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terça-feira, 23 de julho de 2019

Acidentes alertam para cuidados com aparelhos de gás dentro de casa



ASBRAV - Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação orienta que população fique atenta a correta renovação de ar nos ambientes internos

Dois acontecimentos recentes chamaram a atenção por descuidos que envolvem a preocupação com a qualidade do ar em ambientes fechados.

Em um dos casos, ocorrido em um apartamento em Santo André, no ABC paulista, morreram quatro pessoas da mesma família. Elas foram intoxicadas pelo vazamento de gás do aquecedor instalado no local. A taxa de monóxido de carbono medida pela perícia no apartamento foi mais de 20 vezes o nível tolerado pela saúde.

- É indispensável que as pessoas atentem para correta ventilação e renovação do ar. Para que os aparelhos funcionem, estes gases são queimados, e dessa combustão surgem novos gases, como o monóxido de carbono. O problema, em muitos casos, é que as pessoas acabam não instalando as chaminés que fazem a condução desses gases para o ambiente externo – afirma o diretor técnico da ASBRAV, Ricardo Albert.

O profissional lembra que a chaminé é um acessório simples, construído em chapa galvanizada e de custo extremamente baixo, se comparado ao restante do equipamento. Também não há especificações críticas em relação ao processo de instalação, sendo considerado um procedimento simples.

Em outro caso recente um casal e uma criança de dois anos foram encontrados mortos em casa em Guarulhos, na Grande São Paulo. Os pais acenderam uma churrasqueira dentro do quarto para espantar o frio e a polícia acredita que eles morreram asfixiados após inalarem a fumaça.




Marcelo Matusiak

1 a cada 5 vendas de imóveis é cancelada em SP por documentação irregular



Restrições de crédito, débitos e processos na Justiça são os principais motivos que levam o negócio a não ser concretizado, aponta a Lello


Levantamento feito pela Lello, imobiliária paulistana, revela que 20% das vendas de imóveis de terceiros não são concretizadas na cidade de São Paulo por causa de irregularidades na documentação apresentada pelos vendedores, proprietários das unidades.

O principal motivo para o cancelamento da venda são débitos do proprietário. O vendedor, seja pessoa física ou jurídica, não pode ter nenhuma restrição insanável em seu nome.  Um empecilho muito comum, em relação aos imóveis de pessoas jurídicas, são os débitos no âmbito federal e na Justiça do Trabalho.

Problemas comuns como débitos de condomínio,  IPTU e  imóveis em processo de inventário podem dificultar a negociação, quando não  informado previamente  pelos vendedores às imobiliárias “Há casos em que os vendedores não sabem ou omitem às imobiliárias que possuem restrições de crédito ou processos em andamento. Essas irregularidades, quando constatadas no momento da negociação, podem impedir a venda”, afirma Igor Freire, diretor de Vendas da Lello.

“Procuramos resguardar os clientes com uma análise previa da documentação, para evitarmos problema futuros com as partes . Além disso, sempre pedimos ao vendedor documentação básica, principalmente a matrícula atualizada do imóvel, para evitarmos negativas futuras”, diz Freire.

Ele observa que o proprietário realmente interessado em vender o seu imóvel deve, antes de mais nada, analisar os documentos do imóvel, assim como os seus também, regularizando qualquer pendência, antes de disponibilizá-lo no mercado.

O ideal é escolher uma imobiliária conceituada e fornecer previamente ao corretor todas as informações, seja sobre a documentação do imóvel, seja sobre a documentação dos vendedores. Assim poderá ser feita a verificação de qualquer impedimento para a venda do imóvel e a empresa contratada poderá realizar um serviço sério, dirigido e especializado.


3 razões para você ainda não ter sucesso


O fracasso deixa rastros enormes, e o que nós podemos fazer com isso?


Eu vou te dizer uma coisa, o fracasso deixa rastros enormes, e o que nós podemos fazer com isso? Aprender como não fazer.

Se por acaso você está num momento decisivo em alguma área da sua vida esse texto certamente é pra você. Quero te ajudar a tirar essas muletas que apoiam o seu insucesso.

Deixa de conversa fiada e vamos ao que interessa:


1 – Você procrastina demais.

