fase da vida em que as mudanças físicas e biológicas são intensas. Uma vez que as pesquisas comprovam os prejuízos do bullying para a saúde mental, é preciso achar recursos mais eficazes para combater esta prática”, reflete.

A neuropsicóloga cita que muitos adolescentes sofrem calados. “Expressar as emoções é uma habilidade que desenvolvemos ao longo da vida. Porém, na adolescência falar sobre os sentimentos pode ser mais difícil, pois há uma introspecção maior. Assim, nem todos os pais podem perceber que o filho (a) está passando por situações de bullying na escola. E a própria escola também pode não notar, já que muitas vezes é algo feito longe dos olhos dos educadores”, comenta Thaís.

Com a ajuda da especialista, elaboramos uma lista com 4 sinais de alerta que podem indicar que a criança ou o adolescente está sofrendo bullying.
 
  1. Queda repentina do desempenho escolar: Há marcos importantes que podem afetar o desempenho escolar, principalmente as mudanças de séries. Entretanto, se este não for o caso, notas baixas e falta de motivação para estudar podem ser sinais de alerta para pais e educadores investigarem situações de bullying.
  2. Recusa em ir para a escola: Normalmente, crianças e adolescentes gostam de ir para a escola, já que interagem com os amigos, fazem as atividades, etc. Porém, se repentinamente há recusa em ir para a escola, é preciso investigar os motivos. Claro que nem sempre o bullying é a razão, mas há esta possibilidade. Portanto, vale à pena procurar entender melhor essa recusa.
  3. Mudanças de comportamentos: A instabilidade emocional é normal na adolescência, assim distanciamento dos pais, maior necessidade de estar sozinho ou com os amigos. Porém, os pais devem ficar atentos quando há alterações bruscas de comportamentos, que não faziam parte do repertório da criança/adolescente. Irritabilidade, agressividade, raiva alta, rebeldia extrema, choro constante, perda de apetite, isolamento acima do normal, excesso ou falta de sono.  
  4. Insatisfação com a aparência física: Em muitos casos, o bullying está relacionado com características físicas, como peso, altura, tipo de cabelo, cor da pele, uso de óculos, etc. Quando o adolescente começa a mostrar uma insatisfação muito alta com a própria aparência, os pais devem ficar mais atentos. Pode ser apenas vaidade, mas pode ser resultado do bullying. Nestes casos, baixa autoestima, complexo de inferioridade e excesso de comparações com colegas ou até mesmo com personalidades podem ser sinais vermelhos.


O que os pais podem fazer?

“A adolescência é a época mais difícil da vida de qualquer pessoa. É a fase em que os pais precisam redobrar a atenção, se fazerem presentes, participarem da vida escolar, conhecer os amigos, impor limites e regras e, acima de tudo, praticar a escuta ativa. Quanto mais próximos e presentes, mais fácil será notar que há algo errado”, recomenda Thaís.

Se ainda assim não for possível identificar a causa dos sinais de alerta, o ideal é procurar um psicólogo especializado no atendimento de crianças e adolescentes. “Com uma pessoa neutra, pode ser mais fácil expressar as emoções e pedir ajuda. Outra dica é monitorar as redes sociais, já que os adolescentes passam horas na internet e o bullying também pode acontecer no ambiente virtual, o chamado cyberbullying”, cita Thaís.

Por fim, como uma última dica da psicóloga, é imprescindível que os pais orientem a criança na construção de boa autoestima e autoconfiança, reforçando sempre as conquistas, os pontos fortes e evitando comparações com irmãos ou colegas.

Cuidado! Síndrome de Final de Ano pode levar a distúrbios severos


Descobrir o motivo, refletir e mudar alguns comportamentos, sobretudo, ter uma visão positiva da vida geram desfechos positivos para quem sofre com a síndrome.



Nesta época do ano, com a proximidade do Natal e do Réveillon, a população é dividida entre aquelas que sentem alegria e aquelas que sentem tristeza. Em destaque, algumas pessoas tendem a sentir sentimentos negativos, seja por motivos de perdas, desemprego ou até uma avaliação negativa da vida sem motivo concreto. De acordo com a psicóloga, escritora e fundadora do PSICODICAS, Marilene Kehdi, esse conjunto de sintomas físicos e psicológicos que surgem na época das festas de final de ano é diagnosticado como Síndrome de Final de Ano.

