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domingo, 24 de maio de 2026

"Adotei um pet, e agora?" Boehringer Ingelheim traz dicas para tutores no Dia da Adoção

Especialista compartilha as primeiras e mais importantes dicas para garantir a saúde e a adaptação do seu novo companheiro 


No dia 25 de maio, celebra-se o Dia Nacional da Adoção, e a Boehringer Ingelheim, farmacêutica multinacional referência em medicamentos para humanos e animais, preparou algumas dicas para quem acaba de receber de braços abertos um novo amigo de quatro patas. Abrir as portas da casa e do coração para um novo pet é um gesto que transforma vidas, tanto a do animal quanto a da família que o acolhe. Cada adoção não é apenas um ato de amor, mas uma chance real de um futuro melhor para animais que muitas vezes enfrentaram o abandono. 

Mariana Silva, consultora técnica da Boehringer Ingelheim, responde à pergunta que muitos novos tutores fazem: ‘Adotei um pet, e agora?’. "A chegada de um novo pet é um momento de grande alegria, mas também de novas responsabilidades. Saber quais são os primeiros passos é crucial para garantir uma adaptação tranquila e um futuro saudável", afirma a especialista. Ela acrescenta que "cuidar bem desde o início é um grande presente e ato de amor que podemos dar a esses animais." 

Aqui estão as principais dicas para quem acabou de adotar, segundo a especialista:


Mantenha o Médico-Veterinário como seu maior aliado: Leve seu novo companheiro para um check-up completo o mais rápido possível. O profissional irá avaliar a saúde geral, orientar sobre o protocolo de vacinação e vermifugação, controle de parasitas, alimentação adequada e esclarecerá todas as suas dúvidas específicas. Além disso, crie uma rotina de acompanhamento profissional a longo prazo. Existem muitas doenças que podem acometer o animal de forma silenciosa e que são de difícil identificação para o tutor a olho nu.
 

Ofereça uma alimentação e hidratação de qualidade: Escolha uma ração adequada à idade, porte e necessidades do seu pet para garantir uma nutrição balanceada, essencial para ossos, músculos e sistema imunológico. Se necessário, busque seu médico veterinário para orientações. E não se esqueça da água! Alguns pets preferem beber em potes de cerâmica ou inox, ou até em fontes, devido ao cheiro ou à temperatura. Teste o que ele melhor se adapta.


Inicie a socialização, mas sem pressa: Com calma e paciência, comece a expor seu pet a novos ambientes, sons, pessoas e, sob supervisão e segurança, a outros animais. Lembre-se: evite apresentar tudo de uma vez. A chegada a uma casa nova, a interação com muitas pessoas ou outros pets de forma abrupta pode gerar estresse ao animal. Vá em etapas, respeitando o tempo de adaptação dele.
 

Crie um refúgio seguro e acolhedor: Reserve um local tranquilo na casa onde seu pet possa se sentir protegido e descansar. Um cantinho com uma cama macia, potes de água e comida e alguns brinquedos é ideal. Para ajudar na adaptação e reduzir a ansiedade, coloque uma peça de roupa sua usada (com seu cheiro) perto de onde ele dorme.


Estabeleça micro-rotinas previsíveis: Defina horários fixos para alimentação, passeios e brincadeiras. A previsibilidade ajudo o pet a entender as regras da casa, facilitando o adestramento e reduzindo a ansiedade durante o período de adaptação.


Garanta a segurança desde o primeiro dia: Mesmo dentro de casa, é fundamental que seu cão use uma coleira com uma etiqueta de identificação contendo seu nome e telefone de contato. Isso é uma medida de segurança simples, mas vital, caso ele se perca. Para os gatos, caso vivam em apartamento, a rede de proteção em rotas de fuga, como varandas e janelas, é essencial. Para uma segurança ainda maior, a microchipagem é uma excelente opção de identificação permanente e complementar que aumenta significativamente as chances de reencontro.

"Nesta data especial, é fundamental reforçar a importância da adoção responsável dos pets. Os primeiros cuidados são a base para uma vida longa e feliz ao lado do novo companheiro. Lembre-se, o médico-veterinário é seu maior parceiro nessa jornada", conclui Mariana.


Colesterol elevado em cães e gatos pode revelar doenças ocultas

Condição muitas vezes silenciosa geralmente está associada a diabetes, hipotireoidismo e obesidade 

 

Durante muito tempo, o colesterol foi tratado como um marcador quase exclusivo da saúde humana. O que poucos responsáveis sabem é que cães e gatos também podem apresentar alterações nos níveis de colesterol e, embora as consequências sejam diferentes, o alerta clínico é igualmente relevante.

Na medicina veterinária, o aumento do colesterol no sangue é chamado de hipercolesterolemia e a principal diferença é que, nos pets, essa alteração raramente está associada à aterosclerose clinicamente significativa, sendo eventos cardiovasculares, como infarto, extremamente incomuns na rotina clínica de cães e gatos. “O colesterol elevado nesses animais geralmente é secundário a outras doenças. Ele não é o problema principal, mas um indicativo importante que precisa ser investigado com atenção”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah Ramalho.


Como o colesterol atua no organismo dos pets

O colesterol é uma gordura essencial para o organismo, presente em todas as células, que participa da produção de hormônios, da síntese de vitamina D e da formação das membranas celulares. No sangue, é transportado por lipoproteínas como LDL e HDL, conhecidas, respectivamente, como “colesterol ruim” e “colesterol bom” na medicina humana.

