Fenômeno
típico da primavera mobiliza a curiosidade e a preocupação das pessoas. A JIMO
explica o que ele significa e como proteger móveis e estruturas de madeira
A cena se repete
todos os anos. Numa noite quente, logo depois da chuva, alguém percebe um
inseto voando ao redor de uma lâmpada. Em poucos minutos, são dezenas. Depois,
centenas. A reação costuma ser imediata: luzes apagadas, janelas fechadas às
pressas, crianças curiosas, vídeos gravados e compartilhados nas redes sociais
e nos grupos de família. Há quem pegue a vassoura, quem recorra ao primeiro
spray que encontra no armário e quem simplesmente espera tudo passar.
Na manhã
seguinte, o que sobra são asas espalhadas pelo chão, no parapeito das janelas e
nos cantos da casa. E, junto com elas, surgem as perguntas: o que eram aqueles
insetos? São cupins? De onde vieram? Isso significa que a minha casa tem cupim?
O que devo fazer?
Popularmente
conhecidos como aleluias, esses insetos fazem parte de um dos momentos mais
curiosos do ciclo dos cupins: a revoada. Embora a primeira reação de muita
gente seja de susto, o fenômeno também pode ser uma oportunidade para observar
com mais atenção a madeira presente no dia a dia, de móveis a portas, janelas,
telhados e outras estruturas.
Entre o susto e
a informação
A revoada costuma
provocar dois comportamentos opostos. De um lado, a preocupação excessiva, com
a sensação de que a casa está sendo tomada por cupins. De outro, o
esquecimento: passada a noite, as asas são varridas e o assunto fica para trás
até a próxima primavera.
Para a JIMO, marca
especializada no cuidado e na proteção da madeira, o caminho está no meio. “A
revoada não é o problema, ela é um sinal. É o momento em que as pessoas
naturalmente se interessam pelo tema, e isso abre espaço para uma conversa
importante sobre como cuidar da madeira de forma preventiva”, afirma o
porta-voz da JIMO.
O que está por trás da revoada
Segundo a JIMO,
as aleluias são os cupins reprodutores alados, responsáveis pela formação de
novas colônias. Antes da revoada, esses indivíduos se desenvolvem dentro das
colônias, acumulam reservas de energia e aguardam condições favoráveis para
deixar o ninho. O momento da saída costuma estar associado a fatores como alta
umidade, chuva recente ou iminente, temperatura favorável e vento fraco.
A saída acontece
de forma quase simultânea, aumentando as chances de encontro entre machos e
fêmeas de diferentes colônias. Durante o voo, os cupins são fortemente atraídos
pela luz, o que explica a presença desses insetos dentro das casas.
As asas deixadas
pelo chão também têm uma explicação. Depois do pouso, os próprios cupins rompem
as asas ao longo de linhas naturais de fratura. Sem elas, macho e fêmea podem
formar um casal e buscar um local protegido para se instalar, como uma fresta,
uma rachadura ou um ponto com condições favoráveis.
No caso dos
cupins de madeira seca, uma pequena fissura em um móvel ou esquadria pode ser
suficiente para o início de uma nova colônia, que pode permanecer discreta por
meses ou até anos antes de apresentar sinais mais evidentes.
Quando prestar mais atenção
Ver cupins
voando perto de uma lâmpada não significa, necessariamente, que a casa esteja
infestada. A JIMO orienta, porém, que alguns sinais sejam observados. Quando a
revoada ocorre a partir de um móvel ou de uma estrutura da residência, por
exemplo, pode indicar que uma colônia já está instalada no local e atingiu
maturidade suficiente para produzir reprodutores.
Asas acumuladas
sempre no mesmo ponto, pequenos orifícios na madeira e a presença de resíduos
semelhantes a um pó próximo aos móveis também merecem atenção.
Esse material é
formado pelos resíduos da própria colônia, que os cupins acumulam em uma câmara
interna e, quando ela fica cheia, eliminam para fora por pequenos orifícios.
Como os cupins evitam a luz e podem ser sensíveis à desidratação, o ataque pode
começar no interior da madeira, fazendo com que os primeiros sinais só sejam
percebidos quando a colônia já está estabelecida.
A solução JIMO para proteger a madeira
A proteção
preventiva é uma das formas de preservar a madeira. Para isso, a JIMO oferece a
linha JIMO Cupim, desenvolvida para o tratamento e a proteção da madeira contra
cupins e brocas, em diferentes apresentações.
O JIMO Cupim
Base Solvente é indicado para o tratamento de madeira em geral. O JIMO Cupim
Base Água conta com nanopartículas que penetram na madeira. Já o JIMO Cupim
Aerossol oferece praticidade para o tratamento de focos localizados em móveis e
outras aplicações indicadas pelo fabricante.
“Móveis, decks,
telhados, pergolados e esquadrias representam investimento e, muitas vezes,
história. Proteger a madeira é sempre mais simples do que recuperá-la ou
substituí-la”, explica o porta-voz da JIMO.
Os erros mais comuns, segundo a JIMO
A revoada também
costuma reforçar alguns hábitos que podem atrapalhar a proteção da madeira. Um
deles é aplicar o cupinicida diretamente nos insetos em voo. Os produtos da
linha JIMO Cupim foram desenvolvidos para o tratamento da madeira e não devem
ser utilizados como inseticidas contra insetos voadores. Para essa finalidade,
a JIMO oferece soluções específicas, como a linha JIMO Origem/Jato Seco.
Outro equívoco
frequente é acreditar que o verniz, sozinho, protege a madeira contra cupins.
Embora possa funcionar como uma barreira superficial, ele não substitui um
tratamento específico contra esses insetos.
Também é comum a
tentativa de misturar verniz e cupinicida para agilizar o processo. A prática,
no entanto, pode interferir na ação dos produtos. O recomendado é tratar a
madeira com o cupinicida e realizar o acabamento separadamente, respeitando as
orientações de uso de cada produto.
“Cuidar da
madeira é coisa séria. Nosso papel é ajudar as pessoas a entender o que está
acontecendo e a tomar decisões com base em informação confiável”, afirma o
porta-voz da JIMO.
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