O que era pra hoje, você entrega na semana que vem e sempre acha uma desculpa para dar para si mesmo nesse processo.

Já cruzei com algumas pessoas na minha vida que tem esse perfil, aliás eu mesmo tive esse perfil durante um bom tempo na minha vida.

A pessoa que procrastina deixa tudo virar urgente, não tem controle nenhum sobre a sua agenda e acha que estar ocupado é o mesmo que estar produzindo.


2 – Você coloca a culpa no outro.

Ai o fulano vem e diz:

“Não é que eu sou incompetente, é que ninguém me entende.”
Esse tipo de pessoa não consegue ser auto responsável por nada de ruim que acontece na sua vida, se foi bom mérito dela, se foi ruim culpa do outro.

Ela terminou o namoro porque o parceiro não entendia o que ela queria, ele foi mandado embora de 3 empregos nos últimos 2 anos pois os chefes não conseguiam compreender o seu grau de competência.

Uma das principais viradas de chave para você ter sucesso em qualquer coisa na vida é ser auto responsável por suas ações, e por consequência dos seus resultados, terceirizar esse tipo de coisa é no mínimo decepcionante para um adulto consciente.


3 – Você não cuida da sua máquina.

Nesse caso quando eu falo máquina eu me refiro ao seu corpo.
Se você acredita ou não em deus não é problema meu, mas se tem uma coisa que todos nós ganhamos quando nascemos nessa terra e que irá nos acompanhar até o fim dos nossos dias é o nosso corpo.

Qual é o seu grau de satisfação quando se olha no espelho completamente pelado? Gosta do que vê?

Se eu pudesse ser um pouco mais profundo nessa provocação, me responde da maneira mais sincera possível, se você continuar comendo, se exercitando, se estressando da maneira como você faz hoje, como será sua festa de 90 anos? Será que você terá uma festa de 90 anos?

Existe um ciclo que pode te encher de vitorias ou fracassos, é uma questão de escolha:

CRENÇAS se transformam em PENSAMENTOS que viram COMPORTAMENTOS/AÇÕES que viram RESULTADOS. Você é quem decidir ser.



Vinicius Lopes - Treinador Comportamental, Master Coach e seus treinamentos e workshops tem como principais públicos-alvo vendedores, líderes e gestores, inteligência emocional, empreendedores e motivacional.
Instagram: vinicius.lopesr

É dia de matrícula dos convocados na segunda lista do Vestibular das Fatecs

Foto: Gastão Guedes

Os convocados da segunda chamada do processo seletivo das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de São Paulo para o segundo semestre de 2019 devem fazer sua matrícula nesta terça-feira (23). A relação dos selecionados está disponível para consulta somente na unidade onde o candidato deseja estudar.

A matrícula deve ser feita na secretaria da Fatec, no horário estabelecido pela faculdade. Perderá direito à vaga quem não comparecer nesta data ou deixar de apresentar os documentos exigidos.

Caso as vagas oferecidas não sejam preenchidas pelos selecionados na segunda lista, outra relação deve ser divulgada apenas na Fatec. Cabe ao candidato ir até a faculdade onde pretende estudar para acompanhar a convocação.


Documentos para matrícula

Para efetivar a matrícula, o candidato deve entregar uma foto 3x4 recente e uma cópia acompanhada do original de cada um dos seguintes documentos: certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente; histórico escolar completo do Ensino Médio ou equivalente; certidão de nascimento ou casamento; carteira de identidade (RG); cadastro de pessoa física (CPF); título de eleitor, para os brasileiros maiores de 18 anos, com o comprovante de votação ou certidão de quitação eleitoral; documento de quitação com o serviço militar, para brasileiros maiores de 18 anos, do sexo masculino.