Em cães e gatos, essa classificação existe do ponto de vista bioquímico, mas seu impacto clínico é diferente. “Os animais apresentam menor predisposição à formação de placas ateroscleróticas, em parte devido à predominância de HDL e diferenças no metabolismo lipídico, o que torna eventos cardiovasculares extremamente raros”, reforça a veterinária.


Principais causas e sinais de alerta

A hipercolesterolemia pode ser primária, mais rara e geralmente de origem genética, ou secundária, sendo esta a forma mais comum na rotina clínica. Entre as principais causas estão hipotireoidismo (principalmente em cães), diabetes mellitus, hipercortisolismo (síndrome de Cushing), doenças hepatobiliares (como colestase), pancreatite, obesidade e dietas inadequadas. Em gatos, a hipercolesterolemia é menos comum como achado isolado, estando frequentemente associada a doenças como diabetes mellitus, lipidose hepática e colestase.

Na maioria dos casos, a alteração não provoca sinais clínicos evidentes, o que torna o diagnóstico ainda mais desafiador. Quando presentes, podem incluir alterações oculares, como lipemia retiniana, e, raramente, xantomas cutâneos; além disso, a hiperlipidemia pode atuar como fator predisponente para pancreatite, especialmente em cães. “O grande risco não está apenas no colesterol em si, mas nas doenças que ele pode estar sinalizando”, destaca Farah.


Diagnóstico e opções de tratamento

O diagnóstico é realizado por meio de dosagem sérica de colesterol, preferencialmente após jejum adequado (8–12 horas), podendo ser complementado pela avaliação de triglicerídeos. A interpretação dos resultados deve sempre considerar o histórico, a espécie e o estado geral do animal.

O tratamento depende da causa. Quando o colesterol elevado é secundário, o foco está no controle da doença de base, aliado a ajustes nutricionais e ao controle de peso. Podem ser indicadas terapias farmacológicas em casos persistentes ou quando há risco clínico associado, como a ezetimiba, que atua reduzindo a absorção intestinal de colesterol, diminuindo sua entrada na circulação. Já o bezafibrato, da classe dos fibratos, age no metabolismo hepático, reduzindo triglicerídeos e auxiliando no equilíbrio do perfil lipídico.

“A escolha do tratamento depende do tipo de alteração apresentada. Há casos em que o colesterol está elevado, outros em que o principal problema são os triglicerídeos, e isso muda completamente a estratégia terapêutica”, explica Farah.

A possibilidade de manipulação veterinária desses ativos permite ajustar doses e formas farmacêuticas ao perfil do animal, aumentando a adesão ao tratamento, especialmente em casos que exigem acompanhamento prolongado. “Medicamentos manipulados em forma de biscoito ou molho, em sabores como picanha, bacon e frango, por exemplo, são mais atrativos para os animais, o que facilita a administração”, comenta a veterinária.


Prevenção e acompanhamento fazem a diferença

A principal estratégia para evitar complicações é o acompanhamento veterinário regular. Exames periódicos permitem identificar alterações precocemente, especialmente em pacientes com fatores de risco metabólicos ou doenças endócrinas, e iniciar intervenções antes que o quadro evolua. Além disso, manter uma alimentação equilibrada, evitar excessos e estimular hábitos saudáveis são medidas fundamentais para preservar a saúde metabólica dos pets.

“Assim como nos humanos, o colesterol elevado pode ser silencioso, mas nunca irrelevante. Ele sempre indica que algo precisa ser investigado”, conclui a veterinária. Mais do que um dado laboratorial, o colesterol passa a ser interpretado como um marcador importante da saúde metabólica dos animais e um aliado no diagnóstico precoce de doenças que podem impactar diretamente sua qualidade de vida e longevidade.



DrogaVET
www.drogavet.com.br


Avanço da longevidade animal muda rotina da medicina veterinária no Brasil




Foto: @neymar @vinijr @endrik
Créditos: @hi_candida
CO - Assessoria 

Com o aumento da expectativa de vida de cães e gatos no Brasil, médicos-veterinários têm observado um crescimento significativo no número de diagnósticos de doenças crônicas em pets. Problemas ortopédicos, neurológicos, renais e metabólicos passaram a fazer parte da rotina clínica, exigindo acompanhamento contínuo e tratamentos de longo prazo para garantir qualidade de vida aos animais.

Entre as condições mais frequentes estão artrose, displasia coxofemoral, hérnia de disco, diabetes e doença renal crônica. A médica-veterinária Stephany Chicarino conta que, embora muitas dessas enfermidades estejam associadas ao envelhecimento, os sinais costumam surgir de forma silenciosa e, muitas vezes, passam despercebidos pelos tutores.

Mudanças de comportamento, redução da disposição, dificuldade para subir escadas, perda de peso, aumento do consumo de água e alterações no apetite podem indicar que algo não está bem. Em muitos casos, esses sintomas acabam sendo confundidos apenas com o avanço da idade, o que atrasa o diagnóstico e compromete a evolução do tratamento.

“Hoje, muitos pets vivem mais, e isso exige um olhar cada vez mais atento para doenças crônicas que impactam diretamente a qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo são fundamentais para controlar a dor, preservar a mobilidade e garantir bem-estar ao animal ao longo do envelhecimento”, destaca Chicarino.

A artrose, por exemplo, está entre as doenças degenerativas mais comuns em cães idosos. O desgaste progressivo das articulações pode causar dor, rigidez muscular e limitações de movimento, afetando diretamente atividades simples do dia a dia. Já a displasia coxofemoral, bastante recorrente em cães de grande porte, compromete a articulação do quadril e pode evoluir para quadros mais severos sem acompanhamento adequado.

