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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Nutricionista ensina quais alimentos podem ser substituídos pelos que estão inflacionados

Foto ilustrativa de banco de imagem

A alta no valor de alimentos básicos na mesa dos brasileiros tem impactado na hora das compras e para não pagar caro e não perder os nutrientes oferecidos por eles, a nutricionista do São Cristóvão Saúde dá dicas das melhores substituições



Há alguns dias não se fala em outra coisa além da alta no valor dos alimentos. A inflação, pesou no bolso dos brasileiros na hora de comprar produtos básicos como por exemplo, o arroz e o feijão, tão tradicionais em nossa refeição. Outros ingredientes muito usados como leite, milho, tomate e o trigo também tiveram uma alta significativa no valor. Mas, nem tudo está perdido! Há como substituir o que está caro por outros alimentos da estação, que por ser da época, estão com o valor mais baixo. Para isso, a nutricionista do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, dá dicas dos substitutos ideais, que mantém os nutrientes que o corpo humano tanto necessita:

 

  • Arroz – é um alimento energético que funciona como combustível para o organismo.

Substituição: Massas, todas as variedades de batatas, mandioca, mandioquinha, cuscuz ou ainda alguns menos comuns como a quinoa.

  • Feijão – também é um alimento energético, porém, fonte de proteínas vegetais e ferro.

Substituição: Lentilha, soja e grão de bico.

  • Carne – é fonte de proteínas, vitaminas do complexo B e zinco. É importante especialmente para a manutenção muscular.

Substituição: Ovos, frango, tofu, seitan (proteína a base de trigo), tempeh (alimento fermentado a partir da soja branca e a própria soja).

  • Leite – também é um alimento fonte de proteína, além de ser excelente fonte de cálcio, que ajuda no fortalecimento dos ossos.

Substituição: queijos, de preferência os magros, iogurtes, ovos, verduras verde escuras, como o brócolis e a couve, por exemplo.

  • Tomate - O tomate fornece um antioxidante chamado licopeno (um antioxidante que ajuda a impedir e reparar os danos às células causados pelos radicais livres).

Substituição: o lipoceno pode ser encontrado no mamão, abóbora, cenoura, melancia, goiaba vermelha.

  • Trigo (pão, biscoitos) – a farinha de trigo branca é um alimento que deve ter o consumo controlado, então, vale aproveitar a alta dos preços para diminuir o consumo, assim como o óleo de soja.

Alimentos como alho, cebola, batata-inglesa, hortaliças e verduras baixaram o valor, então vale aproveitar o calor e preparar uma bela salada, quiches ou tortas, principalmente para aqueles que ganharam alguns quilinhos  durante a pandemia. “É importante valorizar os alimentos da época, porque possivelmente os preços estarão melhores como, por exemplo, a banana prata, caju, castanha do Pará, cupuaçu, graviola, jabuticaba, batata doce, ervilha, abóbora, agrião, brócolis, entre outros. Eles são importantes para saúde, porque são saudáveis e fornecem diversos nutrientes e, consequentemente benefícios, como fortalecimento do sistema imunológico que tem ação direta no funcionamento do intestino, auxiliam no controle de colesterol, entre tantos outros benefícios.”, finalizou a nutricionista Cintya Bassi.

 

 

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