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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Passeio com cães: Veja 07 dicas para facilitar o seu dia a dia.


Devido à falta de disciplina, os passeios podem se tornar uma tarefa complicada. Porém, eles são importantes e você deve persistir nessa rotina.

Você vai passear com cachorro e começa a ser arrastado pelo pet no meio da rua? Se dar uma volta com o seu amigo peludo deixou de ser uma atividade agradável para um de vocês, está na hora de repensar esses passeios.
A principal dificuldade ao passear com o cão são os puxões. Porém, há casos de animais que detestam ir às ruas e “empacam” no caminho e, ainda, há o risco de se deparar com alguns perigos durante o passeio.
Mesmo assim, o hábito de passear com o seu animal de estimação é essencial para que o pet gaste energia, socialize e não desenvolva comportamentos ansiosos e/ou destrutivos dentro de casa. Por isso, deve ser mantido.
Para que a tarefa se torne mais tranquila, é preciso investir no adestramento, adotando pequenas mudanças que, em pouco tempo, vão colaborar para a atividade. Saiba como fazer isso:

Mantenha o cachorro calmo desde o início
Para ensinar o seu pet a controlar a ansiedade antes do passeio, é preciso que você mude o seu comportamento! Por isso, acabe desde já com frases como “Vamos passear, quem vai passear”, evitando atiçá-lo.
Pegue a coleira e a guia e só a coloque no pet quando ele tiver se acalmado. Se ele ficar muito agitado, sente e aja como se o plano fosse ficar em casa. Quando ele estiver tranquilo e não estiver esperando, coloque a coleira e saia para passear.
Isso o fará entender que estar tranquilo é a condição para que vocês possam sair de casa e, aos poucos, essa agitação inicial deixará de existir.

Seja o condutor do passeio
Na hora de sair de casa, o tutor deve ser o primeiro a colocar os pés para fora. Assim, o pet vai entender que quem conduzirá o passeio não é ele, afirma a Dra. Lívia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.
Para fazer isso, você pode utilizar um petisco e o comando “senta” antes de abrir a porta. Saia na frente e, se o pet permanecer no local, entregue a ele o agrado.
Na rua, pause a caminhada caso o cachorro comece a andar na frente ou a puxar a coleira. Espere, novamente, que o animal se acalme, para continuar o passeio. Outra tática é mudar para a direção oposta toda vez que o cão não se comportar como esperado.

Seja dinâmico
Para estimular o seu pet, procure fazer uma pausa do passeio para realizar outras atividades. Os animais adoram e precisam dessa imprevisibilidade para combater o tédio.
Você pode, por exemplo, parar para brincar com o animal ou fazer com que ele interaja com outros cachorros durante o passeio. Se houver um dog park por perto ou um estabelecimento pet friendlyaproveite.
Além disso, durante o passeio, converse com o seu cachorro. Isso ajudará os animais inseguros a se sentirem à vontade na rua e fará com que os pets que já estão acostumados com o passeio gostem ainda mais de dividir esse momento com você.

Incentive os instintos
Alguns comportamentos instintivos dos animais não são convenientes dentro de casa – como a marcação de território e os latidos. Na rua, isso muda.
Deixe que o animal aja de acordo com sua natureza. Ele vai adorar explorar o ambiente, procure cheiros novos, fazer xixi nos postes, brincar com outros cachorros, latir e pedir carinho para desconhecidos.
Tome alguns cuidados para que o passeio seja perfeito. Leve sacos para recolher as fezes do animal e, se o seu cão for agressivo, use uma focinheira e evite que ele chegue perto de outros animais ou pessoas.

Desenvolva uma rotina
Ter horários determinados para passear com cachorro deixará a rotina do pet muito mais simples, pois ele saberá o que esperar.
O ideal é que os cachorros saiam para passear três vezes ao dia por pelo menos trinta minutos. Nem sempre é possível seguir essa orientação, portanto, tente encaixar um passeio mais longo ou dois passeios breves à rotina. Nos dias em que você tiver mais tempo, procure sair com o pet.
Lembre-se de evitar horários com temperaturas extremas, pois o asfalto quente pode machucar as patinhas dos cães. Já nos dias de chuva, providencie a secagem do pet após retornar do passeio.

Escolha a coleira e a guia certas
Acerta na coleira e na guia é fundamental para passeios tranquilos.
Considere o porte do animal para escolher a melhor, e confira se ele está confortável vestindo o item. Coleiras muito apertadas podem enforcar o pet, causando lesões internas e externas.
Se você costuma passear com cachorro em lugares muito cheios, evite usar guias muito longas. Assim, caso o seu cachorro fique agressivo, será mais fácil controlá-lo. O ideal é sempre usar uma guia curta para que o pet fique próximo ao tutor.

