Levantamento da Paytrack mostra o volume de operações suspeitas identificadas e impedidas antes da autorização do pagamento
Empresas
que utilizam a plataforma da Paytrack evitaram R$ 7,5 milhões em
tentativas de fraude no uso de cartões corporativos durante o primeiro semestre
de 2026 (de janeiro a junho). O resultado foi obtido por meio da combinação de
regras de risco e de mercado, análise comportamental, monitoramento do padrão
de uso dos cartões e autenticação reforçada, permitindo interromper operações
suspeitas antes que chegassem ao extrato das empresas.
A solução
de prevenção a fraudes da Paytrack monitora continuamente as
transações e identifica comportamentos atípicos, desvios no padrão de
utilização e outros indicadores de risco. Ao detectar uma movimentação
suspeita, a plataforma é capaz de bloquear automaticamente a transação antes da
autorização do pagamento, reduzindo a exposição das empresas a perdas
financeiras.
"Proteger
as empresas não pode depender apenas de identificar um problema depois que ele
já virou prejuízo no extrato. Hoje conseguimos analisar milhares de transações
em tempo real e identificar, antes da autorização, quando o uso de um cartão
corporativo foge do padrão esperado. Isso devolve para o financeiro da empresa
o controle sobre um risco que antes era praticamente invisível até o fechamento
do mês", afirma Pedro Góes, CEO da Paytrack
Entre os
fatores avaliados pela plataforma estão tentativas de utilização incompatíveis
com o histórico do portador, volume ou velocidade incomuns de transações,
indícios de clonagem, utilização do cartão após comunicação de perda ou roubo e
outros padrões que possam indicar fraude antes da autorização da compra.
A proteção
é complementada pela autenticação 3DS (sigla
para Three Domain Secure), protocolo internacional de segurança
utilizado em compras online que adiciona uma etapa extra de verificação para
confirmar a identidade do portador do cartão antes da aprovação da transação. A
tecnologia reduz significativamente o risco de uso indevido e de fraudes em
pagamentos digitais.
Segundo
Pedro Góes, a tendência é que a inteligência artificial desempenhe um papel
cada vez mais relevante na prevenção a fraudes financeiras.
"O
avanço da inteligência artificial permite que a segurança deixe de ser reativa
e passe a atuar de forma preventiva. Quanto maior a capacidade de identificar
comportamentos de risco em tempo real, maior a proteção para as empresas e
menor a probabilidade de perdas financeiras decorrentes de fraudes",
conclui.
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