O aglomerado de sinais clínicos, que acomete diversas pessoas, em maior ou menor grau, tem como destaque os sentimentos de frustração, profunda tristeza, desamparo e solidão, os quais irão influenciar, de forma latente, na qualidade de vida, neste período do ano.

Marilene exalta que essas emoções surgem sem que a vítima tenha controle sobre elas e trazem junto vários sintomas físicos, entre eles, náuseas e dores de cabeça. Além disso, os sintomas comportamentais, como apatia, insônia, alterações no humor e, ainda, sintomas psicológicos, como por exemplo, a ansiedade e o pânico.

Segundo a psicóloga, as vítimas desse conjunto de sintomas apresentam algumas características, como frustração com a própria vida, insegurança ou algum transtorno psiquiátrico de base, como o Transtorno de Humor. Em casos mais graves, alguns desenvolvem a depressão, Síndrome do Pânico, ansiedade generalizada, pensamentos suicidas e a própria tentativa de suicídio.

Como alerta, é preciso que haja uma psico avaliação para saber a causa que gerou a síndrome para, então, dar prosseguimento ao tratamento psicológico. Caso não haja o tratamento em relação a causa que leva à essa síndrome, o distúrbio será recorrente nesse período do ano. Em situação mais crítica, pode evoluir para uma depressão severa, fobia, Síndrome do Pânico ou Transtorno Alimentar.

"O melhor a fazer para não ficar todo ano na época das festas desencadeando essa síndrome é tratá-la, descobrir a causa, e, a partir desse ponto, refletir e mudar alguns comportamentos, sobretudo, ter uma visão positiva da vida", ressalta a especialista.

Saber o que está gerando esses sentimentos fará com que esse indivíduo mude a percepção de si e de alguns fatos que estão o enfraquecendo. A chave do sucesso terapêutico é fazer com que a pessoa que esteja sofrendo da Síndrome de Final de Ano mudar seu padrão de pensamento, ou seja, identificar e entender quais pensamentos a enfraquece.






Marilene Kehdi - pós-graduada em Atendimento Clínico, pós-graduada em Psicossomática, Geriatria e Gerontologia Social, e possui aprimoramento em Saúde Mental, Neuropsicologia, Psicologia Hospitalar e Psicopatologia. É autora de sete livros e fundadora do site PSICODICAS. Suas obras, “Um Convite à Felicidade”, “Vivendo e Compreendendo”, “Conquiste Uma Vida Mais Saudável”, “Organize Suas Emoções e Ganhe Qualidade de Vida”, “Faça, Aconteça e Realize!”, “Um Novo Estilo de Vida!” e “Emoções, Situações e Soluções”, apresentam um novo conceito da autoajuda, mostrando aos leitores como interpretar as emoções e conflitos internos, para que atinjam um estado de bem estar e de equilíbrio emocional necessário para uma vida saudável.

Vem 2019: 5 dicas para um planejamento de sucesso


Especialista em gestão estratégica explica formas fáceis de colocar em prática as metas para o próximo ano


O pensamento estratégico é uma das principais chaves para atingir os objetivos traçados para as mais diversas áreas. Não apenas no ambiente corporativo, um planejamento bem feito também pode impulsionar conquistas nos âmbitos familiar e financeiro. É por isso que o plano pessoal torna-se essencial para o crescimento e realização de sonhos – em todos os sentidos.

Allessandra Canuto, coach e palestrante da empresa AlleaoLado, dá dicas simples para tirar do papel a sua lista de desejos. Confira:


1. Escreva tudo

Escrever todas as etapas do planejamento torna-o mais fácil e organizado. Ao colocar no papel (ou em uma planilha) os objetivos, prazos e o plano de ação, fica mais simples monitorar passos e identificar possíveis oportunidades e riscos. Mas não fique preso: depois de um tempo é aconselhável analisar e monitorar os resultados para possíveis correções.