O candidato que ingressou no Sistema de Pontuação Acrescida pelo item escolaridade pública precisa apresentar histórico escolar ou declaração escolar, comprovando que cursou integralmente o Ensino Médio ou EJA na rede pública municipal, estadual ou federal, com detalhamento das escolas onde estudou.
Caso o candidato pretenda obter aproveitamento de estudos em disciplinas já concluídas em outro curso superior, deve apresentar a documentação referente à carga horária, ementa e programa da disciplina cursada e histórico escolar da instituição de origem. Para mais detalhes, consulte o manual do candidato.
Outras informações pelos telefones (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-596 9696 (demais localidades) ou pelo site www.vestibularfatec.com.br


Centro Paula SouzaAutarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Centro Paula Souza administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos técnicos ou integrados, sob a supervisão de uma Etec –, em cerca de 300 municípios paulistas. Nas Etecs, o número de matriculados nos Ensinos Médio, Técnico integrado ao Médio e no Ensino Técnico ultrapassa 213 mil estudantes. As Fatecs atendem mais de 84 mil alunos nos cursos de graduação tecnológica.  



Risco de judicialização deve ser reduzido com manutenção das regras para atuais consumidores de energia solar
Com incidência apenas nas novas conexões, atualização da norma de geração distribuída trará segurança jurídica para empresas e consumidores, avalia especialista da consultoria Bright Strategies

A manutenção das regras de geração distribuída para os atuais consumidores com geração distribuída é fundamental para afastar o risco de judicialização no setor elétrico brasileiro, à medida em que preserva os direitos dos cidadãos que já utilizam tecnologias de geração própria, como a fotovoltaica, em residências, comércios e indústrias.

A afirmação é da advogada Bárbara Rubim, CEO da consultoria Bright Strategies. Segundo a especialista, a atualização da Resolução Normativa nº 482, marco regulatório que autorizou os cidadãos a gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis, prevista para ser publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no final do segundo semestre deste ano, deve incidir apenas nas novas conexões.

“Tal medida garante segurança jurídica e regulatória para toda a cadeia produtiva no País, incluindo as empresas do setor e os consumidores que já possuem o sistema de micro ou minigeração de energia solar. Também demonstra a seriedade e o respeito do órgão regulador para com os brasileiros e os empreendedores pioneiros deste segmento no Brasil”, diz.   

“Os próprios agentes reguladores têm declarado publicamente, em dezenas de eventos e fóruns pelo País, que a mudança de regra deve contemplar apenas os novos sistemas de geração distribuída, quando esta modalidade atingir um patamar de 3,3 mil megawatts instalados. Hoje, há cerca de 1 mil megawatts”, lembra Bárbara.

Pelo cronograma da Aneel, a mudança das regras da geração distribuída no Brasil está prevista para ocorrer a partir do segundo semestre de 2019. “Entretanto, uma das grandes preocupações do setor é com o modelo de valoração da energia elétrica gerada pelo consumidor, cujas alterações podem influenciar no benefício econômico trazido pela geração distribuída. Por isso, empresários e especialistas acreditam que ainda é muito cedo para qualquer alteração no sistema atual de compensação”, conclui.




Fonte: Bright Strategies

188 mil estudantes são ouvidos na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar



A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) tem como objetivo conhecer melhor a saúde dos jovens e adolescentes brasileiros. A 4ª edição será publicada em 2020