Doenças neurológicas também têm causado preocupação aos tutores. A hérnia de disco, frequentemente observada em raças predispostas, como Dachshund e Shih-tzu, pode provocar dores intensas, alterações motoras e até perda dos movimentos em casos mais graves. Nesses cenários, o diagnóstico rápido costuma ser decisivo para reduzir sequelas e melhorar o prognóstico.

Além dos problemas ortopédicos e neurológicos, enfermidades renais seguem entre as principais causas de atendimento em animais idosos. A doença renal crônica, por exemplo, costuma apresentar evolução lenta e progressiva. Entre os sinais mais comuns estão aumento da sede, vômitos, perda de peso e alterações urinárias. Apesar de não ter cura, o controle clínico pode retardar a progressão da doença e oferecer mais conforto ao animal.

Nos últimos anos, a medicina veterinária ampliou as possibilidades de tratamento para esses pacientes. Recursos como fisioterapia, acupuntura, laserterapia, suplementação nutricional e terapias integrativas passaram a fazer parte da rotina de muitas clínicas, ajudando no controle da dor e na manutenção da mobilidade.

A veterinária reforça que o acompanhamento preventivo continua sendo uma das principais ferramentas para aumentar a longevidade e reduzir impactos das doenças crônicas. “Consultas periódicas, exames de rotina e atenção aos sinais comportamentais são apontados como fundamentais para identificar alterações ainda nos estágios iniciais”, concluiu.


 Avanço da longevidade animal muda rotina da medicina veterinária no Brasil

 

Com o aumento da expectativa de vida de cães e gatos no Brasil, médicos-veterinários têm observado um crescimento significativo no número de diagnósticos de doenças crônicas em pets. Problemas ortopédicos, neurológicos, renais e metabólicos passaram a fazer parte da rotina clínica, exigindo acompanhamento contínuo e tratamentos de longo prazo para garantir qualidade de vida aos animais.

Entre as condições mais frequentes estão artrose, displasia coxofemoral, hérnia de disco, diabetes e doença renal crônica. A médica-veterinária Stephany Chicarino conta que, embora muitas dessas enfermidades estejam associadas ao envelhecimento, os sinais costumam surgir de forma silenciosa e, muitas vezes, passam despercebidos pelos tutores.

Mudanças de comportamento, redução da disposição, dificuldade para subir escadas, perda de peso, aumento do consumo de água e alterações no apetite podem indicar que algo não está bem. Em muitos casos, esses sintomas acabam sendo confundidos apenas com o avanço da idade, o que atrasa o diagnóstico e compromete a evolução do tratamento.

“Hoje, muitos pets vivem mais, e isso exige um olhar cada vez mais atento para doenças crônicas que impactam diretamente a qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo são fundamentais para controlar a dor, preservar a mobilidade e garantir bem-estar ao animal ao longo do envelhecimento”, destaca Chicarino.

A artrose, por exemplo, está entre as doenças degenerativas mais comuns em cães idosos. O desgaste progressivo das articulações pode causar dor, rigidez muscular e limitações de movimento, afetando diretamente atividades simples do dia a dia. Já a displasia coxofemoral, bastante recorrente em cães de grande porte, compromete a articulação do quadril e pode evoluir para quadros mais severos sem acompanhamento adequado.

Doenças neurológicas também têm causado preocupação aos tutores. A hérnia de disco, frequentemente observada em raças predispostas, como Dachshund e Shih-tzu, pode provocar dores intensas, alterações motoras e até perda dos movimentos em casos mais graves. Nesses cenários, o diagnóstico rápido costuma ser decisivo para reduzir sequelas e melhorar o prognóstico.

Além dos problemas ortopédicos e neurológicos, enfermidades renais seguem entre as principais causas de atendimento em animais idosos. A doença renal crônica, por exemplo, costuma apresentar evolução lenta e progressiva. Entre os sinais mais comuns estão aumento da sede, vômitos, perda de peso e alterações urinárias. Apesar de não ter cura, o controle clínico pode retardar a progressão da doença e oferecer mais conforto ao animal.

Nos últimos anos, a medicina veterinária ampliou as possibilidades de tratamento para esses pacientes. Recursos como fisioterapia, acupuntura, laserterapia, suplementação nutricional e terapias integrativas passaram a fazer parte da rotina de muitas clínicas, ajudando no controle da dor e na manutenção da mobilidade.

A veterinária reforça que o acompanhamento preventivo continua sendo uma das principais ferramentas para aumentar a longevidade e reduzir impactos das doenças crônicas. “Consultas periódicas, exames de rotina e atenção aos sinais comportamentais são apontados como fundamentais para identificar alterações ainda nos estágios iniciais”, concluiu.


O lado oculto da harmonização facial masculina: excesso, arrependimentos e a busca pela naturalidade



A harmonização facial masculina se tornou uma das maiores tendências da estética nos últimos anos. Impulsionados pelas redes sociais, pela exposição constante da imagem e pela influência de celebridades e influenciadores digitais, cada vez mais homens passaram a procurar procedimentos capazes de deixar o rosto mais marcado, definido e “perfeito”. 

Mandíbulas extremamente desenhadas, malar volumoso e contornos faciais exagerados passaram a dominar a estética masculina nas redes mas, por trás da popularização desses procedimentos, especialistas começam a observar um movimento preocupante: o aumento dos arrependimentos e da chamada “desarmonização facial”. 