2. Invista no autoconhecimento

Conhecer-se é uma maneira de diagnosticar o que precisa ser feito para chegar aos seus objetivos. Dedicar tempo e esforço para buscar a sua essência – por meio da leitura, cursos, terapia, diálogos – só traz benefícios. "As pessoas precisam ampliar a percepção a respeito de si, para identificar quais as necessidades precisam ser atendidas e se sentirem confortáveis com a vida, para poderem ser elas mesmas".


3. Olhe para o futuro próximo

Não pense muito a frente. Isso só fará com que perca tempo e energia, além de não trazer resultados palpáveis. Períodos menores, entre três, cinco e dez anos permitem criar o planejamento adequado para o sucesso. "A primeira coisa é pensar como você quer que sua vida esteja em 2020 e, então, especificar tudo que deve ser feito impreterivelmente em 2017".


4. Defina os objetivos

Tenha muito bem delineada a sua situação atual, onde quer chegar e os passos para efetivamente conquistar as metas traçadas. "A dica é encontrar o que se ganha e o que se perde ao conquistar o objetivo idealizado, pois muitas vezes sabotamos nosso plano por não querer perder algo que faz parte da rotina".


5. Dê um passo do tamanho da sua perna

Planos muito elaborados e de difícil execução são praticamente uma passagem direta para o fracasso, gerando frustração. Um bom planejamento é aquele possível de ser implantado dentro da realidade. Porém, caso se decepcione, não pense que tudo está perdido. "A maneira mais rápida de lidar com a frustração é fazer uma análise do que impediu o objetivo de ser realizado, e, posteriormente, verificar o que foi aprendido".

Para estruturar ainda mais esse "plano de vida", você também pode seguir o passo a passo elaborado pela especialista em gestão Allessandra Canuto:
  • Eleja os objetivos mais relevantes
  • Verifique quais competências estão ao seu favor e o que pode impedir a realização das metas
  • Crie um plano detalhado
Liste ações que podem te atrapalhar e evite-as.






Sobre Alle ao Lado:
Allessandra Canuto - especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação, facilitação e treinamento para potencializar negócios através do desenvolvimento de pessoas. Ela é sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em consultoria e coaching para incentivar as empresas e indivíduos a potencializar seus resultados. Alle quer provocar seus colaboradores para que eles percebam o que não estão vendo, ajudar a encontrar recursos que estão deixando de lado, incentivá-los a ampliar sua presença de forma relevante no mercado e, claro, instigá-los para que se sintam mais empoderados para agir por conta própria. Saiba mais em alleaolado.com.br

Síndrome do Fim de Ano: 80% das pessoas têm um nível de estresse maior neste período


 As pessoas tornam-se aflitas, inquietas e ansiosas sem saber identificar o porquê dessas sensações, afirma especialista


O fim de ano é sempre um período complicado, é um momento de balanços bons e ruins, com planejamento apertado e até frustrado, angústia, ansiedade e nervos a flor da pele. Há preocupação com os preparativos para o natal, presentes, viagem, confraternizações e por aí vai. E no trabalho as tarefas se multiplicam e as pendências se acumulam. As ruas ficam mais movimentadas e o trânsito, muitas vezes, mais caótico do que o normal. Sem falar na expectativa para o ano que está por vir. Isso tudo pode "desembocar" na chamada Síndrome do Fim de Ano. A correria para fazer tudo ao mesmo tempo pode afetar seriamente a saúde física e mental, com alterações no sono e problemas estomacais e cardíacos.

Uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association Brasil (ISMA-BR), associação internacional que estuda o estresse, analisou 678 pessoas, entre elas homens e mulheres de 25 a 55 anos. E o resultado mostrou que, de fato, 80% têm um nível de estresse maior no final do ano.

