Levantamento do Instituto QualiBest mostra que 74% das mulheres que inicialmente não considerariam o DIU de cobre ficam mais propensas a utilizá-lo diante de uma indicação médica
A escolha de um
método contraceptivo pode mudar quando a mulher recebe orientação de um
profissional de saúde. É o que indica uma pesquisa realizada pelo Instituto
QualiBest a pedido da DKT South America, com 317 mulheres de 18 a 40 anos.
Entre as entrevistadas que inicialmente não considerariam utilizar o DIU de
cobre, 74% afirmaram que ficariam mais propensas a optar pelo método caso
houvesse uma indicação médica. O resultado evidencia o papel da informação e da
orientação profissional na percepção das mulheres sobre as alternativas
contraceptivas.
Para a Dra.
Larissa Cassiano, médica ginecologista da DKT South America, o resultado
reforça a importância de uma conversa individualizada antes da escolha do
método. “A consulta médica é um momento importante para que a mulher possa
conhecer as diferentes opções contraceptivas, esclarecer dúvidas e entender
quais métodos podem ser mais adequados às suas necessidades. Muitas vezes, uma
percepção inicial é formada a partir de relatos de outras pessoas ou
informações que circulam fora do ambiente médico. A orientação profissional
permite colocar essas informações em contexto e tomar uma decisão mais
consciente”, afirma.
O resultado chama
atenção especialmente porque o DIU de cobre é um método conhecido por uma
parcela expressiva das mulheres. Segundo o levantamento, 72% das entrevistadas
afirmam conhecer o DIU de cobre/prata, mas apenas 21% dizem que considerariam
utilizar ou voltar a utilizar o método.
A pesquisa também
identificou que 26% das entrevistadas concordam ou concordam totalmente com a
afirmação de que não sabem bem como funciona o DIU. O dado ajuda a
contextualizar a diferença entre já ter ouvido falar sobre um método e, de
fato, conhecer seu funcionamento e suas características.
“Conhecer o nome
de um método não significa necessariamente ter informações suficientes para
avaliar se ele é uma opção. É natural que existam dúvidas, receios e até
opiniões construídas a partir de experiências de outras mulheres. Por isso, a
indicação médica deve ser acompanhada de uma conversa clara sobre
funcionamento, benefícios, possíveis efeitos e contraindicações, respeitando
sempre as características e os desejos de cada paciente”, explica Larissa.
Outro resultado da
pesquisa reforça o potencial da informação para transformar a percepção sobre o
DIU. Após receberem informações sobre o funcionamento do método, 47% das
entrevistadas disseram que provavelmente ou com certeza considerariam
utilizá-lo. Quando foi acrescentada a informação de que o DIU de cobre pode
permanecer por entre cinco e dez anos e ser retirado quando a mulher desejar, o
percentual chegou a 54%.
Os dados apontam,
portanto, para a importância da decisão compartilhada na contracepção: em vez
de partir de uma escolha baseada apenas em percepções prévias, a mulher pode
conhecer as alternativas disponíveis, conversar com um profissional de saúde e
avaliar qual opção está mais alinhada ao seu momento de vida, objetivos
reprodutivos e preferências.
DKT South America - atua de forma efetiva para conscientizar a população sobre a importância do uso de métodos contraceptivos, na Prevenção de ISTs e HIV/AIDS e Gravidezes Indesejadas.
Para saber mais, acesse o site
DKT Salú
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