Com avanço do envelhecimento da população e maior acesso à informação, cresce a busca por tratamentos estéticos que ajudam a minimizar os efeitos hormonais na pele
Se
tem uma fase da vida que traz mudanças silenciosas, e muitas vezes inesperadas
para a pele, é a perimenopausa e a menopausa. O que antes funcionava na rotina
de cuidados já não entrega os mesmos resultados, e sinais como ressecamento,
perda de firmeza e manchas começam a aparecer com mais frequência.
A
explicação está nos hormônios. Com a queda do estrogênio, a pele perde
colágeno, fica mais fina e tem mais dificuldade de reter água. O resultado é
uma pele mais sensível, menos viçosa e que exige novos cuidados. Não apenas no
rosto, mas também no corpo, onde a flacidez, o ressecamento e a perda de
elasticidade se tornam mais evidentes.
Ao
mesmo tempo, cresce o interesse por soluções que ajudem a manter a qualidade da
pele e o bem-estar nessa fase da vida. Esse movimento acompanha uma mudança
maior no comportamento feminino. Segundo o IBGE, o Brasil já soma cerca de 59
milhões de pessoas com mais de 50 anos, um público cada vez mais ativo,
informado e disposto a investir em saúde, autoestima e qualidade de vida. Não
por acaso, avança a chamada “economia da longevidade”, que inclui cuidados
estéticos e corporais.
Na
prática, isso significa que a rotina precisa mudar e começar pelo básico.
“Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais.
Nessa fase, a pele perde capacidade de retenção de água e fica mais suscetível
a danos externos, então reforçar a barreira cutânea é prioridade”, explica o
responsável técnico da Royal Face, Dr. Killian Cristoff.
Esse
cuidado deve se estender também ao corpo, com o uso de hidratantes mais
potentes, estímulo à circulação e tratamentos que ajudem a manter a firmeza e a
textura da pele em regiões como braços, abdômen e colo, áreas que também sofrem
com as alterações hormonais.
Outro
ponto importante é rever os produtos usados. Fórmulas muito agressivas tendem a
sensibilizar ainda mais a pele, enquanto ativos hidratantes e regeneradores
passam a fazer mais sentido. “A rotina passa a ser mais voltada à reparação e à
manutenção da estrutura da pele, com antioxidantes, estimuladores de colágeno,
hidratantes e fotoproteção”, orienta o especialista.
Esse
novo olhar sobre o cuidado acompanha o crescimento do setor de estética, um dos
mais fortes no Brasil. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica
Estética (ISAPS), o país está entre os líderes globais em procedimentos
estéticos, com destaque para técnicas não cirúrgicas, como toxina botulínica e
preenchimentos.
Mas,
diferente de anos atrás, o objetivo mudou. “Hoje, as pacientes buscam melhora
da qualidade da pele e não transformação facial. Naturalidade é um dos
principais critérios de sucesso”, destaca.
Entre
os tratamentos mais procurados nessa fase, tanto para o corpo quanto para o
rosto, estão os bioestimuladores de colágeno (que ajudam a recuperar a firmeza
da pele ao estimular a produção natural dessa proteína); os skinboosters
(indicados para hidratação profunda e melhora da qualidade da pele); além de
tecnologias como ultrassom micro focado, que atua na flacidez e ajudam a dar
mais sustentação aos tecidos.
“Para
melhores resultados, o mais indicado é combinar técnicas diferentes, que atuam
em camadas e funções distintas da pele, proporcionando resultados progressivos
e mais duradouros”, explica.
No
caso do corpo, tecnologias e protocolos integrados, como o Royal Elegance da Royal
Face, são utilizados para valorizar a beleza natural das pernas e minimizar
efeitos de gorduras localizadas e celulites. O resultado é a melhora da
firmeza, qualidade da pele e preservação do contorno corporal ao longo do
tempo, especialmente em regiões mais suscetíveis à flacidez.
Com
mais informação, as mulheres também chegam mais conscientes aos consultórios e
com expectativas diferentes. A busca agora é por resultados sutis, progressivos
e que respeitem a individualidade de cada rosto e corpo.
Além
disso, o autocuidado deixou de ser visto apenas como estética e passou a ocupar
um lugar importante na saúde emocional e na qualidade de vida. Nesse cenário, a
prevenção ganha força. Cada vez mais mulheres começam a cuidar da pele antes
mesmo da menopausa, apostando em protocolos que ajudam a preservar a firmeza e
a hidratação ao longo do tempo.
Na
Royal Face, essa abordagem inclui desde o uso preventivo de toxina botulínica
até bioestimuladores de colágeno, skinboosters e tratamentos de hidratação
profunda, sempre adaptados às necessidades de cada paciente.
E,
mais do que um cuidado pontual, a lógica agora é de continuidade. “O
envelhecimento é um processo contínuo, então o tratamento também deve ser. O
acompanhamento permite ajustar protocolos e manter resultados naturais ao longo
do tempo”, conclui o Dr. Killian.
Royal Face

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