Segundo o cirurgião plástico Dr. Hugo Sabath, da Clínica Libria, o perfil dos pacientes masculinos mudou significativamente nos últimos anos. 

“Hoje os homens procuram muito mais procedimentos estéticos do que antigamente. Existe uma preocupação maior com aparência, envelhecimento e presença digital. O problema é quando essa busca passa a ser guiada por padrões irreais criados pela internet”, explica. 

De acordo com o especialista, muitos pacientes chegam ao consultório influenciados por rostos extremamente padronizados vistos nas redes sociais. 

“Existe uma tendência muito forte de copiar mandíbula, queixo e contornos faciais de influenciadores ou famosos. Mas o rosto masculino precisa respeitar proporção, anatomia e identidade. Nem tudo que fica bom em uma pessoa funciona em outra”, alerta. 

Entre os exageros mais frequentes observados atualmente estão o excesso de preenchimento mandibular e a hiperprojeção da região malar. 

“Estamos vendo homens muito jovens com rostos artificialmente endurecidos, sem naturalidade e muitas vezes sem mobilidade facial adequada. O excesso acaba tirando justamente aquilo que o paciente queria valorizar”, afirma Dr. Hugo Sabath.



Segundo o médico, existe uma diferença importante entre harmonizar e transformar completamente o rosto. 

“A harmonização bem feita melhora traços, suaviza assimetrias e preserva características masculinas. Quando há exagero, o rosto perde identidade e passa a ter um aspecto artificial”, explica. 

O especialista destaca que muitos homens acabam buscando procedimentos por pressão estética e insegurança alimentada pelas redes sociais. 

“A exposição constante da imagem faz com que muitos pacientes se comparem o tempo inteiro. Filtros, edição e padrões irreais criam uma percepção distorcida do que é beleza”, comenta.

 

Esse cenário também tem aumentado os casos de arrependimento. 

“Hoje recebemos muitos pacientes querendo retirar excesso de preenchimento ou corrigir procedimentos antigos. Alguns relatam que deixaram de se reconhecer no espelho ou perceberam que o rosto ficou pesado e artificial”, relata. 

Segundo Dr. Hugo Sabath, o problema não está na harmonização facial em si, mas na falta de equilíbrio e planejamento. 

“O grande erro é transformar a estética em tendência. O rosto não pode seguir moda. O que está em alta hoje pode parecer exagerado daqui alguns anos”, afirma. 

Para o especialista, o conceito de beleza masculina vem mudando. 

“Existe um retorno importante à naturalidade. O homem quer aparência saudável, descansada e harmônica não um rosto excessivamente preenchido”, explica.

 

Outro ponto importante é o papel ético do profissional. 

“O médico precisa saber dizer não. Nem tudo que o paciente pede deve ser feito. Muitas vezes o melhor procedimento é justamente aquele que preserva a identidade do rosto”, reforça.



Além da parte estética, o impacto emocional também merece atenção.
 

“Quando o paciente perde suas características naturais, isso afeta autoestima, autoconfiança e até a forma como ele se relaciona socialmente”, comenta. 

Entre as principais orientações para homens que desejam realizar harmonização facial, Dr. Hugo Sabath destaca: 

- buscar profissionais qualificados

- evitar decisões impulsionadas por redes sociais

- desconfiar de exageros e resultados padronizados

- priorizar naturalidade e equilíbrio

- entender que menos, muitas vezes, é mais 

“A melhor harmonização é aquela que ninguém percebe exatamente o que foi feito”, pontua. 

O especialista também lembra que muitos famosos e influenciadores vêm mudando o discurso sobre estética. 

“Hoje vemos diversas celebridades falando abertamente sobre arrependimentos e excesso de procedimentos. Isso mostra que a estética está entrando em uma nova fase, mais consciente e menos artificial”, afirma.

 

Conclusão 

Para o Dr. Hugo Sabath, a harmonização facial masculina pode trazer excelentes resultados quando realizada com critério, equilíbrio e respeito à individualidade. 

“O homem não quer perder sua identidade. A estética moderna precisa valorizar características naturais e não criar rostos padronizados. Quando existe excesso, o resultado deixa de ser harmonização e passa a ser desarmonização. O verdadeiro sucesso está justamente em melhorar sem transformar completamente quem o paciente é”, conclui.

 

Dr. Hugo Sabath - Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP

 

Pelos encravados após a barba: entenda a pseudofoliculite e como evitar irritações

Condição comum após a depilação com lâmina pode causar inflamação, manchas e até cicatrizes, mas pode ser evitada com cuidados simples na rotina

 

Ao fazer a barba, um dos maiores cuidados que os homens precisam ter é com o surgimento da foliculite. O fio da barba, depois de cortado, corre o risco de crescer curvado e se voltar para dentro da pele, causando uma inflamação. O problema, porém, é diferente da foliculite comum, causada por infecções, e possui um nome próprio: pseudofoliculite da barba. 

Segundo um estudo da revista americana Journal of the American Academy of Dermatology, a condição é mais comum em homens que saíram recentemente da puberdade, em uma faixa entre os 14 e 25 anos. A pseudofoliculite da barba pode provocar bolinhas avermelhadas, irritação, sensação de pele “empipocada” e manchas escuras, em razão dos pelos encravados.

Sílvia Maria Nascimento Ferreira, especialista em dermatologia e professora de pós-graduação da Afya Educação Médica Curitiba, esclarece algumas dúvidas sobre este tipo particular de foliculite. Em sua visão, a condição merece maior atenção na hora de fazer a barba, para evitar consequências maiores.