Cuidado com pulgas e carrapatos
É comum que os cachorro sejam infestados por pulgas e carrapatos durante os passeios, pois é quando eles entram em contato com grama, árvores e outros animais.
Para evitar, esteja em dia com o controle desses parasitas. Coleiras antipulgas, comprimidos orais, loções e shampoos especiais são essenciais para a prevenção.
Os cuidados devem ser redobrados durante o verão, quando os parasitas se reproduzem com mais rapidez.


Gatos ganham a preferência dos brasileiros e população aumenta 20% nos últimos 6 anos


Domesticação tardia e mitos da espécie levam as pessoas a conhecem muito pouco as características dos felinos

Na corrida pelo coração do homem, os cães largaram na frente. Porém, pouco a pouco, vem chamando a atenção o aumento expressivo do número de gatos como animais de estimação. A população de gatos cresce mais do que a canina e, em nações como Estados Unidos, França e Alemanha, já é maioria. No Brasil, o número de bichanos é de mais de 23,5 milhões e nos últimos 6 anos, segundo dados do IBGE 2017, esse número cresceu mais de 20%. Na proporção em que aumentam nos últimos anos – duas vezes mais do que os cães – a previsão é que os felinos assumam a dianteira do ranking daqui a dez anos.
Apesar da presença dos felinos estar crescendo, as características da espécie ainda são muito desconhecidas até mesmo pelos seus amantes, afinal de contas, um gato não é um cão pequeno. Uma das razões é a domesticação tardia. Os primeiros lobos, ancestrais dos cães, foram domesticados há 100 mil anos. Já os gatos, só entraram no nosso convívio bem depois, há 6 mil anos, no Egito. A outra razão é a personalidade dos bichanos, com particularidades bastante singulares e ainda levam como herança muitos mitos e preconceitos.
Entender a espécie é fundamental para oferecer a ela mais qualidade de vida, bem-estar e, consequentemente, longevidade. Pensando em ajudar os tutores, futuros tutores e amantes dos felinos a entende-los cada vez mais, a marca de alimentos para gatos WHISKAS® criou uma série de vídeos educativos, em formato lúdico e linguagem simples, abordando temas importantes e curiosidades do universo dos bichanos. A iniciativa, que recebeu o nome de Escola de Gatinhos, surgiu a partir das dúvidas mais buscadas na internet. Abaixo, seguem algumas delas:

Alimentação
Você já parou para pensar quanto um gato come e com qual frequência? A alimentação é a parte mais importante da rotina de um felino e garantir uma alimentação nutritiva, balanceada e na quantidade e frequência corretas faz toda a diferença na saúde e bem-estar.
A frequência e o tamanho das refeições representam dois parâmetros-chave do comportamento alimentar dos gatos:
• Número de refeições por dia
Cada gato tem seu próprio jeito de fazer suas refeições ao longo do dia. Geralmente, um gato necessita de 3 semanas para formar seu hábito que varia de 3 a 20 refeições por dia.
• Tamanho, duração das refeições e velocidade de alimentação
O tamanho das refeições aumenta com a palatabilidade. A duração média de uma refeição é de quase 2 minutos. A velocidade de alimentação é muito mais influenciada pela composição do alimento do que pela palatabilidade.

Como cuidar de um gatinho?
Esta é a pergunta que todos os tutores se fazem. E todo gatinho merece atenção especial durante todas as fases de sua vida, desde a alimentação, água, local para dormir, brinquedos, vacinas, cuidados com a saúde e bem-estar em geral.
Vacinas - Qualquer gato adulto ou filhote com mais de 16 semanas de vida submetido a uma vacinação inicial deve receber duas ou três doses das vacinas essenciais em um intervalo de 3 a 4 semanas. A revacinação de adulto é feita 1 ano depois do término da série inicial e, posteriormente, segue o protocolo recomendado pelo Médico-Veterinário.
Água – Os gatos consomem pouco líquido, e sua urina é bastante concentrada. Por isso, é fundamental que os gatos sempre tenham à sua disposição água limpa e fresca e que beba o suficiente para permitir o bom funcionamento de seus rins.

Como ensinar um gatinho a usar a caixa de areia?
É muito importante que o gato aprenda desde cedo o local correto de fazer suas necessidades, mantendo assim o ambiente mais higiênico e seguro para a saúde e bem-estar do próprio animal.
Um filhote é adestrado para o uso da caixa de areia com 5 ou 6 semanas de vida, aprendendo com sua mãe. Mas se ele não tiver aprendido, o tutor pode ajudá-lo. A dica é cavar um buraco com a pata dele e, depois, lhe mostrar como cobrir o que foi excretado. É importante repetir esse exercício 1 ou 2 vezes e, então, o filhote tende a começar a fazer isso sozinho.
A caixa de areia deve ser de fácil acesso e ficar distante de comedouro e da área de convívio.

