sexta-feira, 3 de abril de 2026

Radiografia portátil com inteligência artificial acelera diagnóstico e reforça combate à tuberculose

Com apoio da Fujifilm, iniciativas ampliam rastreio e acesso ao diagnóstico em áreas de difícil acesso

 

A tuberculose segue como a principal causa de morte por um único agente infeccioso no mundo. No mais recente relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado no último ano, quase 11 milhões de pessoas adoeceram e mais de um milhão morreram no ano de 2024. No Brasil, foram registrados mais de 85 mil novos casos no mesmo ano, evidenciando o desafio de ampliar o diagnóstico precoce, especialmente em regiões com acesso limitado à saúde. 

Nesse contexto, tecnologias que combinam radiografia portátil e inteligência artificial (IA) ganham relevância ao permitir a realização de exames fora do ambiente hospitalar e acelerar a identificação de casos. Um estudo da Stop TB Partnership, iniciativa global vinculada à ONU e voltada à eliminação da tuberculose até 2030, com apoio da multinacional japonesa no uso do raio-X portátil FUJIFILM FDR Xair, analisou países como Vietnã, Zâmbia e Nigéria e reforça essa necessidade ao evidenciar uma lacuna significativa no diagnóstico global: dos cerca de 10 milhões de pessoas que adoecem, pouco mais de 7 milhões são efetivamente diagnosticadas. 

Na prática, a radiografia portátil integrada à IA amplia o rastreio em campo, permitindo a triagem de centenas de pessoas por dia em comunidades remotas. A tecnologia também contribui para padronizar a leitura dos exames.

No Brasil, soluções desse tipo começam a ganhar espaço em iniciativas voltadas a populações vulneráveis. Uma ação recente de triagem em um presídio no Rio Grande do Sul, realizada pela Fiocruz em parceria com a UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul), utilizou equipamento da Fujifilm para levar exames diretamente ao ambiente prisional. A iniciativa permitiu a testagem de centenas de pessoas em poucos dias e reforçou a importância de tecnologias portáteis para ampliar o acesso ao diagnóstico sem a necessidade de deslocamento dos pacientes. 

De forma mais ampla, essas soluções têm potencial para fortalecer estratégias de saúde pública, especialmente em áreas periféricas e remotas. A IA contribui ao analisar imagens em poucos segundos e indicar sinais compatíveis com tuberculose, aumentando a escala de atendimento e otimizando o trabalho das equipes médicas. Além disso, a portabilidade dos equipamentos ajuda a reduzir riscos de contágio e barreiras de acesso aos exames. 

A Fujifilm, líder mundial em produtos e serviços fotográficos e destaque no segmento de healthcare por meio de equipamentos e soluções de imagem, tem contribuído para o avanço dessas iniciativas ao desenvolver tecnologias que aliam portabilidade, definição e integração com sistemas inteligentes. Pioneira na área, a companhia lançou o primeiro aparelho de raio-X digital em 1983 e, atualmente, oferece equipamentos entre os mais leves e compactos do mercado. Suas soluções combinam alta precisão diagnóstica, redução da dose de radiação e maior eficiência em qualidade de imagem. 

“Em parceria realizadas para ações sociais, em locais de difícil acesso ou regiões remotas, temos utilizado o FDR XAIR, equipamento portátil de cerca de 3,5 kg, que permite a realização de exames em campo e em domicílio. Com operação simplificada e baterias recarregáveis, o sistema pode realizar aproximadamente 100 exames por carga, ampliando a autonomia em regiões com infraestrutura limitada. Além disso, dispensa estruturas complexas de proteção radiológica em determinadas condições, facilitando sua aplicação”, afirma Emerson Stein, Diretor Comercial e de Negócios da Fujifilm no Brasil. 

Ao reduzir barreiras de acesso, essas tecnologias se consolidam como aliadas no enfrentamento da tuberculose, com potencial para fortalecer políticas públicas e ampliar o alcance do diagnóstico no país.
 


FUJIFILM do Brasil Ltda
Quer saber mais visite Fujifilm

 

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