sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Agilidade na identificação dos sinais é determinante para evitar complicações do AVC

• Pessoas que sofrem um acidente vascular cerebral (AVC) podem perder até 2 milhões de neurônios por minuto

• Para conscientizar a população sobre o tema, o Einstein lança, no Dia Mundial de Combate ao AVC 2021, a campanha digital "Minutos podem salvar vidas", uma colaboração com a World Stroke Organization (Organização Mundial de AVC)

 

Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda maior causa de morte e a primeira de incapacidade no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. A agilidade na identificação dos sintomas pode ter papel decidivo para a prevenção dessas complicações. Pensando nisso, o Einstein lança, no Dia Mundial de Combate ao AVC (26/10), a campanha "Minutos podem salvar vidas", para conscientizar as pessoas sobre a importância do tema.

A iniciativa se dá na veiculação de um vídeo com o ator Cassio Scapin, em que interpreta um espantalho, personagem que sempre sonhou em ter um cérebro e ajuda a conscientizar que temos que cuidar do órgão central do nosso sistema nervoso. O vídeo está disponível no canal do YouTube do Einstein, e será veiculado também no Facebook e Instagram da instituição. Além disso, uma versão reduzida será transmitida em canais de TV, como CNN, Discovery e GloboNews.


Cada minuto conta

Existem dois tipos de AVC: o isquêmico, mais comum, que acontece por conta da obstrução de uma artéria intracraniana, provocando falta de oxigenação na região; e o hemorrágico, que decorre do rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. A doença pode acometer pessoas em todas as idades, sendo o maior fator de risco para ambos os subtipos a hipertensão arterial.

De acordo com Dra. Gisele Sampaio, médica neurologista e pesquisadora clínica no Einstein, "reconhecer rapidamente os sinais do AVC é essencial para que o paciente receba o tratamento adequado com urgência". Isso porque pessoas que sofrem um AVC podem perder até 2 milhões de neurônios por minuto - ou seja, quanto maior a demora para o diagnóstico, maior a chance do paciente desenvolver complicações como paralisias, problemas de visão, memória e fala.

Dormência súbita ou fraqueza do rosto, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo, são os principais sintomas do AVC. "Pode ocorrer dificuldade para falar, entender e andar, além de tontura, perda de equilíbrio ou coordenação. Também pode haver dor de cabeça súbita e intensa sem causa conhecida e problemas súbitos de visão, como não conseguir enxergar em um ou ambos os olhos", explica a médica.

Caso haja a suspeita de um AVC, o teste SAMU poderá ajudar a identificar os sinais:

• Sorriso - peça para a pessoa sorrir. Veja se um lado do rosto não mexe;

• Abraço - veja se a pessoa consegue elevar os dois braços como se fosse abraçar ou se um membro não se move;

• Música - veja se ela repete o trecho de uma música ou se enrola as palavras;

• Urgente - chame uma ambulância ou vá a um pronto atendimento especializado.

No Einstein, as Unidades de Pronto Atendimento estão preparadas para receber o paciente com AVC, dispondo de equipes treinadas e estrutura especializada para o tratamento e continuidade do cuidado. Além disso, equipamentos de última geração e equipe especializada em neurorradiologia amparam essas unidades. O Einstein é um centro certificado pela World Stroke Organization como Centro Avançado de Atendimento ao AVC, tendo sido o primeiro hospital na América Latina a receber a certificação.

Para mais informações sobre a doença, acesse aqui.


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