"Novembro vai chegando, começamos a nos preparar com enfeites e decorações, e as perguntas entre famílias e amigos já começam a circular 'onde vai passar o Natal... e o Ano Novo?'. Pronto, o que era para ser apenas uma pergunta com uma simples resposta, nasce um monstro dentro das nossas mentes, com gorro de culpa e saco de compromissos. Criamos uma expectativa e nos deixamos seduzir pela 'histeria coletiva' que vivemos todos os finais de ano. Percebo que um dos principais motivos geradores de ansiedade nessa época é, muitas vezes, deixar o que se quer de lado para fazer aquilo que o outro espera, que o outro almeja. Há, inclusive, um ponto em comum nas pessoas que atendo: todas querem paz, um momento de tranquilidade, seja sozinhas ou com os entes queridos. Um desejo quase sempre frustrado", esclarece Dr. Ygor Czovny, psiquiatra da Clínica Maia.

O especialista conta, ainda, que alguns dos seus pacientes chegam a confessar a vontade de pular esta época do ano, se fosse possível. "E há aqueles que, neste período, ficam notoriamente aflitos, inquietos e ansiosos, porém não sabem identificar a origem dessas sensações", destaca.

Este é um momento ligado também a doenças como depressão, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade e até mesmo dependência química. Para Ygor, o grande problema está nas prioridades tomadas pelas pessoas nesta época. 

"Passamos o ano todo no 'corre-corre', com compromissos, trabalho, filhos, enfim, uma lista infindável de afazeres. E então chega, finalmente, o momento que poderíamos sentar com calma e avaliar tudo o que vivemos, direcionar aquilo que ainda pode ser feito, e limpar a nossa mente cheia e cansada. Só que deixamos isso de lado para se enroscar com mais obrigações e mais preocupações. Se não 'limpamos a mente' disso tudo, o que temos de volta? 

Depressão, ansiedade e suas variantes como o pânico, assim como o uso de substâncias químicas para de alguma forma deixar isso tudo, equivocadamente, mais leve", alerta o psiquiatra.

A prevenção tem dois caminhos: esquecer um pouco os anseios alheios e olhar mais para si, para as próprias vontades, e também, se necessário, pode ser importante procurar ajuda profissional para lidar melhor com este momento que se torna insuportável para algumas pessoas. Czovny dá algumas dicas.

"Nós somos os seres mais importantes das nossas vidas, precisamos nos priorizar mais. Procure também visualizar tudo o que já tem ao seu redor e não no que sente falta. E, embora muitas coisas estejam um caos, a perfeição está nele também; não temos controle de nada, apenas as possibilidades de escolhas. Permita-se passar o Natal e o Réveillon onde efetivamente tem vontade de estar e não se prenda àquilo que não é possível realizar. Seguir as expectativas dos outros é a maior ilusão que existe, assim como tentar apagar o que vivemos é uma profunda ignorância, pois todas as experiências são importantes. Elas fazem parte do que nós somos", conclui.



Demoras de recebimento de bagagens e extravio estão entre as principais ocorrências em viagens


Utilização de seguro viagem possibilita cobertura com indenização total, mesmo que a companhia aérea não seja responsável


Fim de ano é tempo de planejar as sonhadas viagens de férias. Checar destinos, reservar passagens e hotéis, programar passeios e providenciar o câmbio de moedas fazem parte da rotina. Entretanto, pouco comum é pensar no contratempo que significa uma bagagem que demora a chegar, ou mesmo é extraviada, e no quanto esse tipo de acontecimento é inconveniente durante uma viagem.

"A demora de recebimento e até mesmo extravio de bagagens é uma das ocorrências mais comuns que recebemos em nossas centrais, e resulta em um dos maiores contratempos de viagens. Inclusive e principalmente porque, além das peças habituais, muitas vezes os viajantes transportam presentes, souvenires, além de itens essenciais para a viagem. No caso de voos de ida, costumam ser peças de roupa específicas para estações rigorosas, ou mesmo equipamentos para determinados fins – entre eles, acessórios para cuidados com bebês, por exemplo", declara Fabio Pessoa, gerente responsável pelo segmento de Seguro Viagem na Omint.


O que o seguro viagem pode fazer nessas situações?

O Seguro Viagem Omint realiza integralmente a ponte entre segurado e companhia aérea em caso de demora e extravio. "Vale ressaltar que o extravio é formalizado pelo seguro apenas após o reconhecimento pela companhia aérea. Sendo ela responsabilizada ou não, a Omint Seguro Viagem apresenta o diferencial de realizar a cobertura completa, com indenização total e atendimento altamente qualificado nesses momentos delicados", esclarece o executivo.


