Especialista alerta que exames simples são fundamentais para
detectar precocemente a doença renal crônica, que pode exigir procedimento de
diálise para filtragem do sangue
O Dia Mundial do Rim, 12 de março, reforça a importância do acompanhamento médico para identifica alterações que podem levar à falência do órgão. Geralmente, assintomática no início, a doença renal crônica (DRG) causa a perda lenta, progressiva e irreversível da função dos rins. O diagnóstico requer atenção com exames de rotina.
A diretora do Serviço de Nefrologia do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Dra. Melissa Pinheiro, explica o porquê da dificuldade da detecção dos sinais da doença pelo paciente. “A doença renal crônica começa a apresentar algum sintoma quando está em estágios mais avançados”, afirma.
Com o agravamento da doença, surgem os sintomas: presença de espuma na urina, inchaço nas pernas, falta de ar, falta de apetite e fadiga.
Auxiliam na identificação precoce de alterações no funcionamento dos rins exames simples, como: de urina e dosagem de creatinina no sangue. O ideal é realizar as análises laboratoriais anualmente. A identificação da doença renal crônica em estágios iniciais permite controlar fatores de risco e evitar a progressão do problema para estágios mais graves, que podem exigir diálise ou até transplante renal.
A prevenção da doença renal está diretamente ligada à adoção de hábitos saudáveis. Por isso, a nefrologista do HSPE, Dr. Melissa indica a adoção dos seguintes hábitos:
- Praticar
atividade física regularmente;
- Controlar
a pressão arterial;
- Manter
o diabetes sob controle;
- Parar
de fumar, no caso de pessoas tabagistas;
·
Adotar uma alimentação equilibrada, com
redução do consumo de sal, menor ingestão de alimentos ultra processados e
melhora no consumo de frutas e legumes.
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