Como surge e se desenvolve pseudofoliculite da barba?

“Sobre impedir que a doença progrida, cada caso é um caso, mas existem casos que realmente a doença fica quase estacionada durante muito tempo, às vezes anos, com o uso adequado das medicações. Mas, infelizmente, há pacientes que, mesmo com várias terapias associadas, acabam progredindo rápido. Então é muito única a forma como a doença vai evoluir em cada paciente”, afirma a especialista em dermatologia.


Quais são os efeitos desses pelos encravados na pele e como é possível tratá-los?

“Os pelos encravados podem causar pequenas reações inflamatórias que podem evoluir para uma inflamação, de fato, até mesmo com pus. A doença gera desconforto, dor, além de poder manchar a pele e até gerar cicatrizes quando é um caso um pouco mais grave. O tratamento vai depender do quão intensa é a inflamação: em um quadro mais leve, pode-se usar agentes queratolíticos, que permitem afinar a pele para que o pelo possa emergir, ou até produtos esfoliantes. Em casos moderados e graves, anti-inflamatórios e antibióticos podem agir melhor. O mais importante, porém, é não manipular, apertar ou estourar as lesões, o que aumenta o risco de infecção, manchas e cicatrizes”, explica a médica da Afya Curitiba.


Como prevenir a pseudofoliculite da barba?

“A prevenção começa com ajustes na rotina de se barbear. O ideal é preparar a pele ou com água morna, ou no pós-banho ou ainda com toalhinhas aquecidas e úmidas uns 10 minutos antes. Não se deve passar o aparelho de barbear seco no rosto, usar lâminas muito agressivas e lembrar sempre de trocar as lâminas, para evitar restos de sujeira. Usar creme de barbear e passar o aparelho sempre no sentido do crescimento dos pelos também são importantes. Para quem tem pseudofoliculites crônicas, uma alternativa é o barbeador elétrico, pois ele não corta tão rente à pele e nem a machuca tanto, ou mesmo um método como a depilação a laser”, reforça a especialista. 



Afya
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Após o desmame: a busca pelo resgate do corpo feminino que a maternidade transformou

Conheça o protocolo que corrige as principais queixas após a amamentação e o parto, focando em devolver a firmeza dos seios e o contorno da barriga com resultados que priorizam a naturalidade.

 

No Brasil, cerca de 60% das mulheres relatam algum nível de insatisfação com o próprio corpo após a gestação, segundo levantamento da Fundação Oswaldo Cruz. Entre as principais queixas estão a perda de firmeza das mamas, a redução de volume após o desmame e a mudança no contorno abdominal, fatores que não necessariamente se resolvem com a retomada do peso anterior. Essas alterações fazem parte de um processo fisiológico esperado, mas frequentemente geram incômodo estético, o que tem impulsionado a busca por cirurgias plásticas. 

Durante a gestação e o período de amamentação, o corpo passa por oscilações hormonais intensas, aumento do volume mamário e distensão progressiva da pele e da musculatura abdominal. Após o desmame, há uma tendência de redução desse volume, mas nem sempre com retração proporcional da pele, o que resulta em flacidez, perda de sustentação das mamas e, em alguns casos, diástase abdominal. 

Mesmo em pacientes que retomam hábitos saudáveis e estabilidade de peso, essas mudanças podem persistir e impactar diretamente na autoestima. Esse cenário tem redefinido o perfil de procura por procedimentos estéticos, com aumento do interesse por abordagens que respeitem as características adquiridas após a maternidade. Existe uma preocupação maior em evitar resultados que destroem a anatomia da paciente, priorizando correções que se mantenham coerentes ao longo do tempo. 

Para a cirurgiã plástica Dra. Maíra Amábile, esse é um momento que exige uma abordagem individualizada. “A paciente está em busca de um corpo que faça sentido para a fase que ela vive. O planejamento precisa considerar essas mudanças de forma realista, sem impor um padrão”, explica. Segundo a especialista, a análise cuidadosa da qualidade da pele, da estrutura mamária e da parede abdominal é determinante para definir a melhor abordagem. 

Esse tipo de abordagem pode incluir o reposicionamento das mamas, com ou sem uso de próteses, além de técnicas voltadas para o tratamento da flacidez abdominal e da musculatura. O objetivo é restabelecer a proporção, respeitando os limites de cada paciente e a resposta individual do organismo. A mudança também se reflete no comportamento das pacientes, que hoje chegam mais informadas e participativas no processo de decisão. 

Existe uma atenção maior ao processo de recuperação e à naturalidade da aparência final, o que exige um planejamento mais criterioso por parte do cirurgião. “A proposta é devolver firmeza e contorno com equilíbrio, garantindo um resultado que acompanhe o corpo no dia a dia, com naturalidade e sem aspecto marcado ou artificial”, afirma a especialista. 

Com isso, os procedimentos pós-gestação deixam de ser encarados como correções isoladas e passam a integrar uma estratégia mais ampla, que considera o corpo como um conjunto. O foco passa a valorizar resultados consistentes, proporcionais e alinhados à realidade de cada paciente.


Fonte: Dra. Maíra Amábile— Médica | Cirurgiã Plástica | Especialista em Contorno Abdominal
@dra.mairaamabile


Saúde capilar em foco: por que a educação sobre o cuidado diário dos fios nunca foi tão importante

Especialista aponta que hábitos simples da rotina podem impactar diretamente a saúde dos cabelos, reforçando a importância de informação e cuidados personalizados
 

Em meio a uma rotina acelerada e ao excesso de informações compartilhadas diariamente nas redes sociais, o cuidado capilar deixou de ser apenas uma questão estética para se tornar parte essencial do bem-estar e do autocuidado. Cada vez mais, consumidores buscam entender a real necessidade dos fios, criando rotinas mais conscientes e priorizando hábitos que preservem a saúde capilar no longo prazo. 

