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terça-feira, 12 de agosto de 2025

Festivais no Alentejo: uma viagem pela cultura, fé e tradição

De vilas históricas a aldeias rurais, descubra o espírito festivo da região alentejana

 


 

Ao longo do segundo semestre do ano, o Alentejo revela uma de suas facetas mais vibrantes: a temporada de festivais populares. Espalhados por vilas, cidades e paisagens rurais, esses eventos misturam música, fé, gastronomia, tradição e muita alegria. Uma verdadeira imersão na alma alentejana.

Conhecidas como festas populares ou romarias, os eventos celebram santos padroeiros, colheitas, histórias locais e ritos ancestrais. São experiências únicas que conectam visitantes ao coração da cultura regional, com moradores acolhedores que recebem todos de braços abertos.

Em setembro, a Festa de Nossa Senhora da Lapa colore com fé e tradição a aldeia de Besteiros de Cima, em Alegrete. Já em Elvas, entre os dias 20 e 27 de setembro, acontece a grandiosa celebração no Santuário do Senhor Jesus da Piedade, acompanhada da secular Feira de São Mateus, uma das mais emblemáticas da região.

Em Azaruja, a festa de Nossa Senhora do Monte do Carmo toma conta da vila no segundo domingo de setembro. Já em Viana do Alentejo, a maior romaria a cavalo do Alentejo, em honra a Nossa Senhora d’Aires, ganha novos ares com a tradicional feira, realizada no quarto final de semana do mesmo mês.

Em São Marcos de Ataboeira, freguesia de Castro Verde, o primeiro final de semana de setembro é dedicado à Nossa Senhora de Aracelis. Entre Ourique e Santa da Serra, a tradicional festa de Nossa Senhora da Cola é celebrada nos dias 7 e 8 de setembro, reunindo fiéis e curiosos em um ambiente de pura devoção.

Os festivais do Alentejo não são apenas celebrações religiosas, são encontros de gerações, com música tradicional, pratos típicos e expressões culturais vivas. Visitar o Alentejo nessa época é participar de uma herança coletiva que continua a emocionar e encantar. É ver a história ganhar vida entre procissões, feiras, danças, aromas e sabores que marcam o calendário e o coração dos alentejanos.

  

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística do Alentejo, efetuada pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, conta com o apoio dos fundos comunitários através do Alentejo 2030, do Portugal 2030 e da União Europeia. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

 

Marketing em xeque: mais de 70% das empresas não alcançaram essas metas em 2024

 

Uma boa estratégia de marketing pode servir como um excelente GPS para guiar as empresas frente a um futuro cada vez mais promissor. Mas, como calibrá-lo corretamente, para que consiga apontar o melhor caminho? Para muitas empresas, as métricas de vendas acabam sendo as grandes referências para ajustar essa rota – algo que, nem sempre, contribuirá para que conquistem os objetivos desejados. Muitos outros dados podem ser utilizados para direcionar os planejamentos a serem seguidos, cabendo à cada organização essa alteração do foco para que consigam resultados cada vez melhores.

Segundo um estudo do Panorama de Marketing e Vendas 2025, 71% das empresas não atingiram suas metas de marketing em 2024. Quando nos aprofundamos na pesquisa para entender melhor o que pode ter prejudicado isso, 34% dessas equipes focaram essas ações para gerar uma maior demanda; 27% em fortalecer a marca; 14% em inovações digitais; e 13% em estreitar relacionamentos.

Esses dados evidenciam como grande parte dos negócios ainda prioriza o aumento do número de vendas na elaboração das ações que serão implementadas, o que, nem sempre, acaba contribuindo para a conquista do crescimento real da empresa. Dentro do marketing, existem muitas outras informações que podem servir como referência para definir o crescimento do negócio em questão, contudo, as nuances são diferentes e, portanto, nem sempre colocar as vendas em destaque pode ser a escolha mais sábia.

Outros números que podem servir como uma metrificação da evolução da empresa incluem novos clientes, consumidores fidelizados, crescimento dos números de seguidores nas redes sociais, aumento de menções na web, visitas aos espaços físicos, números de contatos recebidos, dentre muitos outros.

Com essa maior diversidade de dados em mãos, o marketing pode pegar emprestado um conceito central da área de growth, chamado de North Star Metric (Métrica Estrela Norte ou NSM), através do qual é possível evitar ilusões de crescimento e focar no longo prazo – mostrando o que realmente impulsiona o negócio, garantindo retenção e alinhando toda a empresa ao mesmo objetivo.