Principais causas do extravio de bagagens e o que fazer para evitar

Segundo Pessoa, voos com conexão, falhas durante o check-in, descolamento da etiqueta, furtos na área interna do aeroporto e até mesmo simples enganos, quando passageiros pegam a sua mala pensando ser a deles, estão entre as causas mais comuns de extravios de bagagens.

Para evitar esse tipo de situação, o executivo aconselha alguns cuidados essenciais:
  • Cuidados com check-ins muito próximos aos horários de embarque: além disso, antes de adquirir os voos, atentar-se a conexões muito curtas, menores que 1h em voos nacionais e 2h em voos internacionais. "Ainda mais se for companhias aéreas diferentes, o risco acaba aumentando", explica.
  • Eliminar etiquetas de voos anteriores: elas podem confundir os operadores dos aeroportos. "Sempre quando o viajante chegar ao seu destino, o adequado é retirar as etiquetas e deixar a mala totalmente livre dessas informações", pontua Pessoa.
  • Malas identificadas com etiquetas e elementos diferenciados: o executivo, além de aconselhar o uso de etiquetas presas às alças das malas, recomenda adereços que tornem sua mala difícil de ser confundida. "Desde lenços e laços amarrados na alça até uma cor diferente, o importante é que a bagagem tenha elementos que a tornem única para a identificação do viajante", enfatiza.
  • Evitar excessos: malas que tenham detalhes sofisticados, segundo o executivo, chamam a atenção de contraventores, tanto dentro quanto fora do aeroporto. "Se possível, melhor reconsiderar o uso".
Além dos conselhos acima, Fabio Pessoa aconselha que o viajante sempre leve uma bagagem de mão com uma muda de roupas limpas e itens de primeira necessidade, como medicamentos e itens de higiene pessoal. "Além disso, conforme as próprias orientações de segurança nos aeroportos ressaltam, nunca despachar na mala celulares, eletrônicos portáteis, celulares, joias, dinheiro, cartões de crédito ou mesmo objetos de valor. Eles aparecem no raio-x e podem chamar a atenção de contraventores", finaliza.

Sociedade médica lança campanha para conscientizar motoristas sobre a prevenção nas viagens de fim de ano


Em dezembro, há um aumento médio de 10% das mortes causadas por ocorrências de trânsito


Com o tema “Não seja e não faça mais uma vítima”, a SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado), que reúne cirurgiões do Trauma de todo o País, está lançando uma campanha nas redes sociais para conscientizar a população sobre a importância de dirigir com responsabilidade nas viagens de fim de ano. No mês de dezembro, segundo levantamento divulgado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), há um aumento de cerca de 10% nas mortes causadas por ocorrências de trânsito, em comparação aos demais meses do ano.

“Este é um dos períodos mais críticos para quem trabalha com trauma. As pessoas estão empolgadas com as festas de fim de ano e se esquecem da segurança. O consumo de bebida alcoólica também tende a aumentar nessa época, o que causa ainda mais problema no trânsito”, destaca o presidente da Sociedade, José Mauro da Silva Rodrigues.

De acordo com os dados do ONSG, que foram compilados pela Universidade Federal do Paraná, com base no Sistema de Informações de Mortalidade do DataSUS (2010-2015), a média de mortes em dezembro é de 3.898,5. Já nos demais meses, é de 3.518,5. O levantamento aponta, ainda, que as ocorrências aumentam nos 13 últimos dias do mês. Segundo a entidade, o principal motivo é a grande quantidade de veículos que saem para viajar.

“Nossa campanha foca diretamente a prevenção. Com prevenção, é possível evitar praticamente todas as ocorrências de trânsito. E isso inclui não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, não usar o celular ao volante, fazer manutenção no veículo e respeitar sinalizações e limites de velocidade. O trânsito é feito por pessoas e, se cada um fizer a sua parte, certamente teremos grandes mudanças nessas estatísticas”, destaca Rodrigues.

