- Programa global de Acesso
Equitativo, idealizado pela Novo Nordisk, terá Brasil, Ilhas do Pacífico e
Dinamarca como os primeiros a realizar o piloto, levando inovação para
sistemas públicos de saúde.
- Com base nas diretrizes da
Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa produzirá dados
relevantes sobre o impacto do uso de medicamentos e abordagem
multidisciplinar no tratamento de obesidade grave no Sistema Único de
Saúde (SUS) brasileiro.
- Programa irá gerar
evidências de como a prevenção e o cuidado integral às pessoas com
obesidade com semaglutida pode melhorar a vida dos pacientes e reduzir
custos de longo prazo do sistema de saúde nos três níveis da administração
pública nos três níveis: municipal, estadual e federal.
No
Dia Mundial da Obesidade, a Novo Nordisk, líder global em saúde, em parceria
com o Governo da Dinamarca, anuncia o lançamento do Programa global de Acesso
Equitativo. Com base nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e
alinhada a políticas estratégicas do governo brasileiro como o Viva Mais Brasil
e o Agora Tem Especialistas, a iniciativa será implementada em centros selecionados
do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem como objetivo produzir dados e evidências
sobre o impacto do uso da semaglutida injetável no tratamento da obesidade
grave. A proposta busca contribuir com evidências clínicas, econômicas e
sociais que possam apoiar futuras decisões em saúde pública, a partir de uma
abordagem multidisciplinar e sustentável.
O
objetivo é expandir o programa para populações em situação de vulnerabilidade
social em todo o mundo, começando pelo Brasil, Ilhas do Pacífico e Dinamarca.
Em nosso país, o programa será implementado em parceria com os três níveis da
esfera pública (federal, estadual e municipal). Na rede pública federal de
Porto Alegre (RS) via Grupo Hospitalar Conceição (GHC), no estado do Rio de
Janeiro, via Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione
(IEDE) e em município a ser selecionado. Os pacientes participantes serão
aqueles já acompanhados por esses três centros do SUS, e cada instituição será
responsável por definir seus próprios critérios técnicos de elegibilidade, de
acordo com seus protocolos assistenciais e a realidade local.
A
ação foi apresentada hoje (04/03), em Brasília, ao ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, e contará com o acompanhamento do Ministério da Saúde, especialmente
no que se refere à análise dos resultados da implementação do projeto nesses
três centros. Juntos, os locais representam regiões e populações de pacientes
variadas, permitindo avaliara implementação em diferentes contextos de saúde.
Ciência à serviço da sustentabilidade do SUS
Mais
do que acesso a medicamentos, o programa desenvolve um ecossistema de dados.
Durante 2 anos, a iniciativa irá apoiar a implementação, a capacitação técnica,
além de monitorar e avaliar os impactos na saúde, sociais e econômicos, do tratamento
da obesidade de forma estruturada. O objetivo é gerar evidências e dados
essenciais que podem contribuir para mudanças nos protocolos de atendimento no
Brasil e no mundo. Como resultado de cuidado multidisciplinar às pessoas com
obesidade, a companhia tem a expectativa de reduzir complicações graves e
onerosas, como cirurgias do coração, diálise e internações.
“Como
podemos ampliar o acesso a tratamentos inovadores e de qualidade para quem mais
precisa? Essa foi a pergunta que buscamos responder com a criação do programa.
Nosso objetivo é demonstrar como o tratamento multidisciplinar adequado pode
ser expandido para populações com menores condições de acesso, garantindo que
inovação não seja um privilégio, mas uma ferramenta de equidade em saúde”,
afirma Leonardo Bia, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos e
Sustentabilidade da Novo Nordisk Brasil. “Ao tratar a obesidade como uma doença
crônica, estamos buscando mudar o paradigma de tratar as consequências para
tratar a causa”, completa.
Detalhes do programa Acesso
Equitativo:
- Capacitação
e suporte:
treinamento para gestores, equipe e profissionais de saúde, assim como
suporte técnico especializado para gestão do cuidado e implementação de
protocolos de saúde.
- Monitoramento independente:
parceiros técnicos e acadêmicos analisarão os dados de vida real para
garantir total transparência e rigor científico. O objetivo é melhorar a
qualidade, abrangência e uso de dados relacionados à obesidade, tanto para
o planejamento de cenários epidemiológicos e triagem territorial quanto
para a avaliação e o monitoramento dos resultados de políticas públicas e
fluxos de atendimento.
- Modelo de sustentabilidade:
serão avaliados os impactos fiscais e econômicos do cuidado integral às
pessoas com obesidade atendidas pelo SUS no contexto do programa.
- Foco na redução das comorbidades: medição
da redução de riscos de doenças do coração e a melhoria na qualidade de
vida dos pacientes, avaliando o impacto e eficácia do programa.
A urgência do cenário brasileiro
De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2025, cerca de 31% da população
brasileira vive com obesidade. O impacto financeiro dessa condição sobre o SUS
é crescente. Por isso, ao realizar o programa, a Novo Nordisk reafirma seu
papel como a principal aliada do governo brasileiro na construção de um sistema
de saúde mais resiliente e focado em tratar a obesidade como causa de outras
comorbidades. A semaglutida injetável, primeiro medicamento de sua classe
aprovado para o controle de peso a longo prazo com resultados de alta eficácia,
poderá apoiar mais brasileiros em sua busca por saúde e bem-estar, assim como
reduzir impactos sociais, econômicos e fiscais da obesidade no Brasil.
Para mais informações, visite www.novonordisk.com.br e siga nossos perfis oficiais nas redes sociais Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube.
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