Ao utilizar essa tática de mensuração de resultados, pode-se fugir de possíveis falhas das quais os outros KPIs estão passivos de apresentar, como: otimizar para receita imediata e prejudicar o futuro, interpretar picos de vendas como crescimento real, perder de vista o valor real entregue ao cliente, desalinhamento entre áreas, ignorar problemas de retenção e engajamento, e medir o que é fácil e não o que importa. 

Através do uso dessa ferramenta, tanto a miopia de marketing (enxergando apenas o que está à sua frente, ignorando possíveis oportunidades a serem exploradas) quanto a hipermetropia (não focar no que está à sua frente, visando apenas o futuro) podem ser evitadas. Dessa forma, novas metas de marketing podem ser definidas, junto a métricas que realmente farão sentido para o negócio.

Levando essa premissa aos dados apresentados no estudo acima, por exemplo, temos uma parcela de entrevistados que apresentam “inovar no digital” como uma meta. Mas, como isso pode ser mensurado? Como essa inovação vai impactar o crescimento do cliente? Provavelmente, são perguntas que não podem ser respondidas, mas que deveriam, para que essa estratégia consiga gerar valor ao negócio.

Sair da bolha de focar somente nos dados remetentes às vendas pode ser um grande desafio para muitas empresas, uma vez que exige que saiam dessa sua área de conforto e comecem a analisar outros números e fatores importantes. Porém, a visualização de suas operações por outros ângulos pode ser bem mais vantajosa e útil para seu crescimento ao longo do tempo.

  

Renato Sobrinho - especialista em Growth, Marketing e Vendas.


Ratos empalados e abutres na bagagem: auditores fiscais federais agropecuários interceptam carga ilegal em Guarulhos

Dois abutres africanos africanos estavam na bagagem
(Foto: Anffa Sindical)
Passageiro vindo da Nigéria carregava 102 kg de itens com alto risco sanitário; fiscalização do Vigiagro identificou materiais usados em rituais e para consumo 

 

Mais de 62 quilos de ratos empalados e dois abutres africanos de quase 6 quilos foram apreendidos por auditores fiscais federais agropecuários na bagagem de um passageiro que desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, vindo na Nigéria, na última quinta-feira (7). No total, ele transportava 102 quilos de produtos de origem animal e vegetal com alto risco sanitário e fitossanitário. A carga foi flagrada durante fiscalização realizada pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). 

De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), entre os itens encontrados estavam vegetais diversos (13,9 kg), artigos de madeira bruta (7,4 kg), conchas (1,7 kg), peixes (10 kg), ratos empalados (62,7 kg), couro (0,85 kg) e aves (5,8 kg). 

O conteúdo da bagagem surpreendeu os auditores fiscais federais agropecuários pelo mau cheiro e também pela presença de duas aves da espécie grifo africano, um tipo de abutre considerado exótico, além da grande quantidade de ratos empalados. Segundo o próprio passageiro, parte dos itens seria destinada ao consumo e parte ao uso em rituais religiosos. 

Porém, a entrada irregular de produtos de origem animal e vegetal, sem controle sanitário, representa uma ameaça real à saúde pública e à agropecuária brasileira. Animais silvestres, como as aves apreendidas, podem ser vetores de doenças graves, como a influenza aviária, que já provocou surtos em diversos países e ameaça diretamente a avicultura nacional. Já materiais como carnes, peixes e vegetais sem inspeção podem carregar pragas, bactérias, vírus e outros agentes contaminantes capazes de comprometer a produção agrícola, a fauna nativa e até causar zoonoses, doenças transmitidas dos animais para os seres humanos. 

“Existe um perfil comum desses de passageiros que trazem materiais de rituais e os volumes das malas são bem típicos. Eles são selecionados no raio X ou pelos cães de faro e depois as malas são inspecionadas caso haja indicações nestas inspeções não invasivas”, explicou o diretor de Comunicação do Anffa Sindical, o auditor fiscal federal agropecuário Montemar Onishi, que participou da operação.


Punição

Diante da gravidade da situação, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi acionado para avaliação ambiental. Foi aplicada multa no valor de R$ 149,8 mil, além de possíveis sanções penais que ainda serão avaliadas. 

O passageiro também será integrado ao Sistema Brasileiro de Informações Antecipadas de Passageiro (Sisbraip). A ferramenta proporciona inteligência e automação na fiscalização de passageiros e bagagens, reforçando a segurança nacional, o controle sanitário e a vigilância agropecuária internacional, além de aumentar a eficiência das operações aeroportuárias. Desde sua implantação em 2022, já foram analisados mais de 399 milhões de passageiros e processados mais de 33,9 milhões de registros de voos. 