Confira as dicas da SBAIT pegar a estrada neste fim de ano:


- Faça manutenção do veículo antes da viagem.

- Assegure-se que todos os passageiros do carro estejam com cinto de segurança, inclusive no banco traseiro. No caso das crianças, é fundamental que usem os dispositivos indicados para sua idade (bebê conforto, cadeira ou assento elevatório).

- Não consuma bebida alcoólica antes de dirigir. Ela prejudica seus reflexos e também pode causar sono.

- Jamais utilize celular, seja em chamadas ou mensagens de texto. Ele desvia sua atenção. O ideal é desligá-lo enquanto estiver o volante pra não cair na tentação de utilizá-lo.

- Respeite a sinalização e redobre o cuidado em pistas que estejam má conservadas.

- Não ultrapasse a velocidade permitida.

- Lembre-se: além de colocar sua vida em risco, também coloca a de outras pessoas.

Férias.. Programe-se para Desligar!



O ano está acabando, muitos já se preparam para férias com a família, mas outros seguem a rotina no escritório, parando apenas nas festividades. Em ambos os casos, é comum ouvir relatos de pessoas que não conseguem relaxar totalmente e acabam divididas entre lazer e preocupações profissionais.

A coach Larissa Zink, da Sentidos Consultoria, lembra que os dias de folga, ainda que poucos, devem ser aproveitados para recarregar as energias, caso contrário, podem interferir diretamente na produtividade pós-festas. "Tanto o corpo quanto a mente precisam de um tempo para se recompor, evitando picos de estresse e ansiedade, muito comuns com a rotina desgastante. Por isso evite responder e-mails, mensagens ou ligações, dedique seu tempo para si ou para a família. A satisfação e bem estar desse período fará com que você volte para o cotidiano mais otimista e consequentemente mais motivado."

Ainda segundo Larissa, algumas atitudes podem facilitar essa transição pré-festas e fazer com que você fique mais tranquilo. "A primeira coisa é definir prazos para realização dos afazeres. Com isso você não só tem uma gestão melhor do seu tempo, como evita acumulo de trabalho, que pode se tornar uma bola de neve no futuro. Evite deixar tarefas para outras pessoas terminarem. Isso vai apenas trazer preocupação. Estabeleça prioridades e planeje os próximos passos após seu retorno."





Larissa Zink - Coach de atletas profissionais brasileiros e internacionais, Larissa Zink tem grande vivência como atleta, professora e técnica de natação. Seu objetivo é contribuir para o desenvolvimento emocional e mental de atletas seja do alto rendimento, amadores ou em formação (categorias de base). Larissa é uma das cinco únicas profissionais do Brasil qualificadas internacionalmente em Coaching de Forças (Clifton StrenghtsFinder), uma ferramenta que mostra padrões naturais e recorrentes de pensamento, emoção e comportamento.
Instagram: @larizink
Linkedin: larissa-zink
YouTube: Mente de Atleta

Réveillon de Copacabana registra 335 furtos e uma ocorrência a cada 10 minutos de festa


Saiba como se manter seguro em meio às comemorações!


As festividades de final de ano são muito esperadas, já que elas trazem sentimentos muito bons de amor, alegria e paz, além da renovação proporcionada pela chegada de um novo ano. Porém, elas também podem trazer alguns perigos.

Na Praia de Copacabana, um dos destinos preferidos para a virada do ano, houve 335 roubos ou furtos na praia entre os dias 31 de dezembro de 2017 e 1º de janeiro de 2018 de acordo com dados da Polícia Civil, o que representa, na média, mais de uma ocorrência a cada 10 minutos.

Esse é apenas um exemplo que representa o que pode acontecer em qualquer local, principalmente durante as festas, em que a aglomeração de pessoas é muito intensa e os perigos podem estar à espreita sem que ninguém saiba.

Para que você possa curtir as suas festas com o máximo de segurança, nós separamos 5 dicas que podem ajudar a reduzir bastante a ocorrência de inconvenientes. Assim, você poderá aproveitar da melhor maneira possível!

