Especialista alerta para as mudanças de comportamento que indicam desconforto articular e destaca a importância do tratamento adequado para o bem-estar dos pets seniores
Com os avanços da medicina
veterinária e os cuidados cada vez mais dedicados dos responsáveis, a
expectativa de vida dos cães aumentou significativamente. No entanto, assim
como acontece com os humanos, o envelhecimento traz consigo o desgaste natural
do organismo e condições articulares, como a osteoartrite, tornam-se bastante
comuns. O grande desafio, porém, é que os cães costumam esconder a dor por puro
instinto, tornando essencial que os responsáveis saibam identificar os sinais
sutis de que o pet sênior precisa de ajuda.
De acordo com Mariana Silva, médica-veterinária e consultora técnica da
Boehringer Ingelheim, a dor crônica em cães idosos muitas vezes passa
despercebida e pode ser confundida com “preguiça” ou apenas com “idade
chegando”.
“Diferentemente
do que muitos pensam, o cão com dor crônica articular raramente chora. Ele
manifesta o desconforto por meio de mudanças na sua rotina. Aquele pet que
antes recebia o responsável na porta e adorava passear, mas que, de repente,
passa a maior parte do tempo deitado, pode estar sofrendo silenciosamente. É
papel do responsável ter um olhar atento para garantir que essa fase da vida
seja vivida com conforto. Por isso, a ida constante ao médico-veterinário é
ainda mais prioritária”, explica a especialista.
Para
ajudar os responsáveis a reconhecerem quando o cão idoso está sentindo dor,
Mariana Silva destaca os principais sinais de alerta no dia a dia:
- Dificuldade de Locomoção: O cão hesita ou se recusa a subir escadas, pular no sofá ou
entrar no carro. Durante os passeios, ele pode mancar, andar mais devagar,
cansar rápido ou pedir para voltar para casa mais cedo.
- Mudanças de Comportamento: Um pet que sempre foi sociável e dócil pode se tornar
irritadiço, intolerante ou se isolar em cantos da casa. A apatia e a falta
de interesse em brincar também são fortes indicativos.
- Reação ao Toque: O animal pode se encolher, rosnar ou tentar morder quando o
dono faz carinho ou pega no colo, especialmente se o toque for perto das
articulações (quadril, joelhos, ombros ou cotovelos).
- Alterações no Sono e no Apetite: A dor pode causar dificuldade para encontrar uma posição
confortável para dormir, resultando em noites agitadas, em que o cão muda
de lugar o tempo todo. A perda de apetite também pode ser uma consequência
do desconforto constante.
- Lambedura Excessiva: É comum que o cão lamba repetidamente uma pata ou
articulação específica na tentativa instintiva de aliviar a dor no local.
- Diagnóstico e Tratamento
Ao notar qualquer um desses comportamentos, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável. O manejo da dor em cães seniores geralmente envolve uma abordagem multimodal, que pode incluir controle de peso para não sobrecarregar os membros, fisioterapia, adaptações no ambiente da casa (como o uso de rampas e tapetes antiderrapantes) e, fundamentalmente, o uso de medicações apropriadas para frear o processo inflamatório.
Para auxiliar nesse cuidado e devolver a qualidade de vida aos pets, a
Boehringer Ingelheim confia em seu portfólio com a solução Previcox®, um
medicamento anti-inflamatório não esteroidal (AINE) indicado para o controle da
dor e da inflamação causadas pela osteoartrite em cães. “O nosso objetivo é
proporcionar um alívio eficaz, permitindo que os cães idosos voltem a desfrutar
de seus momentos com a família, movimentando-se com muito mais facilidade. O envelhecimento
faz parte da vida, mas ele definitivamente não precisa ser sinônimo de dor”,
finaliza Mariana Silva.

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