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| Divulgação Grupo Armatti & Fishing |
Levantamento do
Índice FipeZAP indica que cidades costeiras concentram algumas das maiores
altas do metro quadrado do país e se conectam ao avanço da Economia do Mar.
Investimentos em projetos para o desenvolvimento náutico como estruturas de
marinas atraem turismo e consumo qualificado como é o caso de Salvador e
Vitória que registraram crescimento imobiliário maior do que o dobro da média
nacional.
O relatório mais recente do Índice FipeZAP,
divulgado neste mês, mostra que as capitais litorâneas estão entre as cidades
brasileiras com maior valorização imobiliária em 2025. Destacam-se Salvador
(+16,25%), João Pessoa (+15,15%), Vitória (+15,13%), São Luís (+13,91%),
Fortaleza (+12,61%), Belém (+11,75%) e Natal (+9,26%), números bem acima da
média nacional de 6,52%. As belezas de suas áreas costeiras revelam uma
característica em comum: o alto potencial para navegação e para o turismo sobre
as águas. Cidades como Salvador e Vitória, que já possuem cultura náutica
consolidada e marinas estruturadas, lideram o movimento. No entanto, o fenômeno
se alastra para praças como João Pessoa, São Luís e Fortaleza.
"Em capitais como Salvador, a infraestrutura
já existe e o barco já começa a fazer parte do lifestyle. Em
praças em ascensão, como João Pessoa ou Fortaleza, vemos o movimento inverso: o
cliente compra o apartamento de luxo e, em seguida, busca a embarcação para
completar a experiência de viver no litoral. Isso pressiona a cidade a
qualificar seus serviços e marinas, gerando um ciclo virtuoso de investimento”,
analisa Fernando Assinato, CEO do Grupo Armatti & Fishing, fabricante de
lanchas premium que atua nacionalmente e no mercado internacional.
Segundo ele, o raciocínio do mercado é que a
infraestrutura náutica tende a seguir o rastro do dinheiro imobiliário. Onde
surgem empreendimentos de alto padrão frente-mar, a demanda por serviços de
marina, manutenção e tripulação cresce exponencialmente
“A presença das nossas embarcações nesses roteiros
amplia o efeito econômico do turismo náutico. Muitos clientes se programam para
estrear o barco no verão, período em que cresce a demanda por serviços”,
completa.
O setor aposta que a náutica será o diferencial
competitivo para sustentar essa valorização imobiliária a longo prazo. Estudos
do Ministério do Turismo apontam que o visitante ou morador náutico movimenta
uma cadeia de serviços (gastronomia, combustível, hotelaria) com ticket
médio até cinco vezes superior ao convencional. Dessa forma, a embarcação deixa
de ser apenas lazer e passa a compor o patrimônio do investidor local.
"A navegação no Brasil é perene, não depende só do verão. Para o mercado dessas capitais, desenvolver a cultura náutica é a chave para manter a economia costeira aquecida e justificar o preço do metro quadrado no longo prazo", completa Assinato.
Grupo Armatti & Fishing
http://www.armatti.com.br/
https://fishing.com.br/

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