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Especialista da
Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) explica como técnicas
modernas ajudam a prevenir sinais do envelhecimento e melhorar a qualidade da
pele
A busca por procedimentos estéticos menos invasivos cresceu nos últimos anos, impulsionada pelo interesse por tratamentos que combinam saúde da pele e resultados naturais. Nesse contexto, a cosmiatria, subespecialidade da dermatologia voltada aos cuidados estéticos, atua na prevenção e no tratamento da pele, dos cabelos e das unhas por meio de técnicas pouco invasivas e tecnologias cada vez mais avançadas.
A cosmiatria contribui para a manutenção de uma pele saudável e
com aspecto jovial a partir de avaliações individualizadas, além de orientações
sobre rotina de cuidados e uso de produtos que favorecem resultados
equilibrados.
A Dra. Vanessa Mussupapo, especialista em tratamentos estéticos e
de cosmiatria e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
(SBCD), explica que as avaliações levam em consideração o histórico clínico, as
características da pele, os hábitos de vida e as necessidades específicas de
cada paciente.
“De forma simples, a cosmiatria funciona como uma ponte entre a
dermatologia e a estética. A área atua na prevenção e na manutenção da saúde da
pele, avaliando sinais como manchas, rugas e outras alterações que surgem ao
longo do tempo, com a indicação de procedimentos que priorizam resultados naturais”,
afirma.
Tecnologia como aliada
Entre os recursos utilizados estão toxina botulínica, laser,
radiofrequência, ultrassom microfocado, peeling químico e microagulhamento,
técnicas que ajudam na prevenção do envelhecimento da pele e na melhora de rugas,
manchas e textura. Esses procedimentos estimulam a renovação celular e a
produção de colágeno, importantes para manter firmeza e vitalidade.
Outros tratamentos, como preenchimento facial e criolipólise,
também podem ser indicados em alguns casos, em contribuição para a melhora do
contorno e da aparência.
“Pacientes que desejam tratar manchas, rugas, flacidez, cicatrizes
ou alterações na textura da pele com procedimentos menos invasivos podem se
beneficiar dessas técnicas. O objetivo é preservar a qualidade da pele ao longo
do tempo e suavizar os sinais do envelhecimento de forma equilibrada”, destaca
a especialista.
A cosmiatria, também chamada por alguns profissionais de estética
regenerativa, utiliza procedimentos avançados, porém não cirúrgicos, que podem
combinar tecnologias dermatológicas, dermocosméticos e técnicas injetáveis.
A especialista reforça ainda a importância de procurar
profissionais habilitados. “Um médico qualificado avalia o histórico do
paciente e indica tratamentos que preservem a saúde da pele e valorizem a
naturalidade”, conclui.
Como escolher um médico habilitado
A SBCD ressalta a importância da população buscar um profissional
habilitado para acompanhamento, diagnóstico e tratamento. Para isso, é
fundamental verificar se o médico possui o Registro de Qualificação de
Especialista (RQE), qualificação atestada pelo Conselho Regional de Medicina
(CRM).
A consulta é simples e pode ser feita a partir do nome do
profissional no site do Conselho Federal de Medicina (CFM). Clique aqui.
Esse cuidado na
escolha ajuda a evitar atendimentos inadequados por profissionais não
habilitados e garante mais segurança ao paciente.
Sociedade
Brasileira de Cirurgia Dermatológica - SBCD
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