O Ministério da Saúde finaliza em agosto deste ano a coleta dos dados da 4ª edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) realizada em escolas públicas e privadas. O estudo visa conhecer melhor a saúde dos jovens e adolescentes brasileiros que cursam o ensino fundamental (7º ao 9º ano) e ensino médio (1º ao 3º ano). Desde abril deste ano, 188 mil jovens e adolescentes de 13 a 17 anos, de 4.361 escolas em 1.288 municípios do país estão participando da pesquisa. Os resultados devem apontar os dados de prevalência e distribuição dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, como sedentarismo, alimentação inadequada, tabagismo e consumo de álcool para apoio à formulação de políticas de proteção à saúde dos estudantes.
A PeNSE é uma pesquisa realizada com escolares desde 2009, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e com apoio do Ministério da Educação (MEC). A pesquisa é realizada por amostragem, utilizando como referência para seleção o cadastro das escolas públicas e privadas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
O estudo ajuda a identificar as questões prioritárias para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde em escolares, em especial o programa interministerial Saúde na Escola (PSE). Além disso, traz a possibilidade de gerar evidências para orientar e avaliar o impacto de intervenções de profissionais da saúde e educação para a redução da prevalência dos fatores de risco e a promoção geral da saúde entre os estudantes.
Entre os temas abordados na pesquisa estão contextos social e familiar; hábitos alimentares; prática de atividade física; cuidados de higiene pessoal; tabagismo, álcool e outras drogas; comportamento sexual e reprodutivo; uso de serviços de saúde; violência, segurança e acidentes. Todas as respostas são confidenciais. O estudante e as escolas não serão identificados e somente o resultado geral da pesquisa será divulgado.
A 4ª edição da PeNSE tem previsão para ser divulgada no final do primeiro semestre de 2020. Até lá, os dados passam por um processo de consolidação. Depois de prontos os dados poderão ser comparados com dados internacionais do Global School Based Student Health Survey (GSHS da OMS/CDC) que está presente em 104 países, garantindo uma melhor comparação com as pesquisas similares realizadas em outros países e com maior detalhamento geográfico.
A pesquisa atende a mais uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que aconselha a implantação e manutenção de sistemas de vigilância de fatores de risco à saúde dirigidos aos adolescentes.
PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR (PeNSE)
A primeira amostra da PeNSE (2009) abrangeu escolares dos municípios das capitais e Distrito Federal. Na edição seguinte, em 2012, ganhou maior representatividade, envolvendo, além das capitais e DF, os municípios de Grandes Regiões. A partir de 2015, ganhou abrangência nacional, contando com todas as Unidades da Federação. A ampliação da representatividade da amostra, possibilita a desagregação das informações por Unidades da Federação, oferece aos gestores oportunidades para criação de políticas públicas e, à população em geral, dados mais próximos da realidade local sobre a situação de saúde dos escolares.
A PeNSE 2015 apontou que os adolescentes estão procurando mais os serviços de saúde:  55,3% dos estudantes do 9º ano do ensino fundamental recorreram a algum profissional ou unidade de saúde do país no ano passado. O número é 14,8% maior do que o registrado na pesquisa de 2012 (48,2%). A pesquisa também mostrou que as meninas (11,6%) são menos fisicamente ativas do que os meninos (27,7%). Elas (46,3%) também declararam consumir mais guloseimas do que os meninos (34,9%). Em relação ao consumo de bebidas alcóolicas, algumas diferenças regionais foram reveladas: no Sul 38,4% dos estudantes de 13 a 17 anos beberam ao menos uma dose nos 30 dias anteriores à pesquisa enquanto que na Região Norte o relato de consumo foi de 20,2%.


Amanda Mendes
Agência Saúde

Podemos ter 30 milhões de turistas em 2030?



Muito ambicioso. Nos últimos anos, com Copa, Olimpíadas e tudo mais, o total de turistas recebidos por ano no Brasil no período tem oscilado em torno de 6,6 milhões, com leve aumento em 2018, e dos quais, 61% da América do Sul.

Mas sempre é preciso lembrar que esse número é apenas um pouco maior do que a Argentina recebe e muito inferior aos 84,5 milhões da França, aos 68,2 da Espanha, ou os 77,5 dos Estados Unidos, os maiores destinos do mundo. O México recebe 32,1 milhões, beneficiado pela proximidade com Estados Unidos mas a Rússia recebeu 31,3 milhões. A Malásia, para falarmos de outra geografia, recebe 25,7 milhões de turistas.

A explicação clássica é que estamos fora do eixo geográfico dos fluxos turísticos mais intensos que envolvem o hemisfério norte do mundo. Melhor seria dizer que estávamos fora do eixo global.

O fluxo turístico mundial nos próximos terá profundas mudanças com o deslocamento econômico global envolvendo a Ásia e outras economias emergentes.

Só de chineses serão 150 milhões por ano visitando pontos de interesse global. E a classe média e rica da Índia já conta com mais de 350 milhões de pessoas que, gradativamente, também começarão a viajar mais.

Num primeiro momento claramente visitarão os destinos turísticos mais tradicionais mas, de forma gradativa, irão diversificar seus destinos em busca do novo, do inusitado, do único e do que possa despertar diferentes interesses.

Relevante considerar que existe uma clara correlação entre amadurecimento de uma população em termos de hábitos e consumo e o deslocamento de seus dispêndios da aquisição de bens para a aquisição de mais serviços, entre eles, educação, lazer, saúde, entretenimento e viagens. É uma constatação econômica advinda da análise do PIB de diferentes países, desenvolvidos e emergentes.

