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| Getty Images CO ASSESSORIA |
No Dia Mundial da Obesidade, especialistas explicam que metabolismo e estrutura dérmica são processos distintos
No Dia Mundial da
Obesidade, celebrado em 4 de março, o foco costuma estar na balança e nos
impactos metabólicos do excesso de peso. Mas existe uma diferença pouco
explorada nas narrativas de transformação corporal. Emagrecer é um processo
metabólico. Firmeza da pele é uma questão estrutural. Quando essas duas
dimensões são confundidas, a frustração aparece.
A perda de gordura ocorre por
reorganização hormonal, déficit calórico e adaptação metabólica. A flacidez, por
outro lado, está ligada à qualidade do colágeno e à capacidade de retração da
pele. Após grandes perdas de peso, especialmente quando rápidas, é comum que a
pele não acompanhe a nova composição corporal. Isso não indica falha no
emagrecimento, mas uma consequência previsível do limite de elasticidade do
tecido.
Segundo a médica Gina
Matzenbacher, perder peso não significa recuperar automaticamente a firmeza da
pele. “São mecanismos diferentes do corpo. A gordura diminui por estímulo
metabólico. Já a sustentação depende da estrutura dérmica, que precisa ser
estimulada de outra forma”, explica. É nesse ponto que entram tecnologias
voltadas ao estímulo de colágeno, como o Harmonize Gold, cuja proposta é
fortalecer a base da pele de forma progressiva, e não atuar na queima de
gordura.
A diferença pode parecer sutil,
mas muda a expectativa. Procedimentos estruturais podem melhorar textura e
contorno, mas não representam emagrecimento adicional. Quando essa distinção é
compreendida, a estética deixa de ser extensão da dieta e passa a ser
estratégia complementar.
No contexto do Dia Mundial da
Obesidade, separar metabolismo de estrutura é fundamental. Emagrecer transforma
o corpo. Reconstruir firmeza é outro processo. Confundir os dois gera
expectativa irreal. Entender essa diferença permite decisões mais técnicas e
resultados mais alinhados à biologia.

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