Para o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, ações como essa são fundamentais para a defesa da agropecuária nacional. Por isso, é importante garantir estrutura, tecnologia e inteligência à vigilância agropecuária, em todas as suas frentes, seja em aeroportos, portos e fronteiras terrestres. 

“É graças ao trabalho técnico e rigoroso dos auditores fiscais agropecuários que o Brasil consegue proteger suas fronteiras contra pragas, doenças e ameaças ambientais. Impedir a entrada de materiais contaminados ou de origem desconhecida é proteger a produção rural, a saúde pública e a credibilidade do país no mercado internacional”, afirmou o presidente do Anffa Sindical.


Brasil resiste a propostas para um Tratado Global efetivo contra a poluição plástica

País decepciona ao deixar de encampar iniciativas avançadas na rodada de negociações em Genebra, que se encerram nesta quinta-feira

 

Enquanto um grupo de mais de cem países apoia propostas avançadas no Tratado Global Contra a Poluição por Plástico, o Brasil – o oitavo maior poluidor plástico do mundo — não se compromete com soluções para essa crise mundial. A rodada de negociações no âmbito da ONU, que deve se encerrar nesta quinta-feira (14) na Suíça, está longe de um acordo. Há uma polarização entre as delegações e uma forte influência de lobistas da indústria petroquímica. 

A maioria dos países presentes defende propostas necessárias para fazer frente à crise, como a redução da produção de plásticos problemáticos e a eliminação de uma série de substâncias químicas presentes nesses produtos. De outro lado, países que são grandes produtores e poluidores têm travado as negociações, beneficiando a indústria do plástico e da petroquímica em prejuízo da saúde humana e do planeta. 

A delegação brasileira até agora não se comprometeu com propostas claras, deixando dúvidas quanto ao seu posicionamento e enfraquecendo os esforços por um Tratado Global efetivo. Esta é a segunda rodada da quinta sessão do Comitê Intergovernamental de Negociação (INC-5.2) para desenvolver um instrumento internacional juridicamente vinculante para eliminar a poluição plástica. A primeira parte, que ocorreu em Busan, na Coreia do Sul, em novembro do ano passado, não chegou a um acordo. 

Em Genebra, também chama atenção a significativa presença de lobistas do setor petroquímico e de plásticos. Pelo menos 234 operadores da indústria química e de combustíveis fósseis se inscreveram para participar do INC-5.2. Este número é quase quatro vezes maior que a presença de cientistas e quase sete vezes mais que a presença de indígenas. 

De acordo com representantes da sociedade civil e da academia, promover medidas globais regulatórias em todo o ciclo de vida do plástico, da produção ao consumo, é fundamental para que o mundo consiga enfrentar os impactos dessa crise na saúde e no meio ambiente. Além disso, as organizações presentes em Genebra esperam ver incluídos no texto a eliminação de plásticos problemáticos, mecanismos de financiamento e o princípio do poluidor pagador, entre outros.
 

O que dizem os especialistas

Para Lara Iwanicki, diretora de advocacy e estratégia da Oceana, o banimento de plásticos problemáticos e desnecessários pode ser uma alavanca econômica para o país: “Acabar com plásticos problemáticos é também abrir mercado. O Tratado Global pode impulsionar novos negócios de reuso e refil, criar empregos e tornar o Brasil competitivo em um cenário global que já exige soluções sustentáveis. Muitos desses itens já são banidos no mundo e estamos perdendo a chance de liderar essa transição”.

Zuleica Nycz, da Toxisphera, representante da sociedade civil na Comissão Nacional de Segurança Química, enfatiza que o controle e banimento das substâncias perigosas presentes nos plásticos é fundamental e urgente para permitir uma economia circular não tóxica. “Estamos falando de substâncias reguladas em mais de 16 legislações ao nível nacional, e as evidências científicas apontam que estas substâncias representam um risco sério e documentado à saúde humana, causando doenças crônicas, infertilidade, câncer e aumento da mortalidade cardíaca", afirma. 

"Não podemos mais esperar. O mundo precisa de um Tratado para, efetivamente, acabar com a poluição plástica, que já nos afeta a todos diretamente. É uma questão de saúde pública e um problema ambiental. Os plásticos estão em todo o oceano e dentro dos nossos corpos. Os prejuízos já são imensos e serão ainda maiores sem medidas de controle. A poucos meses da COP-30, é crucial que o Brasil demonstre liderança e apoie as propostas que ajudarão a reduzir a demanda por combustíveis fósseis”, disse o engenheiro químico Rafael Eudes, integrante do Comitê Gestor da Aliança Resíduo Zero Brasil. 