E quando falamos de turismo temos que considerar todas as suas modalidades que envolvem, entre outras, o religioso, de esportes, de medicina, de negócios, de eventos, de saúde, lazer, entretenimento, sustentabilidade, aventura, cultural e muitos outros.

É frustrante, para dizer o mínimo, que um país com as dimensões e atrativos que o Brasil tem, apontado como o de maior potencial em recursos naturais no mundo, segundo o estudo The Travel & Tourism Competitiveness, e sendo uma das dez maiores economias globais, esteja apenas no 27º lugar no ranking de destinos turísticos no mundo.

Como em muitas outras situações, não é uma questão de falta de recursos, mas de aplicação de recursos e foco.

Tem tudo a ver com competência, planejamento e excelência na execução.
Já foram feitos inúmeros projetos, pesquisas, campanhas e consultorias e continuamos patinando nos mesmos patamares. Enquanto isso somos cada vez mais a viajar e gastar mais no exterior, na contramão do que deveria acontecer.

A começar pelo fato de que o Ministério do Turismo tem sido nos últimos vários anos moeda de troca nas composições políticas e não administrado com a ambição de uma transformação radical nessa área. Nada deveria justificar que não estivesse integrado em todo o esforço econômico de geração de receitas para o país, e como tal, ligado também ao Ministério da Economia.

É verdade que nossa infraestrutura ainda é deficitária, que os portos e aeroportos deixam muito a desejar, que o número de hotéis ligados às grandes redes internacionais seja em número insuficiente, que o turismo receptivo seja pouco desenvolvido e que muito haja ainda por melhorar em todas essas e muitas outras frentes. Daí a importância da visão, do projeto e do planejamento.

Temos um conjunto de elementos naturais impressionante, dos mais privilegiados do Mundo quando, cada vez mais, a Natureza e a Sustentabilidade são valorizados.

Temos música, cultura, arte, tradições, esporte, medicina, moda e vida social intensa nas grandes cidades e espalhados pelo país com atrações permanentes que inspiram o mundo. E até cambio favorável para muitos serviços.

O que nos falta é orquestrar tudo isso para alavancar o fluxo turístico de forma consistente para além da liberação de visto para viajantes de alguns países. Ajuda mas é muito pouco.

É preciso pensar grande e de forma ambiciosa com a visão de buscarmos alcançar 30 milhões de turistas até 2030. Rússia e México poderiam ser a referência quantitativa.

Mas como tudo que é relevante no mundo atual, não deveria ser um esforço isolado de quem quer que seja.

Deveria integrar numa inusitada coalizão o próprio governo federal, governos estaduais, cidades, agências e operadoras de viagens, companhias aéreas e de navios, além de empresas e bandeiras de cartões de crédito, seguradoras, locadoras e muitos mais.

Os custos atuais de pesquisas, campanhas e ações de comunicação e promocionais, com o uso mais racional das mídias digitais, podem tornar possível uma ambiciosa e segmentada transformação na área de turismo deixando o país de ser exportador de divisas para criar uma balança comercial positiva e relevante.

Simplesmente projetando os patamares atuais de dispêndio em torno de US$ 3 mil por viagem e estada de 15 dias médios, poderia significar um aumento dos atuais US$ 20 bilhões para US$ 90 bilhões de receitas.

Os 30 milhões de turistas em 2030 podem não ser apenas um sonho. Mais do que uma questão de ambição, é uma questão de visão e capacidade de realização.





Marcos Gouvêa de Souza – Fundador e diretor-geral do Grupo GS&, um dos maiores conhecedores e especialistas em varejo do país. Mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, SP, foi professor da própria FGV e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Tem graduação, pós-graduação e mestrado na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, e graduação na Escola Superior de Propaganda e Marketing.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Sono de qualidade ajuda a melhorar a vida sexual


Dormir bem regula hormônios essenciais do homem e da mulher na hora do sexo


Já imaginou como o sono pode interferir na vida sexual de uma pessoa? Dormir bem é essencial para manter a saúde e bem-estar do indivíduo, inclusive na vida sexual. O descanso desempenha o importante papel de reparar o corpo e a mente, do homem e da mulher e a privação desse repouso pode se tornar uma grande dor de cabeça para o casal.