 
Dicas práticas para ter mais segurança nas festas de fim de ano

Ao seguir a cada uma dessas dicas simples, a curtição e a segurança andarão juntas!


1 - Evite guardar o celular nos bolsos, principalmente nos de trás

No dia a dia, é comum guardar o celular no bolso, já que ele possui fácil acesso e é possível ouvir o telefone tocar ou sentí-lo vibrar quando recebemos ligações e notificações, mas essa não é uma ideia muito boa em casos de aglomerações.

Os bolsos costumam ser lugares bem visados por pessoas mal intencionadas, que sabem que muita gente guarda o seu aparelho ali. Portanto, qualquer instante de desatenção pode se transformar em uma oportunidade de ser furtado.

A dica se aplica principalmente aos bolsos de trás da calça, que costumam ser mais rasos e de fácil visualização para as outras pessoas, mas também servem para os bolsos da frente, principalmente com o grande tamanho dos celulares hoje em dia.

Caso você não queira abrir mão da praticidade e do fácil acesso, então invista em bolsos fechados com zíper, velcro ou botões, que trazem um pouco mais de segurança. Mas, seja como for, sempre mantenha a atenção redobrada.


2 - Invista em uma doleira

As doleiras são aquelas bolsas bem pequenas, que se parecem com uma pochete, mas ficam escondidas por baixo da calça, saia ou vestido. Comprar uma dessas pode evitar que você tenha problemas com o seu celular, carteira ou outros itens pessoais, tudo sem abrir mão da praticidade.

Seu uso é bem simples: basta que ela seja utilizada com os bolsos para frente e fechada com bastante firmeza. Dessa forma, a probabilidade de ser furtado cai bastante, já que o acesso à doleira é mais difícil e qualquer movimentação pode ser percebida.

Ainda assim, pelo fato de o objeto ser bastante conhecido e utilizado em festas e comemorações com muita gente, é bom não colocar muita coisa dentro. De preferência, leve o cartão de crédito ou débito, o cartão do convênio ou do serviço de saúde pública, um pouco de dinheiro, o documento de identidade e o celular.

Levar carteiras inteiras ou itens muito volumosos pode evidenciar a presença da doleira e, assim, comprometer um pouco sua segurança. Por isso, o ideal é levar apenas o necessário.

Outra dica importante é se assegurar de que ela não aparece com a roupa que você estiver usando, o que faz com que passe praticamente despercebida.


3 - Prefira usar o celular longe de multidões

Quando se trata de lugares com muita gente reunida, como a Praia de Copacabana, a Avenida Paulista ou qualquer outro lugar de comemoração para as festas de final de ano, é difícil ficar longe de aglomerações, mas se quiser usar o celular, o ideal é procurar um lugar mais tranquilo.

As multidões estão entre os lugares em que as pessoas ficam mais sujeitas a furtos, já que não é possível identificar todo mundo que está ali. Além disso, o fato de as pessoas ficarem bem próximas umas das outras pode facilitar a ação dos mal-intencionados.

Se precisar atender a uma ligação, responder alguma mensagem ou mesmo gravar ou fotografar a festa, prefira, na medida do possível, lugares mais tranquilos e com menos aglomeração, o que aumenta sua segurança.

Caso tenha que utilizar o aparelho nessas situações, preste muita atenção a qualquer movimentação estranha. Se for preciso, guarde o aparelho, espere um pouco e então torne a utilizá-lo.


4 - Não deixe celulares, dinheiro ou cartões em cima de mesas, muros e outras superfícies

Quando sentamos à mesa no trabalho ou vamos a um restaurante ou lanchonete conhecida, é comum tirar o celular, o dinheiro e os cartões do bolso para poder se acomodar com maior conforto. Porém, no caso das festas de final de ano, essa não é uma boa opção.

Primeiramente, o acesso aos itens que estão em cima da mesa, muro ou qualquer outra superfície é muito fácil, o que pode ser uma chance para pessoas com más intenções cometerem roubos ou furtos.

Além disso, mesmo que nada aconteça naquele momento, pode ser que alguém fique de olho em seus bens e espere até que você se distraia ou esteja em um lugar mais deserto.