Esse movimento acompanha uma mudança importante no comportamento do consumidor. Uma pesquisa divulgada pela Flora, renomada indústria brasileira de bens de consumo, revelou que 65% das pessoas ainda se sentem perdidas ao escolher produtos ou definir uma rotina capilar adequada, enquanto 55% afirmam recorrer às redes sociais para buscar informações sobre cuidados com os cabelos. 

Para Rogério Sartini, CEO da Tangle Teezer no Brasil, o cenário evidencia a importância da educação capilar como ferramenta de prevenção e autocuidado. 

“Hoje existe uma busca muito maior por informação e entendimento real sobre os fios. As pessoas querem compreender como evitar quebra, reduzir danos e criar uma rotina que faça sentido para o seu tipo de cabelo. A educação capilar passa justamente por esse processo de conscientização”, explica. 

Segundo o especialista, muitos danos acontecem de forma silenciosa e acumulativa, especialmente por hábitos repetidos diariamente, como o desembaraço agressivo, o uso excessivo de calor sem proteção térmica e a falta de atenção ao couro cabeludo. 

“O desembaraço é uma etapa frequentemente negligenciada, mas que impacta diretamente na saúde capilar. Quando feito da forma errada, pode gerar quebra, fragilidade e sensibilização dos fios. Pequenas mudanças na rotina fazem uma grande diferença no longo prazo”, comenta Rogério. 

O cuidado com o couro cabeludo, inclusive, vem ganhando cada vez mais protagonismo dentro do universo da beleza. Especialistas apontam que a região passou a ser entendida como parte fundamental da saúde capilar, influenciando diretamente no crescimento, força e aparência dos fios. 

A tendência acompanha um movimento maior de valorização do autocuidado. Dados recentes mostram que 84% dos brasileiros pretendem investir mais em tratamentos estéticos e cuidados pessoais, reforçando o crescimento de rotinas voltadas ao bem-estar e à saúde. 

Nesse contexto, o mercado de haircare também passa por uma transformação: menos excessos, mais informação de qualidade e uma relação mais gentil e personalizada com os cabelos. Mais do que seguir tendências, o consumidor busca hoje entender as reais necessidades dos fios e transformar o cuidado diário em um ritual de autoestima e bem-estar.


Outono exige atenção redobrada com a pele: veja como adaptar a rotina de cuidados

Com a chegada do outono, a queda das temperaturas e a redução da umidade do ar começam a impactar diretamente a saúde da pele. A estação, marcada por dias mais secos e noites mais frias, favorece o ressecamento, a descamação e o aumento da sensibilidade cutânea, sinais de que a rotina de cuidados precisa ser ajustada desde já, e não apenas no inverno.


De acordo com a Dra. Lunia Sofia, médica e professora da pós-graduação em Dermatologista da Afya Ribeirão Preto, as mudanças climáticas típicas desse período comprometem a função de barreira da pele. “No outono, há uma diminuição da umidade do ambiente, o que favorece a perda de água pela pele. Além disso, o uso mais frequente de água quente nos banhos, pelas temperaturas mais baixas, acaba agravando o ressecamento”, explica.


Esse cenário também pode intensificar condições como dermatites, coceiras e deixar a pele com aspecto mais opaco. Por isso, além de reforçar a hidratação, é importante evitar hábitos que contribuam para a perda da oleosidade natural da pele.


Para a especialista, a hidratação é o ponto central dos cuidados nessa época do ano,  tanto de forma tópica quanto por meio da ingestão de líquidos. “Beber bastante água e aplicar um bom hidratante após o banho são atitudes essenciais. Também é importante evitar banhos muito quentes, o uso de buchas e produtos agressivos, que pioram o ressecamento”, orienta.


Na escolha dos produtos, a recomendação é optar por fórmulas mais suaves e nutritivas. Sabonetes muito adstringentes devem ser evitados, dando lugar a versões mais delicadas ou até óleos de banho, que ajudam a preservar a hidratação natural da pele.


Outro ponto que merece atenção é o uso do protetor solar, frequentemente negligenciado nos dias mais frios ou nublados. No entanto, a radiação ultravioleta continua presente e pode causar danos cumulativos, como envelhecimento precoce e manchas. “O protetor solar deve ser usado todos os dias, independentemente da temperatura ou da presença do sol”, reforça a médica.


A médica também ressalta a necessidade de manter uma alimentação equilibrada também contribui para a saúde da pele, ajudando a preservar sua integridade e aparência ao longo da estação “Uma boa nutrição reflete diretamente na qualidade da pele, ajudando a preservar sua integridade, elasticidade e aparência ao longo da estação”, destaca.