O gerente de políticas públicas do WWF-Brasil, Michel Santos, critica o apoio da delegação brasileira à adoção de medidas voluntárias pelos países, em lugar de disposições obrigatórias. "Manter um discurso de compromisso ambiental, mas defender medidas voluntárias nas negociações é totalmente contraditório. O Brasil pode — e deve — ser protagonista neste acordo, exercendo uma liderança real e exigindo um Tratado forte, com regras e propostas concretas para enfrentar a crise do plástico. Caso contrário, favorecerá a superprodução e a poluição. É preciso ter mais ambição para proteger as pessoas, a natureza e o futuro do planeta", disse. 

"O Brasil defende que o Tratado tenha como objetivo principal proteger o meio ambiente e a saúde humana, incluindo um artigo específico sobre o tema. Mas, sem apoiar a redução da produção de plásticos e o banimento de substâncias químicas perigosas, esses esforços não vão realmente proteger a saúde das pessoas", afirma Alessandra Azevedo, especialista em sustentabilidade do Projeto Hospitais Saudáveis. 

Para a diretora executiva da ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, a falta de ambição do Brasil em artigos-chave decepciona. “A posição histórica de liderança do Brasil em negociações globais multilaterais é inegável. Já conseguimos enfrentar interesses comerciais poderosos em relação a outros temas complexos, como, por exemplo, na quebra de patentes para enfrentar a crise do HIV-AIDS ou na liderança das negociações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, apesar de ser o maior exportador de tabaco do mundo. Por isso, é decepcionante que nesta rodada o Brasil não assuma seu papel”, pontua Johns. 

"As evidências científicas são claras: a poluição plástica prejudica a saúde humana e o meio ambiente em todo o seu ciclo de vida — da extração à produção, uso e descarte. Esses impactos atingem especialmente comunidades vulneráveis e povos indígenas. Como a produção está diretamente ligada à poluição, reduzi-la é essencial para uma economia mais segura e sustentável. Precisamos nos guiar pela melhor ciência disponível para definir o futuro", afirma Bethanie Carney Almroth, professora da Universidade de Gotemburgo e co-coordenadora da Coalizão de Cientistas para um Tratado dos Plásticos efetivo. 

O mundo produz diariamente, segundo estimativas, cerca de 1,1 milhão de toneladas de plásticos. E menos de 10% disso é reciclado. Ao longo de um ano, são produzidas 400 milhões de toneladas, que dariam para encher 20 milhões de caminhões de lixo. Se enfileirados, dariam a volta ao mundo pelo menos quatro vezes.

 

 

Coalizão Vida Sem Plástico é uma rede de mais de 15 organizações brasileiras que atuam pela construção de um Tratado Global robusto contra a poluição por plástico e por um futuro mais sustentável, saudável e justo para todos.
 

São membros da Coalizão Vida Sem Plástico:

ACT Promoção da Saúde

Aliança Resíduo Zero Brasil

Associação Civil Alternativa Terrazul

Associação de Combate aos Poluentes (ACPO)

Instituto de Defesa de Consumidores - Idec

Instituto de Direito Coletivo - IDC

Instituto do Mar da Universidade Federal de São Paulo

Instituto Internacional ARAYARA

Instituto Pólis

Movieco - Movimento Ecológico

Projeto Hospitais Saudáveis

Society for Threatened Peoples (STP) Switzerland

The Global Youth Coalition

Toxisphera Associação de Saúde Ambiental

 

São parceiros da Coalizão Vida Sem Plástico:

ClimaInfo

Oceana

WWF Brasil


Estrangeiros de Palmeiras e São Paulo aparecem entre as dez melhores contratações em 2025

A temporada do futebol brasileiro chegou simbolicamente à metade, com o fim do primeiro turno da Série A. Tempo suficiente para saber quais foram as melhores contratações ocorridas na janela de transferências de janeiro. O estudo inédito do Bolavip Brasil descobriu que três jogadores estrangeiros contratados por clubes paulistas aparecem entre os dez melhores: Facundo Torres e Emiliano Martínez, do Palmeiras, e Enzo Díaz, do São Paulo.

 

Metodologia 

O estudo considerou minutos jogados, média de pontos por jogo e notas de atuação de 225 jogadores contratados pelos 20 clubes da primeira divisão na janela do começo do ano. Os jogadores que mais atuaram, que mais pontuaram, e que foram melhor avaliados pelo site Sofascore até o dia 8/8 alcançaram as melhores posições, com o resultado da seguinte fórmula: “minutos jogados” x “média de pontos por jogo” x “nota de avaliação”.

