Com apoio da Fujifilm, iniciativas ampliam rastreio e acesso ao diagnóstico em áreas de difícil acesso
A
tuberculose segue como a principal causa de morte por um único agente
infeccioso no mundo. No mais recente relatório da Organização Mundial da Saúde
(OMS), divulgado no último ano, quase 11 milhões de pessoas adoeceram e mais de
um milhão morreram no ano de 2024. No Brasil, foram registrados mais de 85 mil
novos casos no mesmo ano, evidenciando o desafio de ampliar o diagnóstico
precoce, especialmente em regiões com acesso limitado à saúde.
Nesse
contexto, tecnologias que combinam radiografia portátil e inteligência
artificial (IA) ganham relevância ao permitir a realização de exames fora do
ambiente hospitalar e acelerar a identificação de casos. Um estudo da Stop TB
Partnership, iniciativa global vinculada à ONU e voltada à eliminação da
tuberculose até 2030, com apoio da multinacional japonesa no uso do raio-X
portátil FUJIFILM FDR Xair, analisou países como Vietnã, Zâmbia e Nigéria e
reforça essa necessidade ao evidenciar uma lacuna significativa no diagnóstico
global: dos cerca de 10 milhões de pessoas que adoecem, pouco mais de 7 milhões
são efetivamente diagnosticadas.
Na
prática, a radiografia portátil integrada à IA amplia o rastreio em campo,
permitindo a triagem de centenas de pessoas por dia em comunidades remotas. A
tecnologia também contribui para padronizar a leitura dos exames.
No
Brasil, soluções desse tipo começam a ganhar espaço em iniciativas voltadas a
populações vulneráveis. Uma ação recente de triagem em um presídio no Rio
Grande do Sul, realizada pela Fiocruz em parceria com a UNISC (Universidade de
Santa Cruz do Sul), utilizou equipamento da Fujifilm para levar exames
diretamente ao ambiente prisional. A iniciativa permitiu a testagem de centenas
de pessoas em poucos dias e reforçou a importância de tecnologias portáteis
para ampliar o acesso ao diagnóstico sem a necessidade de deslocamento dos
pacientes.
De
forma mais ampla, essas soluções têm potencial para fortalecer estratégias de
saúde pública, especialmente em áreas periféricas e remotas. A IA contribui ao
analisar imagens em poucos segundos e indicar sinais compatíveis com
tuberculose, aumentando a escala de atendimento e otimizando o trabalho das
equipes médicas. Além disso, a portabilidade dos equipamentos ajuda a reduzir
riscos de contágio e barreiras de acesso aos exames.
A
Fujifilm, líder mundial em produtos e serviços fotográficos e destaque no
segmento de healthcare por meio de equipamentos e soluções de imagem, tem
contribuído para o avanço dessas iniciativas ao desenvolver tecnologias que
aliam portabilidade, definição e integração com sistemas inteligentes. Pioneira
na área, a companhia lançou o primeiro aparelho de raio-X digital em 1983 e,
atualmente, oferece equipamentos entre os mais leves e compactos do mercado.
Suas soluções combinam alta precisão diagnóstica, redução da dose de radiação e
maior eficiência em qualidade de imagem.
“Em
parceria realizadas para ações sociais, em locais de difícil acesso ou regiões
remotas, temos utilizado o FDR XAIR, equipamento portátil de cerca de 3,5 kg,
que permite a realização de exames em campo e em domicílio. Com operação
simplificada e baterias recarregáveis, o sistema pode realizar aproximadamente
100 exames por carga, ampliando a autonomia em regiões com infraestrutura
limitada. Além disso, dispensa estruturas complexas de proteção radiológica em
determinadas condições, facilitando sua aplicação”, afirma Emerson Stein,
Diretor Comercial e de Negócios da Fujifilm no Brasil.
Ao
reduzir barreiras de acesso, essas tecnologias se consolidam como aliadas no
enfrentamento da tuberculose, com potencial para fortalecer políticas públicas
e ampliar o alcance do diagnóstico no país.
FUJIFILM do Brasil Ltda
Quer saber mais visite Fujifilm
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