Centro de Documentação e Memória consolida o equipamento como espaço de produção de conhecimento e pesquisa, além de democratizar o acesso a uma base de dados que ajuda a contar a história dos dez anos da instituição
O Museu do Amanhã, museu público da Prefeitura do Rio de Janeiro
sob gestão do idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, acaba de lançar uma
plataforma online
que amplia o acesso ao conhecimento produzido ao longo de seus dez anos de
trajetória. Batizado de Centro de Documentação e Memória, o portal reúne dados,
conteúdos e registros que dialogam com os temas centrais do museu e suas
investigações sobre o presente e os futuros possíveis.
O acervo digital propõe uma experiência de navegação que conecta o
museu a temas como arquitetura, ciência, cultura e sociedade, dividindo seu
acervo em três grandes eixos: bibliográfico, arquivístico e museológico. Ao
reunir e disponibilizar publicamente informações de pesquisas, exposições e
projetos, a plataforma reforça o papel do Museu do Amanhã como um espaço de
produção e compartilhamento de conhecimento no âmbito nacional e reforça a
natureza do museu em ser um espaço aberto e acessível ao público.
“O Museu do Amanhã nasceu há 10 anos com acervo próprio, que foi
sendo ampliado de forma significativa ao longo dessa década. Agora, com o
lançamento do Centro de Documentação e Memória, temos a oportunidade de ampliar
o acesso a este conteúdo por meio de uma grande base de dados que articula
ciência, arte e tecnologia. Assim, esperamos estimular o público a também
refletir sobre possibilidades de futuros conosco”, explica Cristiano
Vasconcelos.
A proposta da plataforma é estimular não apenas o acesso à informação, mas também a construção de novos sentidos a partir dela — em consonância com a vocação do museu mais visitado da América do Sul —, para pensar e construir possibilidades de futuros.
“A sistematização e disponibilização pública desse acervo é uma etapa importante para consolidar a memória institucional do Museu do Amanhã. A partir do Centro de Documentação, preservamos documentos, obras, registros e conteúdos produzidos ao longo desses dez anos, ao mesmo tempo em que democratizamos o acesso a esse patrimônio, fortalecendo seu potencial de pesquisa, educação e difusão cultural”, diz Tatiana Paz.

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