sexta-feira, 5 de junho de 2026

Falsificação de produtos médicos afeta tratamentos e tem impacto em atendimentos e internações

  

Segundo estimativas da OMS, um a cada 10 medicamentos que circulam em países de baixa e média renda estão fora do padrão de qualidade ou falsificados


O uso racional de medicamentos pode ser definido pelo seu recebimento apropriado para cada pessoa, alinhado às suas necessidades, com doses específicas para sua situação e por tempo determinado. Tudo o que foge deste contexto, sejam produtos adulterados, desviados, falsificados, roubados ou comercializados ilegalmente, pode ser classificado como medicamento ilegal. Dessa forma, a falsificação de fármacos tem impactos que podem ir além do prejuízo ao paciente.

Medicamentos falsificados representam um desafio global de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todas as regiões do mundo já registraram notificações de medicamentos fora do padrão ou falsificados, com casos identificados em 137 países. Em um cenário marcado pela globalização, o enfrentamento desse problema se torna ainda mais complexo. Por isso, a conscientização da população tem papel fundamental no combate à falsificação.
As vendas digitais são outro fator que aumenta exponencialmente a comercialização de medicamentos e produtos para saúde ilegais. Sites, redes sociais e plataformas virtuais se tornam pontos de encontro estratégicos que facilitam o contato com contraventores. Assim, essas negociações resultam em prejuízos que atingem diferentes áreas, mas afetam, principalmente, o paciente.

No Dia Mundial de Combate à Falsificação, 08 de junho, a Diretora de Investigação de Segurança da Pfizer para América do Sul, Caroline Gabriel, destaca os riscos que esses fármacos trazem. “É importante reconhecer que medicamentos fora do padrão podem causar reações adversas e efeitos imprevisíveis. As condições inadequadas de produção, armazenamento e transporte aumentam o risco de contaminação por bactérias e outras impurezas desconhecidas. Além disso, esses produtos podem ser completamente diferentes daquilo que o paciente acredita estar consumindo, o que o expõe a sérios riscos à saúde.” explica. “Medicamentos ilegais podem até chamar atenção pelo baixo custo, mas o preço real pode ser muito mais alto: tratamentos comprometidos, atrasos no cuidado médico, riscos à saúde e efeitos imprevisíveis

Além dos danos individuais, a falsificação de medicamentos possui impacto no aumento da demanda por atendimentos e internações. Também compromete a confiança nos tratamentos disponíveis e dificulta ações de saúde pública. Nesse contexto, manter-se informado e saber identificar os sinais de alerta são medidas essenciais de proteção.

Os medicamentos fora do padrão ou falsificados costumam ser difíceis de identificar, justamente porque são planejados para se passarem pelos originais. Estimativas da OMS indicam que 1 em cada 10 medicamentos em circulação em países de baixa e média renda estejam fora do padrão ou falsificados. Medidas como verificar as condições da embalagem, possíveis erros gramaticais ou de ortografia e checar validade e data de fabricação podem ser formas eficazes de fazer essa detecção.

Combater a falsificação é uma tarefa alinhada com a informação e atenção da sociedade. Procurar canais de vendas confiáveis e evitar compras sem procedência segura também ajudam a proteger vidas. 



Pfizer
Para saber mais, acesse: Site Pfizer Brasil, ou siga-nos no LinkedIn, e Instagram.



Nenhum comentário:

Postar um comentário