terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Lendico oferece dicas para não se atrapalhar com as despesas do início do ano

Se atrapalhar com as despesas deste período é normal, mas existem alternativas fáceis para fugir do endividamento


Começo de ano, a época do sufoco para muitos cidadãos: IPTU, IPVA, contas de água, luz, telefone, cartão de crédito acima da média com as despesas do final do ano, para os pais, matricula e material escolar, e mais. Mas, o que fazer nessa hora para fugir do endividamento? Marcelo Ciampolini, fundador da Lendico Brasil, uma plataforma inovadora de intermediação para empréstimos pessoais com as melhores taxas do mercado, oferece seis dicas simples para esse início de ano.


1. Planejamento

A palavra que define a rotina de alguém que possui uma saúde financeira estável é planejamento.  Quem não se organiza já está atrasado e pode perder dinheiro em gastos aleatórios e supérfluos. Por isso, a principal dica é: planejamento.  Uma planilha de controle de gastos é um ótimo começo e pode trazer melhorias a curto prazo para sua saúde financeira. Alternativamente, hoje já existem aplicativos para smartphone que fazem esse trabalho no mercado.


2. Priorização

Quando colocar todas as contas fixas no papel, a prioridade de quem deseja se organizar melhor deverá ser com os gastos que envolvam moradia – como IPTU, aluguel, condomínio, água, luz, gás. Priorizar essas despesas é o segundo passo para não deixar as contas virarem uma bola de neve.


3.  Cuidado com o cartão de crédito

É muito importante não aumentar ainda mais uma dívida. Se a causa vem do cartão de crédito, é importante parar de gastar o limite. Caso contrário, a situação ficará fora do controle, fazendo com que a dívida cresça e se torne quase impossível de eliminar. Além disso, os juros do cartão de crédito são os mais altos do País, chegando a mais de 400% ao ano, de acordo com dados do Banco Central, de dezembro de 2015.


4. Não acredite no cheque especial

Ainda de acordo com o Banco Central, os juros do cheque especial podem chegar a mais de 284,8% ao ano , o que pode ser uma cilada para quem não consegue se planejar. Esse tipo de linha de crédito só deve ser usada quando se tem a certeza de pagamento em curto prazo.


5. 13° salário como aliado

Para aqueles que contam com o 13° para dar um fomento na renda do último trimestre, usar o valor recebido com sabedoria é fundamental. Nada de gastar com as compras do final do ano, viagens, etc. O ideal é usar a quantia com parcimônia e, de preferência, para quitar a despesa que tenha os juros mais altos, como a do crédito rotativo ou cheque especial.


6. Transferir a dívida pode?

Transferência de dívida é uma troca em que é possível substituir uma parcela mais alta por outra menor. Faz sentido quando a dívida já existente possui juros elevados – como na maioria dos casos. Nessas situações, a alternativa é útil, pois consegue diminuir significativamente os custos fixos. Uma maneira de se conseguir pode ser por meio de um empréstimo, onde o valor tomado consiga amortizar ou liquidar a conta.

 

Marcelo Ciampolini - Formado em Engenharia Naval pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Marcelo iniciou sua carreira no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Em seguida, já no mercado financeiro, passou pelo Private Bank do Banco Espirito Santo na Suiça, Asset management do Santander Brasil e tesouraria do Banco BNP Paribas Brasil, de onde saiu em 2013 para empreender no mercado de fintech. No início de 2014, fundou a Lendico Brasil, plataforma online para empréstimo pessoal.


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