Portanto, se estiver parado em algum lugar, não deixe seus bens à mostra e, assim, evite que eles sejam levados ou percebidos por outras pessoas. Essa é uma dica que também pode ser aplicada em seu cotidiano a fim de diminuir a chance de inconvenientes.


5 - Faça um seguro para o seu celular

Os seguros para aparelhos celulares são cada vez mais comuns. De acordo com a Federação de Seguros Gerais (FenSeg), de 2016 para 2017, o volume de prêmios dessa modalidade aumentou 70% e chegou aos R$ 900 milhões, além do número de aparelhos segurados, que está em aproximadamente 2,5 milhões.

Sua realização é muito recomendada para todo tipo de ocasião, com destaque para situações em que o perigo possa ser mais iminente, como em festas e aglomerações, recorrentes nas comemorações de final de ano.

O valor varia de acordo com o modelo do aparelho e essa é uma opção bastante indicada, já que pode te deixar tranquilo quanto ao prejuízo material e resultar em um aparelho novo no caso de algum incidente coberto pelo seguro.

Ainda com um celular segurado, é recomendável seguir a todas as dicas anteriores para que a chance de passar por algum inconveniente seja a menor possível.


Curta as festas de fim de ano com toda a segurança que você merece!

Ao levar em consideração cada uma dessas dicas, você poderá ter uma festa de ano novo incrível com sua família e amigos e, de quebra, ficar o mais distante possível de qualquer situação perigosa.

Por isso, deixe o celular, dinheiro e documentos bem guardados, evite aglomerações, mantenha a atenção em alta, contrate um bom seguro celular e aproveite cada segundo da comemoração!


Conheça os 6 melhores alimentos para a garganta


Especialista do Hospital CEMA explica quais são as melhores escolhas alimentares para a saúde respiratória


Embora o verão esteja chegando, ainda é comum encontrar muitos casos de gripes, resfriados e problemas alérgicos. As bruscas mudanças de temperatura que obrigam as pessoas a lidarem com as quatro estações em um mesmo dia ajudam a explicar essas ocorrências. "O sistema respiratório possui mecanismos de purificação, umidificação e aquecimento do ar. Assim, o ar que entra pelo nariz é filtrado e chega até os pulmões com a melhor qualidade. Porém, com as mudanças repentinas de temperatura essas barreiras são quebradas, e o organismo leva tempo para se adaptar, facilitando a entrada de agentes nocivos", explica o otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Marcelo Mello.
No entanto, algumas mudanças no cardápio podem ser úteis para minimizar problemas respiratórios. Conheça algumas delas:

1 - Água: É comum que em períodos de baixa umidade, a garganta fique mais seca, causando tosse, pigarro e outros sintomas. Por isso, a água deve ser a amiga número 1 para enfrentar esse problema. "Uma boa hidratação ajuda a manter as secreções mais fluidas também e as mucosas lubrificadas", detalha o médico.

2 – Alho e cebola – Na hora de temperar a comida, não se esqueça desses dois ingredientes. Tanto o alho quanto a cebola têm propriedades bactericidas, anti-inflamatórias e fungicidas, ajudando a proteger o organismo dos agentes nocivos.

3 - Maçã e gengibre – Ambos possuem funções adstringentes, ajudando a "limpar" a garganta. Não à toa estão em muitos dos remédios para gripes e resfriados.

4 – Mel – Adquira o hábito de incluir o mel na sua rotina alimentar, pois ele tem propriedades bactericidas, anti-inflamatórias e fungicidas, assim como o alho e a cebola. Além disso, é mais saudável para o organismo do que o açúcar refinado.

5 – Peixes – Salmão, atum e sardinha, peixes de água fria, contêm Ômega 3, substância que ajuda a proteger as vias aéreas e combater inflamações.

6 - Frutas cítricas - Ricas em vitamina C e antioxidantes, as frutas cítricas, como o abacaxi, a acerola, ameixa, caju, cidra, cupuaçu, framboesa, jabuticaba, laranja, limão, morango e uva, entre outras, auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico, prevenindo problemas respiratórios.





Instituto CEMA
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