Instaladas
nos centros econômico e político do país, as Árvores de Luz são ativadas e
ampliam sua luminosidade com base nas interações feitas nas redes sociais
O
céu das capitais paulista e federal serão iluminados por uma Árvore de Luz,
concebida pelo diretor artístico Marcello Dantas, de 18 de dezembro a 09 de
janeiro. As instalações compostas por poderosos canhões de luz Xenon, capazes
de alcançar as nuvens, serão colocadas nos topos dos prédios do Banco do Brasil
(patrocinador da ação), em Brasília, no Edifício Banco do Brasil e, em São
Paulo, no Edifício Ansanah, na Avenida Paulista.
Podendo
alcançar até cinco quilômetros de altura, a Árvore de Luz ficará cada dia mais
iluminada, proporcional ao número de interações feitas e monitoradas nas redes
sociais, com uso de hashtags de desejos de felicidade e prosperidade. Um
aplicativo permitirá o acompanhamento do dia a dia da árvore, a visualização
das mensagens que foram responsáveis pela ampliação da luz, captada nas redes
sociais, e a interação para o envio o envio de mensagens com a #ÁrvoredeLuzBB .
A
ideia surgiu da vontade de criar um projeto capaz de evidenciar a forma
interativa como as pessoas desejam coisas boas, umas às outras, nesta época do
ano. “Os sentimentos de união e confraternização são muito celebrados no final
do ano e essa enorme instalação representa e traduz em tempo real, de forma
clara e dinâmica, essas trocas de mensagens realizadas no campo virtual”,
afirma o diretor artístico e designer, Marcello Dantas.
Aos
poucos, o que só pode ser visto pela vizinhança, será visto pela cidade toda
até chegar a sua forma final, na noite de Natal! A Árvore de Luz não é somente
uma maneira de nos lembrar o que o Natal representa, mas carrega em seus raios
luminosos o desejo de paz, amor e prosperidade compartilhado por todos.
“Esse
projeto traduz a essência do Banco do Brasil: é inovador, interativo,
tecnológico. A ideia é usar a tecnologia para conectar e emocionar as pessoas.
É um efeito multiplicador: quanto mais as pessoas se engajarem, mais grandiosa
a árvore vai ficar. É o nosso jeito de comemorar a passagem de ano com nossos
clientes e sociedade, e desejar a todos um ótimo 2017”, afirmou o diretor de
Marketing e Comunicação Alexandre Alves.
Árvore
de Luz – Patrocínio Banco do Brasil
De
18 de dezembro de 2016 a 09 de janeiro de 2017
Instagram:
@bancodobrasil
Facebook:
Banco do Brasil
Brasília
Edifício Banco do Brasil
SAUN Quadra 5
São
Paulo
Edifício Ansarah
Avenida Paulista, 2163
Sobre
Marcello Dantas
Curador, Produtor e Diretor Artístico responsável
por algumas das maiores intervenções públicas no espaço urbano do Brasil. Entre
elas estão as Obras de Arte pública do Oir - Outras idéias pro Rio, a Roda
Gigante do Forte de Copacabana, As intervenções dos Arcos da Lapa com Brian
Eno, As projeções de Ryoiji Ikeda no Arpoador no Rio, as intervenções de Luz
durante a Copa do Mundo de 2010 em 10 cidades Brasileiras. As projeções de
Jenny Holzer no RIo de Janeiro. A Bienal de Arte pública em Vancouver, entre
muitos outros.
Marcello Dantas é um criador multidisciplinar com
ampla atividade no Brasil e em outros países. Trabalha na fronteira entre a
arte e a tecnologia, produzindo exposições e projetos de museus que buscam
criar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Foi diretor
artístico de vários museus, no Brasil e exterior, entre os quais o Museu da
Língua Portuguesa em São Paulo, o Museu do Homem Americano, na Serra da
Capivara em São Raimundo Nonato, no Piauí, Museu do Caribe na Colômbia, o
Ethnologisches Museum, em Berlim e a Fundación Telefónica em Buenos Aires.
Dirigiu a produção, entre outras, das exposições Antes — Histórias da Pré
História e Arte da África (Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB), Invento —
As Revoluções que nos inventaram e Água na Oca, ambas realizadas na Oca –
Parque Ibirapuera, São Paulo. Como curador de exposições de arte, criou mostras
de Bill Viola, Tunga, Peter Greenaway, Jenny Holzer, Antony Gormley, Rebecca
Horn, Anish Kapoor, entre outros. Foi o diretor Artistíco do Pavilhão do Brasil
na Expo Shanghai 2010, e do Pavilhão do Brasil na Rio+20. É o criador do
plataforma de Arte Pública Oir no Rio de Janeiro desde 2012. Dantas é também
diretor de documentários — tem formação em Cinema, Televisão e Telecomunicações
Interativas pela New York University.
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