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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Pandemia: saúde física e mental são grandes aliadas para felicidade no trabalho

 Líderes devem o quanto antes buscar formas de prezar pela saúde de seus colaboradores em busca de um potencial humano completo; para se ter uma ideia, quando se está bem fisicamente e mentalmente é possível aumentar a capacidade cognitiva do ser humano em até 25% - o que diretamente aumenta e muito a vantagem competitiva da organização no mercado

 

A saúde mental dos brasileiros já estava em estado de alerta mesmo antes do isolamento social. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) somos o país mais ansioso do mundo e o mais depressivo da América Latina. O cenário, que já não era dos melhores, se tornou ainda mais agravante em uma situação de pandemia, em que sentimentos como angústia, estresse e incertezas podem prevalecer. Para se ter uma ideia, 53% das mulheres e 37% dos homens entrevistados por um estudo feito pela ONG americana Kaiser Family Foundation estavam mais preocupados e estressados em decorrência do coronavírus. Por isso, muitas empresas já estão colocando a saúde mental e física dos profissionais na lista de prioridades.   


Os transtornos mentais relacionados ao trabalho e o sedentarismo afetam negativamente a saúde dos colaboradores dentro e fora das empresas.  De acordo com Tomás Camargos, sócio fundador da VIK, startup que promove saúde nas empresas por meio de programas estruturados de estímulos através de gamificação, é fundamental levar o bem-estar ao local de trabalho. “É preciso mostrar aos colaboradores o quanto eles são importantes naquela empresa, proporcionando momentos de lazer, atividades físicas em grupo, meditação e confraternização - tudo de uma maneira humanizada. Agora na pandemia, essas medidas tiveram que ser adaptadas, mas ainda é importante que as corporações se adequem e não deixem essa questão de lado, pois a felicidade no ambiente corporativo se torna cada dia mais a chave para manter colaboradores engajados e aproveitar 100% o potencial humano”, releva Camargos.


Grandes empresas como Falconi, IFood, MRV Engenharia e Localiza, por exemplo, já adotaram programas voltados à saúde do colaborador dentro das empresas. E essa é uma tendência que deve crescer ainda mais no “novo normal”. Hoje, 92% dos diretores de organizações no Brasil acreditam que o bem-estar dos colaboradores é um fator importante no dia a dia e trabalham com ações de saúde corporativa, segundo uma pesquisa de tendências de RH da Deloitte. E quando se fala em “saúde” também envolve bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doenças, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O também sócio-fundador da Startup, Pedro Reis, revela que 70 mil pessoas já passaram pela plataforma da VIK e a tendência é que até o final do ano esse número seja dobrado. “Programas focados na melhoria da qualidade de vida impulsionam tanto o colaborador como a empresa. Investir em melhorias internas para o funcionário, como o incentivo a atividades físicas, programas de gamificação, traz benefícios para todos dentro e fora do ambiente corporativo, fazendo com que os colaboradores se sintam mais saudáveis e confortáveis com seu estado físico, emocional e social. Além disso, é possível premiar os colaboradores ao final da competição proposta pelo programa escolhido”, conta.

Trabalhador feliz é, em média, 31% mais produtivo, três vezes mais criativo e vende 37% a mais em comparação com outros, é o que diz um estudo realizado pela Universidade da Califórnia. “Trazer humanização e integração para as empresas está entre os principais pontos que levam qualidade de vida e satisfação para os colaboradores, investir na melhoria do clima organizacional e também entender/valorizar cada um na equipe, pode ser a chave para levar felicidade a sua empresa. E não se esqueça: atividade física libera endorfina, invista nisso!”, finaliza Camargos.

 



VIK

https://www.desafiovik.com.br/


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