 

Juan Freytes foi o grande achado da temporada 

Juan Freytes era um desconhecido do futebol brasileiro quando o Fluminense anunciou sua contratação. Oito meses depois, foi apontado pelo estudo como o melhor reforço do Brasil. O zagueiro foi quem mais atuou no período, 3.195 minutos, nada menos que 72% de todos os minutos jogados pelo tricolor em 2025. 

Em termos de performance, o argentino tem bons números até o momento: 1,83 ponto por partida na temporada e nota de atuações de 7,01, em média.

 

Reforços de Palmeiras e São Paulo se destacam 

Apesar da eliminação na Copa do Brasil para o Corinthians, o Palmeiras segue vivo na disputa dos títulos brasileiros e da Libertadores. Contribuem para isso o atacante Facundo Torres e o meia Emiliano Martínez. Os dois foram contratados para a temporada e são, de acordo com o estudo, o segundo e o sétimo melhor reforço em 2025. 

Outro jogador que desembarcou no futebol paulista e tem ido bem é Enzo Díaz. Contratado pelo São Paulo sem grande alarde, aparece no estudo como o décimo melhor reforço da temporada no futebol brasileiro.

 

Os dez melhores reforços do futebol brasileiro em 2025: 

1 - Freytes (Fluminense) - 41 mil pontos

2 - Facundo Torres (Palmeiras) - 39 mil pontos

3 - Erick Pulga (Bahia) - 38,9 mil pontos

4 - Santiago Ramos (Bahia) - 38,6 mil pontos

5 - Fabrício Bruno (Cruzeiro) - 35 mil pontos

6 - Natanael (Atlético-MG) - 33 mil pontos

7 - Emiliano Martínez (Palmeiras) - 32,4 mil pontos

7 - Tomás Cuello (Atlético-MG) - 32,4 mil pontos

9 - Rony (Atlético-MG) - 31 mil pontos

10 - Enzo Díaz (São Paulo) - 30 mil pontos

 

Bolavip Brasil


Com fila zerada, Cidade de SP tem 370 mil crianças em Centros de Educação Infanti

 

Divulgação: SME

As inscrições para os bebês de 0 a 3 anos nos CEIs estão abertas durante todo o ano na Rede Municipal de Ensino

 

Enquanto um novo estudo do Todos Pela Educação, divulgado nesta segunda-feira (11/8), mostra que quase 2,3 milhões de crianças de até três anos pelo país estão fora da creche por dificuldade de acesso, como falta de vagas ou de unidades próximas, na capital paulista o cenário é de festejar: pelo quinto ano consecutivo, não há fila de espera por vagas em creches da Rede Municipal de Ensino (RME). 

Com 370 mil bebês e crianças de 0 a 3 anos matriculados, a Rede Municipal oferece atendimento gratuito, com vivências, aprendizado, interações sociais e cinco refeições diárias em uma jornada de até 10 horas, sob os cuidados de profissionais qualificados. 

Pelo levantamento, 69,6% das crianças da cidade de São Paulo estão matriculadas na creche. O número só não é de 100%, num universo de 566 mil crianças (dados do SEADE), porque as famílias não são obrigadas a colocar seus bebês em creches. Ou seja, não é por falta de vagas nos CEIs (Centros de Educação Infantil) que as crianças não estão matriculadas na Rede Municipal de Ensino. 

Em 2013, havia 170.472 crianças fora da creche. Em 2018, na gestão do prefeito Bruno Covas, o número caiu para 19.607. Em 2021, já com o prefeito Ricardo Nunes à frente da Prefeitura de São Paulo, a fila de vagas por creche zerou. 

“É sempre importante destacar a importância do acesso à creche no desenvolvimento das crianças. Nessa fase crucial, o cérebro está em constante aprendizado e adaptação. Ao frequentar esse espaço educacional, proporcionamos bases sólidas para o sucesso futuro. Mesmo não sendo obrigatório, matricule seu bebê ou criança de até três anos em uma creche da Prefeitura”, reforça o secretário municipal de Educação, Fernando Padula.

As inscrições para os CEIs estão abertas durante todo o ano, e o sistema da Prefeitura realiza o encaminhamento da criança para a unidade mais próxima do endereço informado pela família. 

Quando a vaga disponível fica a mais de 1,5 km da residência da criança, a Prefeitura oferece o Transporte Escolar Gratuito (TEG). Desde sua criação, em 2021, o número de bebês e crianças matriculados nos CEIs atendidos pelo programa aumentou 200%, foi de 7.163 para 22.873 em 2024. Neste ano, mais de 22 mil bebês e crianças já estão cadastradas no Baby-TEG.

