Chegamos ao tão aguardado ano de 2026, marcado pelo
início da Reforma Tributária. Em meio a tantas mudanças previstas, garantir a
saúde financeira do negócio é fundamental para uma transição segura. O desafio
é real: segundo estatísticas do IBGE, 60% das empresas brasileiras fecham em
seus primeiros cinco anos de vida, tendo a má gestão financeira como principal
causa. Nesse cenário, o planejamento orçamentário deixa de ser apenas uma
tarefa burocrática e passa a ser o diferencial entre a resiliência e o
encerramento das operações.
Embora seja um processo diretamente ligado às
finanças, sua eficácia vai muito além do caixa. Isso porque essa ação está
intrinsecamente relacionada ao planejamento estratégico da organização. Deste
modo, todos os cálculos devem ser feitos levando em conta a realidade da
empresa, algo que é baseado em dados.
Se, por um lado, dizemos que os dados são os ativos
mais valiosos para os negócios, por outro, caso as informações não estejam
coerentes, isso pode se refletir em prejuízos. No planejamento orçamentário,
esses registros são fundamentais pois, embora o plano seja financeiro, sua
aplicação envolve todas as áreas. Nesse sentido, listo abaixo seis passos
essenciais para executar esse plano com eficiência:
#1 Definir diretrizes e
estratégias: este é o momento de envolver o time para
colher análises. Por meio de brainstormings, é possível entender de
onde a companhia vem e para onde almeja ir. Este é o passo para delimitar os
objetivos a serem buscados ao longo do ano.
#2 Traduzir as informações
para o sistema: uma vez definidos os
objetivos, é preciso transformá-los em números (metas). Aqui, o usuário pode
contar com ferramentas como o SAP Analytics Cloud (SAC) Planning para
auxiliar nessa transcrição.
#3 Input de dados: após a tradução, o sistema precisa processar as informações. Os
dados devem ser inseridos na plataforma de forma íntegra para que sejam
transformados em insights estratégicos.
#4 Números coerentes: como citado anteriormente, o planejamento orçamentário envolve todas as
áreas. Por isso, é essencial que todos os setores trabalhem com as mesmas
metas. Esse pilar ganha ainda mais relevância considerando a coexistência de
dois sistemas tributários durante o período de adaptação da Reforma Tributária.
As organizações devem ajustar o planejamento dentro dos limites do orçamento.
#5 Acompanhamento: feitos os ajustes no sistema, é necessário monitorar a
consolidação daquilo que foi orçado. É o momento de colocar o planejamento em
prática e acompanhar cada ação minuciosamente.
#6 Resultado e Ajuste: os resultados são consequências de todo o planejamento. No entanto, o
orçamento não é estático. É necessário executar ajustes dentro do ERP à medida
que surgem novas atualizações fiscais ou mudanças no mercado.
Perceba que o grande norteador de todos esses
passos são os dados, mas eles não falam por si sós. Nesse aspecto, contar com
uma ferramenta especializada é fundamental. Além de confiabilidade, o sistema
traz segurança ao permitir o rastreamento de informações e a criação de versões
de orçamentos, o que ajuda a traçar novas rotas no meio do caminho sem perder o
histórico do que já foi feito.
Sabemos que executar um planejamento não é uma
tarefa simples, visto que envolve uma gama de informações complexas e
diferentes áreas. Por isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada
é estratégico. Um time de especialistas está apto a sugerir melhorias com base
em experiências e nas demandas reais do mercado.
Em um ano repleto de desafios como 2026, o
planejamento orçamentário torna-se o elemento central para guiar a empresa com
segurança e transparência. Afinal, para dar o primeiro passo, é preciso saber
exatamente para onde se quer ir.
SPS Group
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