8 principais cuidados com a pele no outono, segundo a especialista:

  1. Intensificar a hidratação com cremes mais nutritivos, aplicando especialmente após o banho
  2. Optar por banhos mornos e mais rápidos
  3. Evitar o uso de buchas e esfoliações excessivas
  4. Utilizar sabonetes suaves ou óleos de banho, menos agressivos à pele
  5. Manter o uso diário de protetor solar, mesmo em dias frios ou nublados
  6. Beber bastante água ao longo do dia
  7. Manter uma alimentação equilibrada
  8. Proteger áreas mais sensíveis, como lábios e mãos, com produtos específicos

 

Afya
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Procedimentos estéticos naturais: por que o ‘menos é mais’ virou tendência

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Especialista explica por que a busca por resultados mais sutis tem ganhado espaço nos procedimentos estéticos

 

Nos últimos anos, a estética passou por uma transformação importante. Se antes o foco estava em mudanças mais evidentes, hoje cresce a busca por resultados naturais, que valorizem os traços individuais sem exageros. Para a professora do curso de Biomedicina da Faculdade Anhanguera, Juliana Pedroso Ferreira, essa mudança reflete um novo olhar sobre beleza e autocuidado. “Cada vez mais, os pacientes buscam procedimentos que respeitem a harmonia do rosto e tragam um aspecto mais leve e natural, sem transformar completamente a aparência”, explica. 

Confira, a seguir, alguns pontos que ajudam a entender essa tendência:
 

1. Valorização da individualidade
A estética atual tem priorizado características únicas de cada pessoa, em vez de seguir padrões rígidos. Isso significa que os procedimentos são pensados de forma personalizada, respeitando o formato do rosto, a idade e as necessidades de cada paciente.
 

2. Procedimentos mais sutis e progressivos
Em vez de grandes mudanças de uma só vez, muitos tratamentos têm sido realizados de forma gradual. Essa abordagem permite ajustes ao longo do tempo e resultados mais discretos, evitando exageros.
 

3. Maior conscientização dos pacientes
Com mais acesso à informação, os pacientes estão mais atentos aos riscos e aos resultados dos procedimentos. Isso tem levado a escolhas mais conscientes e a uma preferência por intervenções menos invasivas.
 

4. Foco na qualidade da pele
Além de preenchimentos e aplicações, há um crescimento na procura por tratamentos que melhoram a saúde da pele, como estímulo de colágeno e cuidados preventivos. O objetivo é manter uma aparência saudável, e não apenas corrigir sinais do tempo.
 

5. Influência das redes sociais, porém, com mais cautela
Embora as redes sociais ainda influenciem padrões de beleza, também têm impulsionado debates sobre naturalidade e excesso. Isso contribui para uma visão mais equilibrada sobre procedimentos estéticos.
 

6. Importância da escolha do profissional
A busca por resultados naturais também está diretamente ligada à escolha de um profissional qualificado. “Um bom profissional avalia o paciente de forma individual e indica apenas o que realmente faz sentido, evitando intervenções desnecessárias”, destaca a especialista. 

Com essa mudança de comportamento, a estética deixa de ser apenas uma ferramenta de transformação e passa a ser um recurso de valorização da identidade. O conceito de “menos é mais” reforça a ideia de que o equilíbrio e a naturalidade estão no centro das escolhas atuais.


Noivas em alerta: 7 cuidados de beleza para evitar imprevistos antes do casamento

Maio é um dos períodos mais simbólicos para quem está prestes a subir ao altar. Em meio à escolha do vestido, da decoração e da lista de convidados, uma outra preocupação ganha protagonismo: estar bem, por dentro e por fora, no grande dia. E não é só impressão. O Brasil realiza cerca de 1 milhão de casamentos por ano, e a busca por procedimentos estéticos cresce junto com o desejo de estar impecável nas fotos, vídeos e, claro, na própria memória.

Mas afinal, como se preparar sem exageros ou riscos? Para o especialista em biomedicina Killian Cristoff, diretor técnico da Royal Face, uma das maiores redes de estética facial e corporal do país com mais de 250 clínicas, o segredo não está em transformar, e sim em valorizar. “A noiva vai ser muito fotografada, filmada e observada. Por isso, o foco deve ser naturalidade, viço e harmonia facial, evitando mudanças bruscas próximas ao evento”, explica.

A seguir, o especialista lista os principais cuidados e erros que toda noiva deve conhecer antes de dizer ‘sim’. 



1. Comece antes e com estratégia - se existe uma regra de ouro, é essa: não deixe para a última hora. O ideal é iniciar o planejamento estético entre 6 e 8 meses antes do casamento, principalmente para procedimentos que precisam de tempo de resposta e adaptação da pele. Nesse período, entram bioestimuladores de colágeno, preenchimentos sutis e tecnologias para firmeza e gerenciamento de sinais de envelhecimento.



2. Evite exageros e alinhe expectativas - com tantas referências nas redes sociais, é fácil cair na armadilha do excesso. “Referências irreais e mudanças muito drásticas podem gerar frustração. O mais importante é respeitar a individualidade de cada noiva e buscar equilíbrio”, diz. 



3. Aposte em procedimentos que valorizam (e não transformam) - menos é mais, especialmente quando o assunto é beleza para o casamento. Entre os cuidados mais indicados estão limpeza de pele profunda, hidratação injetável, toxina botulínica (para aspecto descansado), peelings leves e tratamentos para textura e luminosidade, que precisam de dois meses de antecedência. “O objetivo não é mudar o rosto da noiva, mas realçar sua beleza natural e garantir um resultado elegante e harmônico”, reforça.



4. O corpo também entra no planejamento - dependendo do vestido, áreas como colo, braços, costas e abdômen ganham destaque e pedem atenção. Os mais indicados são drenagem linfática, radiofrequência, ultrassom microfocado e tratamentos para flacidez e textura. “É importante pensar também no conforto. Procedimentos que causam dor ou limitam movimentos devem ser feitos com antecedência”, explica. 