 

Como matricular seu filho na creche

As famílias interessadas podem procurar a unidade de Educação Infantil mais próxima — a consulta pode ser feita pelo portal Escola Aberta 

(Link para um novo sítio) 

 — ou realizar o cadastro diretamente online, pelo site Cadastro Infantil. 

(Link para um novo sítio)

 

Documentos necessários:

·         Certidão de nascimento da criança (original e cópia simples ou digital);

·         Comprovante de endereço com CEP (conta de água, luz, telefone ou gás);

·         Documento de identificação do responsável (RG, RNE ou CNH). 


Vagas garantidas para quem faz pré-natal na rede pública


Outra iniciativa da Prefeitura é o programa Mãe Paulistana Creche, realizado em parceria entre as secretarias municipais de Educação e Saúde. Por meio dele, gestantes que realizam o pré-natal completo nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade têm vaga garantida em CEIs para seus bebês. Basta manifestar o interesse na própria unidade de saúde. O cadastro também pode ser feito no site Escola On-line (Link para um novo sítio) 

(Link para um novo sítio)


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Bebetecas na cidade


A capital também investe em espaços voltados especialmente para as famílias da primeira infância. As Bebetecas, implantadas em 15 Centros Educacionais Unificados (CEUs), são ambientes lúdicos e acolhedores pensados para estimular interações, experiências e vínculos afetivos. 


As unidades estão presentes nos CEUs Parque Novo Mundo, Tremembé, Taipas, Pinheirinho, Arthur Alvim, Carrão/Tatuapé, Vila Alpina/Vila Prudente, São Miguel, São Pedro/José Bonifácio, Parque do Carmo, Freguesia do Ó, Barro Branco/Cidade Tiradentes, Tiquatira, Rei Pelé, Papa Francisco e Padre Ticão.



Cuidado com a mordida! "Morango do Amor" é marca registrada

Avance Propriedade Intelectual alerta para os riscos legais do uso comercial do termo, registrado no INPI desde 2010

 

Em tempos de redes sociais e viralizações relâmpago, expressões ganham o coração (e o feed) dos brasileiros quase da noite para o dia. O mais recente caso? O “morango do amor”, termo que tomou conta da internet, virou apelido, meme, fantasia, bordão de podcast e nome de produtos. Mas, o que muita gente não sabe, é que esse “fruto proibido” já tem dono e o uso pode não ser tão doce quanto parece.

Levantamento realizado pela Avance Propriedade Intelectual, com base em dados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), revelou que “Morango do Amor” é uma marca registrada desde 2010 pela empresa PECCIN S/A, na classe de alimentos. A marca abrange produtos como balas, chicletes, chocolates e pirulitos.

Leonardo Almeida, sócio da Avance, alerta que a exploração da marca sem autorização do titular pode configurar uso indevido, sujeito a medidas judiciais, administrativas ou até criminais, conforme previsto na Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/96): “Muita gente acredita que, por estar viralizando, o termo pode ser usado livremente. Mas no Brasil, marca registrada tem proteção legal específica, e usá-la sem autorização – especialmente em embalagens ou para vender produtos da mesma categoria – pode trazer sérios riscos”, explica o especialista.


Quando o uso pode gerar problema

A proteção de marca depende do contexto. O uso do termo “morango do amor” em títulos de vídeos, memes ou posts em redes sociais não costuma ser considerado infração, desde que não esteja vinculado à venda de produtos ou serviços protegidos pela marca registrada.

Já no caso de uso comercial, como embalagens de doces, nomes de estabelecimentos alimentícios ou ofertas de produtos similares aos que a marca abrange, o risco é real. “Se um restaurante, loja online ou produtor de doces utilizar o nome sem autorização do titular da marca, ele pode ser acionado judicialmente. Mas vale lembrar que só o titular da marca tem legitimidade para mover esse tipo de ação – terceiros não podem denunciar ou processar”, destaca Leonardo.


E a maçã do amor?

A equipe da Avance também analisou a expressão “maçã do amor”, que já teve diversos pedidos de registro negados por ser considerada genérica. Ainda assim, em 2009, a PECCIN S/A obteve o registro da marca “Maçã do Amor Love Apple”, embora com restrições específicas.

O alerta da Avance é claro: viralizar não significa liberar geral. Em um cenário onde tendências se espalham rapidamente e marcas buscam se conectar com o público por meio da cultura digital, é fundamental respeitar os limites legais.  


Avance Propriedade Intelectual
https://avancepi.com.br/


Conheça a história do Porto, a cidade que deu nome a Portugal

Crédito: World of Wine
 A história de Portugal não pode ser contada sem passar pela cidade do Porto. Localizada às margens do rio Douro, a cidade teve papel determinante na formação do país e atravessou momentos-chave da história europeia, da antiguidade à era contemporânea. 