Nos homens, a falta do sono causa uma queda na produção da testosterona, já que é durante o repouso que o organismo regula os níveis dela no corpo. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago revela que a diminuição do hormônio pode ser de até 15% para quem dorme menos de 5 horas por dia.

Para as mulheres, as poucas horas de sono afetam diretamente a disposição para a sexo. A má qualidade do repouso causa, além do cansaço, maior estresse. “Por causa da diferença de produção hormonal o público feminino necessita de mais horas dormidas para manter a saúde física e mental. O estresse libera cortisol e adrenalina o que dificulta relaxar na hora de se relacionar”, explica Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex.

Segundo a consultora, algumas práticas ajudam a melhorar a qualidade do sono. “A postura é muito importante durante o repouso. Usar um travesseiro e um colchão que ofereçam conforto, que sejam adequados para o seu biótipo e alinhem completamente sua coluna na postura escolhida para dormir trará um descanso mais profundo e reparador, para homens e mulheres”, recomenda.

Uma boa notícia é que o sexo também ajuda a dormir melhor. Um estudo realizado na Universidade Central Queensland, Austrália, revela que 64% dos participantes relataram ter uma noite de sono melhor após fazerem sexo.

“Apesar do processo de relaxamento do corpo feminino e masculino serem diferentes, o sexo auxilia na hora do repouso de ambos. Nas mulheres, se eleva os níveis de estrogênio, melhorando o REM, estágio mais profundo e restaurador do sono. Para os homens são liberados a prolactina, associada à qualidade do descanso, tornando a noite mais revigorante”, completa a consultora da Duoflex.
“A relação do sono com o sexo é muito próxima, manter os dois juntos trará uma vida sexual de qualidade para o casal”, finaliza Renata.




Duoflex


Confira os 10 erros na hora de retirar a fralda do bebê

Imagem retirada da internet

Drª Loretta Campos dá dicas para as crianças usarem o banheiro



O início do desfralde sempre gera grandes dúvidas nos pais. Esse deve ser um momento tranquilo que exige muita paciência e dedicação.
Retirar a fralda das crianças é um processo que exige muita paciência. “Algumas crianças levam poucas semanas para aprender a usar o banheiro, enquanto outras podem demorar até seis meses e precisar de maior atenção, ” informa Drª Loretta Campos. Conheça os 10 erros mais comuns.

1) Começar antes da hora - o ideal é a partir dos dois anos pois nesta fase as crianças têm autonomia para andar, tirar a roupa e expressar que estão incomodadas com o cocô.

2) Expor a criança em lugares públicos - ir ao banheiro é algo privado, portanto, tente utilizar o sanitário com a porta fechada e penico sempre no banheiro, nunca na sala, quarto.

3) Delegar a tarefa unicamente para a escola - tente começar a retirada das fraldas em casa, de preferência nas férias, sem muito estresse. A escola deve ser só um apoio.
 
4) Pressionar a criança para ser rápida - o desfralde requer tempo e paciência. Leve livrinhos, joguinhos para tornar o momento prazeroso.
 
5) Não providenciar itens de apoio - precisa providenciar um penico ou redutor de vaso sanitário. A criança precisa de conforto. E se faz necessário o apoio para os pés!
 
6) Esperar a criança pedir para ir ao banheiro - comece retirando a fralda do dia e pergunte ou leve a criança ao banheiro a cada duas horas.
 
7) Dar bronca se a criança não consegue se segurar - nunca diga você se sujou de novo ou você não aprende.
 
8) Fazer cara de nojo quando acontece um escape - os escapes, principalmente os noturnos, são frequentes. Pode durar em média até os quatro anos e algumas crianças até seis anos de idade.
 
9) Colocar roupas difíceis de tirar - se a criança pede para ir ao banheiro os pais têm de agir rápido. 
 
10) Escolher um momento de estresse para tirar a fralda - toda paciência é pouca.




Loretta Campos - Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.
 Instagram: @dralorettapediatra
Facebook: @dralorettaoediatra


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