Com a queda das temperaturas, diminui também o
consumo de líquidos. Especialistas reforçam que a hidratação adequada vai além
da quantidade de água ingerida e pode influenciar diretamente a saúde da pele e
o bem-estar.
Embora
muitas pessoas associem a desidratação aos dias mais quentes, o inverno traz um
desafio silencioso: a redução natural da sensação de sede. Ao mesmo tempo,
fatores como baixa umidade do ar, banhos quentes e ambientes aquecidos
favorecem a perda de água pelo organismo. O resultado é que muitas pessoas
passam a consumir menos líquidos justamente em um período em que a hidratação
continua sendo essencial para diferentes funções do corpo.
Dados
mostram que mais de 70% dos brasileiros apresentam sintomas de desidratação no
dia a dia, reforçando que o tema vai muito além das altas temperaturas e deve fazer
parte da rotina durante todo o ano.
Durante
os meses mais frios, a combinação de baixa ingestão de líquidos e perda de água
pela pele pode favorecer ressecamento, sensação de repuxamento, descamação e
maior sensibilidade cutânea. Em pessoas que já convivem com condições como
dermatite atópica ou pele sensível, esses sintomas podem se intensificar.
Por
ser o maior órgão do corpo humano, a pele depende diretamente de níveis
adequados de hidratação para preservar sua função de barreira protetora. Embora
hidratantes tópicos sejam importantes, eles não substituem a necessidade de
manter o organismo adequadamente hidratado.
Sinais
persistentes de ressecamento, descamação e sensibilidade podem indicar um
quadro de desidratação e merecem atenção.
“A
hidratação tópica é uma importante aliada para manter a saúde da pele, mas seus
efeitos são potencializados quando o organismo também recebe água e eletrólitos
de forma adequada. Quando a ingestão de líquidos diminui, como costuma
acontecer no inverno, a pele frequentemente é um dos primeiros órgãos a
demonstrar esse impacto”, afirma Franciele Siqueira, médica especialista em
dermatologia.
Como manter uma boa hidratação no inverno?
Beber
água continua sendo o principal hábito para manter o organismo hidratado. Em
alguns momentos da rotina, soluções que combinam água e eletrólitos também
podem contribuir para manter o equilíbrio hídrico do organismo, especialmente
quando há baixa ingestão de líquidos ou aumento das perdas.
Segundo
a especialista, pequenos hábitos ajudam a manter a hidratação durante toda a
estação. “Mesmo sem sentir sede, é importante criar uma rotina de consumo de
líquidos ao longo do dia. Manter uma garrafa de água por perto e buscar
alternativas que incentivem esse hábito pode fazer diferença.
A hidratação funcional ganha espaço como um novo hábito de bem-estar
Criada
há mais de uma década para transformar a forma como as pessoas se hidratam,
Liquid I.V. acredita que a hidratação deve ser encarada como um cuidado diário
com impactos que vão além da performance esportiva, incluindo saúde, bem-estar
e qualidade de vida. A marca conta com mais de 10 estudos clínicos publicados
globalmente e desenvolveu a tecnologia HydraScience®, que atua nas quatro
etapas da hidratação para otimizar a absorção de água e eletrólitos pelo
organismo.
“Apesar
de mais de 70% dos brasileiros apresentarem sintomas de desidratação no dia a
dia, a hidratação ainda ocupa pouco espaço nas conversas sobre saúde e
bem-estar. Nos últimos anos, vimos categorias como skincare e suplementação
ganharem relevância à medida que o consumidor passou a entender melhor seus
benefícios. Acreditamos que a hidratação funcional está vivendo um momento
semelhante. Como uma marca que ajudou a construir essa categoria globalmente há
mais de uma década, queremos contribuir para que mais brasileiros entendam que
se hidratar bem é um hábito diário, baseado em ciência e com impacto muito além
da performance esportiva.”, afirma Fernanda Fischer Pereira, Head de Marketing
& Growth de Liquid I.V. no Brasil.
Fonte: Nielsen - Vendas de Valor IRI, Hidratação Funcional em
Formato em Pó, Total EUA - Multi-Outlet + Conveniência, MAT até 08.09.24.
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