 

O nome “Portugal” deriva de Portus Cale, denominação romana que se referia à região formada pelas atuais Porto e Vila Nova de Gaia. O local viria a se tornar o núcleo do Condado Portucalense, entregue à Casa de Borgonha no século 11, e mais tarde o ponto de partida para a fundação do reino português por D. Afonso Henriques, em 1139. 

 

Com forte vocação comercial desde a Idade Média, o Porto ampliou sua influência ao longo dos séculos por meio do comércio fluvial, das conexões marítimas com o norte da Europa e, mais tarde, com a consolidação da produção e exportação do vinho que leva seu nome. A cidade também teve protagonismo durante a expansão ultramarina, oferecendo apoio logístico e articulação mercantil no contexto da economia atlântica. 

 

O século 19 marcou um novo ciclo de transformações. Após as Invasões Francesas, a cidade tornou-se o principal bastião liberal durante a Guerra Civil Portuguesa (1832–1834), quando resistiu por quase um ano ao cerco das tropas absolutistas. O episódio ficou conhecido como Cerco do Porto e fortaleceu a imagem de uma cidade resiliente, associada à luta por reformas e à afirmação do regime constitucional. 

 

Um museu para conhecer a história do Porto de perto 


Esse percurso histórico é hoje objeto de estudo e reinterpretação em diversas frentes, inclusive museológicas. Um dos espaços que se dedica a reunir e apresentar os principais marcos da cidade é o Museu da Região do Porto, instalado no complexo cultural e gastronômico WOW, localizado em Vila Nova de Gaia. Com uma abordagem cronológica, o museu propõe uma leitura do passado da região a partir de episódios-chave, como a formação do condado, as guerras do século 19, a industrialização e os impactos sociais das mudanças urbanas. 

 

Com recursos audiovisuais e experiências imersivas, o espaço destaca os grandes eventos históricos, aspectos da vida cotidiana, da mobilidade urbana e da transformação econômica ao longo dos séculos. Ao colocar em perspectiva a história do Porto, o museu contribui para um entendimento mais amplo da própria evolução do Estado português. 

 

Hoje, o Porto combina esse passado denso com uma cena cultural ativa, bairros históricos reconhecidos como Patrimônio Mundial pela Unesco e uma infraestrutura que acolhe tanto o visitante casual quanto o interessado em compreender, em profundidade, as raízes do país. Mais do que cenário turístico, é um território onde a história continua presente. 


Para mais informações sobre o Museu da Região do Porto clique aqui e para conhecer melhor o complexo e suas atividades clique aqui

 

WOW - World of Wine
https://wow.pt/pt


Interamerican Network


Instabilidade econômica pressiona consumo dos paulistanos, mostra pesquisa da FecomercioSP


Confiança do consumidor recua quase 15% em um ano, em razão do contexto macroeconômico desafiador


O cenário econômico incerto tem afetado a confiança e o consumo dos paulistanos, com a alta da inflação e dos juros. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em julho, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 3,5% em relação a junho, registrando 108,9 pontos [gráfico 1] e a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu 105,1 pontos [gráfico 2], mantendo-se estável — ambos acima da linha do otimismo (100 pontos). 
 

[GRÁFICO 1]
Índice de Confiança do Consumidor (ICC)

Série histórica (13 meses)
Fonte: FecomercioSP


Já na comparação anual, o ICC teve uma retração de 14,7% — completando 12 meses consecutivos de queda —, refletindo tanto a percepção negativa no presente quanto o pessimismo quanto ao futuro e de 1% no ICF. Isso é um sinal de que, mesmo com a melhoria a curto prazo, os consumidores permanecem cautelosos.


[GRÁFICO 2]
Intenção de Consumo das Famílias (ICF)

Série Histórica (13 meses)
Fonte: FecomercioSP

 

Segundo a FecomercioSP, na conjuntura econômica marcada pela taxa básica de juros (Selic) elevada em 15%, pelo aumento do IOF sobre operações financeiras e pelas restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos, a recuperação da confiança do consumidor tende a ser gradual, principalmente com o Comércio sofrendo com custos operacionais altos, crédito restrito, juros elevados e demanda contida.



Perspectiva de consumo melhora, mas duráveis seguem em baixa


Dentre os sete subíndices que compõem o ICF, cinco apresentaram alta em julho, com destaque para perspectiva profissional (1,7%), momento para duráveis (1,7%), perspectiva de consumo (1,2%), nível de consumo atual (1%) e acesso ao crédito (0,5%). Já emprego atual (-0,8%) e renda atual (-0,6%) recuaram, indicando percepções de eventual instabilidade no mercado de trabalho e erosão do poder de compra [tabela 1].