5. Não esqueça das mãos - protagonistas nas fotos - um detalhe muitas vezes negligenciado, mas que ganha destaque no grande dia, são as mãos, especialmente nos registros da troca de alianças. Por isso, o ideal é iniciar os cuidados com antecedência de 3 a 4 meses. Entre as opções mais indicadas estão bioestimuladores de colágeno, preenchimento com ácido hialurônico para devolver volume e viço, além de peelings para suavizar manchas e melhorar a textura da pele. O resultado são mãos hidratadas e bonitas para esse momento tão simbólico.



6. Pele bem cuidada = maquiagem perfeita - um detalhe que faz toda a diferença, a preparação da pele impacta diretamente no resultado da maquiagem. Entre os cuidados, com dois meses antes do evento, o ideal é iniciar a hidratação da pele. “Quando a pele está hidratada e uniforme, a maquiagem fixa melhor, fica mais natural e tem um acabamento mais bonito, principalmente nas fotos”, destaca.



7. Na última semana, menos é mais (mesmo!) - aqui mora um dos maiores erros das noivas, tentar “corrigir tudo” perto do evento. Evite procedimentos invasivos, preenchimentos de última hora, peelings médios ou profundos e qualquer técnica que cause inchaço, roxos ou descamação. O risco não é só estético. Pode comprometer a maquiagem, as fotos e até a segurança emocional da noiva. O ideal nesse momento é hidratação, drenagem linfática e cuidados calmantes e leves.


Noivas em alerta: 7 cuidados de beleza para evitar imprevistos antes do casamento


Maio é um dos períodos mais simbólicos para quem está prestes a subir ao altar. Em meio à escolha do vestido, da decoração e da lista de convidados, uma outra preocupação ganha protagonismo: estar bem, por dentro e por fora, no grande dia. E não é só impressão. O Brasil realiza cerca de 1 milhão de casamentos por ano, e a busca por procedimentos estéticos cresce junto com o desejo de estar impecável nas fotos, vídeos e, claro, na própria memória.

Mas afinal, como se preparar sem exageros ou riscos? Para o especialista em biomedicina Killian Cristoff, diretor técnico da Royal Face, uma das maiores redes de estética facial e corporal do país com mais de 250 clínicas, o segredo não está em transformar, e sim em valorizar. “A noiva vai ser muito fotografada, filmada e observada. Por isso, o foco deve ser naturalidade, viço e harmonia facial, evitando mudanças bruscas próximas ao evento”, explica.

A seguir, o especialista lista os principais cuidados e erros que toda noiva deve conhecer antes de dizer ‘sim’. 



1. Comece antes e com estratégia - se existe uma regra de ouro, é essa: não deixe para a última hora. O ideal é iniciar o planejamento estético entre 6 e 8 meses antes do casamento, principalmente para procedimentos que precisam de tempo de resposta e adaptação da pele. Nesse período, entram bioestimuladores de colágeno, preenchimentos sutis e tecnologias para firmeza e gerenciamento de sinais de envelhecimento.



2. Evite exageros e alinhe expectativas - com tantas referências nas redes sociais, é fácil cair na armadilha do excesso. “Referências irreais e mudanças muito drásticas podem gerar frustração. O mais importante é respeitar a individualidade de cada noiva e buscar equilíbrio”, diz. 



3. Aposte em procedimentos que valorizam (e não transformam) - menos é mais, especialmente quando o assunto é beleza para o casamento. Entre os cuidados mais indicados estão limpeza de pele profunda, hidratação injetável, toxina botulínica (para aspecto descansado), peelings leves e tratamentos para textura e luminosidade, que precisam de dois meses de antecedência. “O objetivo não é mudar o rosto da noiva, mas realçar sua beleza natural e garantir um resultado elegante e harmônico”, reforça.



4. O corpo também entra no planejamento - dependendo do vestido, áreas como colo, braços, costas e abdômen ganham destaque e pedem atenção. Os mais indicados são drenagem linfática, radiofrequência, ultrassom microfocado e tratamentos para flacidez e textura. “É importante pensar também no conforto. Procedimentos que causam dor ou limitam movimentos devem ser feitos com antecedência”, explica. 



5. Não esqueça das mãos - protagonistas nas fotos - um detalhe muitas vezes negligenciado, mas que ganha destaque no grande dia, são as mãos, especialmente nos registros da troca de alianças. Por isso, o ideal é iniciar os cuidados com antecedência de 3 a 4 meses. Entre as opções mais indicadas estão bioestimuladores de colágeno, preenchimento com ácido hialurônico para devolver volume e viço, além de peelings para suavizar manchas e melhorar a textura da pele. O resultado são mãos hidratadas e bonitas para esse momento tão simbólico.



6. Pele bem cuidada = maquiagem perfeita - um detalhe que faz toda a diferença, a preparação da pele impacta diretamente no resultado da maquiagem. Entre os cuidados, com dois meses antes do evento, o ideal é iniciar a hidratação da pele. “Quando a pele está hidratada e uniforme, a maquiagem fixa melhor, fica mais natural e tem um acabamento mais bonito, principalmente nas fotos”, destaca.



7. Na última semana, menos é mais (mesmo!) - aqui mora um dos maiores erros das noivas, tentar “corrigir tudo” perto do evento. Evite procedimentos invasivos, preenchimentos de última hora, peelings médios ou profundos e qualquer técnica que cause inchaço, roxos ou descamação. O risco não é só estético. Pode comprometer a maquiagem, as fotos e até a segurança emocional da noiva. O ideal nesse momento é hidratação, drenagem linfática e cuidados calmantes e leves.


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