sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Risco da diabetes para idosos exige atenção redobrada

CEJAM e Pague Menos destacam exames preventivos como principais aliados à saúde;

Segundo o Atlas Global de Diabetes 2025 (IDF), 16,6 milhões de adultos convivem com a condição no Brasil
 

O diabetes é uma das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil e merece atenção especialmente entre a população idosa. De acordo com o Atlas Global de Diabetes 2025, da Federação Internacional de Diabetes (IDF), o Brasil tem atualmente 16,6 milhões de adultos entre 20 e 79 anos convivendo com a doença, o que coloca o país entre os seis com maior número de casos no mundo. Nos idosos, o risco aumenta naturalmente com o envelhecimento, já que o organismo tende a produzir menos insulina e a utilizá-la de forma menos eficiente. 

Segundo a Dra. Juliana Fernandes, médica clínica geral do CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas“Dr. João Amorim”, a prevenção deve ser prioridade nessa faixa etária. “O envelhecimento, somado a fatores como sedentarismo, má alimentação, excesso de peso, hipertensão e colesterol alto, eleva o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2, o mais comum entre os idosos. A doença muitas vezes surge de forma silenciosa, o que reforça a importância do rastreio precoce”, explica. 

O impacto do diabetes não controlado na vida do idoso pode ser significativo. A retinopatia diabética pode levar à perda parcial ou total da visão; a nefropatia está relacionada à insuficiência renal; e a neuropatia periférica causa dormência e feridas de difícil cicatrização nos pés. “Além dessas, há o aumento expressivo do risco de infarto e AVC. No idoso, essas complicações tendem a se manifestar de forma mais intensa e com recuperação mais lenta”, pontua a médica. 

Ainda de acordo com a Dra. Juliana, alguns sinais devem servir de alerta para familiares e cuidadores: sede constante, fadiga, perda de peso sem explicação, visão turva e feridas que demoram a cicatrizar. “Muitas vezes esses sintomas são confundidos com o envelhecimento natural, mas podem indicar o início do diabetes. Quanto antes houver investigação, melhores são as chances de controle e prevenção de danos”, reforça. 

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza exames para prevenção e diagnóstico do diabetes, desempenhando um papel essencial no cuidado da população. Como alternativa complementar, a Pague Menos amplia esse acesso com consultas farmacêuticas e exames realizados em seus consultórios farmacêuticos, presentes em mais de 1.100 unidades pelo país. Entre os serviços, estão o exame gratuito de glicemia durante ações de saúde, como as “quartas da saúde” e opções de baixo custo, como o exame de hemoglobina glicada, perfil lipídico e avaliação corporal. Apenas em 2024, foram mais de 5 milhões de atendimentos realizados nos consultórios da rede. 

“Estamos diante de um cenário em que a prevenção precisa estar na rotina da população. Por isso, buscamos ampliar o acesso a exames, serviços de saúde e vacinação, com o propósito de facilitar o rastreio em saúde dos clientes e fortalecer a atenção primária em saúde. Estar próximos da população, oferecendo serviços acessíveis e de qualidade, é fundamental para enfrentar doenças crônicas como o diabetes”, destaca Socorro Simões, diretora do Hub de Saúde da Pague Menos. 

Além dos exames, os consultórios farmacêuticos contam com mais de 50 serviços, incluindo aferição de pressão arterial gratuita todos os dias, exames de análises clínicas, vacinação, eletrocardiograma, aplicação de injetáveis e muito mais, além do acompanhamento farmacêutico individualizado. Para o atendimento, basta comparecer a uma unidade da Pague Menos mais próxima com documento de identificação. 


Pague Menos e Extrafarma


CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”
@cejamoficial


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