[TABELA 1]
Intenção de Consumo das Famílias – variáveis
Fonte: FecomercioSP


O custo elevado do crédito está afetando diretamente as famílias nas compras financiadas de maior valor, como revela o dado de queda anual de 13,4% do indicador momento para duráveis — maior queda registrada —, permanecendo na zona de pessimismo (69,8 pontos).

Na análise por faixa de renda, os consumidores com rendimento superior a dez salários mínimos registraram queda mensal de 1,2% e queda anual de 4,2%, refletindo um padrão de consumo mais contido, influenciado pela conjuntura fiscal incerta. Mesmo com estabilidade de renda e acesso ao crédito, esse grupo demonstrou mais cautela, com destaque negativo para os subíndices relacionados a consumo imediato e compras financiadas. 

Já entre as famílias com renda de até dez salários mínimos, o ICF avançou 1,2% no mês e ficou praticamente estável no ano (0,2%), sustentado principalmente pela melhoria na perspectiva profissional e no acesso ao crédito, impulsionado por políticas voltadas para o consumo popular.



Confiança em queda e poder de compra pressionado


Os subíndices que compõem o ICC registraram retração em julho. O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) registrou queda de 4,8%, alcançando 102,7 pontos — nível próximo à zona de pessimismo. O Índice de Expectativas do Consumidor (IEC), por sua vez, sofreu queda de 2,7% no mês e de 15,9% em 12 meses, chegando a 113,1 pontos. Na análise por perfil, apenas as mulheres (1,6%) e os consumidores de 35 anos ou mais (3,2%) mostraram leve progresso na confiança.

Dentre os grupos, habitação apontou alta de 0,99% no mês, puxado pelo aumento na energia elétrica (2,96%), enquanto o grupo alimentação e bebidas apresentou leve deflação (-0,18%). Ainda assim, os juros elevados e a inflação persistentemente alta seguem corroendo o poder de compra das famílias, dificultando o acesso ao crédito e expandindo o nível de endividamento. Esse quadro amplia a dependência de linhas de crédito de curto prazo e evidencia a vulnerabilidade financeira diante de possíveis choques na economia.

 

[TABELA 2]
Índice de Confiança do Consumidor (renda, gênero e idade)

Fonte: FecomercioSP


 


Recomendações para os varejistas


De acordo com a FecomercioSP, em um contexto de consumo mais seletivo e cauteloso, o varejo ainda tem espaço para crescer, desde que adote uma postura estratégica e adaptável ao novo perfil do consumidor, sensível a preços e atento à relação entre custo e benefício. Aqui, a gestão eficiente de estoques e custos é fundamental, com ajuste do mix de produtos à demanda, redução de itens de baixo giro, renegociação com fornecedores e revisão de despesas fixas. Ao mesmo tempo, ações promocionais com alto valor percebido, como combos e descontos progressivos, aliadas a condições de pagamento acessíveis — incluindo parcelamentos via PIX Garantido ou carteiras digitais — contribuem para elevar o tíquete médio e facilitar a conversão.

O relacionamento com o cliente também deve ser fortalecido por meio de comunicação transparente, programas simples de fidelização, atendimento personalizado e presença ativa nas redes sociais. A digitalização e a multicanalidade ganham protagonismo, com integração entre canais de venda e atendimento híbrido focado na conveniência. Além disso, o uso estratégico de dados permite mapear comportamentos emergentes e adaptar rapidamente o sortimento conforme a sensibilidade da demanda. Por fim, o monitoramento de indicadores econômicos — como inflação, juros, ICC e ICF — deve embasar o planejamento comercial, especialmente em datas-chave do segundo semestre, como Dia dos Pais, Black Friday e Natal.



Nota metodológica 


ICC


O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados com aproximadamente 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura. Esses dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, se apresenta como: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.



ICF


O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é apurado mensalmente pela FecomercioSP, desde janeiro de 2010, com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. O ICF é composto por sete itens: Emprego Atual; Perspectiva Profissional; Renda Atual; Acesso ao Crédito; Nível de Consumo; Perspectiva de Consumo; e Momento para Duráveis. O índice vai de zero a 200 pontos, sendo que abaixo de cem pontos é considerado insatisfatório, e acima de cem pontos, satisfatório. O objetivo da pesquisa é ser um indicador antecedente de vendas do comércio, tornando possível — a partir do ponto de vista dos consumidores e não por uso de modelos econométricos — que seja uma ferramenta poderosa para o varejo, para os fabricantes, para as consultorias, assim como para as instituições financeiras.



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