Castração
A castração de gatos é um procedimento rápido, seguro e muito importante. Essa cirurgia, realizada geralmente aos 6 meses de vida, pode ser feita depois de 3 meses. Esse tipo de intervenção cirúrgica ajuda a restringir a reprodução indesejada e gera um comportamento mais adequado a vida doméstica. Além disso, mesmo para os gatos com acesso à rua ou a qualquer ambiente externo, a expectativa de vida aumenta bastante com a castração, uma vez que diminui as brigas e as doenças transmitidas entre eles.
Entre as vantagens da castração estão: a eliminação dos cios, ninhadas indesejáveis, doenças do sistema reprodutor, menor agressividade, diminuição das marcações territoriais (com urina e arranhões), redução da tendência à fuga, além de tonar os gatos mais amistoso com seres humanos e menos agressivo com seus companheiros felinos.

Comportamento
Para entender melhor o gato e a comunicação se tornar possível é importante conhecer seu comportamento. A partir daí podemos identificar seus gestos e interpretar suas vontades e desejos.
Os filhotes se comunicam com seus tutores de diversas maneiras através da cabeça, do corpo, dos sons e gestos. Por exemplo, o ronronar representa submissão e contentamento, já o gesto de abanar o rabo não demonstra que necessariamente o gato está feliz, ao contrário dos cães.
Para saber mais, acesse a Escolha de Gatinhos, com vídeos disponíveis na página de WHISKAS® no YouTube:  https://www.youtube.com/WhiskasBrasil/





Mars, Incorporated


Cuidados com os pets para evitar a ingestão de plantas nocivas com a chegada da primavera


A estação mais florida do ano começou e, com ela, além das cores e das temperaturas mais altas, chega também um cuidado extra com o seu animalzinho de estimação. Isso porque os jardins começam a brotar variedades e, curiosos, muitos pets querem ver de perto o que está acontecendo e acabam ingerindo folhas e plantas que podem não fazer bem.

Para uma boa convivência entre um jardim bem cultivado e animais de estimação - sem sustos e sem visitas imprevistas ao veterinário - é preciso dar uma atenção especial ao comportamento do seu pet para que, se necessário, algumas adaptações sejam feitas. Animais são, por característica comum, curiosos e sempre estão cheirando e conhecendo as novidades da casa e dos caminhos por onde passeiam. Isso é natural. No entanto, se apresentarem, por exemplo, mal-estar, acabam ingerindo plantas para aliviar o desconforto.

Se o animal estiver com problemas como gastrite ou indigestão, por exemplo, ele vai procurar, de forma instintiva, folhas que aliviem esse mal-estar. Algumas plantas também podem provocar alergias, mesmo sem a ingestão. Basta o contato físico e, animais com pele mais sensível, podem apresentar coceiras, inchaços e vermelhidão. A melhor forma de prevenir, sem precisar se desfazer delas, é coloca-las em vasos mais altos, longe do acesso dos pets.

Os cuidados precisam ser tomados não só dentro de casa, mas também no caminho do passeio diário. Algumas plantas mais tóxicas, como açafrão de outono, azaleia, beladona, bico-de-papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, hortênsias, lírios, mamonas e tulipas são comuns também em jardins de rua e podem provocar complicações cardiovasculares, paralisia, coceira, irritação, asfixia, dores abdominais, vômitos, entre outros problemas, inclusive, a morte.

Mas não há porque se desesperar: tudo é questão de atenção e cuidado. Algumas plantas são totalmente atóxicas para os animais de estimação e podem ser cultivadas sem problemas. É o caso da grama natural, da erva-cidreira, da camomila, da erva do gato, do milheto, do azevém, do manjericão e da hortelã. Estas duas últimas, inclusive, funcionam também como repelentes naturais de insetos, evitando que seu animalzinho seja picado e tenha quadros alérgicos.

Em caso de ingestão de alguma planta desconhecida, procure imediatamente auxílio veterinário. Não force o vômito do animal, porque, essa ação pode agravar o caso e provocar também fissuras na garganta do bichinho.  Mantendo a atenção e o amor de sempre nos cuidados com os animais de estimação, a convivência com a primavera será feliz e cheia de passeios que eles adoram.





René Rodrigues Junior - médico veterinário da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos.


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