segunda-feira, 28 de agosto de 2017

QUEM PARA DE FUMAR TEM BENEFICIOS JÁ NO PRIMEIRO DIA LONGE DO CIGARRO



Apesar da queda do número de fumantes, segundo último levantamento do Ministério da Saúde 10,8% da população ainda faz uso do cigarro no Brasil. No Dia Nacional de Combate ao Fumo (29), médicos alertam sobre a importância de deixar o cigarro para melhorar a qualidade de vida


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo. Muita gente sabe que fumar provoca câncer, doenças cardiovasculares, respiratórias e outras doenças que atrapalham o funcionamento adequado do organismo, mas vale aproveitar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, data lembrada no dia 29 de agosto, para conhecer os benefícios que é possível obter já após as primeiras horas sem tragadas.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a qualidade de vida do paciente melhora até mesmo para quem já sofre uma doença em decorrência do cigarro, como enfisema pulmonar. Para se ter ideia, após 20 minutos sem contato com o cigarro, a pressão sanguínea volta ao normal. Duas horas depois, a nicotina já não está mais no sangue. Após oito horas, o nível de oxigênio no sangue é normalizado. E a interrupção do fumo por um ano reduz o risco de morte por infarto do miocárdio pela metade.

Para o pneumologista Osmar Pedro, da rede de centros médicos dr.consulta, o paciente precisa ter em mente que deixar de fumar só vai trazer benefícios. “Fumar provoca maior risco de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, osteoporose, além de trazer muitos outros problemas para o funcionamento do corpo”, destaca.


Prejuízos na fertilidade para as mulheres

Outros dados divulgados pelo Inca confirmam que mulheres fumantes que não usam métodos contraceptivos hormonais reduzem a taxa de fertilidade de 75% para 57%. O motivo é o efeito causado pela concentração de nicotina no fluído folicular do ovário. Já as mulheres que fumam antes da gravidez têm duas vezes mais probabilidade de atraso na concepção e, aproximadamente, 30% mais chances de serem inférteis. 

Osmar Pedro, que é especialista formado pelo Instituto do Coração (Incor), salienta que o tabagismo aumenta o risco de abortamento, má formação e doenças respiratórias futuras para o bebê. A mulher tabagista que pretende engravidar deve buscar ajuda profissional para cessar completamente o uso do tabaco.




 dr.consulta 




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