sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Como as empresas podem atuar no combate à violência contra a mulher

 Trabalhar a educação e a conscientização para o tema, criar espaços de apoio e acolhimento, são algumas das estratégias que o mundo corporativo pode lançar mão em favor das mulheres


A violência contra a mulher é uma questão global que afeta mulheres de todas as idades, classes sociais e etnias e precisa ser combatida a partir de um esforço comum de toda a sociedade. Seja física, psicológica, sexual ou patrimonial a violência contra a mulher é uma violação dos direitos humanos e da dignidade da pessoa humana, e tem consequências físicas, psicológicas e sociais graves para as mulheres, podendo levar à morte, ao isolamento, à depressão e em muitos casos, à morte. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), só no primeiro semestre de 2023 foram registrados 722 feminicídios no país. 

Para combater a violência contra a mulher, é preciso conscientizar a sociedade sobre o problema e promover ações de prevenção e proteção às mulheres, como o fortalecimento das leis e políticas públicas de proteção às mulheres, o fortalecimento da autonomia das mulheres, a promoção da igualdade de gênero, além da criação de espaços seguros para mulheres vítimas de violência, entre outros. 

Os ambientes corporativos, cada dia mais compostos pela força de trabalho feminina também devem atuar ativamente sobre a questão e vem criando espaços, ações e projetos específicos para o tema. 

No Grupo Sabin, empresa fundada por duas determinadas mulheres e com sua força de trabalho composta 77% por mulheres, o tema vem sendo alvo de uma série de ações, como explica a Diretora de Administração e Pessoas, Marly Vidal, “como uma empresa de alma feminina, as questões relativas à mulher são fundamentais para nós. Temos uma Cartilha de Enfrentamento à Violência contra Mulher, com um conteúdo detalhado sobre o tema, dirigida inclusive aos homens, na medida em que os conscientiza sobre como se relacionar de maneira respeitosa com as mulheres em sua vida pessoal e profissional. Além disso promovemos debates e a conscientização sobre os temas relacionados a relacionamentos abusivos, além de estimularmos que as mulheres denunciem qualquer situação de violência”, explica dela. 

Os homens também são foco das ações contra a violência contra a mulher, campanhas como a “Sou Sabin, Sou Mulher” com foco no fortalecimento do movimento de igualdade de gênero e pluralidade feminina são realizadas periodicamente, onde eles são motivados a serem exemplos e a lutarem pelo fim da violência contra mulher, não fortalecendo preconceitos com falas machistas, reconhecendo e renunciando privilégios e exercendo uma paternidade responsável.

“Nossas lideranças também são capacidades para ter condições de lidar com quaisquer situações relacionadas a violência e sensibilizadas para acolher e subsidiar suas equipes sobre o tema. Entendemos que é parte do nosso propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas, atuar ativamente sobre a violência contra a mulher e trabalhamos com foco no aprendizado, diálogo e prevenção”, conclui Vidal.
 



Grupo Sabin 
Para conhecer mais sobre o Grupo Sabin, acesse o site da companhia
LinkedIn


Nenhum comentário:

Postar um comentário